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	<title>Comentários em: Twitter: poder da marca ou do consumidor?</title>
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	<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182</link>
	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Por: @TwitPortugal</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1018</link>
		<dc:creator>@TwitPortugal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:34:26 +0000</pubDate>
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		<description>e testando de novo...</description>
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		<title>Por: @TwitPortugal</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1019</link>
		<dc:creator>@TwitPortugal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:33:38 +0000</pubDate>
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		<description>testando...</description>
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		<title>Por: @DoMelhor</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1020</link>
		<dc:creator>@DoMelhor</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 22:13:39 +0000</pubDate>
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		<description>Testando a liga&#231;&#227;o Twitter aos coment&#225;rios...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Testando a liga&ccedil;&atilde;o Twitter aos coment&aacute;rios&#8230;</p>
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		<title>Por: Virginia Coutinho</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-#comment-1017</link>
		<dc:creator>Virginia Coutinho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 15:41:02 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Henrique,

Antes de mais, devo apenas sublinhar que as vantagens, e perguntas a ser respondidas por uma empresa a este nível, deverao ser muito mais que essas 3 (vou aumentar o reconhecimento? vou aumentar a qualidade percebida? vou mudar a imagem? Vou estar em vantagem competitiva? entre muitas outras...).

Quanto à situacao mencionada, foi apenas apontada como um exemplo, sem haver grandes juìzos de valor... sem tirar nenhuma validade à tua opiniao: se a técnica da &quot;tentativa e erro&quot; funciona na vida &quot;pessoal&quot;, no marketing nao é o melhor caminho a seguir-se.. O erro pode ser tao fatal, que outra tentativa nao seja possìvel :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Henrique,</p>
<p>Antes de mais, devo apenas sublinhar que as vantagens, e perguntas a ser respondidas por uma empresa a este nível, deverao ser muito mais que essas 3 (vou aumentar o reconhecimento? vou aumentar a qualidade percebida? vou mudar a imagem? Vou estar em vantagem competitiva? entre muitas outras&#8230;).</p>
<p>Quanto à situacao mencionada, foi apenas apontada como um exemplo, sem haver grandes juìzos de valor&#8230; sem tirar nenhuma validade à tua opiniao: se a técnica da &#8220;tentativa e erro&#8221; funciona na vida &#8220;pessoal&#8221;, no marketing nao é o melhor caminho a seguir-se.. O erro pode ser tao fatal, que outra tentativa nao seja possìvel <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: Bruno Luís</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1016</link>
		<dc:creator>Bruno Luís</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 15:39:22 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que em Portugal, o problema está nos objectivos das marcas (nem todas). As marcas querem ser faladas, querem aparecer. Esquecem-se um bocado da pertinência das coisas. Dar prémios aos 1ºs X que fizerem RT é pedir confusão.   É querer forçar o efeito viral onde ele não existe. Parece-me que o twitter é óptimo para algum tipo de dinâmicas mas para estas não é de certeza.

Se uma marca oferecer um carro ao primeiro utilizador que enviar 100 tweets seguidos a dizer &quot;Eu adoro a XPTO&quot;. Está a conseguir alguma coisa com isso? Estar, está. A desvirtuar o objectivo do twitter e a eliminar seguidores a quem aderir à campanha. O twitter não é uma máquina de pageviews. É comunicação. Bidireccional. Quem se lança aqui deve estar preparado para lidar com as coisas. Para o bem e para o mal.

Já passei algum tempo a pensar nas pontencialidades de usar o twitter em prol das marcas e acreditem que elas existem, desde que feitas com cabeça. Já foi dito aqui pelo Bruno Ribeiro, lá foram não faltam bons exemplos de marcas no twitter. Cá dentro falta a capacidade de parar para pensar antes de entrar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que em Portugal, o problema está nos objectivos das marcas (nem todas). As marcas querem ser faladas, querem aparecer. Esquecem-se um bocado da pertinência das coisas. Dar prémios aos 1ºs X que fizerem RT é pedir confusão.   É querer forçar o efeito viral onde ele não existe. Parece-me que o twitter é óptimo para algum tipo de dinâmicas mas para estas não é de certeza.</p>
<p>Se uma marca oferecer um carro ao primeiro utilizador que enviar 100 tweets seguidos a dizer &#8220;Eu adoro a XPTO&#8221;. Está a conseguir alguma coisa com isso? Estar, está. A desvirtuar o objectivo do twitter e a eliminar seguidores a quem aderir à campanha. O twitter não é uma máquina de pageviews. É comunicação. Bidireccional. Quem se lança aqui deve estar preparado para lidar com as coisas. Para o bem e para o mal.</p>
<p>Já passei algum tempo a pensar nas pontencialidades de usar o twitter em prol das marcas e acreditem que elas existem, desde que feitas com cabeça. Já foi dito aqui pelo Bruno Ribeiro, lá foram não faltam bons exemplos de marcas no twitter. Cá dentro falta a capacidade de parar para pensar antes de entrar.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodolfo Cardoso</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1015</link>
		<dc:creator>Rodolfo Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 15:18:30 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto à questão do passatempo, por experiência própria realizei algo idêntico no Twitter da Semana Académica de Lisboa, quem fizesse (5 primeiros) o RT de um dos dias de cartaz, ganharia um bilhete para esse mesmo dia, numa escala bem inferior ao do Optimus Alive, encontrei vários problemas. Achei a ideia inicialmente uma boa ideia, mas no final revelou-se muito pouco apelativa ou objectiva.
Acho que as marcas deverão repensar estas estratégias, a constante tentativa de estar presente onde as pessoas e o seu público está presente nem sempre é a mais inteligente e a mais objectiva, é necessário uma revisão profunda nesta área.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto à questão do passatempo, por experiência própria realizei algo idêntico no Twitter da Semana Académica de Lisboa, quem fizesse (5 primeiros) o RT de um dos dias de cartaz, ganharia um bilhete para esse mesmo dia, numa escala bem inferior ao do Optimus Alive, encontrei vários problemas. Achei a ideia inicialmente uma boa ideia, mas no final revelou-se muito pouco apelativa ou objectiva.<br />
Acho que as marcas deverão repensar estas estratégias, a constante tentativa de estar presente onde as pessoas e o seu público está presente nem sempre é a mais inteligente e a mais objectiva, é necessário uma revisão profunda nesta área.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Henrique Henriques</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1014</link>
		<dc:creator>Henrique Henriques</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 23:07:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=1182#comment-1014</guid>
		<description>Um tema interessante, no entanto quando falamos de redes sociais, falamos de ambientes abertos, passiveis de ouvir os dois lados de uma mesma história.

Se não vejamos, qual a vantagem de uma organização, seja ela de que tipo for, em usar redes sociais?
Reconhecimento da marca?
Promoção de um produto ou serviço?
Visibilidade publica?
Curiosidade, do tipo, efeito acção/reacção?

Para uma organização, a decisão de promover em redes sociais, antes que tudo, deve ser centrada em encontrar 3 respostas?

Vou aumentar receitas?
Vou reduzir custos?
Vou captar ou fidelizar clientes?

Se encontrar respostas afirmativas às 3 questões deverá depois equacionar a sua capacidade para &quot;lidar&quot; com tecnologias ainda desconhecidas para a generalidade dos utilizadores.
No entanto, existindo uma falta de experts na área, bem como de estudos de caso que sustentem uma teoria razoável e que demonstrem quais os efeitos de &quot;estar&quot; nas redes sociais, a tendência é para se ir agindo na base da &quot;tentativa e erro&quot; .

Do lado do consumidor, ao contrário, já não existe hipótese de falha. Como seres individuais que somos, opinamos sempre sobre o nosso sentimento em relação a algo, podemos é, com isso, influenciar outros tantos indivíduos e criar uma massa critica de peso, que, na pior da hipóteses vai se tornar tão ruidosa que arruína completamente a imagem de uma pessoa, organização, instituição, o que seja.
Por isso, julgo ser errado actualmente julgar qualquer situação menos positiva ou menos bem sucedida. É bom que existam falhas, pois com elas aprendemos e corrigimos. Que o exemplo da @optimusmusica sirva de exemplo como um &quot;erro&quot;  que não se deve cometer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um tema interessante, no entanto quando falamos de redes sociais, falamos de ambientes abertos, passiveis de ouvir os dois lados de uma mesma história.</p>
<p>Se não vejamos, qual a vantagem de uma organização, seja ela de que tipo for, em usar redes sociais?<br />
Reconhecimento da marca?<br />
Promoção de um produto ou serviço?<br />
Visibilidade publica?<br />
Curiosidade, do tipo, efeito acção/reacção?</p>
<p>Para uma organização, a decisão de promover em redes sociais, antes que tudo, deve ser centrada em encontrar 3 respostas?</p>
<p>Vou aumentar receitas?<br />
Vou reduzir custos?<br />
Vou captar ou fidelizar clientes?</p>
<p>Se encontrar respostas afirmativas às 3 questões deverá depois equacionar a sua capacidade para &#8220;lidar&#8221; com tecnologias ainda desconhecidas para a generalidade dos utilizadores.<br />
No entanto, existindo uma falta de experts na área, bem como de estudos de caso que sustentem uma teoria razoável e que demonstrem quais os efeitos de &#8220;estar&#8221; nas redes sociais, a tendência é para se ir agindo na base da &#8220;tentativa e erro&#8221; .</p>
<p>Do lado do consumidor, ao contrário, já não existe hipótese de falha. Como seres individuais que somos, opinamos sempre sobre o nosso sentimento em relação a algo, podemos é, com isso, influenciar outros tantos indivíduos e criar uma massa critica de peso, que, na pior da hipóteses vai se tornar tão ruidosa que arruína completamente a imagem de uma pessoa, organização, instituição, o que seja.<br />
Por isso, julgo ser errado actualmente julgar qualquer situação menos positiva ou menos bem sucedida. É bom que existam falhas, pois com elas aprendemos e corrigimos. Que o exemplo da @optimusmusica sirva de exemplo como um &#8220;erro&#8221;  que não se deve cometer.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Virginia Coutinho</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1013</link>
		<dc:creator>Virginia Coutinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 20:49:45 +0000</pubDate>
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		<description>Parece-me relevante, e sustentando o teu ponto de vista, que as redes sociais, o Twitter em particular, estao a proporcionar a passagem do CRM (customer relationship management) para CMR (customer managed realtions). O CMR pode ser um forte aliado do ponto de vista do estabelcer e manter relacoes, e mesmo no surgir de “apostolos” da marca, no entanto, está relacao tem de ser devidamente acompanhada e “alimentada”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me relevante, e sustentando o teu ponto de vista, que as redes sociais, o Twitter em particular, estao a proporcionar a passagem do CRM (customer relationship management) para CMR (customer managed realtions). O CMR pode ser um forte aliado do ponto de vista do estabelcer e manter relacoes, e mesmo no surgir de “apostolos” da marca, no entanto, está relacao tem de ser devidamente acompanhada e “alimentada”.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Redes sociais e marcas: uma relação de perder a cabeça? &#171; Webismo</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1012</link>
		<dc:creator>Redes sociais e marcas: uma relação de perder a cabeça? &#171; Webismo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:18:14 +0000</pubDate>
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		<description>[...] no blog do TwitterPortugal, Virginia Coutinho escreve um post sobre este tema que tem dado que &#8220;comentar&#8221;. Entre outras afirmações lógicas é extrapolado um [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] no blog do TwitterPortugal, Virginia Coutinho escreve um post sobre este tema que tem dado que &#8220;comentar&#8221;. Entre outras afirmações lógicas é extrapolado um [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Uriel Oliveira</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1011</link>
		<dc:creator>Uriel Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 16:13:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=1182#comment-1011</guid>
		<description>Penso que a questão fundamental aqui assenta no facto dos social media terem vindo a contibuir para aumentar a responsabilidade das marcas para com os consumidores e não no facto desta acção em concreto ser comunicada numa rede social.
A partir do momento que o consumidor é simultâneamente comunicador, o bom e o mau são opostos que se tocam facilmente, na medida em que estão directamente relacionados com a sensação espontânea que tem perante a marca e que vai comunicar com terceiros.
Neste caso, a iniciativa falha porque na realidade foi mal feita, teve erros e a marca é responsabilizada por isso. É normal. A marca quando comunica hoje, quer seja através do Twitter quer seja através de qualquer outro canal, tem que estar preparada para ser avaliada pelos seus consumidores em canais que podem facilmente massificar as suas mensagens, sejam negativas ou positivas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Penso que a questão fundamental aqui assenta no facto dos social media terem vindo a contibuir para aumentar a responsabilidade das marcas para com os consumidores e não no facto desta acção em concreto ser comunicada numa rede social.<br />
A partir do momento que o consumidor é simultâneamente comunicador, o bom e o mau são opostos que se tocam facilmente, na medida em que estão directamente relacionados com a sensação espontânea que tem perante a marca e que vai comunicar com terceiros.<br />
Neste caso, a iniciativa falha porque na realidade foi mal feita, teve erros e a marca é responsabilizada por isso. É normal. A marca quando comunica hoje, quer seja através do Twitter quer seja através de qualquer outro canal, tem que estar preparada para ser avaliada pelos seus consumidores em canais que podem facilmente massificar as suas mensagens, sejam negativas ou positivas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno Ribeiro</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1010</link>
		<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 15:17:47 +0000</pubDate>
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		<description>Se calhar ninguém os avisou que era possível a qualquer um aceder à stream do Twitter e comparar os dados reais com os dos vencedores. :P

Mais a sério, teria sido mais simples se tivessem usado uma hashtag para o concurso - isto em termos técnicos. Em termos &#039;éticos&#039;, se não querem oferecer 10 prémios que comuniquem apenas 6. Mas lá está isto não tem nada a ver com o uso dos social media, tem a ver com o comportamento de quem promove o concurso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se calhar ninguém os avisou que era possível a qualquer um aceder à stream do Twitter e comparar os dados reais com os dos vencedores. <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mais a sério, teria sido mais simples se tivessem usado uma hashtag para o concurso &#8211; isto em termos técnicos. Em termos &#8216;éticos&#8217;, se não querem oferecer 10 prémios que comuniquem apenas 6. Mas lá está isto não tem nada a ver com o uso dos social media, tem a ver com o comportamento de quem promove o concurso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1009</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:37:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=1182#comment-1009</guid>
		<description>Sim, há que separar as críticas. Da parte técnica, não podemos responsabilizar directamente a marca. Apenas indirectamente (deviam estar melhor informados). Agora, aplicar numa rede social aberta e escrutinada em tempo real métodos com origem em meios fechados e intermediados, não dá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, há que separar as críticas. Da parte técnica, não podemos responsabilizar directamente a marca. Apenas indirectamente (deviam estar melhor informados). Agora, aplicar numa rede social aberta e escrutinada em tempo real métodos com origem em meios fechados e intermediados, não dá.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Almeida</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1008</link>
		<dc:creator>João Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:31:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=1182#comment-1008</guid>
		<description>É algo típico quando se esntra num meio/canal/formato que não se compreende, estando lá apenas para não perceber o comboio.  É pura ingenuidade.
Num canal de comunicação &quot;clássico&quot;, com uma filosofia de difusão da informação e quase sempre unidireccional, e mesmo em web sites tradicionais deixar morrendo é uma maneira de de gerir os problemas. O que ainda não perceberam é que num ambiente web 2.0 o ruído que se gera com esse silêncio atinge proporções inesperadas, e mais cedo ou mais tarde essas marcas irão forcosamente aperceber-se disso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É algo típico quando se esntra num meio/canal/formato que não se compreende, estando lá apenas para não perceber o comboio.  É pura ingenuidade.<br />
Num canal de comunicação &#8220;clássico&#8221;, com uma filosofia de difusão da informação e quase sempre unidireccional, e mesmo em web sites tradicionais deixar morrendo é uma maneira de de gerir os problemas. O que ainda não perceberam é que num ambiente web 2.0 o ruído que se gera com esse silêncio atinge proporções inesperadas, e mais cedo ou mais tarde essas marcas irão forcosamente aperceber-se disso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Catarina Maia</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1007</link>
		<dc:creator>Catarina Maia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:26:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=1182#comment-1007</guid>
		<description>Fora da polémica @optimusmusica, na &lt;a href=&quot;http://www.cardmobili.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Cardmobili&lt;/a&gt; acreditamos que o Twitter, as redes sociais e os blogs são instrumentos poderosos que nos permitem estar mais próximo dos nossos utilizadores e potenciais utilizadores, ouvindo as suas opiniões e incorporando-as, sempre que possível, no nosso serviço.

Acreditamos no poder das ferramentas Web 2.0, e queremos trilhar um caminho de desenvolvimento colaborativo.

Os casos acima relatados só desvirtuam a utilização destas ferramentas, e contribuem para os utilizadores se afastarem das empresas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fora da polémica @optimusmusica, na <a href="http://www.cardmobili.com" rel="nofollow">Cardmobili</a> acreditamos que o Twitter, as redes sociais e os blogs são instrumentos poderosos que nos permitem estar mais próximo dos nossos utilizadores e potenciais utilizadores, ouvindo as suas opiniões e incorporando-as, sempre que possível, no nosso serviço.</p>
<p>Acreditamos no poder das ferramentas Web 2.0, e queremos trilhar um caminho de desenvolvimento colaborativo.</p>
<p>Os casos acima relatados só desvirtuam a utilização destas ferramentas, e contribuem para os utilizadores se afastarem das empresas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno Ribeiro</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182/comment-page-1#comment-1006</link>
		<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:24:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=1182#comment-1006</guid>
		<description>Lá está, o concurso deu bronca porque não houve a precaução de verificar se a metodologia seria eficaz. O Twitter tem falhas, como todos sabemos, e antes de se lançar uma iniciativa destas teria sido necessário analisar a forma como se poderia lidar com essas falhas. Por aí, não penso que se deva criticar em demasia @OptimusMusica. Grave é anunciarem prémios para os 10 primeiros e posteriormente só haver 6 vencedores. Isso sim é grave e não tem a ver com as redes sociais ou as novas tecnologias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lá está, o concurso deu bronca porque não houve a precaução de verificar se a metodologia seria eficaz. O Twitter tem falhas, como todos sabemos, e antes de se lançar uma iniciativa destas teria sido necessário analisar a forma como se poderia lidar com essas falhas. Por aí, não penso que se deva criticar em demasia @OptimusMusica. Grave é anunciarem prémios para os 10 primeiros e posteriormente só haver 6 vencedores. Isso sim é grave e não tem a ver com as redes sociais ou as novas tecnologias.</p>
]]></content:encoded>
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