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	<title>Diário2 &#187; Público</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Público lança primeira aplicação iPhone dos media portugueses</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 18:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apps]]></category>
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		<description><![CDATA[O Público lança esta 2ª a sua aplicação iPhone. Diário2 revela-lhe tudo sobre a primeira "iPhone app" dos media portugueses. Já a testámos e concluimos: está ao melhor nível e, como a grande maioria, tem ainda margem de progressão. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-0.jpg" alt="" title="publico-app-0" width="600" height="370" class="aligncenter size-full wp-image-4205" /></p>
<p>O diário <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">Público</a> lança oficialmente nesta segunda-feira a sua aplicação para <a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a>. Diário2 revela-lhe tudo sobre a primeira &#8220;<a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a> app&#8221; dos media portugueses. Já a testámos e concluimos: está ao melhor nível mundial e, como a grande maioria, tem ainda muita margem de progressão. </p>
<p>A iPhone app do Público foi primeiro falada na anterior direção do jornal e prometida para breve. José Manuel Fernandes não chegou a vê-la como diretor, mas já a está a testar desde dia 11, dia quando partilhou no Twitter, pela primeira vez, uma notícia do jornal usando o envio para o Twitter embutido na aplicação (<a href="http://twitter.com/JMF1957/status/10346164140">link</a>).</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-1.jpg" alt="" title="publico-app-1" width="320" height="480" class="alignright size-full wp-image-4206" /></p>
<p>Como a generalidade das aplicações congéneres dos jornais e media de todo o mundo, a app do Público é gratuita. Está disponível na loja iTunes desde dia 9 de Março, mas só é oficialmente lançada na próxima segunda-feira. O link para a loja é, como de costume, irreproduzível. Abençoados tinyurls, eis um fácil de fixar: <a href="http://s3g.me/publicoapp">s3g.me/publicoapp</a>. Dentro da web do jornal, o sumário da aplicação está <a href="http://static.publico.clix.pt/iphone/">aqui</a>.</p>
<h3>Boas soluções de arrumação</h3>
<p>A &#8220;capa&#8221; da aplicação é do género semi-gráfico: tem a notícia principal (a manchete do momento) em destaque com imagem de fundo, seguindo-se uma lista de 9 notícias, todas no formato convencional com uma pequena fotografia, o título e duas linhas de entrada.</p>
<p>O menu padrão, em baixo, apresenta: Destaques (a primeira página, ou capa, da aplicação), Ultimas (as últimas notícias por ordem cronológica), Fotos (uma fotogaleria), Favoritos (a lista das notícias que guardámos localmente) e Mais (acesso a um menu para mais secções, para o &#8220;Sobre&#8221; e ainda para a configurar a aplicação).</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-2.jpg" alt="" title="publico-app-2" width="320" height="480" class="alignleft size-full wp-image-4207" /></p>
<p>Dois aspectos a destacar desde logo. Primeiro, a utilização de um menu de topo em slide, que é a solução mais moderna e, penso eu, melhor para os aparelhos portáteis, devendo fazer escola também nas aplicações para o futuro iPad e outros hardwares. No caso do Público, e como também tenho visto noutras aplicações de jornais, esse menu corresponde grosso modo às secções do jornal.</p>
<p>Segundo, menos vista mas bastante boa solução, a possibilidade de alternar o modo de visualização entre manchete+lista vertical ou slideshow com navegação horizontal, tanto por clique em setas como por arrasto intuitivo, tirando partido dessa característica do iPhone. Esta funcionalidade está disponível nos Destaques, incluindo as secções do topo.</p>
<p>Estas soluções permitem acesso fácil e intuitivo a um grande número de conteúdos. À primeira vista parece que temos pouco Público na aplicação mas mal começamos a navegar percebermos que está lá tudo, organizado de forma racional. Bom trabalho, rapazes! (Ver ficha no final do artigo.)</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-3.jpg" alt="" title="publico-app-3" width="320" height="480" class="alignright size-full wp-image-4208" /></p>
<h3>Partilha: bom, mas queremos melhor <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </h3>
<p>Da apresentação dos artigos individualmente, nada a dizer, tudo correto. Antetítulo, título, data/hora e autoria, imagem, e nota de direitos, por esta ordem, em fundo branco. Certo. Um botão de aumento do tamanho texto e fica cinco estrelas.</p>
<p>Capítulo seguinte, a partilha &#8212; um dos pequenos segredos do sucesso das aplicações de media para iPhone. Talvez eu a sobrevalorize&#8230;  ou talvez não: as características ambientais da leitura das notícias no iPhone são adequadas, para não dizem que compelem, à partilha.</p>
<ul><strong>Positivo</strong></p>
<li>a aplicação do Público permite a partilha pelos canais clássicos: email, Facebook e Twitter</li>
<li>o envio por qualquer das vias não obriga à saída da aplicação, como é corrente &#8212; e muito mau &#8212; em aplicações de primeira geração ou feitas sem cuidado</li>
<li>o Público usa endereços curtos desde logo, o que é uma benção para toda a gente, do jornal aos leitores aos programadores de mashups e NJs (newsjays)</li>
</ul>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-4.jpg" alt="" title="publico-app-4" width="320" height="480" class="alignleft size-full wp-image-4209" /></p>
<ul><strong>Para melhorar</strong></p>
<li>guardar as credenciais dos serviços é bom, mas ainda obriga a um clique intermédio. Quero que ela se lembre das minhas credenciais e não me faça passar pelo processo sempre que uso a aplicação.</li>
<li>adicionar o envio por mensagem (SMS)</li>
<li>este é capaz de ser um pedido minoritário, mas adicionar o <em>sharing</em> pelo Delicious tornar-me-ia um completo entusiasta do uso da aplicação <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </li>
</ul>
<h3>Ficha</h3>
<p>A aplicação do Público para iPhone está neste endereço fácil de fixar: <a href="http://s3g.me/publicoapp">s3g.me/publicoapp</a>. Dentro da web do jornal, o sumário da aplicação está <a href="http://static.publico.clix.pt/iphone/">aqui</a>. É gratuita.</p>
<p>Os autores: Paulo Almeida (desenvolvimento e design), Victor Ferreira e José Gonçalves (desenvolvimento servidor). Penso que teve ainda o apoio de Matt <a href="http://mattgemmell.com/">Gemmell</a>, mas não confirmei. Nota para eles: melhor tagging na loja, precisa-se; uma pesquisa nas Apps por &#8220;notícias&#8221; devia devolver o Público, o que não está a acontecer.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/iphone" title="iphone" rel="tag">iphone</a>, <a href="http://diario2.com/tag/portugal" title="portugal" rel="tag">portugal</a>, <a href="http://diario2.com/tag/publico" title="Público" rel="tag">Público</a><br /><br/>

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		<title>Jornal Público já disponível no Kindle (10,25 euro)</title>
		<link>http://diario2.com/jornal-publico-ja-disponivel-no-kindle-1025-euro-4107</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redaccao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Kindle edition do Público é a primeira em Portugal e por isso inaugura o escaparate português na banca de jornais do Kindle. O Público entra para a lista dos primeiros 100 jornais com edição para o leitor da Amazon, elevando para 5 o número de jornais em português. O brasileiro O Globo foi o pioneiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/publicokindle.jpg" alt="" title="publico no kindle" width="600" height="225" class="alignleft size-full wp-image-4108" /></p>
<p>A banca de jornais do <a href="http://diario2.com/tag/kindle" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Kindle">Kindle</a> passou a ter o escaparate com o nome de <a href="http://diario2.com/tag/portugal" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with portugal">Portugal</a>, para já com um único título. Quem o inaugura é o jornal <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">Público</a>, sendo o primeiro órgão de comunicação social português com uma edição específica para leitores portáteis.</p>
<p>A mensalidade do <a href="http://www.amazon.com/P-xDA-BLICO/dp/B002WGJWSQ/ref=sr_1_1?ie=UTF8&#038;m=A32ONHETYYJPI3&#038;s=digital-text&#038;qid=1265672065&#038;sr=1-1">Público para o Kindle</a> custa 13,99 dólares &#8212; 10,25 euro ao câmbio de ontem.  O jornal é entregue diariamente no Kindle, via wireless, a partir das 06:30, hora de Lisboa.</p>
<p>Segundo o descritivo na página de subscrição, &#8220;<em>a edição do Público no Kindle contém a maioria dos artigos encontrados na edição impressa, mas não inclui imagens, tabelas e suplementos especiais. A funcionalidade Text-to-Speech destina-se a conteúdo em língua inglesa pelo que o seu uso com textos noutras línguas poderá produzir erros de pronúncia</em>&#8220;.</p>
<h3>Público ponderou Kindle desde logo</h3>
<p>Pouco antes de sair a versão 2 do leitor a <a href="http://diario2.com/tag/amazon" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Amazon">Amazon</a>, que estreou a secção de jornais, o ex-director do Público, José Manuel Fernandes, disse que <em>“o Público já colocou a hipótese e começou a estudar a disponibilização de uma versão para os utilizadores do Kindle</em>“. José Manuel Fernandes justificou: “sempre fomos inovadores na net, tivemos a primeira página em português adaptada ao <a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a>, lideramos no Twitter, seguramente que também quereremos liderar nos <a href="http://diario2.com/tag/e-readers" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with e-readers">e-readers</a>“ (ler: <a href="http://diario2.com/kindle-dos-ocs-portugueses-so-publico-estudou-hipotese-de-o-usar-2364">Kindle: dos OCS portugueses, só Público estudou hipótese de o usar</a>).</p>
<h3>5 jornais em português nos 100 primeiros</h3>
<p>O Público entra, assim, para a galeria dos primeiros 100 jornais do mundo com <em>Kindle edition</em>, sendo o 98º a entrar e o 5º de língua portuguesa: junta-se aos brasileiros Globo (o único jornal em português presente no arranque mundial, em 19 de Outubro do ano passado), Zero Hora, Pioneiro e Diário Catarinense.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/e-readers" title="e-readers" rel="tag">e-readers</a>, <a href="http://diario2.com/tag/publico" title="Público" rel="tag">Público</a>, <a href="http://diario2.com/tag/amazon" title="Amazon" rel="tag">Amazon</a>, <a href="http://diario2.com/tag/kindle" title="Kindle" rel="tag">Kindle</a><br /><br/>

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	<li><a href="http://diario2.com/os-40-anos-da-internet-e-o-caso-portugues-2295" title="Os 40 anos da Internet e o caso português (1 de Novembro de 2009)">Os 40 anos da Internet e o caso português</a> (1)</li>
</ul>

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		<item>
		<title>Os 40 anos da Internet e o caso português</title>
		<link>http://diario2.com/os-40-anos-da-internet-e-o-caso-portugues-2295</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Legatheaux]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada celebraram-se os 40 anos da Internet -- um marco simbólico, pois que a rede das redes tem muitas outras efemérides. No caso português, por exemplo, a Internet "começa" verdadeiramente em 1990, sendo raras as pessoas que a conheciam anteriormente. Mas só a partir de 1994 se inicia a explosão da rede em Portugal, aliás um dos países europeus pioneiros na massificação da Internet.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-2300" title="net40anospublico" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/net40anospublico.jpg" alt="net40anospublico" width="300" height="258" />Na semana passada celebraram-se os 40 anos da <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a> &#8212; um marco simbólico, pois que a rede das redes tem muitas outras efemérides. No caso português, por exemplo, a <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a> &#8220;começa&#8221; verdadeiramente em 1990, sendo raras as pessoas que a conheciam anteriormente. Mas só a partir de 1994 se inicia a explosão da rede em <a href="http://diario2.com/tag/portugal" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with portugal">Portugal</a>, aliás um dos países europeus pioneiros na massificação da <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a>.<br />
Comemorando a data, o <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">Público</a> fez um trabalho notável a 2 títulos. Primeiro, foi desencantar a figura histórica mais marcante para a implantação da rede em Portugal &#8212; o professor José <a href="http://diario2.com/tag/legatheaux" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Legatheaux">Legatheaux</a> Martins &#8212; e deu-lhe destaque. Segundo, recorreu a um dos mais recentes formatos nativos da Internet e incorporou-o na edição: uma cronologia deste quase meio século, desenvolvida no Dipity (ver mais abaixo).<br />
O artigo de Susana Almeida Ribeiro, <a href="http://www.publico.pt/Tecnologia/os-pioneiros-da-internet-em-portugal_1407629">Os pioneiros da Internet em Portugal</a>, conta exemplarmente uma história que nunca teve a atenção devida pelo grande público.<br />
&#8220;<em>No meio académico português no final dos anos de 1980 já existiam alguns académicos que conheciam a Internet &#8211; visto que a tinham utilizado esporadicamente quando estavam no estrangeiro, ou ouvido falar nela &#8211; e que desejavam interligar as universidades entre si e estas com a Internet para potenciar o seu trabalho de investigação e contactos com o estrangeiro</em>&#8220;, recorda Legatheaux no Público.<br />
(Fora do meio académico, a <a id="aptureLink_ApEQBOO5wW" href="http://en.wikipedia.org/wiki/CompuServe">CompuServe</a> era o único serviço comercial que se podia assinar no país e que dispunha de algumas portas com a Internet, nomeadamente  o correio electrónico. Em 1988, quando eu próprio me liguei, existiram talvez uma centena de portugueses a usar o número de telefone intercontinental de preço acessível, fornecido pela CompuServe. )</p>
<h3>1994: o ano zero da Internet em Portugal</h3>
<p>Em 1994 tudo mudou em Portugal. Dos órgãos de comunição social portugueses apenas a RTP já tinha o seu domínio registado (rtp.pt é registado oficialmente em 28/05/1993). Havia apenas 40 domínios na hierarquia .pt (fonte: <a href="http://www.centroatl.pt/titulos/futuro/passado.php3">O Passado da Internet</a>, Centro Atlântico), reconhecida internacionalmente desde 1990.<br />
Alguns dados desse ano, tal com compilados pelo Libório Silva, do Centro Atlântico, a primeira editora atenta à Internet e a usá-la cmo canal:</p>
<ul>
<li>António Saraiva (dr Bakali) no Blitz, Paulo Querido (<em>sim, eu próprio</em>) no Expresso e José Victor Malheiros no Público desenvolvem diversas peças jornalísticas sobre a Internet.</li>
<li>Mais de 100 BBSs com grande capacidade de iniciativa (e.g., Rede de Paulo Querido, Miguel Vitorino e Fernando Soares, CATS de Miguel Vitorino, Imagine de José de Ameida e Visus de José Câmara) mas nenhuma delas iria sobreviver à Internet.</li>
<li>Mais de 100 fornecedores de serviços de Videotexto tentavam o êxito. Tal como nas BBSs, nenhum deles (à excepção do Guianet) iria sobreviver à mudança de paradigma para a rede das redes.</li>
<li>O PUUG, gerido por Prof. J. Legatheaux Martins, Rui Bana e Costa e Prof. Nuno Guimarães dá acessos Internet a cerca de 100 empresas sócias e não mais de 50 particulares.</li>
<li>(29/Mar) Seminário &#8220;Portugal na Internet&#8221; no LNEC organizado pela FCCN, PUUG, Agência de Inovação e <a href="http://diario2.com/tag/zmaglh" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with zmaglh">zmaglh</a> (<em>José Magalhães, actual Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária</em>)<br />
A Telepac aproveita o Seminário para anunciar que estava prestes a lançar o serviço de fornecimento de acessos à Net.</li>
<li>O PUUG alarga o serviço a todos os particulares interessados.</li>
<li>(2/Jun) Paulo Melo do INESC de Coimbra anuncia a criação da hierarquia de news pt.* com os grupos pt.geral e pt.news (até então as conversas em português eram mantidas no grupo soc.culture.portuguese)</li>
<li>(Jun) Esoterica (<em>de Mário Valente e Luís Sequeira</em>) inicia o fornecimento de acessos à Internet em modo offline (e sem www)</li>
<li>(Set) Telepac inaugura o serviço de acesso à Internet em modo terminal (projecto técnico da responsabilidade de Henrique Carreiro e Paulo Ribeiro). O Presidente da Telepac, Iriarte Esteves, é o responsável estratégico pela grande aposta na &#8220;net&#8221;</li>
<li><strong>Velocidades de acesso máximas: 9.600 bps</strong></li>
<li>(Nov) Blitz torna-se na primeira publicação em papel portuguesa com edição na Web</li>
</ul>
<h3>O seminário do LNEC</h3>
<p>O seminário do LNEC ficou não apenas na memória dos presentes (<em>eu estava lá e fiz algumas perguntas tanto a Legatheaux Martins como a José Magalhães, utilizador diário da nossa BBS</em>) como para a História da Internet em Portugal.<br />
“<em>Esse seminário marcou claramente o aparecimento ao grande público da Internet em Portugal</em>”, recordou agora ao Público José Legatheaux, actual sub-director da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Que &#8220;<em>em 1994 era o “homem do momento”. A Internet em Portugal passava, necessariamente, por ele</em>&#8220;, descreve com exatidão Susana Almeida Ribeiro.</p>
<h3>Cronologia</h3>
<p>A fechar, partilhamos a excelente cronologia elaborada por João Pedro Pereira com recurso ao Dipity e publicada no Público: <a href="http://static.publico.clix.pt/40anosinternet/">40 anos de Internet</a>.</p>
<div class="dipity_embed" style="width: 600px;"><a href="http://www.dipity.com/publico/personal">Jornal P.</a> on <a href="http://www.dipity.com/"></a>Dipity</div>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/publico" title="Público" rel="tag">Público</a>, <a href="http://diario2.com/tag/zmaglh" title="zmaglh" rel="tag">zmaglh</a>, <a href="http://diario2.com/tag/internet" title="internet" rel="tag">internet</a>, <a href="http://diario2.com/tag/legatheaux" title="Legatheaux" rel="tag">Legatheaux</a><br /><br/>

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		<title>Orgulhosamente, somos um blog convidado do Público</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 16:34:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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