<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Diário2 &#187; media</title>
	<atom:link href="http://diario2.com/tag/media/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://diario2.com</link>
	<description>A vida em tempo real</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 11:30:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>“Setúbal na Rede” há 12 anos</title>
		<link>http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966</link>
		<comments>http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 11:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Brinca]]></category>
		<category><![CDATA[Setúbal na Rede]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diario2.com/?p=3966</guid>
		<description><![CDATA[Portugal vivia ainda os primeiros anos de Internet, quando surge, a 5 de Janeiro de 1998, o primeiro jornal digital. Uma travessia difícil, no jornalismo regional e digital, que graças à persistência do fundador e director, Pedro Brinca, continua em www.setubalnarede.pt]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal vivia ainda os primeiros anos de <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a>, quando surge, a 5 de Janeiro de 1998, o primeiro jornal <a href="http://diario2.com/tag/digital" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with digital">digital</a>. Uma travessia difícil, no <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo">jornalismo</a> regional e digital, que graças à persistência do fundador e director, <a href="http://diario2.com/tag/pedro-brinca" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Pedro Brinca">Pedro Brinca</a>, continua em <a href="http://www.setubalnarede.pt">www.setubalnarede.pt</a>.</p>
<div id="attachment_3967" class="wp-caption aligncenter" style="width: 504px"><a rel="attachment wp-att-3967" href="http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966/pedro_brinca"><img class="size-full wp-image-3967" title="Pedro Brinca, director e fundador do “Setúbal na Rede”" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/pedro_brinca.jpg" alt="Pedro Brinca, director e fundador do “Setúbal na Rede”" width="494" height="361" /></a><p class="wp-caption-text">A dedicação de Pedro Brinca valeu ao “<a href="http://diario2.com/tag/setubal-na-rede" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Setúbal na Rede">Setúbal na Rede</a>” o Prémio Gazeta da Imprensa Regional, atribuído pelo Clube de Jornalistas em 1999.</p></div>
<p><strong>O <a href="http://www.setubalnarede.pt">“Setúbal na Rede”</a> nasceu por considerar que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=jGYiQ89pBCs">os <em>media</em> locais não desempenhavam bem o seu papel</a>, nomeadamente, ao nível da subserviência dos poderes políticos. Quantos, e quem, eram os títulos existentes na altura? E actualmente? </strong><br />
Os títulos existentes na altura eram mais ou menos os menos que agora, com o nascimento de uns e o desaparecimento de outros. A matriz comum vai sendo a da perspectiva única e exclusivamente de negócio, servindo o jornal para colocar os anúncios e sendo o restante espaço preenchido com umas notícias, agora preferencialmente vindas escritas dos gabinetes de comunicação. Assim contenta-se toda a gente e mantém-se o negócio.</p>
<p><strong>Que análise faz a estes 12 anos, nomeadamente, às mudanças de comportamentos provocadas pelo jornal digital, na própria estrutura, na população e nos restantes órgãos de comunicação?</strong><br />
O “Setúbal na Rede” e a estrutura tem evoluído naturalmente ao longo dos anos, com as naturais crises de crescimento e os normais momentos de euforia.</p>
<p>As pessoas foram-se habituando a informação mais dinâmica, mais actualizada e também mais séria, mais rigorosa e mais plural.</p>
<p>Quanto aos órgãos de comunicação concorrentes, não mudaram muito em termos de postura. Abriram muitos sites, fecharam quase tantos, mas falta-lhes seriedade, ambição, postura, dignidade. Sobretudo os digitais não passam de <em>copy/paste</em> dos comunicados.</p>
<p><strong>E como tem sido a evolução do número de leitores?</strong><br />
Não tenho presente a evolução dos leitores, mas posso dizer que há algum tempo que estamos estabilizados entre as 50 e as 60 mil visitas únicas por mês, o que faz do “Setúbal na Rede” o órgão de maior audiência do distrito, ainda que há muitos anos nada se faça para promover a imagem e a marca.</p>
<p><strong>Diz que o “Setúbal na Rede” lidera as audiências. Quais são os títulos que o persegue, no <em>ranking</em>?<br />
</strong>Em relação aos jornais de papel é muito difícil ter uma comparação honesta, porque não há controlo de tiragens das edições. Cada jornal inventa o número que quer e depois podemos confirmar discretamente junto das gráficas que esses dados nada têm a ver com a realidade. Havia um caso de um jornal que dizia imprimir 20 mil exemplares e cheguei a assistir na gráfica que não faziam mais de mil.</p>
<p><strong>Mas, por exemplo, </strong><a><strong>“O Setubalense”</strong></a><strong>, jornal histórico, imprime oficialmente seis mil exemplares por edição.</strong></p>
<p>Com os digitais podemos, por exemplo, conferir posição comparativa através do <a href="http://alexa.com">alexa.com</a>. Este site apresenta um <em>ranking</em> de todos os sites do mundo e no último mês [Novembro de 2009] estávamos no lugar 730 mil. O nosso concorrente mais próximo estava no lugar 930 mil, <a href="http://www.osetubalense.pt">“O Setubalense”</a> em 1.700.000 e o “iMais” em 3 milhões. Usamos ainda o Google Analytics, que em Novembro registou 47.847 visitas únicas, 57.992 visitas totais, 85.606 page views.</p>
<p><strong>E quanto ao perfil, até que ponto conhecem quem vos lê?<br />
</strong>Há muito tempo que não fazemos um estudo do perfil da audiência, mas estamos precisamente a preparar um questionário para lançar no início do ano [2010].</p>
<p>Dados antigos indicavam idades dos 35 aos 46 anos (36%), 47 aos 55 (26%) e dos 25 aos 34 (25%), quadros superiores (41%), estudantes (34%) e quadros médios (19%).</p>
<p>Como eu costumava dizer, o “Setúbal na Rede” é essencialmente dirigido à classe decisora, políticos, empresários ou meio universitário, atingindo ainda todos os que se interessam especialmente pela realidade que os rodeia e que pretendem contribuir para a região onde vivem através de uma participação atenta.</p>
<p><strong><a href="http://www.jornalices.com/2009/12/13/um-raro-exemplo-de-persistencia-e-lucidez/">Ouvi-o dizer</a> que Setúbal é um distrito complicado, do ponto de vista social. Estende-o à classe política e à própria comunicação social? Sente que os setubalenses são, 12 anos depois, um povo menos infoexcluidos?</strong><br />
O distrito de Setúbal é um distrito complicado, sobretudo pelas suas características geográficas, nomeadamente a sua proximidade a Lisboa e a sua distribuição por duas regiões distintas, a Área Metropolitana de Lisboa e o Alentejo. Seis concelhos são ribeirinhos do Tejo e sentem-se mais bairros de Lisboa; quatro estão no Alentejo, mais virados para outra realidade; e os três que sobram não chegam para fazer um distrito ou uma região com identidade própria.</p>
<p>Isto afecta o trabalho da comunicação social, na medida em que os intervenientes nos diferentes concelhos não se reconhecem muitas vezes na identidade regional que o “Setúbal na Rede” quer representar, embora todos concordem que seria essencial o distrito de Setúbal afirmar-se como uma região própria e autónoma a Lisboa.</p>
<p>É por isso que o distrito de Setúbal não tem mais nenhum jornal distrital, além do “Setúbal na Rede” e que é um dos poucos distritos em que a imprensa regional não tem qualquer expressão.</p>
<p>Sei que houve muita gente, sobretudo os mais velhos, que começaram a utilizar a Internet por causa do “Setúbal na Rede”. Não me atreveria a dizer que esses números seriam suficientes para se afirmar que há menos infoexclusão.</p>
<p><strong>A “bandeira” do jornal sempre foi a independência dos poderes. Porém, aquando do <a href="http://www.clubedejornalistas.pt/uploads/jj33/jj33_28.pdf">10.º aniversário</a>, referiu que o “Setúbal na Rede” poderia ver-se forçado a abandona-la, devido aos constrangimentos financeiros. Dois anos depois, mantém a posição?</strong><br />
Mantenho a posição de que pode ver-se forçado a abandonar a “bandeira”, porque perante uma proposta financeira interessante poderei ceder facilmente. Contudo, tenho resistido, e gostaria de poder continuar a fazê-lo, à tentação de perverter a sua independência, como diz, a sua principal imagem de marca.</p>
<p><strong>Há 12 anos ainda mal se falava na Internet, como mercado publicitário. Actualmente, com os estudos a mostrarem que não há como os media fugirem a essa realidade, como justifica o reiterado alheamento?</strong><br />
Preconceito, preconceito, preconceito. Continuo a ouvir que o digital é o futuro, que não chega a toda a gente, que é bom para os miúdos&#8230; quando os números dizem claramente que o Setúbal na Rede é mais lido do que os outros. Não há explicação&#8230;</p>
<p><strong>Quais são as expectativas e projectos para o “Setúbal na Rede”?<br />
</strong>O principal projecto é manter-se vivo. Segundo, encontrar um volume de receitas garantido que suporte os custos fixos da estrutura para aliviar as dores de cabeça e terceiro, retomar a postura dinâmica dos primeiros anos, com arrojo, originalidade, surpreendendo tudo e todos e fazendo mexer a região.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" title="jornalismo" rel="tag">jornalismo</a>, <a href="http://diario2.com/tag/digital" title="digital" rel="tag">digital</a>, <a href="http://diario2.com/tag/pedro-brinca" title="Pedro Brinca" rel="tag">Pedro Brinca</a>, <a href="http://diario2.com/tag/internet" title="internet" rel="tag">internet</a>, <a href="http://diario2.com/tag/media" title="media" rel="tag">media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/setubal-na-rede" title="Setúbal na Rede" rel="tag">Setúbal na Rede</a><br /><br/>

	<h4>Artigos relacionados</h4>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://diario2.com/a-web-morreu-macada-logo-agora-que-os-jornais-aprenderam-a-usa-la-5160" title="A web morreu. Maçada, logo agora que os jornais aprenderam a usá-la (18 de Agosto de 2010)">A web morreu. Maçada, logo agora que os jornais aprenderam a usá-la</a> (26)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/%e2%80%9ca-web-radio-em-portugal-tem-limitacoes-e-vive-de-streaming%e2%80%9d-3812" title="“A Web Rádio em Portugal tem limitações e vive de streaming” (14 de Dezembro de 2009)">“A Web Rádio em Portugal tem limitações e vive de streaming”</a> (14)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/youtube-vai-suportar-maior-definicao-full-hd-3148" title="Youtube vai suportar maior definição (FULL HD) (13 de Novembro de 2009)">Youtube vai suportar maior definição (FULL HD)</a> (16)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/youtube-em-modo-warp-2607" title="Youtube em modo warp (12 de Novembro de 2009)">Youtube em modo warp</a> (9)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>16</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A reformulação do Friendster</title>
		<link>http://diario2.com/a-reformulacao-do-friendster-3887</link>
		<comments>http://diario2.com/a-reformulacao-do-friendster-3887#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 17:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Friendster]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[midias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diario2.com/?p=3887</guid>
		<description><![CDATA[Se você é usuário das redes sociais há bastante tempo, provavelmente já ouviu falar do Friendster. A rede foi uma das pioneiras dessa novo rumo da web social e obteve bastante prestígio poucos anos após seu lançamento, no início da década.
Posteriormente foi deixada pra trás pelos similares Myspace e Facebook, que hoje possuem milhões de usuários.
Aqui no Diário 2 você confere a a reformulação do Friendster, ocorrida na tentativa de devolver sua popularidade inicial entre os usuários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.friendster.com/" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-3886" title="friendster" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/friendster.png" alt="friendster" width="282" height="200" /></a>A web social está a mudar com o decorrer dos anos. Novas tendências e ferramentas chegam, e tudo o que não evolue fica pelo caminho. Obviamente, a popularidade da rede está ligada à sua permanência no cenário. E em resultado de tais transições, muitos usuários de hoje talvez não se lembrem de uma rede pioneira nesse novo rumo das sociais: O <a title="Friendster" href="http://www.friendster.com/" target="_blank">Friendster</a>.<br />
Desenvolvido no começo da dédada por Jonathan Abrams o site, pioneiro do gênero,  foi o mais popular até meados de 2003. Desde então, os similares como Myspace, Facebook e Orkut começaram a ganhar mais prestígio, aumentando em milhões o número de utilizadores e com isso fazendo com que o <a href="http://diario2.com/tag/friendster" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Friendster">Friendster</a> permanecesse em segundo plano.<br />
Agora, com o passar de muitos anos, O Friendster foi reformulado e guinado para uma atmosfera ainda mais divertida com o objetivo de deveras o gosto dos usuários. Seu layout chega a lembrar o Facebook.<br />
E assim caminha uma das sociais que começou a todo vapor e que agora quer voltar ao seu patamar inicial. O que hoje é obviamente muito mais complicado do que antes, visto que a concorrência é grande e o nível de exigência dos usuários é ainda maior.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/friendster" title="Friendster" rel="tag">Friendster</a>, <a href="http://diario2.com/tag/midias-sociais" title="midias sociais" rel="tag">midias sociais</a>, <a href="http://diario2.com/tag/social-media" title="social media" rel="tag">social media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/media" title="media" rel="tag">media</a><br /><br/>

	<h4>Artigos relacionados</h4>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://diario2.com/o-formspring-me-e-seu-destaque-no-brasil-3855" title="O Formspring.me e seu destaque no Brasil (16 de Dezembro de 2009)">O Formspring.me e seu destaque no Brasil</a> (53)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966" title="“Setúbal na Rede” há 12 anos (5 de Janeiro de 2010)">“Setúbal na Rede” há 12 anos</a> (16)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/upload-lisboa-em-versao-dupla-mas-com-o-tema-do-costume-social-media-5513" title="Upload Lisboa, em versão dupla mas com o tema do costume: Social Media (18 de Novembro de 2010)">Upload Lisboa, em versão dupla mas com o tema do costume: Social Media</a> (10)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/twitter-tem-15740-gurus-em-social-media-3928" title="Twitter tem 15,740 &#8220;gurus&#8221; em Social Media (28 de Dezembro de 2009)">Twitter tem 15,740 &#8220;gurus&#8221; em Social Media</a> (30)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diario2.com/a-reformulacao-do-friendster-3887/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Formspring.me e seu destaque no Brasil</title>
		<link>http://diario2.com/o-formspring-me-e-seu-destaque-no-brasil-3855</link>
		<comments>http://diario2.com/o-formspring-me-e-seu-destaque-no-brasil-3855#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 17:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[formspring.me]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diario2.com/?p=3855</guid>
		<description><![CDATA[Uma das sensações recentes da web social brasileira, o Formspring.me se destaca pela forma diferenciada de interação entre os usuários: O sistema de perguntas e respostas. A rede tem conquistado a admiração de muitos utilizadores, por ser de simples uso e pela interação com outras ferramentas sociais da web.
Confira aqui no Diário 2 como funciona a ferramenta, que tem repercutido muito na web tupiniquim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.formspring.me" target="_blank"><img class="alignright size-full wp-image-3854" title="formspringme" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/formspringme1.png" alt="formspringme" width="299" height="200" /></a>Uma das sensações da web social no Brasil é o <a href="http://www.formspring.me" target="_blank">Formspring.me</a>. Bem simples de utilizar, a rede diferencia-se de algumas outras pelo contexto: Ao invés de postar aleatoriamente, o usuário responde perguntas da sua caixa de entrada, que posteriormente são publicadas no perfil. Tais indagações podem ser originadas de outros usuários cadastrados e com seu perfil na rede, ou por anônimos. E o utilizador pode optar por responder, ignorar ou até mesmo bloquear, caso considere que pergunta tenha extrapolado os limites da privacidade. Chega a ser parecido com o <a id="aptureLink_Ape1g6pBaW" href="http://www.whohub.com/">Whohub</a>, com a diferença de ser mais informal, e da possibilidade do envio de questionamentos em tempo real.<br />
Para começar a usar o <a href="http://diario2.com/tag/formspring-me" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with formspring.me">Formspring.me</a> é bem simples: Basta criar um usuário e aguardar as mensagens que posteriormente chegarão a você. Também existe a possibilidade de logar com o user do Facebook.<br />
A rede social ainda possui interação com o Twitter e o Tumblr, para que suas perguntas respondidas posteriormente sejam publicadas em ambos, aumentando o processo de difusão.<br />
Uma espécie de FAQ online e com dinamismo, o Formspring.me desponta pela possibilidade de interação em tempo real, e por diminuir consideravelmente a distancia entre os utilizadores. Tal característica o faz ser apontado como o sucessor dos clássicos chats, onde famosos respondem perguntas de vários internautas. Mas isso dependerá do seu uso no decorrer dos tempos, e do hype em torno da ferramenta social.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/social-media" title="social media" rel="tag">social media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/media" title="media" rel="tag">media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" title="Redes sociais" rel="tag">Redes sociais</a>, <a href="http://diario2.com/tag/formspring-me" title="formspring.me" rel="tag">formspring.me</a><br /><br/>

	<h4>Artigos relacionados</h4>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://diario2.com/spam-no-twitter-excelente-forma-de-matar-um-bom-produto-1766" title="Spam no Twitter: excelente forma de matar um bom produto (17 de Setembro de 2009)">Spam no Twitter: excelente forma de matar um bom produto</a> (0)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/maite-proenca-e-o-pingo-doce-demonstram-mobilizacao-das-redes-sociais-2008" title="Maitê Proença e o Pingo Doce Demonstram Mobilização das Redes Sociais (14 de Outubro de 2009)">Maitê Proença e o Pingo Doce Demonstram Mobilização das Redes Sociais</a> (18)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/a-reformulacao-do-friendster-3887" title="A reformulação do Friendster (18 de Dezembro de 2009)">A reformulação do Friendster</a> (7)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966" title="“Setúbal na Rede” há 12 anos (5 de Janeiro de 2010)">“Setúbal na Rede” há 12 anos</a> (16)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diario2.com/o-formspring-me-e-seu-destaque-no-brasil-3855/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>53</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gripe suína: is Twitter killing the media star?</title>
		<link>http://diario2.com/gripe-suina-is-twitter-killing-the-media-star-689</link>
		<comments>http://diario2.com/gripe-suina-is-twitter-killing-the-media-star-689#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 21:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=689</guid>
		<description><![CDATA[Chegou uma nova estirpe do vírus da gripe. Com ela, gerou-se um fenómeno social planetário que, primeiramente, evoluiu em redes sociais como o Twitter, horas depois nos blogues e agora é analisado pelos média tradicionais. Adam Ostrow conferia ontem no Mashable que a cada hora eram escritos 10.000 tweets sobre a “gripe suína”. Ao longo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou uma nova estirpe do vírus da gripe. Com ela, gerou-se um fenómeno social planetário que, primeiramente, evoluiu em <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> como o <a href="http://www.twitter.com/">Twitter</a>, horas depois nos blogues e agora é analisado pelos média tradicionais.</p>
<div id="attachment_692" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-692" title="twitter-star" src="http://cdn.diario2.com/uploads/twitter-star.jpg" alt="twitter-star" width="500" height="205" /><p class="wp-caption-text">Foto: jurvetson, via Flickr (http://www.flickr.com/photos/jurvetson/)</p></div>
<p><strong>Adam Ostrow</strong> conferia ontem no <a href="http://www,mashable.com" target="_blank">Mashable</a> que a cada hora eram escritos <strong>10.000 </strong>tweets sobre a “<a href="http://diario2.com/tag/gripe-suina" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with gripe suína">gripe suína</a>”. Ao longo de segunda-feira, nas quase <strong>5.900</strong> contas acompanhadas pelo <a href="http://twitterportugal.com/blog/" target="_blank">Twitterportugal</a> registou-se uma média de <strong>575</strong> tweets sobre o tema.</p>
<p>Alguns analistas levantam as seguintes questões em meios de comunicação social:<span id="more-689"></span></p>
<p><strong>1. </strong>As redes sociais não estão promover a desinformação?<br />
<strong>2. </strong>As autoridades não deviam ter um papel mais activo em plataformas como o <a href="http://www.twitter.com/">Twitter</a>?<br />
<strong>3. </strong>Que credibilidade têm os comentários lançados por “anónimos” nas redes sociais?<br />
<strong>4. </strong>O papel de gestão de informação dos jornalistas está a perder “mediatismo”?</p>
<p><strong>Brennon Slattery</strong> da <a href="http://www.pcworld.com/" target="_blank">PC World</a> e <strong>Evgeny Morozov</strong> da <a href="http://neteffect.foreignpolicy.com/posts/2009/04/25/swine_flu_twitters_power_to_misinform" target="_blank">ForeignPolicy</a> assinam as principais críticas à “socialização da má informação”. O primeiro refere: “this is a good example of why [Twitter is] headed in that wrong direction, because it&#8217;s just propagating fear amongst people as opposed to seeking actual solutions or key information”. Já Evgeny Morozov é contundente quanto à que deveria a acção das autoridades: “In moments like this, one is tempted to lament the death of broadcasting, for it seems that the information from expert sources — government, doctors, and the like – should probably be prioritized over everything else and have a higher chance of being seen that the information from the rest of one’s Twitter-feed, full of speculation, misinformation, and gossip”.</p>
<p>A “gripe suína” sucede a outras “pandemias” globais: gripe aviária, vírus do Nilo, crise dos nitrofuranos, encefalopatia espongiforme bovina, etc. Â natureza da comunicação social em hiperbolizar a má noticia, junta-se o nosso ADN cultural que valoriza cenários apocalípticos. É o caso do filme recente <a href="http://www.imdb.com/title/tt0448011/" target="_blank">Sinais do Futuro</a>, onde a humanidade enfrenta a extinção.</p>
<p>Com a massificação das plataformas conhecidas como redes sociais, a informação é divulgada de forma célere, por mais pessoas e a gestão não pode ser assumida pelas autoridades, empresas e meios de comunicação de forma leve e descomprometida. Os tempos são outros. O ritmo activo de há dois anos é o ritmo passivo nos nossos dias.</p>
<p>Há exemplos de boas práticas na divulgação de notícias filtradas na Web 2.0:</p>
<p><strong>1.</strong> O <a href="http://www.cdc.gov/" target="_blank">Centers for Disease Control and Prevention</a>, instituição estatal americana, divulga informação sobre a “gripe suína” através do perfil  <a href="http://twitter.com/CDCemergency" target="_blank">@CDCemergency</a><br />
<strong>2. </strong> A <a href="http://healthmap.org" target="_blank">HealthMap</a> transmite informações através da e uma conta <a href="http://twitter.com/healthmap" target="_blank">@healthmap</a><br />
<strong>3. </strong> No <a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;t=p&amp;msa=0&amp;msid=106484775090296685271.0004681a37b713f6b5950&amp;ll=32.639375,-110.390625&amp;spn=15.738151,25.488281&amp;z=5" target="_blank">Google Maps foi criado um registo</a> das vitimas do vírus</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/media" title="media" rel="tag">media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/gripe-suina" title="gripe suína" rel="tag">gripe suína</a><br /><br/>

	<h4>Artigos relacionados</h4>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966" title="“Setúbal na Rede” há 12 anos (5 de Janeiro de 2010)">“Setúbal na Rede” há 12 anos</a> (16)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/o-formspring-me-e-seu-destaque-no-brasil-3855" title="O Formspring.me e seu destaque no Brasil (16 de Dezembro de 2009)">O Formspring.me e seu destaque no Brasil</a> (53)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/o-ciclo-diario-da-comunicacao-205" title="O ciclo diário da comunicação (23 de Março de 2009)">O ciclo diário da comunicação</a> (21)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/gripe-suina-no-twitter-1196" title="Gripe Suína no Twitter (16 de Julho de 2009)">Gripe Suína no Twitter</a> (2)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diario2.com/gripe-suina-is-twitter-killing-the-media-star-689/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O ciclo diário da comunicação</title>
		<link>http://diario2.com/o-ciclo-diario-da-comunicacao-205</link>
		<comments>http://diario2.com/o-ciclo-diario-da-comunicacao-205#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 10:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://twitterportugal.com/blog/?p=205</guid>
		<description><![CDATA[A publicação nos social media diverge do ciclo diário dos órgãos de comunicação social e quanto mais pessoal a comunicação se torna, mais se acentua a divergência. Esta é a minha mais imediata conclusão de um pequeno estudo que levei a cabo e cujos resultados se sintetizam no gráfico abaixo com o ciclo diário de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A publicação nos <em>social <a href="http://diario2.com/tag/media" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with media">media</a></em> diverge do ciclo diário dos órgãos de comunicação social e quanto mais pessoal a comunicação se torna, mais se acentua a divergência.<br />
Esta é a minha mais imediata conclusão de um pequeno estudo que levei a cabo e cujos resultados se sintetizam no gráfico abaixo com o ciclo diário de publicação. Nele podemos seguir as três curvas e a sua distribuição ao longo do dia: a azul as notícias nos <em>mainstream media</em> (MSM), a verde os <em>posts</em> na <a href="http://diario2.com/tag/blogosfera" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Blogosfera">blogosfera</a> e a vermelho os <em>tweets</em> no Twitter.</p>
<div align="center"><img src="http://cdn.diario2.com/uploads/ciclodiariopublicacao.jpg" alt="ciclodiariopublicacao" title="ciclodiariopublicacao" width="600" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-207" /><span style="font-size:90%">Quadro com a distribuição percentual (à esquerda) pelas horas do dia (em baixo) do total de tweets, posts e notícias. Analisados 622.293 tweets de 3.552 contas, 53.690 posts publicados por 520 blogs e 74,776 notícias publicadas por 12 órgãos de comunicação social</span>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>É fácil perceber que o ciclo dos <em>blogs</em> &#8212; um meio social que se caracteriza por ser sobretudo opinativo &#8212; segue colado ao ciclo dos noticiários, com um intervalo típico de uma hora de &#8220;atraso&#8221;. Os <em>bloggers</em> tendem a comentar a actualidade e esta é-lhes fornecida (ainda lhes é fornecida&#8230;) sobretudo pelos órgãos de comunicação social.<br />
Mesmo as duas vezes em que a linha verde ultrapassa a azul &#8212; isto é, quando a frequência de publicação em <em>blogs</em> é superior à frequência de publicação em MSM &#8212; acentuam a interpretação: a meio da manhã e a seguir aos noticiários televisivos <em>prime time</em>, ou seja, reagindo a maiores doses de informação para digerir sob a forma de comentário, opinião, acrescento, rectificação.<br />
Mas à medida que o meio se torna menos opinativo e tende para o conversacional esta colagem atenua-se, se é que não desaparece mesmo. O ondulado da linha vermelha tem mais a ver com os horários das pessoas, não estando sujeito à &#8220;ditadura do noticiário&#8221;. Não cheguei a isolar, nos dados do Twitter, as fontes automáticas das humanas; penso que sem a influência dos automatismos, que replicam na twitosfera as publicações da blogosfera e da mediaesfera, a curva vermelha se afastaria um pouco mais, ainda, da curva azul.<br />
Intrigante é o duplo pico da meia noite. Naqueles 60 minutos entre as 00:00:00 e as 00:00:59 há um verdadeiro despejo dos MSM para dentro da <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a>. Este explica-se facilmente: jornais como o Correio da Manhã e o Diário de Notícias libertam a essa hora as notícias das edições de papel que estão a sair das rotativas, influenciando a curva. Mas penso ser abusivo interpretar o pico dos blogs à mesma hora dentro da lógica da reacção opinativa às notícias. Na falta de melhor explicação, será assim tão grande a quantidade de <em>bloggers</em> que deixa <em>posts</em> agendados para a meia noite, como já me foi sugerido?<br />
A observação da blogosfera desde 2003 leva-me a ser prudente. Talvez este pico se deva, isso sim, àquela parte dos <em>bloggers</em> que nem sequer está particularmente interessada em comentar a actualidade; os blogs diarísticos, os blogs virados para interesses como a puericultura, a música, etc. Este &#8220;turno&#8221; pega ao &#8220;trabalho&#8221; a partir das nove da noite e até à uma da manhã, com os miúdos já na cama e a casa mais sossegada, tem então o seu tempo recreacional. Embora a lista dos 520 analisados tenda a incluir em especial os blogs mais lidos, que são os opinativos, nem estes são &#8220;puros&#8221;, nem a actividade de publicação dos outros diminuiu por terem sido ultrapassados no que respeita ao tamanho das audiências.<br />
Enfim &#8212; aguardo os contributos dos leitores, no sentido de interpretarmos melhor este tipo de dados, publicados pela primeira vez.<br />
O quadro com os três ciclos ajuda-nos a estudar melhor o funcionamento colectivo dos diversos agentes da infoesfera. A curva fornece elementos de análise importantes, como é o caso das horas em que existe maior presença humana na rede, tanto passiva (leitor) como activa (editor). Já a questão da distribuição da atenção das pessoas, que é um recurso limitado &#8212; e o recurso disputado&#8230; &#8211;, fica para outro tipo de <em>data mining</em>. Uma interrogação pertinente: será que o potencial viral das <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> segue a curva do tamanho da audiência instantânea? (<em>hint</em>, ainda antes de publicar dados em próximo artigo: não, é totalmente diferente!).<br />
A recolha de dados foi efectuada ao longo dos últimos meses. Desde Abril de 2008, foram analisados 622.293 micro-posts, ou tweets, de 3.552 contas no Twitter; desde Novembro desse ano fiz a contabilidade a 53.690 posts publicados por 520 blogs e a 74,776 notícias publicadas por 12 órgãos, incluindo televisão, rádio, imprensa diária, não diária e edição web.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/media" title="media" rel="tag">media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/blogosfera" title="Blogosfera" rel="tag">Blogosfera</a><br /><br/>

	<h4>Artigos relacionados</h4>
	<ul class="st-related-posts">
	<li><a href="http://diario2.com/%e2%80%9csetubal-na-rede%e2%80%9d-ha-12-anos-3966" title="“Setúbal na Rede” há 12 anos (5 de Janeiro de 2010)">“Setúbal na Rede” há 12 anos</a> (16)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/world-blogging-forum-romenia-capital-da-blogosfera-por-4-dias-2825" title="World Blogging Forum: Roménia, capital da blogosfera por 4 dias (7 de Novembro de 2009)">World Blogging Forum: Roménia, capital da blogosfera por 4 dias</a> (21)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/o-formspring-me-e-seu-destaque-no-brasil-3855" title="O Formspring.me e seu destaque no Brasil (16 de Dezembro de 2009)">O Formspring.me e seu destaque no Brasil</a> (53)</li>
	<li><a href="http://diario2.com/noivos-tem-blog-censurado-no-brasil-4023" title="Noivos tem blog censurado no Brasil (12 de Janeiro de 2010)">Noivos tem blog censurado no Brasil</a> (30)</li>
</ul>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://diario2.com/o-ciclo-diario-da-comunicacao-205/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>21</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Page Caching using disk: basic
Database Caching 10/69 queries in 0.040 seconds using disk: basic
Object Caching 1413/1530 objects using disk: basic
Content Delivery Network via Amazon Web Services: S3: cdn.diario2.com

Served from: diario2.com @ 2012-02-09 07:02:46 -->
