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	<title>Diário2 &#187; marcas</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Maitê Proença e o Pingo Doce Demonstram Mobilização das Redes Sociais</title>
		<link>http://diario2.com/maite-proenca-e-o-pingo-doce-demonstram-mobilizacao-das-redes-sociais-2008</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebs]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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		<description><![CDATA[Se dúvidas houvesse quanto ao poder mobilizador (para o bem, para o mal e para o irrelevante) das redes sociais, os últimos dias trouxeram dois casos que o demonstram na perfeição: o vídeo em que Maitê Proença goza com Portugal e o novo anúncio do Pingo Doce. Os dois casos têm sido tema de discussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2011 alignnone" title="maitepingo" src="http://cache.diario2.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/maitepingo.jpg" alt="maitepingo" width="500" height="199" /></p>
<p>Se dúvidas houvesse quanto ao poder mobilizador (para o bem, para o mal e para o irrelevante) das <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>, os últimos dias trouxeram dois casos que o demonstram na perfeição: o vídeo em que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QnrVZkKOOt0" target="_blank">Maitê Proença goza com Portugal</a> e o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zH714lUVxq0" target="_blank">novo anúncio do Pingo Doce</a>. Os dois casos têm sido tema de discussão nas redes socias e rapidamente passaram para os mainstream media.</p>
<p><span id="more-2008"></span></p>
<p>Começando pelo caso de <a href="http://diario2.com/tag/maite-proenca" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with maitê proença">Maitê Proença</a>, o dito vídeo foi feito em 2007 para o programa Saia Justa e basicamente mostra a actriz por terras nacionais a gozar com Portugal e com os Portugueses. A resposta chegou através de comentários, posts, tweets e petições nas redes sociais. A actriz brasileira foi criticada, gozada e insultada por quem se sintou ofendido ou decepcionado com o seu comportamento. Os interessados em saber mais poderão ler este post no <a href="http://bitaites.org/cromos/o-video-ofensivo-da-maite-proenca" target="_blank">Bitaites</a> e este outro do <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/o-caso-maite/" target="_blank">Paulo Querido</a> que resumem bem as coisas.</p>
<p>Maitê Proença já reagiu às críticas através de um pedido de desculpas aos Portugueses. Fez aquilo que deveria fazer pois colocou-se numa situação em que poucas alternativas lhe restavam, quando até no Brasil é criticada pelo que fez. Quando se faz humor há sempre o risco de ofender alguém. E o facto de o vídeo ser de 2007, vem provar que Obama tinha razão quando recentemente aconselhou os jovens a terem cuidado com aquilo que colocam nas redes sociais já que podem mais tarde arrepender-se de o terem feito. O vídeo de Maitê não foi colocado nas redes sociais, mas foi o Youtube que despertou a atenção sobre o mesmo. Hoje em dia o que acontece em Vegas fica em todo o lado na web!</p>
<p>Mais interessante, pelo menos para mim, tem sido a questão em torno do novo anúncio do <a href="http://diario2.com/tag/pingo-doce" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with pingo doce">Pingo Doce</a>. O anúncio, feito pela DUDA Portugal, destoa claramente dos anteriores anúncios da marca e tem um estilo &#8220;popularuxo&#8221; que faz claramente lembrar os anúncios do Modelo. A mudança não caiu bem junto dos clientes do <a href="http://diario2.com/tag/pingo-doce" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with pingo doce">Pingo Doce</a>, e não só, e rapidamente as respostas não se fizeram esperar via redes sociais. O Sérgio Bastos tem aqui <a href="http://twitterportugal.com/blog/pingo-doce-anuncio-fragiliza-reputacao-online/" target="_blank">um bom resumo do caso</a>. Pessoalmente, não gosto do anúncio, mas não vejo motivos para tanto alarido.</p>
<p>Até ao momento não há reacções da Jerónimo Martins às críticas ao anúncio do Pingo Doce. A verdade é que a empresa está numa situação complicada: se dá ouvidos às críticas e retira o anúncio desperdiça uma quantidade absurda de dinheiro; se continua a ignorar, arrisca-se a perder clientes. O facto de não haver uma reacção demonstra que, ou a JM não monitoriza as redes sociais (erro estratégico grave), ou monitoriza mas não quer/não sabe responder (erro táctico grave).</p>
<p>Neste momento existem 2,822 pessoas que assumiram publicamente que não gramam o anúncio, contra 63 que gramam. Está mais do que na hora de a malta do Pingo Doce assumir que não esperava que o seu anúncio desagradasse os seus clientes, e agradecer o feedback que estes voluntariamente forneceram o que só demonstra a lealdade para com a marca. Se o assunto for tratado da forma correcta, aquilo que neste momento é um problema rapidamente se pode tornar uma oportunidade. É preciso é estar disposto a assumir o erro e dar a cara, coisa que não faz parte do código genético das empresas portuguesas.</p>
<p>Estes dois casos vêm uma vez mais demonstrar a importância das <a href="http://diario2.com/tag/marcas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marcas">marcas</a> estarem atentas às redes sociais e monitorizarem aquilo que aí é dito dos seus serviços/produtos. Se não tem disponibilidade financeira, ou se não está certo que seja uma aposta relevante, para contratar/alocar uma pessoa para fazer esse trabalho ou recorrer a serviços de empresas dedicadas, aconselho a leitura do meu <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/guia-de-monitorizacao-dos-social-media/" target="_blank">Guia de Monitorização dos Social Media</a>. São 5 posts que apresentam os princípios básicos de monitorização de uma forma simples. Fazer de conta que as redes sociais não existem ou que não afectam o seu negócio é pura negligência.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/maite-proenca" title="maitê proença" rel="tag">maitê proença</a>, <a href="http://diario2.com/tag/pingo-doce" title="pingo doce" rel="tag">pingo doce</a>, <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" title="Redes sociais" rel="tag">Redes sociais</a>, <a href="http://diario2.com/tag/social-media" title="social media" rel="tag">social media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/marcas" title="marcas" rel="tag">marcas</a>, <a href="http://diario2.com/tag/marketing" title="marketing" rel="tag">marketing</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Crise online: saber para actuar… e rápido</title>
		<link>http://diario2.com/crise-online-saber-para-actuar%e2%80%a6-e-rapido-1552</link>
		<comments>http://diario2.com/crise-online-saber-para-actuar%e2%80%a6-e-rapido-1552#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 15:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Na sexta-feira passada Nuno Markl fez uso do blogue para criticar um dos serviços que mais utiliza. Em Adeuzinho, Amazon! mostrava-se insatisfeito pelo serviço  de entregas do portal de vendas online estar entregue à empresa MRW, e sobretudo pela qualidade não ser a mesma ao habitual “royal mail”. O conteúdo gerou “feedback” nas redes sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sexta-feira passada <strong>Nuno <a href="http://diario2.com/tag/markl" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with markl">Markl</a></strong> fez uso do blogue para criticar um dos serviços que mais utiliza. Em <a href="http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/461917.html">Adeuzinho, Amazon!</a> mostrava-se insatisfeito pelo serviço  de entregas do portal de vendas online estar entregue à empresa <strong>MRW</strong>, e sobretudo pela qualidade não ser a mesma ao habitual “royal mail”.</p>
<p style="text-align: center">
<img class="aligncenter" src="http://img12.imageshack.us/img12/4215/adeuzinhoamazon.jpg" alt="" width="394" height="184" /></p>
<p>O conteúdo gerou “feedback” nas <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> e ao início da tarde Nuno Markl escrevia “<a href="http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/462298.html">a MRW, simpaticamente, contactou-me para que tudo se resolvesse. Ainda não tive tempo de lhes ligar de volta porque estou a fazer um tremendo malabarismo, hoje, entre bebé e trabalho, mas troquei umas SMS com a responsável do controlo de qualidade da empresa, que me assegurou que vale a pena continuar a encomendar coisas na Amazon</a>”.</p>
<p>Não é a primeira vez que <strong>Nuno Markl</strong> contesta no blogue situações desconfortantes com <a href="http://diario2.com/tag/marcas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marcas">marcas</a> … e obtém resultados horas depois. A Media Markt seguiu uma linha de criatividade muito semelhante aos “Desbloqueadores de Conversa”, pedaços de humor da rubrica radiofónica “Homem que Mordeu o Cão” , <a href="http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/453224.html">o autor foi contactado pela responsável de marketing da empresa</a>, que lhe comunicou que a campanha seria descontinuada e os spots não teriam mais “air play”.</p>
<p>Nestes dois casos os responsáveis das marcas foram rápidos nas respostas a uma das figuras públicas portuguesas mais lidas na Internet.Noutros é impossível conter o entusiasmo do “público”, veja-se a criação da causa do <a href="http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/453224.html" target="_blank">Facebook </a><strong>“Libertem a empregada da Carolina Patrocínio”</strong>. Seguiu-se a uma entrevista no “Episódio Especial” da SIC e surge numa altura em que é a cara de publicidade, mandatária do PS para a juventude e apresentadora de um programas de TV com mais audiência. Entretanto a “causa” foi cessada.
</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://img529.imageshack.us/img529/389/carolinapatrocinio.jpg" alt="" /></p>
<p>Noutros ainda consta que <a href="http://twitter.com/brunoribeiro/status/3576941712" target="_blank">não houve atempada resposta</a>.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://img90.imageshack.us/img90/214/brunoribeiro.jpg" alt="" width="355" height="207" /></p>
<p>Quer isto dizer que é fundamental as entidades disporem de serviços que alertem para  comentários que danificam a reputação de forma a responder prontamente. As empresas de clipping estão atentas aos comentários em blogues e redes sociais e algumas já prestam este tipo de apoio. Recentemente a Cision lançou uma ferramenta que permite seguir os <a href="http://journalisttweets.com/" target="_blank">comentários Twitter dos jornalistas</a> portugueses, inclusive.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://diario2.com/tag/markl" title="markl" rel="tag">markl</a>, <a href="http://diario2.com/tag/marcas" title="marcas" rel="tag">marcas</a>, <a href="http://diario2.com/tag/facebook" title="Facebook" rel="tag">Facebook</a><br /><br/>

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		<title>Knock knock: who&#039;s there? (a propósito da Pizza Hut)</title>
		<link>http://diario2.com/knock-knock-whos-there-a-proposito-da-pizza-hut-1369</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 17:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virginia Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Pizza Hut]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Branson]]></category>
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		<category><![CDATA[Virgin]]></category>

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		<description><![CDATA[A notícia de que a Pizza Hut contrata jovens estudantes para twittarem serviu para uma reflexão sobre quem está do “outro lado” a twittar, quando nos referimos a marcas, ou mesmo “marcas-pessoas” (pessoas que são também marcas). Assim sendo, peguei numa marca mundialmente conhecida, e no seu carismático fundador e CEO, para explorar esta questão: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-1370 alignright" title="virgin-galactic-richard-bransonrf" src="http://cdn.diario2.com/uploads/virgin-galactic-richard-bransonrf-203x300.jpg" alt="virgin-galactic-richard-bransonrf" width="203" height="300" /></p>
<p>A <a href="http://www.fayerwayer.com.br/2009/07/pizza-hut-contrata-estagiarios-para-twittar/">notícia</a> de que a <a href="http://diario2.com/tag/pizza-hut" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Pizza Hut">Pizza Hut</a> contrata jovens estudantes para <em>twittarem</em> serviu para uma reflexão sobre<strong> quem está do “outro lado” a <em>twittar</em></strong>, quando nos referimos a <a href="http://diario2.com/tag/marcas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marcas">marcas</a>, ou mesmo “<a href="http://diario2.com/tag/marcas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marcas">marcas</a>-pessoas” (pessoas que são também <a href="http://diario2.com/tag/marcas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marcas">marcas</a>).</p>
<p>Assim sendo, peguei numa marca mundialmente conhecida, e no seu carismático fundador e CEO, para explorar esta questão: <strong>a <a href="http://twitter.com/VirginAmerica">Virgin</a> e <a href="http://twitter.com/richardbranson">Richard Branson</a></strong>.</p>
<p>Na verdade, quando alguém segue a <a href="http://diario2.com/tag/virgin" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Virgin">Virgin</a>, não está à espera de que o próprio <a href="http://diario2.com/tag/richard-branson" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Richard Branson">Richard Branson</a> esteja a <em>twittar</em> todas aquelas informações institucionais/comerciais… Apenas alguém com suficientes conhecimentos da marca e envolvimento com a empresa (o que me faz pensar que preferiria saber que os pizzeiros da Pizza Hut estavam a <em>twittar</em>, do que um grupo de estudantes contratados em regime externo, uma vez que me parece muito regime <em>call center</em>…)</p>
<p>Voltando ao tema principal: <strong>e quando alguém segue Richard Branson? </strong>E quando alguém segue uma pessoa que é uma marca? Não estaremos à espera de que mais do que uma marca se trate de uma pessoa, que na verdade está a <em>twittar</em> nos momentos livres da sua azáfama diária? Não é essa crença de que nos faz querer seguir essas pessoas? Atrevo-me mesmo a dizer: não será essa crença que nos faz sentir “especiais” por termos acesso a informações tão restritas, às suas opiniões e pontos de vista?</p>
<p>Após breve análise dos perfil de Richard Branson constata-se que a sua página parece mais de comunicação institucional do que uma página pessoal… É isso que um consumidor/ou uma simples pessoa desinteressada, procura quando o adiciona? Não estará a usar o canal errado para o fazer?</p>
<p><strong>Na verdade, pensar na Virgin é pensar em Richard Branson, mas quando falamos no <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>, os seguidores estão à espera de uma clara distinção entre os dois…</strong> Estão à espera que alguém esteja a <em>twittar</em> no perfil da Virgin e que Richard Branson esteja a <em>twittar</em> no seu perfil, dando a sua opinião sem consultar o seu assessor de imagem, e sem que o seu <em>tweet</em> seja rectificado e aprovado por 5 pessoas antes de ser lido pelos seus seguidores!</p>
<p><strong>Nota 3</strong>: As marcas-pessoas deverão ter atenção redobrada no Twitter! <strong>Antes de marcas, os seguidores estão à espera que se trate de pessoas!</strong></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://diario2.com/tag/richard-branson" title="Richard Branson" rel="tag">Richard Branson</a>, <a href="http://diario2.com/tag/virgin" title="Virgin" rel="tag">Virgin</a>, <a href="http://diario2.com/tag/pizza-hut" title="Pizza Hut" rel="tag">Pizza Hut</a>, <a href="http://diario2.com/tag/marcas" title="marcas" rel="tag">marcas</a><br /><br/>

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		<title>Twitter: poder da marca ou do consumidor?</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182</link>
		<comments>http://diario2.com/twitter-poder-da-marca-ou-do-consumidor-1182#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 09:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virginia Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos na Era das Marcas … A acompanhar esta evolução do conceito de marca, estão as redes sociais. As redes sociais vieram a revelar-se ferramentas estratégicas no processo de gestão de marcas, estando o Twitter entre as redes sociais favoritas por parte das empresas. Mas… e se uma aposta nas redes sociais tiver o efeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos na<strong> Era das <a href="http://diario2.com/tag/marcas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marcas">Marcas</a></strong> … A acompanhar esta evolução do conceito de marca, estão as <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>. As <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> vieram a revelar-se ferramentas estratégicas no processo de gestão de marcas, estando <strong>o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a> entre as redes sociais favoritas por parte das empresas</strong>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1183" src="http://cdn.diario2.com/uploads/Twitter_Brands.jpg" alt="Twitter_Brands" width="430" height="167" /></p>
<p>Mas… e se uma aposta nas redes sociais tiver o efeito oposto? A livre circulação de informação permite tanto que se digam maravilhas como se teçam as mais duras críticas, e o “estar nas redes sociais” parece mais uma moda do que uma aposta estratégica.<br />
<span id="more-1182"></span><br />
Peguemos num<strong> exemplo</strong> que embora tenha dimensões mais ou menos reduzidas foi a causa desta intervenção: um passatempo da <a href="http://twitter.com/OptimusMusica">@optimusmusica</a>. As regras do passatempo eram simples: os primeiros 10 a fazerem RT da mensagem seguinte teriam direito a bilhetes para o Optimus Alive. O passatempo teve algumas irregularidades: foram só anunciados 6 vencedores, e após uma pequena pesquisa constata-se que os vencedores não foram os primeiros a fazer o RT. Perante isto o descontentamento instalou-se, muitas discussões sobre o assunto surgiram, muitas pessoas insatisfeitas falaram com outras pessoas, e essas com outras pessoas, &#8230;</p>
<p>A questão reside: valeu a pena aquele passatempo? Será que as dezenas de RTs, que levaram talvez milhares de pessoas a ter conhecimento da mensagem serão mais valiosos que estas “meia dúzia” de pessoas insatisfeitas?! Como sabemos as informações “más” propagam-se bastante mais rapidamente do que as “boas”, e neste caso não será excepção: os que viram os RTs possivelmente já esqueceram, e os “lesados” falarão mais umas semanas.</p>
<p><strong>Nota 1</strong>: nunca se esqueçam que uma rede social tanto pode fazer de uma marca uma “marca mais forte” poderá também ser uma forma de a mesma “se suicidar”, por isso apostem apenas quando pensam ter recursos suficientes, e suficientemente bons, para lidarem com as pessoas de forma tão próxima.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/marcas" title="marcas" rel="tag">marcas</a>, <a href="http://diario2.com/tag/marketing" title="marketing" rel="tag">marketing</a><br /><br/>

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