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	<title>Diário2 &#187; livros</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Relações Públicas online, com monitorização e sem croquete</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 15:30:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Renato Póvoas edita desde Agosto de 2005 o blogue Relações Públicas sem Croquete, levado à estampa recentemente pela Gestão Plus. Acompanhando a sua experiência nas RP enquanto managing partner da Guess What PR e da vivência atenta aos meios online, colocámos algumas questões que não puderam deixar de focar o caso Pingo Doce e da apetência das agências RP nacionais para a internet 2.0.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="margin: 5px;" title="RP sem croquete" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/RP-sem-croquete-158.jpg" alt="RP sem croquete" width="155" height="200" /><strong>Renato Póvoas</strong> edita desde Agosto de 2005 o blogue <a href="http://relacoespublicassemcroquete.blogspot.com/" target="_blank">Relações Públicas sem Croquete</a>, levado à estampa recentemente pela <a href="http://www.gestaoplusedicoes.pt/" target="_blank">Gestão Plus</a>. Acompanhando a sua experiência nas RP enquanto managing partner da <a href="http://www.guesswhatpr.com/" target="_blank">Guess What PR</a> e da vivência atenta aos meios online, colocámos algumas questões que não puderam deixar de focar o <a href="http://diario2.com/pingo-doce-anuncio-fragiliza-reputacao-online-2090" target="_blank">caso Pingo Doce</a> e da apetência das agências RP nacionais para a internet 2.0.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No livro somas várias experiências que te acompanham desde o início do blogue, e não só. O espaço online é, hoje em dia, a melhor plataforma de expressão e aprendizagem para um profissional da comunicação?<br />
</strong>O espaço online é hoje mais um espaço de expressão e aprendizagem para quem actua nesta área. Não sei se é o melhor mas é de facto um dos mais importantes. Quem detectar nesta plataforma as melhores fontes e souber filtrar a imensa informação que existe online conseguirá, certamente, retirar muita e boa informação, proveniente dos mais diversos cantos do globo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O meio online, não sendo o contexto em que as RP nasceram, tem inevitavelmente de ser abordado por estas. Existe RP para a internet 2.0? Se sim, o que as define? </strong>É um novo mundo para todos os profissionais de Comunicação. Todos nós temos que nos adaptar a este contexto que surgiu nos últimos anos. Na minha opinião, pela visão global de comunicação que os profissionais de RP possuem, estes são os mais bem preparados para agir no meio online. A internet 2.0 são assim uma excelente oportunidade para as empresas e consultores de RP demonstrarem todo o seu know-how e assumirem a condução dos processos nesta área.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O facto de existirem já empresas focadas exclusivamente em RP online é um excelente indicador e deixa antever que esta nova realidade será dirigida por pessoas que de facto entendem de forma transversal o que é fazer Comunicação Empresarial nos tempos actuais. RP para internet 2.0 é procurar ajudar empresas e marcas a compreender e a intervir online, a gerir o que se diz sobre as mesmas e a actuar em caso de crise.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As agências de RP portuguesas estão preparadas para a cada vez maior digitalização das relações de comunicação? Que avanços conheces?<br />
</strong>Infelizmente nem todas as agências estão preparadas nem valorizam esta nova área. Talvez por força das características e mentalidade das pessoas que estão dirigir estas empresas – ex-<a href="http://diario2.com/tag/jornalistas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalistas">jornalistas</a>; olham para as RP de forma redutora, apenas como assessoria de imprensa; avessos ao risco – a digitalização das relações públicas e comunicação não constitui uma prioridade. Contudo, existe já actualmente uma nova geração com uma outra formação e mentalidade, onde eu me incluo, que olha para esta nova realidade sob uma outra perspectiva e, acima de tudo, como uma oportunidade e não um problema.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="margin: 5px;" title="Renato Póvoas - apresentação de livro" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/100_32581-200.jpg" alt="Renato Póvoas - apresentação de livro" width="167" height="167" />Tal como referia anteriormente, o surgimento de empresas dedicadas exclusivamente a RP online com profissionais formados em RP e Comunicação Empresarial são de facto um excelente sinal para o mercado. Sendo esta uma área onde a componente principal são os conteúdos não poderá ser ocupada por publicitários nem por outros profissionais que têm uma visão redutora da Comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que tal como aconteceu no passado na publicidade, onde os clientes com o boom da internet começaram a alocar orçamentos específicos para o meio online, no próximo ano existem já empresas que estão a solicitar estratégias de RP exclusivamente para o ambiente online. Isto significa que sabem diferenciar as coisas e começam a valorizar o contributo desta nova área para o seu negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Gestão de Crise é uma das disciplinas mais conhecidas das RP. A internet complica o trabalho das RP na resolução problemas que envolvam marcas?<br />
</strong>Sim, pelos prejuízos que provocam nas empresas, a Gestão de Crise é uma das principais disciplinas das RP. Não considero, no entanto, que a internet complica o trabalho das RP na resolução de problemas. Defendo sim que se as marcas monitorizarem e estiverem atentas ao que os consumidores falam de si, podem minimizar ou até prevenir eventuais problemas. Se não existir este trabalho, de facto poderá ser muito complicado, pois a dinâmica e a velocidade com que a informação circula na internet é de facto brutal. No passado tínhamos até às 20h (hora dos telejornais) para reagir. Hoje não. Tudo é muito rápido. Se não agirmos rapidamente, facilmente o problema se propaga em redes sociais, sendo impossível de deter os acontecimentos. Temos líderes de opinião na internet, com centenas ou milhares de seguidores nas redes sociais, cujas opiniões são autênticos rastilhos, podendo atingir proporções gigantescas, inclusivamente em outras plataformas como os meios de comunicação apelidados de mais tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Pingo Doce saiu fragilizado com o “buzz” negativo gerado online após o lançamento da nova imagem? Ainda é válida a velha máxima &#8220;mal ou bem, interessa é que se fale&#8221;?<br />
</strong><strong><img class="alignright" style="margin: 5px;" src="http://cache.diario2.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/pingodocefacebook-300x201.jpg" alt="" width="218" height="146" /></strong>Após a emissão dessa campanha polémica do Pingo Doce existiu de facto uma onda negativa do público, pelo menos na comunidade publicitária de Portugal, nomeadamente com a criação do perfil de Facebook “Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda”. Contudo recentemente num estudo realizado pela empresa GFK foi demonstrado que 70% dos inquiridos que se recordam da anterior campanha do Pingo Doce preferem a actual, enquanto que a música se manifestou como o factor mais memorável do spot. Perante este dado, talvez devemos pensar que esta campanha contribuiu positivamente para a imagem da marca.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à velha máxima que refere penso que cada caso é um caso, mas que por vezes falar mal é efectivamente prejudicial para a marca.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma é que um departamento de RP pode actuar perante um caso de crise online?<br />
</strong>Um departamento de RP pode desde logo monitorizar quais os principais influenciadores de opinião online. Este trabalho é crucial para que quando surge uma crise agirmos de forma rápida e direccionada. Aqui o trabalho passa por demonstrar qual a verdade dos factos (nunca mentir), referir o que irá fazer para minimizar o impacto negativo para os consumidores e mostrar disponibilidade total para esclarecer eventuais dúvidas e questões que existam. O online possibilita que o canal Empresa – Consumidor esteja mais aberto e facilitado, sem obstáculos ou intermediários, o que é uma vantagem quando queremos esclarecer a situação de forma célere, como acontece em situações de crise.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para terminar, o Relações Públicas Sem Croquete nasceu em 2005 e é tido como o primeiro blogue da área. Entretanto, já há uma comunidade de espaços deste “nicho”. Como a retratas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De facto o meu blog Relações Públicas Sem Croquete foi o primeiro nesta área, surgindo em Agosto de 2005. Desde aí vi surgirem outros espaços que são muito importantes para o sector. Tenho pena que muitos deles tenham entretanto terminado. Alimentar de forma regular e pertinente um espaço na internet como um blog não é fácil. Exige muito dos seus autores, principalmente tempo que é cada vez mais escasso. Contudo, quando és persistente como eu sou, consegues manter um conjunto regular de leitores, recebes diversos emails com pedidos de informação, e obténs coisas inesperadas como foi o convite para escrever o livro.</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que deveriam existir cada vez mais espaços na internet dedicados à Comunicação e RP de forma a gerar um diálogo profícuo entre os seus profissionais e que possibilite um crescimento do sector. Falo de espaços com informação e não de meros desabafos pessoais onde o mexerico é rei.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/livros" title="livros" rel="tag">livros</a>, <a href="http://diario2.com/tag/blogues" title="blogues" rel="tag">blogues</a>, <a href="http://diario2.com/tag/entrevistas" title="Entrevistas" rel="tag">Entrevistas</a><br /><br/>

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		<title>Publica o teu livro na Bubok</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 15:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<description><![CDATA[Presente activamente em Portugal desde Junho de 2009, a Bubok é um serviço online que permite a edição e publicação gratuita de livros. Em cinco passos simples o autor tem a sua obra nos escaparates da Web e não só. Esta PME que, segue o caminho traçado pela Lulu, nasceu em Espanha há dois anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Presente activamente em <strong>Portugal</strong> desde Junho de <strong>2009</strong>, a <a href="http://www.bubok.pt" target="_blank">Bubok</a> é um serviço online que permite a edição e publicação gratuita de <a href="http://diario2.com/tag/livros" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with livros">livros</a>. Em cinco passos simples o autor tem a sua obra nos escaparates da Web e não só.</p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-3726" title="Bubok logo" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/bubokpt-logo-200.jpg" alt="Bubok logo" width="131" height="80" />Esta <strong>PME</strong> que, segue o caminho traçado pela <a href="http://www.lulu.com/" target="_blank">Lulu</a>, nasceu em <strong>Espanha</strong> há dois anos e não pára de crescer. Entre os 17 mil livros publicados na sua plataforma, <strong>500</strong> estão em português. Em média, a <a href="http://www.bubok.pt/" target="_blank">Bubok Portugal</a> edita três livros por dia.</p>
<p>Na edição, o autor pode escolher a capa, a encadernação, as dimensões do livro, o tipo de papel, entre outros pormenores. A publicação é paga por quem compra o livro e cerca de <strong>80%</strong> dos lucros revertem para o autor.</p>
<p>Os temas editados são heterogéneos e vão desde ficção, receitas de cozinha a teses académicas e diários de viagem. Por exemplo, &#8220;<strong>Correr por Prazer &#8211; Já correu hoje?&#8221;</strong>, <a href="https://www.bubok.pt/tienda/masvendidos/anio" target="_blank">o mais vendido na plataforma Bubok.pt </a>versa o desporto e lazer. Os mais de <strong>250</strong> exemplares adquiridos não comportam as cópias adquiridas pelo próprio autor e vendidas na sua rede de amigos. O livro pode inclusive, ser distribuído em livrarias. A <a href="http://www.bubok.pt/" target="_blank">Bubok</a> permite a inclusão de código de barras para facilitar a aceitação em lojas.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 5px;" title="Bubok Portugal" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/bubokpt1-200.jpg" alt="Bubok Portugal" width="150" height="150" />&#8220;Somos uma consequência da emancipação dos autores, do faz-tu-mesmo&#8221;, refere <strong>Alexandre Lemos</strong>, CEO da <a href="http://www.bubok.pt">Bubok Portugal</a>. A empresa estuda de momento a implementação de novas estratégias. Uma delas pode vir a ser a estruturação de um programa que permitirá aos autores, à semelhança de <strong>Espanha</strong>, a distribuição das suas obras em livrarias portuguesas.</p>
<p>A <a href="http://www.bubok.pt">Bubok Portugal</a> pode ser acompanhada em redes sociais como <a href="http://twitter.com/bubokpt" target="_blank">Twitter</a> e <a href="http://www.facebook.com/people/Bubok-Portugal/1794024679#/profile.php?id=1794024679" target="_blank">Facebook</a>. Promove um contacto aberto online através de <a href="http://www.bubok.pt/foros" target="_blank">fóruns</a>, <a href="http://www.bubok.pt/blog/" target="_blank">blog</a>, páginas pessoais com widgets e comentários.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/livros" title="livros" rel="tag">livros</a>, <a href="http://diario2.com/tag/bubok" title="bubok" rel="tag">bubok</a><br /><br/>

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		<title>Book Worms, a rede social dos livros</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 09:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[Pedro Sousa e Rui Leitão são as faces visíveis da Think Orange, empresa que nasceu para dinamizar uma ideia vencedora: a BookWorms. Premiada no Sapo CodeBits 2007, concurso que divulga ideias com futuro na Web, esta rede social sobre livros passou de projecto a realidade e foi apoiado pelo portal português da Portugal Telecom. Conversámos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://bookworms.sapo.pt/images/brown_theme/bookworms_logo_transp.png" alt="" width="400" height="80" /></p>
<p><strong>Pedro Sousa</strong> e <strong>Rui Leitão</strong> são as faces visíveis da <a href="http://www.thinkorange.pt" target="_blank">Think Orange</a>, empresa que nasceu para dinamizar uma ideia vencedora: a <a href="http://bookworms.sapo.pt/" target="_blank">BookWorms</a>. Premiada no <a href="http://codebits.sapo.pt/" target="_blank">Sapo CodeBits 2007</a>, concurso que divulga ideias com futuro na Web, esta rede social sobre <a href="http://diario2.com/tag/livros" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with livros">livros</a> passou de projecto a realidade e foi apoiado pelo portal português da Portugal Telecom. Conversámos com ambos sobre o passado, presente e futuro desta “network” portuguesa.</p>
<p><strong>O projecto <a href="http://diario2.com/tag/bookworms" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with bookworms">BookWorms</a> nasceu no Codebits de 2007. Que balanço fazes destes dois anos de desenvolvimento?</strong><br />
<strong>Pedro Sousa:</strong> Foi um grande salto. <span id="more-1276"></span>Quando criámos o protótipo do <a href="http://bookworms.sapo.pt/" target="_blank">BookWorms</a> para o concurso do <a href="http://codebits.sapo.pt/" target="_blank">CodeBits</a> nunca imaginámos que iria resultar numa versão online dentro de um ano, apoiada pelo Sapo e que no meio isso resultaria também na criação da a <a href="http://www.thinkorange.pt/" target="_blank">Think Orange</a> e de outros projectos. Penso que a interacção dos portugueses com a internet evoluiu muito no último ano e temos muitos projectos interessantes a serem lançados em Portugal.</p>
<p><strong>O blog WebMania descrevia o projecto como o &#8220;<a href="http://www.google.pt/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2F2.0.bloguite.com%2Fweb-20%2Fbookworms-o-hi5-dos-livros-ou-quase.html&amp;ei=BfpySp2fBNChjAfY6eWnBg&amp;usg=AFQjCNFO-cqNlQBUKWuTl1CmK0pTLN0ePQ&amp;sig2=L5a5679fj1hHzdm6OGmP5Q" target="_blank">Hi5 dos livros&#8221;</a>. Concordas com a designação?</strong><br />
<strong>P.S.: </strong>No sentido de ser uma rede social online que aproxima pessoas com os mesmos interesses (neste caso os livros), sim. Temos ampliado as ferramentas de comunicação entre as pessoas no BookWorms se queremos continuar a incentivar a leitura e a discussão.</p>
<p><strong>Quantos “leitores” tem neste momento a rede?</strong><br />
<strong>Rui Leitão:</strong> Neste momento, temos cerca de 2500 utilizadores registados. Estamos contentes com o número de utilizadores que temos, sabendo que este é um projecto recente e cujo público-alvo não deixa de ser um nicho. Estamos a falar de utilizadores que usam a internet, que têm como hábito regular a leitura e que são maioritariamente portugueses.</p>
<p><strong>Desses, qual é a percentagem de não portugueses?</strong><br />
<strong>R.L.: </strong>É difícil dizer com certezas. Os utilizadores não são &#8220;obrigados&#8221; a disponibilizar a sua localização aquando do registo. A sensação que temos é que os utilizadores fora de Portugal serão entre 5 e 10%, sendo que nestes incluo já alguns emigrantes portugueses residentes em países como França, Alemanha, Luxemburgo, Argentina, etc&#8230;</p>
<p><strong>Quantas resenhas a livros já têm em base de dados? O crescimento tem sido gradual, mês a mês?</strong><br />
<strong>P.S.:</strong> Temos cerca de 500 críticas ou opiniões acerca de livros presentes no BookWorms. Desde o início do ano que assistimos a um crescimento muito positivo no número de críticas.</p>
<p><strong>Estão a programar novidades para o BookWorms? Que sugestões têm recebido por parte dos &#8220;leitores&#8221;?</strong><br />
<strong>P.S.:</strong> Existe um grande desejo nos fãs do BookWorms de melhorar o sistema de recomendações e mais possibilidades de discussão sobre livros. Neste sentido vamos implementar melhorias nas recomendações na rede de contactos, vamos deixar as pessoas iniciarem tópicos de discussão sobre livros e vamos ampliar a comunidade do <a href="http://bookworms.sapo.pt/" target="_blank">BookWorms</a> de forma a incluirmos autores, editoras e outros membros importantes.</p>
<p><strong>A participação institucional em redes como o Twitter tem sido vantajosa? Esperam alargá-la a outras?</strong><br />
<strong>P.S.: </strong>Sim, o <strong>Twitter </strong>tem sido uma ferramenta preciosa para comunicar com os nossos utilizadores e fãs. Por exemplo, muitas vezes usamos para divulgar outras iniciativas, para obter feedback após uma actualização da plataforma ou discutir novas funcionalidades. O <strong>Facebook </strong>poderá ser outro canal de comunicação a usar no futuro.<br />
<strong>RL:</strong> O <strong>Twitter </strong>foi de especial importância nas primeiras semanas após o lançamento do <a href="http://bookworms.sapo.pt/" target="_blank">BookWorms</a>. Tivemos feedback de grande qualidade por parte dos primeiros utilizadores. Foi importante para perceber a prioridade das funcionalidades a desenvolver, bem como um agradecimento pelo nosso trabalho.</p>
<p><img class="alignnone" src="http://img36.imageshack.us/img36/6460/bookworms.jpg" alt="" width="392" height="196" /></p>
<p><strong>A estratégia de futuro passa por traduzir a rede em várias línguas?</strong><br />
<strong>P.S.: </strong>Sim, temos um plano de expansão para outras línguas mas isso só acontecerá provavelmente daqui a um ano, neste momento estamos preocupados em melhorar a experiência dos utilizadores e evoluir a plataforma.</p>
<p><strong>Num ano em que o termo &#8220;monetizing&#8221; está em voga, com a concretização do Twitter e Facebook, a BookWorms consegue pagar o investimento humano e de hardware que tem? Como?</strong><br />
<strong>P.S.:</strong> Embora os custos envolvidos com o <a href="http://bookworms.sapo.pt/" target="_blank">BookWorms</a> sejam muito pequenos, ainda não conseguimos cobrir o investimento. Mas é um projecto na sua infância e nós temos alguns planos para gerar receitas a longo prazo.</p>
<p><strong>Uma última questão. Recebem feedback por parte das editoras livreiras portuguesas?</strong><br />
<strong>P.S.:</strong> Temos falado com várias editoras de forma a adequarmos os nossos conteúdos a este nicho, esperamos uma maior integração com as editoras e os autores para trazer mais energia ao <a href="http://bookworms.sapo.pt/" target="_blank">BookWorms</a>.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/bookworms" title="bookworms" rel="tag">bookworms</a>, <a href="http://diario2.com/tag/livros" title="livros" rel="tag">livros</a><br /><br/>

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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 11:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Spinola</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[digg]]></category>
		<category><![CDATA[escritores]]></category>
		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>
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		<category><![CDATA[título]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem sempre é fácil escrever um título que chame a atenção dos leitores, mas hoje em dia essa tarefa está muito mais facilitada, pois basta "cavar" apenas alguns minutos por dia... e temos nas nossas mãos uma verdadeira "mina de ouro".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos factores que determina o sucesso, tanto para <a href="http://diario2.com/tag/jornalistas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalistas">jornalistas</a>, <a href="http://diario2.com/tag/escritores" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with escritores">escritores</a> e profissionais de <a href="http://diario2.com/tag/marketing" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marketing">marketing</a>, é a capacidade de despertar a atenção dos leitores e consumidores, para as reportagens, artigos, <a href="http://diario2.com/tag/livros" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with livros">livros</a>, campanhas de marketing, etc. etc. e a forma de despertar a atenção é através do <a href="http://diario2.com/tag/titulo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with título">título</a>.</p>
<p>Nem sempre é fácil escrever um título que chame a atenção dos leitores, mas hoje em dia essa tarefa está muito mais facilitada, pois basta &#8220;cavar&#8221; apenas alguns minutos por dia&#8230; e temos nas nossas mãos uma verdadeira &#8220;mina de ouro&#8221;.</p>
<table style="height: 256px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="4" width="554" bgcolor="#e6e6e6">
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="100%" bgcolor="#e6e6e6"><img class="aligncenter size-full wp-image-516" src="http://cdn.diario2.com/uploads/shovel1.gif" alt="shovel1" width="320" height="240" align="right" /></p>
<p align="left">
<p align="left"><strong>Então o que é &#8220;cavar&#8221;? E &#8220;cavar&#8221; o quê, aonde?</strong></p>
<p align="left">
<p align="left"><strong>A resposta está em <a href="http://digg.com/" target="_blank">http://digg.com</a> </strong></p>
<p align="left">
<p align="left"><strong>Basta ir à procura das histórias mais populares e que chamam mais a atenção, e moldar os títulos que precisa de escrever, com base nos títulos dessas mesmas histórias.</strong></p>
<p align="left">
<p align="left"> </p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="left">Eis um exemplo prático, escolhido aleatoriamente, em <a href="http://digg.com/technology/popular/" target="_blank">http://digg.com/technology/popular/</a></p>
<p align="left">
<p align="left"><strong>&#8220;10 skills developers will need in the next five years&#8221;</strong></p>
<p>Qualquer jornalista, escritor e profissional de marketing, pode pegar nesse título e adaptar à sua área, pois o título deixa a promessa de informação útil que vale a pena saber mais, e também o risco de perda caso não tome conhecimento da informação &#8220;prometida&#8221;.</p>
<p>Por exemplo, imagine que está a escrever um artigo para accionistas, pode perfeitamente escrever o seguinte título <strong>&#8220;Os 5 títulos com maior potencial de crescimento nos próximos 2 anos&#8221;</strong>.</p>
<p>Se estiver a escrever um livro para executivos, pode por exemplo escrever o seguinte título <strong>&#8220;10 técnicas que os executivos irão precisar nos próximos 5 anos&#8221;</strong></p>
<p>Eis mais alguns títulos, escolhidos aleatoriamente de entre os diggs mais populares:</p>
<p>- <strong>&#8220;The 5 Most Popular Safety Laws (That Don&#8217;t Work)&#8221;</strong></p>
<p>( <a href="http://digg.com/all/popular/7days" target="_parent">http://digg.com/all/popular/7days</a> com 4361 diggs )</p>
<p>- <strong>&#8220;15 Essential Checks Before Launching Your Website&#8221;</strong></p>
<p>( <a href="http://digg.com/technology/popular/7days" target="_blank">http://digg.com/technology/popular/7days</a> com 1798 diggs )</p>
<p>- <strong>&#8220;Mom Given Ticket While Reviving Her Dying Son&#8221;</strong></p>
<p>( <a href="http://digg.com/world_business/popular/30days/page2" target="_blank">http://digg.com/world_business/popular/30days/page2</a> com 3050 diggs)</p>
<p><strong>Conclusão:</strong></p>
<p>Visite o <a href="http://digg.com/" target="_blank">http://digg.com</a> uma vez por dia, e guarde meia dúzia de títulos dos mais populares ( nas últimas 24 horas, 7 dias, 30 dias e 365 dias ).</p>
<p>Pode também seguir em <a href="http://digg.com/twitter" target="_blank">http://digg.com/twitter</a> os diggs mais populares e também por temas de acordo com os seus interesses e necessidades.</p>
<p>Estas recomendações também se aplicam a <a href="http://tweetmeme.com/" target="_blank">http://tweetmeme.com/</a></p>

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