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	<title>Diário2 &#187; flickr</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Yahoo integrado no Facebook</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 09:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>António Sousa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentro de algum tempo, o seu feed do Facebook poderá ser visto no Yahoo Mail, sendo possível também partilhar, no Facebook, conteúdos criados no Flickr, Yahoo Sports e Movies. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/facebook-300-100.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3791" title="facebook" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/facebook-300-100.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Dentro de algum tempo, o seu feed do <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a> poderá ser visto no <a href="http://diario2.com/tag/yahoo-mail" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Yahoo Mail">Yahoo Mail</a>, sendo possível também partilhar, no <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a>, conteúdos criados no <a href="http://diario2.com/tag/flickr" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with flickr">Flickr</a>, <a href="http://diario2.com/tag/yahoo-sports" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Yahoo Sports">Yahoo Sports</a> e Movies.</p>
<p style="text-align: justify;">As duas empresas chegaram a um acordo, para simplificar e facilitar a partilha de conteúdos entre as duas redes.</p>
<p style="text-align: justify;">A privacidade deste novo serviço será controlada a partir do <a href="http://diario2.com/tag/yahoo-pulse" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Yahoo Pulse">Yahoo Pulse</a>, consola onde será configurada a privacidade da aplicação. Este serviço ainda não está disponível.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/yahoo-sports" title="Yahoo Sports" rel="tag">Yahoo Sports</a>, <a href="http://diario2.com/tag/flickr" title="flickr" rel="tag">flickr</a>, <a href="http://diario2.com/tag/yahoo" title="yahoo!" rel="tag">yahoo!</a>, <a href="http://diario2.com/tag/yahoo-movies" title="Yahoo Movies" rel="tag">Yahoo Movies</a>, <a href="http://diario2.com/tag/facebook" title="Facebook" rel="tag">Facebook</a>, <a href="http://diario2.com/tag/integracao" title="integração" rel="tag">integração</a><br /><br/>

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		<title>Redes Sociais: a era da partilha digital</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 09:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Raquel Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estamos na era digital, das novas tecnologias e da sua adaptação cada vez maior à vida quotidiana. Para termos uma ideia clara, são cerca de 625 milhões os utilizadores activos da Internet, em todo o mundo, segundo o mais recente estudo da Universal McCann. No caso específico do nosso país, contam-se 2,9 milhões de utilizadores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos na era digital, das novas tecnologias e da sua adaptação cada vez maior à vida quotidiana. Para termos uma ideia clara, são cerca de 625 milhões os utilizadores activos da Internet, em todo o mundo, segundo o mais recente <a title="estudo da Universal McCaan" href="http://universalmccann.bitecp.com/wave4/Wave4.pdf" target="_blank">estudo da Universal McCann</a>. No caso específico do nosso país, contam-se 2,9 milhões de utilizadores activos – muito abaixo dos cerca de 23 e 19 milhões registados, respectivamente, na Alemanha e em França, países europeus líderes neste ponto; mas ainda assim um número considerável tendo em conta os 10 milhões de portugueses. Agora o aspecto mais surpreendente deste estudo, no que diz respeito a Portugal: destes utilizadores activos, 2,1 milhões criaram perfis em <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>. Cerca de 73 por cento, valor superior à média universal de dois terços.<span id="more-1280"></span></p>
<p>Quando falamos em redes sociais, vêm-nos sobretudo à memória as chamadas redes de <em>social network</em>, com uma componente social e pessoal. Delas são exemplos o <a href="http://www.hi5.com">hi5</a>, o <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> e o <a href="http://www.myspace.com">MySpace</a>. Permitem a partilha de imagens, informações pessoais, eventos, criando relações de “amizade” agrupadas por interesses comuns, na maior parte das vezes apenas virtuais.</p>
<p>Mas existem outros tipos de redes sociais, igualmente conhecidos do grande público. As redes de <em>share</em> (partilha), como o <a href="http://www.youtube.com">Youtube</a>, o <a href="http://www.flickr.com">Flickr</a>, e o <a href="http://www.delicious.com">Delicious</a>, por exemplo, permitem a publicação de conteúdos <em>online</em>, desde fotografias, vídeos, a informações diversas. Existem ainda as redes de <em>publish</em>, como os blogs, através das quais qualquer cidadão pode dar a sua opinião livremente e publicá-la; e as redes de <em>microblogging</em>, como o <a href="http://twitter.com">Twitter</a>, com um carácter maioritariamente de divulgação de informação, permitindo a partilha de ideias, notícias, fotografias, tudo isto em tempo real.</p>
<p>O estudo já referenciado revela outro pormenor curioso: ao nível global, os principais objectivos dos frequentadores de redes sociais na Internet, ao criarem os seus perfis, são o envio de mensagens a amigos, a publicação de fotografias, o reencontro de antigos amigos e o estabelecimento de novas amizades. Revela ainda que, no domínio da Internet, os blogs estão a perder terreno no que respeita à partilha de informação e de conteúdos multimédia, que tem vindo a crescer progressivamente nas redes sociais. As redes permitem aos utilizadores fazerem tudo o que quiserem num blog e mais ainda, apesar de diferentes tipos de redes se adequarem a diferentes tipos de utilizadores e mercados dominantes. Estas plataformas continuam a crescer, enquanto outros elementos dos <em>social media</em> estagnam ou entram em declínio.</p>
<p>Entre as diversas redes sociais, e tendo particularmente em conta as mais conhecidas do público, os dados estatísticos mostram as divergências de utilização e a sua importância nas vidas dos utilizadores da Internet. Em Portugal, o <a href="http://diario2.com/tag/hi5" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with hi5">hi5</a> é o <em>site</em> mais visitado e conta cerca de 3,2 milhões de perfis registados. Em termos de comparação, no nosso país, o <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a> regista apenas 400 mil utilizadores. Ao nível internacional porém, os números são bastante diferentes. O <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a> é a rede social com mais adeptos em todo o mundo, ultrapassando os 260 milhões de registos. O <a href="http://diario2.com/tag/myspace" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with myspace">MySpace</a> continua a ser outra grande força, apesar de ultrapassado pelo Facebook, e conta mais de 125 milhões de utilizadores. São as redes de <em>social network</em> mais populares, seguidas pelo <a href="http://www.linkedin.com">LinkedIn</a>, com mais de 40 milhões de utilizadores, e pelo <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>, rede de <em>microblogging</em>, que também já chegou à fasquia dos 40 milhões.</p>
<p>Ilações gerais a retirar destes dados são a perda de terreno do MySpace em relação ao Facebook, nos últimos anos, e a vulgarização deste como meio de partilha de informação. Se observarmos bem, a maioria destas redes de <em>social network</em> foi fundada entre 2003 e 2004 (hi5, Facebook, MySpace, LinkedIn…), sendo as diferenças de utilizadores entre elas justificadas pelas suas diferentes funcionalidades e a sua atractividade para os utilizadores da Internet. O LinkedIn, exemplificando, é uma rede voltada para as empresas, registando mais de 170 indústrias diferentes, não sendo tão vulgarizado como, por exemplo, o hi5, que foi abraçado maioritariamente pelas camadas etárias mais jovens. O Twitter é a excepção neste grupo de redes sociais: fundado há três anos, está neste ano de 2009 a começar a ser conhecido e vulgarizado entre os utilizadores frequentes das novas tecnologias, e a sua técnica algo inovadora, de <em>microblogging</em>, começa lentamente a atrair não só jornalistas, mas também o público em geral, que procura estar mais próximo da informação.</p>
<p>Outra estatística curiosa: o Second Life, também fundado em 2003, regista apenas 500 mil utilizadores em todo o mundo… e cerca de 95 por cento encontram-se inactivos na plataforma. O Orkut, por seu lado, é apenas líder no Brasil e na Índia.</p>
<p>A questão não é, portanto, se vale ou não a pena aderir, se há ou não interesse em criar um perfil numa rede social, se x ou y são redes para aderir ou evitar. A verdadeira questão é: será que o entusiasmo de aderir a uma rede social e criar um perfil se desvanece passado algum tempo? Depende, claro, como tudo na vida&#8230; Depende da rede social em causa, do tempo, da disponibilidade do utilizador, das suas intenções ao criar o perfil. Para além disso, existe a questão das modas: a rede que está em voga hoje pode já não estar amanhã, e a rotatividade é constante. A própria moda das redes sociais pode vir terminar num abrir e fechar de olhos. No entanto, o <a title="estudo da Universal McCaan" href="http://universalmccann.bitecp.com/wave4/Wave4.pdf" target="_blank">estudo da Universal McCann</a> revela que quase 65 por cento dos utilizadores activos da Internet, com perfis em redes sociais, gastam tempo a actualizar as suas informações e conteúdos exibidos nos perfis, o que contradiz a opinião de muitos que referem a perda de interesse das redes sociais e o consequente perecimento do interesse depositado nelas por parte dos utilizadores.</p>
<p>Em relação à importância das redes sociais, sabemos que têm os seus prós e contras. Por um lado, promovem a abertura à informação global (aproveitando a expressão, são uma “janela aberta para o mundo”) e ao conhecimento do que nos rodeia. Por outro, podem levar à exclusão social e à supressão do contacto <em>face-to-face</em>, principal crítica endereçada às redes na Internet. Porém, ao nível do jornalismo, com a revolução que se está a verificar, através da partilha de informação em tempo real, o valor destas redes é incalculável. Estão a alterar por completo a face da informação, a impulsionar o jornalismo de cidadão – qualquer um de nós pode relatar um acontecimento para o mundo –, a mudar o papel do jornalista na sociedade de informação. Ao nível das empresas, as redes sociais surgem como meios de divulgação de actividades, de produtos, de informação, e podem vir a tornar-se fundamentais como elemento de contacto entre trabalhadores e clientes. Ao nível da política institucional, surgem também como meio de aproximação entre eleitos e eleitores, como forma de divulgação de eventos e opiniões, e até como sensibilização para as questões que preocupam o país e o mundo.</p>
<p>Queiramos ou não fazer parte do progresso, é fundamental abraçar e acompanhar a modernização que se verifica nos dias de hoje, e a adesão e exploração das redes sociais faz parte desse processo evolutivo.</p>
<p>Imagem: <a title="Estudo Universal McCaan" href="http://universalmccann.bitecp.com/wave4/Wave4.pdf" target="_blank">Estudo Universal McCaan</a></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/flickr" title="flickr" rel="tag">flickr</a>, <a href="http://diario2.com/tag/hi5" title="hi5" rel="tag">hi5</a>, <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" title="Redes sociais" rel="tag">Redes sociais</a>, <a href="http://diario2.com/tag/facebook" title="Facebook" rel="tag">Facebook</a>, <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://diario2.com/tag/myspace" title="myspace" rel="tag">myspace</a><br /><br/>

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		<title>Flickr liga-se ao Twitter (Flickr2Twitter)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 10:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Sousa</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://diario2.com/uploads/flickr2twitter.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1106" src="http://diario2.com/uploads/flickr2twitter-300x174.jpg" alt="Flickr2Twitter" width="300" height="174" /></a></p>
<p>Seguindo o caminho trilhado, entre outros, pelo Youtube, que <a href="http://twitterportugal.com/blog/youtube-liga-se-a-twitter-facebook-e-google-reader/">passou recentemente</a> a permitir aos utilizadores partilharem pelo <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a> cada novo <em>upload</em> de vídeo para o <em>site</em>, agora é a vez do <a href="http://blog.flickr.net/2009/06/30/twitter-your-flickr/">Flickr dar o mesmo aos seus clientes</a>.</p>
<p>Esta possibilidade, há muito aguardada pelos registados no <a href="http://diario2.com/tag/flickr" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with flickr">Flickr</a>, já estava em experiência há algum tempo para um conjunto restrito de utilizadores (o conhecido período “beta” dos serviços). Ontem a funcionalidade passou a estar disponível para todos.<span id="more-1105"></span></p>
<p>O serviço de <a href="http://diario2.com/tag/integracao" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with integração">integração</a>, denominado Twitter2Flickr, é diferente do <a href="http://twitpic.com">Twitpic</a> (que permite o envio e partilha de fotos pelo Twitter) porque não é um serviço à parte, só destinado ao Twitter, e o <em>login</em> não é feito com a conta do Twitter, mas sim com a sua conta Flickr.</p>
<p>Deverá autorizar o Flickr a aceder à sua conta Twitter para fazer a partilha de fotos, definindo os dados adequados na sua página de configuração. Depois, junto de cada foto (e não necessariamente só as suas) há o botão “Blog This” que passou a permitir (depois de configurado correctamente) enviar, também para o Twitter, o <em>link</em> da fotografia. As fotos serão acompanhadas de uma mensagem personalizada (o tweet), a escolher na hora, e os <em>links</em> são enviados usando um encurtador de URLs específico para o serviço, o <a href="http://flic.kr">flic.kr</a>.</p>
<p>O Flicrk2Twitter permite ainda o envio de fotos para o Flickr e Twitter em simultâneo a partir do telemóvel. Enviando a fotografia para um endereço definido para tal (igual ao antigo mas com o acrescento de “2twitter”), ela fica referenciada simultaneamente nos 2 serviços.</p>
<p>Esta funcionalidade assemelha o Flickr2Twitter ao popular TwitPic. A diferença é que não é um serviço criado apenas para o Twitter, mas sim uma funcionalidade de um popular <em>site</em> com uma grande base de utilizadores que de certo a apreciarão.</p>
<p>O que acha o leitor desta integração? Ser-lhe-á útil?</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://diario2.com/tag/flickr" title="flickr" rel="tag">flickr</a>, <a href="http://diario2.com/tag/twitter2flick" title="twitter2flick" rel="tag">twitter2flick</a>, <a href="http://diario2.com/tag/integracao" title="integração" rel="tag">integração</a><br /><br/>

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		<title>Propriedade privada</title>
		<link>http://diario2.com/propriedade-privada-325</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 10:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Paluello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partilha e troca de informações, fotografias, artigos, etc. é das principais vantagens das redes sociais. Podemos saber o que é interessante, belo, polémico, curioso e muito mais, na visão de todos os nossos contactos adicionados nas redes sociais. É natural, portanto, que a propriedade privada seja descartada do mundo online. Por isto mesmo, aparecem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partilha e troca de informações, fotografias, artigos, etc. é das principais vantagens das <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>. Podemos saber o que é interessante, belo, polémico, curioso e muito mais, na visão de todos os nossos contactos adicionados nas <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>. É natural, portanto, que a propriedade privada seja descartada do mundo online. Por isto mesmo, aparecem os &#8220;piratas&#8221; e as brigas sobre direitos de autor, acusações de plágio e muitos processos legais são recorrentes desde que a internet tranformou-se em um ambiente de conteúdos gerados pelo utilizador.</p>
<div id="attachment_367" class="wp-caption alignright" style="width: 240px"><a href="http://www.flickr.com/photos/uncommondepth/3204094812/"><img class="size-full wp-image-367" title="copyright" src="http://diario2.com/uploads/copyright.jpg" alt="copyright" width="230" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Uncommon Depth sob licença <a href="http://diario2.com/tag/creative-commons" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with creative commons">creative commons</a> Attribution 2.0 Generic</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo é natural do ser humano a necessidade de possuir algo. É natural o instinto de propriedade privada, sim somos egoístas por natureza! Senão seriamos símios a viver em sociedade, e mesmo os símios tem alguma noção instintiva de propriedade. Por isto não estranho o <a href="http://creativecommons.org/weblog/entry/13588" target="_blank">estudo</a> divulgado, recentemente,  pela Creative Commons* no seu <a href="http://creativecommons.org/weblog/entry/13588" target="_blank">blog</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra que a maioria dos utilizadores (33%) registados no <a href="http://www.flickr.com/creativecommons/by-nc-nd-2.0/" target="_blank">Flickr</a> (rede social de partilha de fotografias) mantém os seus ficheiros sob a licença mais restritiva de todas: a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/deed.pt" target="_blank">CC</a> -(Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.0 Genérica) e que apenas 12% dos utilizadores permitem copiar, distribuir, exibir e executar a obra além de também permitirem a criação de obras derivadas (<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt" target="_blank">Atribuição 3.0 Unported</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Entendo tal diferença nos números. Eu utilizo duas contas no <a href="http://diario2.com/tag/flickr" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with flickr">Flickr</a> e lá coloco as minhas fotos pessoais, além de fotos de paisagens e lugares. Todas as fotos pessoais e particulares estão sob a licença mais restritiva além de estarem disponíveis apenas para aqueles registados como amigos ou familiares. Já as fotos de lugares e paisagens vou altera-las para uma licença de partilha. Não estavam até hoje, porque nunca tinha-me preocupado com isto :-0</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A última observação importante é que o mesmo estudo aponta a diminuição de novos registos de fotografias com licença restritiva no Flickr: houve uma desaceleração de 13% em Abril  de 2006, para 4% em Novembro de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">*<a href="http://creativecommons.pt/" target="_blank">CreativeCommons</a> &#8211; As <strong>Licenças Creative Commons </strong>situam-se entre os direitos de autor (todos os direitos reservados) e o domínio público (nenhum direito reservado). Têm âmbito mundial, são perpétuas e gratuitas. Através das <strong>Licenças Creative Commons, </strong>o autor de uma obra define as condições sob as quais essa obra é partilhada, de forma proactiva e construtiva, com terceiros, sendo que todas as licenças requerem que seja dado crédito ao autor da obra, da forma por ele especificada.</p>
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