Com o iPad, o livro digital ganha dimensão multimédia e interactividade. Agora, as letras são vida, som, audio, video e streaming. Várias editoras vão ter o seu catálogo na tablet da Apple. Algumas estão adiantadas em produtos e serviços a propor.
A Penguin Books, editora fundada em 1935, tornou público vários protótipos que espera serem lidos no iPad. São coloridos, interactivos e estão sempre na ponta do dedo. Livros para crianças, manuais de viagem, enciclopédias de biologia, e os restantes exemplos agora conhecidos, aumentam a experiência de sonhar para além das letras.
Com o iPod, Steve Jobs quis optimizar a experiência humana de telemóvel. O mesmo poderá acontecer entre o iPad e relação que se tem com a leitura de conteúdos em revistas ou livros.
Por parte da industria livreira, ouvem-se vozes optimistas.“O iPad representa a primeira oportunidade real de criar um modelo que pague a distribuição de conteúdos. A psicologia de pagamento das tablets difere da dos PC”, afirma o CEO da Penguin Books, John Makinson.
Post publicado em simultâneo com o eBookPortugal.
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