Ir até ao outro lado do mundo à custa do Twitter

avatarJoão Almeida 2/04/2009

twitchhiker

Chegar ao outro lado mundo à custa do Twitter parece impossível, mas foi o que Paul Smith conseguiu em menos de um mês.

Paul, jornalista e colaborador do The Guardian, embarcou num projecto que levou ao limite as capacidades das redes sociais. No dia 1 de Março saiu de casa até à estação de autocarros local e o objectivo era chegar o mais longe possível recorrendo apenas à ajuda obtida através do Twitter e seguindo escrupulosamente cinco regras:

  1. apenas aceitar ofertas de utilizadores que estivessem a seguir @twitchhiker,
  2. fazer planos para não mais que três dias,
  3. gastar dinheiro apenas em algo que caiba na sua mala (comida, lembranças, etc.)
  4. se existissem várias ofertas disponíveis, escolher uma delas; caso apenas existisse uma oferta, aceitá-la obrigatoriamente em 48 horas,
  5. o projecto terminaria se em 48 horas não existissem ofertas disponíveis

mapnessForam precisos 27 dias, 167678 quilómetros e a ajuda de muita gente pelo caminho, mas Paul eventualmente chegou o mais perto possível do destino, numa ilhota perdida na Nova Zelândia nos antípodas da sua cidade no Reino Unido. Pelo caminho ele não só foi actualizando o Twitter do projecto, afinal disso dependia a sua ajuda, como mas também foi mantendo um registo fotográfico e em vídeo do seu progresso.

O termo crowdsourcing (recurso à “inteligência colectiva” da Internet e de quem a utiliza) é muito usado quando se fale em redes sociais mas aqui foi levado a uma escala nunca antes vista.

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Twitter            

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Data
2 Abril 09 10:43

Autor
João Almeida
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é licenciado em Engenharia Informática e de Computadores, programador e consultor em Tecnologias de Informação, ávido fotógrafo nas horas vagas com um enorme desejo por descobrir o máximo possível deste cantinho do universo. Pode seguí-lo em twitter.com/t3mujin         


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