A geolocalização tem, sem dúvida, um lugar muito confortável no futuro dos social media, mas um lugar muito ingrato no presente (panorama português).
Não me atreveria em falar da substituição de redes como o Twitter/ Facebook, mas numa integração para acompanhar esta tendência – essa tentativa por parte das principais redes sociais à escala mundial já se começa a verificar.
No entanto existe ainda uma reticência (portuguesa) ao uso do Foursquare (e outras plataformas de geolocalização). E porquê? Façamos antes a pergunta: quais são as mais valias para quem as utiliza? Há ainda um número muito diminuto de utilizadores (e ainda mais diminuto de utilizadores activos), o que se traduz numa pequena quantidade de recomendações/tips, pouco sentimento de pertença e de partilha. Tão simples quanto: Não há razões suficientemente fortes para estar, não estou!
Para além disso… não há marcas/empresas a apostarem no Foursquare! Temos todos os passatempos e diálogos com marcas no Facebook, ninguém se lembra do que alguma vez foi o hi5, e ainda ninguém houve falar do Foursquare. (atenção: no panorama americano estas afirmações já não fazem tanto sentido, está aqui a ser considerado a realidade portuguesa).
É de realçar o poder do império Facebook e a ascensão (ao seu ritmo) do Foursquare com as notícias desta semana: empresa de Dennis Crowley atingiu os 100 milhões de check ins esta semana, na mesma altura em que o Facebook confirma os 500 milhões de utilizadores.
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