De acordo com a edição online do jornal britânico The Guardian e outros sites, o governo chinês decidiu bloquear várias redes sociais a dois dias do vigésimo aniversário do “incidente do 04 de Junho” na Praça Tiananmen.
Entre os media sociais proibidos durante os próximos dias na China, contam-se o Facebook, o Flickr, o Twitter e até o serviço de email Hotmail, entre outros. O YouTube encontra-se inacessível desde Março e o famoso Blogger também já tinha sido proibido o mês passado. Também curioso é o facto do recentíssimo motor de busca da Microsoft, inaugurado ontem, o Bing, ter sido também colocado na lista negra.
Entretanto, Loïc Le Meur apurou que a sua ferramenta, o Seesmic Desktop, e possivelmente outras aplicações que utilizem a API do Twitter, estão a conseguir contornar, pelo menos para já, os filtros do governo de Pequim.
Relembramos ainda que a China não é, infelizmente, o único país a adoptar medidas altamente restritivas na utilização da Internet. Ainda há poucos dias atrás os utilizadores iranianos viram negado o acesso ao Facebook, numa tentativa de destabilizar a campanha de Moussavi, o maior opositor à reeleição de Ahmadinejad, que está a utilizar os media sociais de forma bastante inteligente para fazer passar a sua mensagem à juventude.

















