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	<title>Diário2 &#187; investigação</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Microsoft, Google, Twitter e Amazon: em queda nos gráficos de atenção</title>
		<link>http://diario2.com/microsoft-google-twitter-e-amazon-em-queda-nos-graficos-de-atencao-5956</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 16:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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		<description><![CDATA[O DoMelhor é, entre outras coisas, uma boa fonte para avaliar tendências. Esta semana decidimos verificar quais os temas em nítida perda continuada. Microsoft Sem surpresa, verificamos que a Microsoft vai merecendo cada vez menos atenção em cada trimestre que passa. (Siga aqui as notícias sobre a Microsoft, apuradas pela acção dos milhares de utilizadores-editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://domelhor.net">DoMelhor</a> é, entre outras coisas, uma boa fonte para avaliar tendências. Esta semana decidimos verificar quais os temas em nítida perda continuada.</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/microsoft" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Microsoft">Microsoft</a></h3>
<p>Sem surpresa, verificamos que a <a href="http://domelhor.net/?search=Microsoft">Microsoft</a> vai merecendo cada vez menos atenção em cada trimestre que passa.<br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:147,148,146,106,114,112,84,79,108,137,100,66,54,57,37,37,40,3&#038;chds=0,150&#038;chxr=0,0,150,30&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Siga <a href="http://domelhor.net/?search=Microsoft">aqui as notícias sobre a Microsoft</a>, apuradas pela acção dos milhares de utilizadores-editores do DoMelhor.)</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a></h3>
<p><strong>Já a <a href="http://domelhor.net/?search=Google">Google</a> também quebra, mas com uma curva muito menos acentuada.</strong><br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Google:+Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:143,236,129,162,124,136,163,102,101,136,117,165,140,132,115,103,99,12&#038;chds=0,240&#038;chxr=0,0,240,30&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Siga <a href="http://domelhor.net/?search=Google">aqui as notícias mais relevantes sobre a Google</a>.)</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a></h3>
<p>Abrupta e curiosa é a quebra do <a href="http://domelhor.net/?search=Twitter">Twitter</a>: atingiu o pico do interesse há dois anos, tendo vindo a perder aceleradamente desde então.<br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Twitter:+Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:2,0,1,9,4,10,9,17,39,92,126,95,68,45,45,38,23,6&#038;chds=0,130&#038;chxr=0,0,130,20&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Leia as <a href="http://domelhor.net/?search=Twitter">notícias mais relevantes sobre o Twitter</a>.)</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/amazon" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Amazon">Amazon</a></h3>
<p>Já a <a href="http://domelhor.net/?search=Amazon">Amazon</a> quase desapareceu do gráfico de interesses há um ano, mas voltou &#8212; ainda que mantendo um perfil baixo.<br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Amazon:+Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:4,4,10,10,7,7,7,4,10,7,6,8,3,0,2,3,5,0&#038;chds=0,10&#038;chxr=0,0,10,10&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Leia <a href="http://domelhor.net/?search=Twitter">aqui as notícias mais relevantes sobre a Amazon</a>.)</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/google" title="google" rel="tag">google</a>, <a href="http://diario2.com/tag/amazon" title="Amazon" rel="tag">Amazon</a>, <a href="http://diario2.com/tag/microsoft" title="Microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Microsoft reforça aposta no motor de pesquisa: Bing torna-se sazonal</title>
		<link>http://diario2.com/microsoft-reforca-aposta-no-motor-de-pesquisa-bing-torna-se-sazonal-5387</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 14:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JL Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Bing]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo pedido de patente da Microsoft pode indicar uma alteração no seu motor de busca, o Bing, originando resultados da pesquisa diferentes de acordo com a intenção de quem procura e da própria época do ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo <a href="http://appft.uspto.gov/netacgi/nph-Parser?Sect1=PTO2&amp;Sect2=HITOFF&amp;u=/netahtml/PTO/search-adv.html&amp;r=1&amp;p=1&amp;f=G&amp;l=50&amp;d=PG01&amp;S1=20100257164.PGNR.&amp;OS=dn/20100257164&amp;RS=DN/20100257164" target="_blank">pedido de patente</a> da <a href="http://diario2.com/tag/microsoft" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Microsoft">Microsoft</a> pode indicar uma alteração no seu motor de busca, o <a href="http://diario2.com/tag/bing" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Bing">Bing</a>, originando resultados diferentes nas pesquisas, de acordo com a intenção de quem procura e da própria época do ano.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5388" title="bing" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/10/bing.jpg" alt="" width="500" height="301" /></p>
<p>De acordo com a patente, o motor de busca passa a ter em conta a frequência de pesquisas para determinado assunto, a alteração significativa no número vezes em que é mencionado na <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a> e o interesse global demonstrado por cliques no mesmo assunto. Tudo num período demarcado de tempo, indicando uma alteração temporal do tema e definindo os resultados em determinada época do ano.</p>
<p>Como exemplo podemos pensar numa pesquisa ao Brasil, que com a proximidade do verão a intenção de quem pesquisa, talvez seja a de encontrar locais para férias. Diferente de uma pesquisa neste momento, em que o principal propósito pode focar-se na atual politica brasileira, devido à proximidade de eleições presidenciais.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/bing" title="Bing" rel="tag">Bing</a>, <a href="http://diario2.com/tag/microsoft" title="Microsoft" rel="tag">Microsoft</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Recorded Future: Google investe em prever o futuro</title>
		<link>http://diario2.com/recorded-future-google-investe-em-prever-o-futuro-4364</link>
		<comments>http://diario2.com/recorded-future-google-investe-em-prever-o-futuro-4364#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 May 2010 09:39:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
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		<category><![CDATA[Sabedoria das Multidões]]></category>

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		<description><![CDATA[A Google  investiu uma soma não revelada de dinheiro na Recorded Future, uma espécie de bola de cristal hi-tech: pretende conseguir previsões semelhantes às meteorológicas. Analisando um grande conjunto de dados, conseguem-se identificar comportamentos em situações semelhantes e como tal fazer algumas previsões. Com ferramentas de manipulação e visualização de resultados e projecções, faz-se o resto.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo que esperava da <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a> um movimento como o revelado ontem: um investimento, de soma não declarada, na empresa <a href="http://www.recordedfuture.com/">Recorded Future</a> &#8212; que, como o nome indica, pretende gravar o futuro.</p>
<p>A Recorded Future é uma espécie de bola de cristal <em>hi-tech: </em>pretende conseguir previsões semelhantes às meteorológicas. Analisando um grande conjunto de dados, conseguem-se identificar comportamentos em situações semelhantes, e como tal fazer algumas previsões. Com ferramentas de manipulação e visualização de resultados e projecções, faz-se o resto.</p>
<p>Em actividade desde Abril de 2009, a Recorded Future (ver <a href="http://blog.recordedfuture.com/">blog da empresa</a>) tualmente a empresa já fornece relatórios sobre o mercado financeiro, geopolítica, indústria, figuras públicas, segurança de sistemas de comunicação e até terrorismo (ver video abaixo). Mas a aplicação pode ser usada (149 dólares mensais) para gerar resultados sobre um determinado tema, ou até pessoa.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nG97B7tiUQg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/nG97B7tiUQg&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>A tática do martelo</h3>
<p>A aproximação da Recorded Future ao problema está bem de acordo com a aproximação da Google. Basicamente, consiste em: primeiro acumular grandes quantidades de dados; segundo, extrair meta-informação desses dados para prestar serviços de valor &#8212; sejam resultados de pesquisas que estão muito acima do que a concorrência é capaz de fazer, seja o melhor anti-spammer do mercado, ainda por cima fornecido de borla. Terceiro, apurar a fórmula.</p>
<p>Aliás, basta ouvir os engenheiros e os altos quadros da Google para perceber quanto eles valorizam a acumulação de dados e a extracção de todos os tipos de valor através da tática do martelo ou da força bruta, muito comum aos engenheiros informáticos &#8212; como os tenho ouvido, já esperava o movimento de aquisição.</p>
<p>Já há algum tempo, de resto, que a própria Google vem &#8220;brincando&#8221; com a análise de dados para previsão. Subsidia projectos sem fins lucrativos destinados ao combate de doenças usando a informação colhida em tempo real das pesquisas feitas pelas pessoas. Por exemplo, se o número de pesquisas por &#8220;gripe&#8221; aumenta subitamente numa determinada região, ou regiões, isso constitui um alerta em tempo real &#8212; muitas horas antes do padrão poder ser detectado pelas autoridades sanitárias, ou mesmo dias e semanas, em certas latitudes.</p>
<p>(Aprofundar: com <a href="http://www.nature.com/nature/journal/v457/n7232/full/nature07634.html">Detecting influenza epidemics using search engine query data</a>, o artigo publicado na revista Nature, e vendo o <a href="http://www.google.org/flutrends/">FluTrends</a>, na Google.)</p>
<p>Em Fevereiro de 2008 a Google anunciou um investimento de 25 milhões de dólares num prazo de 5 anos para programas de combate a ameaças.</p>
<p>Esse programa está dentro da Google.org &#8211; o ramo da Google não votado ao lucro, cuja direcção foi entregue a Larry Briliant, cientista com um papel determinante no combate à varíola.</p>
<h3>A tática da inteligência</h3>
<p>A utilização de grandes quantidades de dados e respectiva análise é um método antigo, ao qual a Google &#8212; e também a Recorded Future &#8212; dão a volta com uma larga experiência nos métodos de aquisição, arquivamento, filtragem e processamento. Estes novos processos permitidos pelo bom uso da informática permitem melhorar substancialmente a pesquisa, na medida em que a aceleram brutalmente.</p>
<p>Contudo, há outra aproximação mais radical a problemas de informação que também tem sido testada para prever comportamentos, nomeadamente do mercado financeiro. Consiste na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wisdom_of_the_crowd">sabedoria das multidões</a> &#8212; colocar uma questão a uma grande quantidade de cérebros e extrair a média das respostas. É excelente para prever o peso de um animal ou o número de feijões num frasco (exemplos referidos no <a href="http://www.randomhouse.com/features/wisdomofcrowds/">The Wisdom of Crowds</a>, de James Surowiecki, que já li faz tempo, e que é excelente para quem quiser desbravar esta fascinante área. <a href="http://economico.sapo.pt/loja/livros/a-sabedoria-das-multidoes-10_59.html">Está disponível</a> em português.).</p>
<p>Abusando da expressão para efeitos de estilo, esta é a tática da inteligência &#8212; seja lá isso o que for. Tornando mais complexa a grelha de interpretação (confronto de respostas por grupos de cérebros) podemos melhorar, ou piorar, os cenários de previsão.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/_n4BoXDqSV94/S-C9lS1CxzI/AAAAAAAAAFc/n0HcHoAy4UA/s1600/trocasdeopiniao.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_n4BoXDqSV94/S-C9lS1CxzI/AAAAAAAAAFc/n0HcHoAy4UA/s320/trocasdeopiniao.jpg" border="0" alt="" width="320" height="313" /></a></div>
<p>A Sabedoria das multidões tem dado bons resultados na antecipação de resultados eleitorais e no mercado de capitais, mas além da componente séria há a lúdica, a não desprezar. As técnicas dos mercados de previsão têm eco em Portugal no <a href="http://www.trocasdeopiniao.eu/">Trocas de Opinião</a>, um site que poderá ter um papel interessante em próximos actos eleitorais &#8212; no ano passado ainda não tinha massa crítica. Mas com o tempo isso esbater-se-á. Hoje já ali surgem resultados a ter em conta.</p>
<p>Sendo certo que a aproximação da Google aos problemas nunca privilegiou o processamento pelos humanos &#8212; os cientistas-google são mais do género de usar a força dos algoritmos e o poder dos processadores &#8211;, a verdade é que, em última análise, a acção humana está bem no cerne do seu processo: são os biliões de acções humanas, sobretudo de pesquisa, mas também de decisão (como no Gmail, onde, sem nos apercebermos, ajudamos a detectar o spam), que alimentam os seus imensos, colossais armazéns de dados.<br />
Resta-me acrescentar que esta aquisição surge num embrulho com outras da Google Venture, o braço da Google para os investimentos fora da área tecnológica e de longo prazo (tem apostado no mercado da energia comprando eólicas, entre outras aquisições).</p>
<p>(Publicado originalmente no blog do Correio da Manhã, <a href="http://ondasnarede.blogspot.com/">Ondas na rede</a>)</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/google" title="google" rel="tag">google</a>, <a href="http://diario2.com/tag/sabedoria-das-multidoes" title="Sabedoria das Multidões" rel="tag">Sabedoria das Multidões</a>, <a href="http://diario2.com/tag/recorded-future" title="Recorded Future" rel="tag">Recorded Future</a><br /><br/>

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		<title>Ryanair: amor e ódio no Facebook</title>
		<link>http://diario2.com/ryanair-amor-e-odio-no-facebook-4058</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 14:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Ryanair, com 65 milhões de passageiros transportados em 2009, suscita todo o tipo de sentimentos no Facebook. Sem oficializar a presença em qualquer extensão da Web Social, mobiliza milhares de pessoas em páginas e, sobretudo, grupos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As &#8220;baixo custo&#8221; são das companhias aéreas que mais emoções despertam. Paixão e clubismo de um lado, ódio e raiva de outro.</p>
<p>A <a href="http://www.ryanair.pt">Ryanair</a>, com <strong>65 milhões</strong> de passageiros transportados em <strong>2009</strong>, suscita todo o tipo de sentimentos no <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>. Sem oficializar a presença em qualquer extensão da Web Social, mobiliza milhares de pessoas em páginas e, sobretudo, grupos.</p>
<p>Depois das bases criadas em <strong>Porto </strong>e <strong>Faro </strong>os holofotes da <a href="http://www.ryanair.pt/">Ryanair</a> apontam para <strong>Lisboa</strong>, destino sem operações da companhia. No <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> o <strong>“prós e contras&#8221;</strong> já começou com a criação dos grupos <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=233408327790&amp;ref=search&amp;sid=727917895.2469671720..1" target="_blank">We Want Ryanair in Lisbon</a> e do <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=245240581295&amp;ref=search&amp;sid=727917895.2469671720..1" target="_blank">We Don&#8217;t Want Ryanair in Lisbon</a>. O primeiro tem mais de <strong>10 mil</strong> participantes e o segundo menos de <strong>50</strong>.</p>
<p><img class="size-full" title="ryanair love hate" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/ryanair-low-hate.jpg" alt="ryanair love hate" width="474" height="137" /></p>
<p>Outros campos de batalha estão abertos em toda a linha do <a href="http://www.ryanair.pt">Facebook</a>, mas de forma isolada. Os conhecidos sites de ódio da <a href="http://www.ryanair.pt">Ryanair</a> têm equivalentes na rede social mais conhecida do mundo ocidental: <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=80328981952&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">We hate RYANAIR</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=53756201040&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">RyanAir boycott</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=43631014991&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Odio Ryanair</a>, etc. Outros mostram simpatia pela companhia:<a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=51314056867&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank"> Forza RyanAir</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=221848738036&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Ryanair Fanclub</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=221848738036&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Fans de los billetes de Ryanair a 1euro ó 1 centimo</a>.</p>
<p>Entre os mais concorridos, estão os grupos de pedidos à <a href="http://www.ryanair.pt" target="_blank">Ryanair</a> para a criação de ligações a determinados destinos, como comprovam <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=233408327790&amp;ref=search&amp;sid=727917895.2469671720..1" target="_blank">Lisboa</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=39419884113&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Istanbul</a> e <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=93324667062&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Badajoz</a>. Outras pressões, como a realizada por italianos <a href="http://www.facebook.com/search/?flt=1&amp;q=Ryanair&amp;o=69&amp;sid=727917895.964805837..1&amp;s=0#/group.php?gid=217790768550&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">pela companhia aérea &#8220;contra&#8221; a ENAC</a>,  instância aeroportuária do país.</p>
<p>A publicidade da <a href="http://www.ryanair,pt" target="_blank">Ryanair</a> tem residido no anúncio de causas que parecem excêntricas como, por exemplo, a criação de uma <a href="http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/taxa-wc-avanca-diz-michael-oleary/2009/06/" target="_blank">taxa de utilização de WC</a>. As emoções que geram  geram burburinho negativo em sites, <a href="http://diario2.com/tag/blogues" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with blogues">blogues</a>, livros e <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>. A companhia agradece. <strong>Daniel de Carvalho</strong>, director de comunicação da empresa, <a href="http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/%E2%80%9Cem-2010-queremos-transportar-3-3-milhoes-de-passageiros-em-portugal%E2%80%9D-afirma-daniel-carvalho-ryanair/2009/12/" target="_blank">afirmava recentemente</a>, &#8220;com 5 milhões de euros transportamos 66 milhões de passageiros, enquanto o nosso competidor mais próximo transporta 8 milhões de passageiros gastando 10 vezes mais do que nós em <a href="http://diario2.com/tag/marketing" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marketing">marketing</a>&#8221;.</p>
<p><strong>[Este artigo foi publicado em simultâneo no <a href="http://lowcostportugal.net" target="_blank">LowCost Portugal</a>]</strong></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/facebook" title="Facebook" rel="tag">Facebook</a>, <a href="http://diario2.com/tag/ryanair" title="ryanair" rel="tag">ryanair</a>, <a href="http://diario2.com/tag/marketing" title="marketing" rel="tag">marketing</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Bloggers presos em nome da liberdade de expressão</title>
		<link>http://diario2.com/bloggers-presos-em-nome-da-liberdade-de-expressao-3228</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
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		<description><![CDATA[Em vários pontos do globo, a opinião de <em>bloggers</em><strong> </strong>continua a ser tão relevante que os leva à prisão. Na primeira quinzena de Novembro, as autoridades de quatro países agiram com especial ênfase a perante autores que falaram/falam "demais". Os dados são da Global Voices Advocacy, um serviço que regista os casos num mapa mundial actualizável pelo cidadão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em vários pontos do globo, a opinião de <em>bloggers</em><strong> </strong>continua a ser tão relevante que os leva à prisão. Na primeira quinzena de Novembro, as autoridades de quatro países agiram com especial ênfase a perante autores que falaram/falam &#8220;demais&#8221;. Os dados são da Global Voices Advocacy, um serviço que regista os casos num mapa mundial actualizável pelo cidadão.</p>
<p><strong>Fatma Riahi</strong>, professora de artes performativas e autora do <a href="http://fatma-arabicca.blogspot.com/">Arabicca</a> foi detida a <strong>2 de Novembro</strong> na <strong>Tunísia</strong>. As suas contas em <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> passaram a ser controladas pelas autoridades e o seu blogue foi apagado. Enfrenta 3 anos de prisão por suspeito crime contra o presidente tunisino.</p>
<p>Na <strong>África do Sul</strong>, &#8220;Uhuru Guru&#8221;, o autor do <a href="http://www.zasucks.com/">Zasucks</a> foi detido a <strong>4 de Novembro</strong>. À sua família foram confiscados computadores e telemóveis. O blogue que alimentava tem um tom muito crítico sobre as acções e políticas anti-crime do governo.</p>
<p>No <strong>Azerbaijão</strong>, dois vídeo bloggers realizaram uma peça onde um burro a satirizava o governo. Na quarta-feira passada foram condenados a penas de dois e dois anos e meio por alegados actos de “hooliganismo” decorridos num restaurante a<strong> 8 de Julho</strong>. Ambos referem que o acto que os levou à prisão foi perpetrado pelas autoridades e que a sentença se deve ao vídeo colocado no <strong>Youtube</strong>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Aaecvg7xCIk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/Aaecvg7xCIk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A blogger cubana <strong>Yoani Sánchez</strong>, revelou no seu <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/">Generación Y</a> ter sido presa e espancada quando se deslocava para a participação de marcha anti-violência. Yoani tem recebido vários <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Yoani_S%C3%A1nchez#Awards">prémios internacionais</a>.</p>
<p>Estes são apenas alguns dos muitos casos que a <a href="http://threatened.globalvoicesonline.org/">Global Voices Advocacy</a> regista desde o ano <strong>2000</strong>. Esta organização activou um mapa mundial onde são contabilizados bloggers que foram ameaçados, presos ou mortos por ousarem exprimir-se livremente.</p>
<div id="attachment_3289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-3289" title="Global Voices Advocacy" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/GlobalVoicesAdvocacy.jpg" alt="Global Voices Advocacy" width="590" height="620" /><p class="wp-caption-text">Global Voices Advocacy</p></div>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/direitos" title="direitos" rel="tag">direitos</a>, <a href="http://diario2.com/tag/blogues" title="blogues" rel="tag">blogues</a>, <a href="http://diario2.com/tag/liberdade-de-expressao" title="liberdade de expressão" rel="tag">liberdade de expressão</a>, <a href="http://diario2.com/tag/liberdade" title="liberdade" rel="tag">liberdade</a><br /><br/>

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		<title>Revolução nas escolas passa pelo uso criativo, interdisciplinar e colaborativo da tecnologia</title>
		<link>http://diario2.com/revolucao-nas-escolas-passa-pelo-uso-criativo-interdisciplinar-e-colaborativo-da-tecnologia-2924</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
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		<category><![CDATA[manifesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Levar as pessoas a pensar que a "revolução" a fazer nas escolas não passa tanto pela tecnologia mas pelo uso criativo e colaborativo que esta potencia, é a razão de ser do Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/students-today.jpg" alt="students-today" title="students-today" width="250" height="229" class="alignright size-full wp-image-2926" />Levar as pessoas a pensar que a &#8220;revolução&#8221; a fazer nas escolas não passa tanto pela tecnologia mas pelo uso criativo, interdisciplinar e colaborativo que este potencia, é a razão de ser do <a href="http://diario2.com/tag/manifesto" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with manifesto">Manifesto</a> pela <a href="http://diario2.com/tag/criatividade" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with criatividade">Criatividade</a> e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas &#8212; um documento que está a ser escrito a várias mãos e que nas primeiras 48 horas teve mais de 1.000 edições.</p>
<p>O documento partiu de um professor, João Lima, que utilizou para a divulgação exclusivamente a rede de <em>microblogging</em> <a href="http://diario2.com/tag/twitter">Twitter</a> e a sua sala de aula. Está fixado um prazo limite, findo o qual João Lima procurará a publicação pelo Ministério da Educação e a distribuição pelas escolas &#8212; como revelou em entrevista a Diário2, reproduzida abaixo.</p>
<p>O <a href="http://docs.google.com/Doc?docid=0AXrmflYxr6QbZGdqejlydHpfMjdmNWJmNWpneA&#038;hl=pt_PT">Manifesto pela Criatividade e Colaboração no uso da Web 2.0 nas Escolas Portuguesas</a> é escrito &#8220;<em>colaborativamente por docentes do Ensino Básico e Secundário e outros agentes do sistema educativo português (Nível Básico, Secundário e Superior), assim como investigadores e outros interessados em criar um documento de referência para o uso criativo e colaborativo de ferramentas da designada Web 2.0 no contexto educativo actual</em>&#8220;, lê-se na sua abertura.</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/manifestoescolas.jpg" alt="manifestoescolas" title="manifestoescolas" width="500" height="342" class="aligncenter size-full wp-image-2929" /></p>
<h3>João Lima: um passo de cada vez, tudo é possível</h3>
<p><strong>Diário 2</strong>: O João Lima é professor onde? Idade, interesse pela web 2.0 desde quando?</p>
<p><strong>João Lima</strong>: <em>Sou professor do Ensino Básico e Secundário mas este projecto começou no âmbito das minhas funções como Formador do Centro de Formação de Professores de Cascais. Tenho 35 anos e o meu interesse no uso das ferramentas da Web 2.0 vem desde há muitos anos.</em> </p>
<p><strong>P.</strong>: Porque decidiu criar este documento partilhado?</p>
<p><strong>R.</strong>: <em>Este documento tem como autores eu e mais 24 formandos do curso Comunidades Virtuais de Aprendizagem: A <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a> e o Ensino da História &#8211; CVAHist09 e foi com o objectivo de demonstrar o &#8220;poder&#8221; do trabalho colaborativo que o <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a> Docs permite que lancei o desafio aos formandos. Logo pensei que se fizesse o alargamento à comunidade externa ao curso muito este documento podia ter a ganhar e assim o foi. Tornei o documento público e passou a ter &#8220;indefinido&#8221; numero de autores e participantes. A razão por detrás deste documento é a de fazer pensar que a &#8220;revolução&#8221; a fazer nas escolas não passa tanto pela tecnologia mas pelo uso criativo e interdisciplinar e colaborativo que este potencia. </em> </p>
<p><strong>P.</strong>: Quando é que começou?</p>
<p><strong>R.</strong>:<em> Começou no dia 3 de Novembro. Incrível não é? Que em menos de 48 horas quase 20 pessoas e mais de 1000 edições foram-se juntando e foram realizadas?</em></p>
<p><strong>P.</strong>: Dispondo de outras formas editoriais indicadas para o trabalho colaborativo, como os wikis, porque optou por um google doc?</p>
<p><strong>R.</strong>: <em>Primeiro influenciado pela ideia e prática do projecto A Vision of Students Today</em> (ver video no final deste artigo)<em>. Depois porque queria ver até que ponto quem tanto fala de colaboração realmente o fazia quando confrontado com um desafio. De facto vemos muita partilha e pouca colaboração. Queria mudar essa ideia e essa prática. O Google Docs permite uma edição simples, rápida, sem registos e coisas que limitam a participação. Por outro lado permite a auto-regulação livre para a criação de um documento deste tipo o que é fundamental para cada um dos participantes ter a <a href="http://diario2.com/tag/liberdade" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with liberdade">liberdade</a> que quer para expressar o seu ponto de vista.</em></p>
<p>P.: Como está a ser feita a divulgação pelos pontenciais autores?</p>
<p>R.: <em>Estou a usar o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>. Só. </em></p>
<p><strong>P.</strong>: Já tem uma metodologia para a pretendida distribuição pelas escolas?</p>
<p><strong>R.</strong>:<em> Sim. Se o documento final tiver uma relevância de excelência como acredito que vá ter, aposto numa publicação pelo Ministério da Educação, para além de ser transformado numa página Wiki para ter a natural evolução com a disseminação que poderá vir a ter. Para além disso penso que poderá resultar num trabalho de preparação para um guia de formação de professores que pode envolver alguns dos autores para a elaboração de um programa nacionalmente difundido e implementado. Um passo de cada vez, tudo é possível.</em></p>
<h3>A Vision of Students Today</h3>
<p>O video que inspirou João Lima. (leitores de feed e newsletters, sigam este link.)</p>
<p><object width="500" height="405"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/48Xnxgjot0k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/48Xnxgjot0k&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x3a3a3a&#038;color2=0x999999&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="405"></embed></object></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/criatividade" title="criatividade" rel="tag">criatividade</a>, <a href="http://diario2.com/tag/manifesto" title="manifesto" rel="tag">manifesto</a>, <a href="http://diario2.com/tag/escolas" title="escolas" rel="tag">escolas</a><br /><br/>

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		<item>
		<title>Os 40 anos da Internet e o caso português</title>
		<link>http://diario2.com/os-40-anos-da-internet-e-o-caso-portugues-2295</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Legatheaux]]></category>
		<category><![CDATA[Público]]></category>
		<category><![CDATA[zmaglh]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada celebraram-se os 40 anos da Internet -- um marco simbólico, pois que a rede das redes tem muitas outras efemérides. No caso português, por exemplo, a Internet "começa" verdadeiramente em 1990, sendo raras as pessoas que a conheciam anteriormente. Mas só a partir de 1994 se inicia a explosão da rede em Portugal, aliás um dos países europeus pioneiros na massificação da Internet.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-2300" title="net40anospublico" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/net40anospublico.jpg" alt="net40anospublico" width="300" height="258" />Na semana passada celebraram-se os 40 anos da <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a> &#8212; um marco simbólico, pois que a rede das redes tem muitas outras efemérides. No caso português, por exemplo, a <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a> &#8220;começa&#8221; verdadeiramente em 1990, sendo raras as pessoas que a conheciam anteriormente. Mas só a partir de 1994 se inicia a explosão da rede em Portugal, aliás um dos países europeus pioneiros na massificação da <a href="http://diario2.com/tag/internet" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with internet">Internet</a>.<br />
Comemorando a data, o <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">Público</a> fez um trabalho notável a 2 títulos. Primeiro, foi desencantar a figura histórica mais marcante para a implantação da rede em Portugal &#8212; o professor José <a href="http://diario2.com/tag/legatheaux" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Legatheaux">Legatheaux</a> Martins &#8212; e deu-lhe destaque. Segundo, recorreu a um dos mais recentes formatos nativos da Internet e incorporou-o na edição: uma cronologia deste quase meio século, desenvolvida no Dipity (ver mais abaixo).<br />
O artigo de Susana Almeida Ribeiro, <a href="http://www.publico.pt/Tecnologia/os-pioneiros-da-internet-em-portugal_1407629">Os pioneiros da Internet em Portugal</a>, conta exemplarmente uma história que nunca teve a atenção devida pelo grande público.<br />
&#8220;<em>No meio académico português no final dos anos de 1980 já existiam alguns académicos que conheciam a Internet &#8211; visto que a tinham utilizado esporadicamente quando estavam no estrangeiro, ou ouvido falar nela &#8211; e que desejavam interligar as universidades entre si e estas com a Internet para potenciar o seu trabalho de investigação e contactos com o estrangeiro</em>&#8220;, recorda Legatheaux no Público.<br />
(Fora do meio académico, a <a id="aptureLink_ApEQBOO5wW" href="http://en.wikipedia.org/wiki/CompuServe">CompuServe</a> era o único serviço comercial que se podia assinar no país e que dispunha de algumas portas com a Internet, nomeadamente  o correio electrónico. Em 1988, quando eu próprio me liguei, existiram talvez uma centena de portugueses a usar o número de telefone intercontinental de preço acessível, fornecido pela CompuServe. )</p>
<h3>1994: o ano zero da Internet em Portugal</h3>
<p>Em 1994 tudo mudou em Portugal. Dos órgãos de comunição social portugueses apenas a RTP já tinha o seu domínio registado (rtp.pt é registado oficialmente em 28/05/1993). Havia apenas 40 domínios na hierarquia .pt (fonte: <a href="http://www.centroatl.pt/titulos/futuro/passado.php3">O Passado da Internet</a>, Centro Atlântico), reconhecida internacionalmente desde 1990.<br />
Alguns dados desse ano, tal com compilados pelo Libório Silva, do Centro Atlântico, a primeira editora atenta à Internet e a usá-la cmo canal:</p>
<ul>
<li>António Saraiva (dr Bakali) no Blitz, Paulo Querido (<em>sim, eu próprio</em>) no Expresso e José Victor Malheiros no Público desenvolvem diversas peças jornalísticas sobre a Internet.</li>
<li>Mais de 100 BBSs com grande capacidade de iniciativa (e.g., Rede de Paulo Querido, Miguel Vitorino e Fernando Soares, CATS de Miguel Vitorino, Imagine de José de Ameida e Visus de José Câmara) mas nenhuma delas iria sobreviver à Internet.</li>
<li>Mais de 100 fornecedores de serviços de Videotexto tentavam o êxito. Tal como nas BBSs, nenhum deles (à excepção do Guianet) iria sobreviver à mudança de paradigma para a rede das redes.</li>
<li>O PUUG, gerido por Prof. J. Legatheaux Martins, Rui Bana e Costa e Prof. Nuno Guimarães dá acessos Internet a cerca de 100 empresas sócias e não mais de 50 particulares.</li>
<li>(29/Mar) Seminário &#8220;Portugal na Internet&#8221; no LNEC organizado pela FCCN, PUUG, Agência de Inovação e <a href="http://diario2.com/tag/zmaglh" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with zmaglh">zmaglh</a> (<em>José Magalhães, actual Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária</em>)<br />
A Telepac aproveita o Seminário para anunciar que estava prestes a lançar o serviço de fornecimento de acessos à Net.</li>
<li>O PUUG alarga o serviço a todos os particulares interessados.</li>
<li>(2/Jun) Paulo Melo do INESC de Coimbra anuncia a criação da hierarquia de news pt.* com os grupos pt.geral e pt.news (até então as conversas em português eram mantidas no grupo soc.culture.portuguese)</li>
<li>(Jun) Esoterica (<em>de Mário Valente e Luís Sequeira</em>) inicia o fornecimento de acessos à Internet em modo offline (e sem www)</li>
<li>(Set) Telepac inaugura o serviço de acesso à Internet em modo terminal (projecto técnico da responsabilidade de Henrique Carreiro e Paulo Ribeiro). O Presidente da Telepac, Iriarte Esteves, é o responsável estratégico pela grande aposta na &#8220;net&#8221;</li>
<li><strong>Velocidades de acesso máximas: 9.600 bps</strong></li>
<li>(Nov) Blitz torna-se na primeira publicação em papel portuguesa com edição na Web</li>
</ul>
<h3>O seminário do LNEC</h3>
<p>O seminário do LNEC ficou não apenas na memória dos presentes (<em>eu estava lá e fiz algumas perguntas tanto a Legatheaux Martins como a José Magalhães, utilizador diário da nossa BBS</em>) como para a História da Internet em Portugal.<br />
“<em>Esse seminário marcou claramente o aparecimento ao grande público da Internet em Portugal</em>”, recordou agora ao Público José Legatheaux, actual sub-director da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. Que &#8220;<em>em 1994 era o “homem do momento”. A Internet em Portugal passava, necessariamente, por ele</em>&#8220;, descreve com exatidão Susana Almeida Ribeiro.</p>
<h3>Cronologia</h3>
<p>A fechar, partilhamos a excelente cronologia elaborada por João Pedro Pereira com recurso ao Dipity e publicada no Público: <a href="http://static.publico.clix.pt/40anosinternet/">40 anos de Internet</a>.</p>
<div class="dipity_embed" style="width: 600px;"><a href="http://www.dipity.com/publico/personal">Jornal P.</a> on <a href="http://www.dipity.com/"></a>Dipity</div>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/legatheaux" title="Legatheaux" rel="tag">Legatheaux</a>, <a href="http://diario2.com/tag/internet" title="internet" rel="tag">internet</a>, <a href="http://diario2.com/tag/publico" title="Público" rel="tag">Público</a>, <a href="http://diario2.com/tag/zmaglh" title="zmaglh" rel="tag">zmaglh</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Maitê Proença e o Pingo Doce Demonstram Mobilização das Redes Sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se dúvidas houvesse quanto ao poder mobilizador (para o bem, para o mal e para o irrelevante) das redes sociais, os últimos dias trouxeram dois casos que o demonstram na perfeição: o vídeo em que Maitê Proença goza com Portugal e o novo anúncio do Pingo Doce. Os dois casos têm sido tema de discussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2011 alignnone" title="maitepingo" src="http://cache.diario2.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/maitepingo.jpg" alt="maitepingo" width="500" height="199" /></p>
<p>Se dúvidas houvesse quanto ao poder mobilizador (para o bem, para o mal e para o irrelevante) das <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>, os últimos dias trouxeram dois casos que o demonstram na perfeição: o vídeo em que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QnrVZkKOOt0" target="_blank">Maitê Proença goza com Portugal</a> e o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zH714lUVxq0" target="_blank">novo anúncio do Pingo Doce</a>. Os dois casos têm sido tema de discussão nas redes socias e rapidamente passaram para os mainstream media.</p>
<p><span id="more-2008"></span></p>
<p>Começando pelo caso de <a href="http://diario2.com/tag/maite-proenca" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with maitê proença">Maitê Proença</a>, o dito vídeo foi feito em 2007 para o programa Saia Justa e basicamente mostra a actriz por terras nacionais a gozar com Portugal e com os Portugueses. A resposta chegou através de comentários, posts, tweets e petições nas redes sociais. A actriz brasileira foi criticada, gozada e insultada por quem se sintou ofendido ou decepcionado com o seu comportamento. Os interessados em saber mais poderão ler este post no <a href="http://bitaites.org/cromos/o-video-ofensivo-da-maite-proenca" target="_blank">Bitaites</a> e este outro do <a href="http://pauloquerido.pt/pessoal/o-caso-maite/" target="_blank">Paulo Querido</a> que resumem bem as coisas.</p>
<p>Maitê Proença já reagiu às críticas através de um pedido de desculpas aos Portugueses. Fez aquilo que deveria fazer pois colocou-se numa situação em que poucas alternativas lhe restavam, quando até no Brasil é criticada pelo que fez. Quando se faz humor há sempre o risco de ofender alguém. E o facto de o vídeo ser de 2007, vem provar que Obama tinha razão quando recentemente aconselhou os jovens a terem cuidado com aquilo que colocam nas redes sociais já que podem mais tarde arrepender-se de o terem feito. O vídeo de Maitê não foi colocado nas redes sociais, mas foi o Youtube que despertou a atenção sobre o mesmo. Hoje em dia o que acontece em Vegas fica em todo o lado na web!</p>
<p>Mais interessante, pelo menos para mim, tem sido a questão em torno do novo anúncio do <a href="http://diario2.com/tag/pingo-doce" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with pingo doce">Pingo Doce</a>. O anúncio, feito pela DUDA Portugal, destoa claramente dos anteriores anúncios da marca e tem um estilo &#8220;popularuxo&#8221; que faz claramente lembrar os anúncios do Modelo. A mudança não caiu bem junto dos clientes do <a href="http://diario2.com/tag/pingo-doce" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with pingo doce">Pingo Doce</a>, e não só, e rapidamente as respostas não se fizeram esperar via redes sociais. O Sérgio Bastos tem aqui <a href="http://twitterportugal.com/blog/pingo-doce-anuncio-fragiliza-reputacao-online/" target="_blank">um bom resumo do caso</a>. Pessoalmente, não gosto do anúncio, mas não vejo motivos para tanto alarido.</p>
<p>Até ao momento não há reacções da Jerónimo Martins às críticas ao anúncio do Pingo Doce. A verdade é que a empresa está numa situação complicada: se dá ouvidos às críticas e retira o anúncio desperdiça uma quantidade absurda de dinheiro; se continua a ignorar, arrisca-se a perder clientes. O facto de não haver uma reacção demonstra que, ou a JM não monitoriza as redes sociais (erro estratégico grave), ou monitoriza mas não quer/não sabe responder (erro táctico grave).</p>
<p>Neste momento existem 2,822 pessoas que assumiram publicamente que não gramam o anúncio, contra 63 que gramam. Está mais do que na hora de a malta do Pingo Doce assumir que não esperava que o seu anúncio desagradasse os seus clientes, e agradecer o feedback que estes voluntariamente forneceram o que só demonstra a lealdade para com a marca. Se o assunto for tratado da forma correcta, aquilo que neste momento é um problema rapidamente se pode tornar uma oportunidade. É preciso é estar disposto a assumir o erro e dar a cara, coisa que não faz parte do código genético das empresas portuguesas.</p>
<p>Estes dois casos vêm uma vez mais demonstrar a importância das <a href="http://diario2.com/tag/marcas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with marcas">marcas</a> estarem atentas às redes sociais e monitorizarem aquilo que aí é dito dos seus serviços/produtos. Se não tem disponibilidade financeira, ou se não está certo que seja uma aposta relevante, para contratar/alocar uma pessoa para fazer esse trabalho ou recorrer a serviços de empresas dedicadas, aconselho a leitura do meu <a href="http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/guia-de-monitorizacao-dos-social-media/" target="_blank">Guia de Monitorização dos Social Media</a>. São 5 posts que apresentam os princípios básicos de monitorização de uma forma simples. Fazer de conta que as redes sociais não existem ou que não afectam o seu negócio é pura negligência.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/marketing" title="marketing" rel="tag">marketing</a>, <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" title="Redes sociais" rel="tag">Redes sociais</a>, <a href="http://diario2.com/tag/relacoes-publicas" title="relações públicas" rel="tag">relações públicas</a>, <a href="http://diario2.com/tag/social-media" title="social media" rel="tag">social media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/celebridades" title="celebridades" rel="tag">celebridades</a>, <a href="http://diario2.com/tag/pingo-doce" title="pingo doce" rel="tag">pingo doce</a><br /><br/>

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		<title>Redes sociais em Portugal: análise de audiências</title>
		<link>http://diario2.com/redes-sociais-em-portugal-analise-de-audiencias-1386</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 15:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<description><![CDATA[Por uma questão de curiosidade pessoal e profissional, resolvi fazer um pequeno &#8216;estudo&#8217; sobre a utilização de redes sociais pelos internautas portugueses. Não sobre os hábitos dos mesmos ou o que os leva a utilizar estas plataformas &#8211; isso seria interessante, mas dispendioso e demorado &#8211; mas sobre as suas audiências* através do método DIY [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1423" src="http://cdn.diario2.com/uploads/podium.png" alt="podium" width="475" height="233" /></p>
<p style="text-align: left">Por uma questão de curiosidade pessoal e profissional, resolvi fazer um pequeno &#8216;estudo&#8217; sobre a utilização de <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> pelos internautas portugueses. Não sobre os hábitos dos mesmos ou o que os leva a utilizar estas plataformas &#8211; isso seria interessante, mas dispendioso e demorado &#8211; mas sobre as suas audiências* através do método DIY (Do It Yourself) recorrendo a ferramentas gratuitas: Alexa e <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a> Trends for Websites.</p>
<p>Começando precisamento pelos dados Alexa, uma análise do Top 100 dos sites em Portugal, não há grande surpresa ao constatar que o <a href="http://hi5.com/" target="_blank">hi5</a> é a rede social com mais tráfego em Portugal. De facto, o sucesso desta rede fica bem patente no facto de ser o 2º site &#8211; de acordo com os dados Alexa &#8211; com mais visitas em Portugal apenas suplantado pelo Google na versão PT. A segunda posição no &#8216;ranking&#8217; das redes socias em Portugal pertence ao <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a> que é já o 9º site mais visitado em Portugal o que demonstra bem o crescimento da rede social no nosso país, acompanhado aliás a tendência a nível global onde já é líder.</p>
<p><span id="more-1386"></span><br />
<img class="alignright size-full wp-image-1404" src="http://cdn.diario2.com/uploads/snetworks.png" alt="snetworks" width="204" height="365" /><br />
As redes sociais seguintes surgem, curiosamente, todas seguidas no ranking: <a href="www.orkut.com" target="_blank">Orkut</a> (31º), <a href="www.myspace.com/" target="_blank">Myspace</a> (32º) e <a href="www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a> (33º). O sucesso do <a href="http://diario2.com/tag/orkut" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with orkut">Orkut</a> deve-se, creio eu, ao facto de ser a rede mais popular no Brasil e daí ter migrado para Portugal. O mau posicionamento do Myspace em termos de tráfego deve ser motivo de análise até porque estamos a falar de uma rede social que apostou forte com festa de lançamento e uma versão direccionado ao mercado português.</p>
<p>Mais interessante é o lugar ocupado pelo <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>. A rede de microblogging só este ano conseguiu notoriedade em Portugal mas tem demonstrado um crescimento acentuado &#8211; seguindo os padrões internacionais &#8211; e é preciso notar que muitos utilizadores acedem ao serviço através de ferramentas externas. Se esses acessos fossem contabilizados é bem possível que o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a> estivesse no top 25 de sites em Portugal. A completar a lista no top 100 aparecem as redes <a href="www.badoo.com" target="_blank">Badoo</a> (45º) e <a href="www.tagged.com" target="_blank">Tagged</a> (64º). Grande ausente desta listagem <a href="www.linkedin.com" target="_blank">LinkedIn</a>.</p>
<p>Mas para além de ver a posição em termos de ranking é (mais) interessante ver também qual a tendência de tráfego destes sites no sentido de perceber quais os que estão a subir e os que estão a perder tráfego. Como o Alexa não providencia &#8211; gratuitamente &#8211; esta análise por país, realizei este fase do estudo no Google Trends for Websites.</p>
<p>Perceber qual o rumo que o tráfego de um dado site apresenta é fundamental para avaliar o seu estado actual, mas também quais as suas perspectivas futuras. A escolha do Google Trends deve-se ao facto de ser, das ferramentas gratuitas, a que melhor se presta a este tipo de análise. Tem, como é óbvio, algumas desvantagens a começar pelo facto de não fornecer dados sobre as propriedades Google o que desde logo exclui o Orkut da análise. Como o Google apresenta resultados normalizados, optei por não colocar um gráfico com todos os sites em conjunto porque o volume de tráfego do <a href="http://diario2.com/tag/hi5" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with hi5">hi5</a> é de tal forma superior que as linhas dos restantes sites tornam-se ilegíveis.</p>
<h3>hi5</h3>
<p>Começando pelo hi5 verifica-se que, apesar de continuar a ser de longe a rede social com maior volume de tráfego, a tendência é de diminuição no número de visitas. Desde o final de 2007 que o número de visitas ao site tem vindo a decrescer de forma acentuada.</p>
<h3 style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1406" src="http://cdn.diario2.com/uploads/trend_hi5.png" alt="trend_hi5" width="444" height="157" /></h3>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a></h3>
<p>Pelo contrário o Facebook tem registado um crescimento acentuado e sustentado. Desde a sua implementação que foi crescendo de forma moderada tendo, desde o início de 2009, acelerado o seu crescimento o que só vem demonstrar que a estratégia de expansão da rede social a nível mundial foi muito bem organizada. Ainda está longe do domínio do hi5, mas a manter esta tendência isso será por pouco tempo.</p>
<h3 style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1409" src="http://cdn.diario2.com/uploads/trend_facebook.png" alt="trend_facebook" width="437" height="161" /></h3>
<h3>Myspace</h3>
<p>Como referi na análise aos dados Alexa, a posição do Myspace no ranking Alexa não deixa antever boas coisas para a rede social. Olhando para o gráfico do Google Trends percebe que o cenário não é famoso: o Myspace não só não vingou como tem vindo a perder tráfego continuamente!</p>
<h3 style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1410" src="http://cdn.diario2.com/uploads/trend_myspace.png" alt="trend_myspace" width="426" height="160" /></h3>
<h3>Twitter</h3>
<p>O vencedor para maior crescimento em menor espaço de tempo é claramente o Twitter. O volume de tráfego com origem em Portugal para a plataforma de microblogging era residual até ao final de 2008, mas desde o início do ano tem registado um aumento progressivo fruto da maior mediatização da plataforma.</p>
<h3 style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1411" src="http://cdn.diario2.com/uploads/trend_twitter.png" alt="trend_twitter" width="428" height="154" /></h3>
<h3>Badoo e <a href="http://diario2.com/tag/tagged" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with tagged">Tagged</a></h3>
<p>Confesso que a presença destas duas redes sociais no Top 100 dos sites em Portugal me deixou algo surpreendido. São dois players com muito menos publicidade e divulgação mas que têm apresentado um crescimento interessante nos últimos meses. A ter em atenção.</p>
<h3 style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1412" src="http://cdn.diario2.com/uploads/trend_badoo.png" alt="trend_badoo" width="430" height="154" /></h3>
<h3 style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-1413" src="http://cdn.diario2.com/uploads/trends_tagged2.bmp" alt="trends_tagged2" width="428" height="162" /></h3>
<h3>LinkedIn</h3>
<p>Surpresa também foi a ausência do LinkedIn dos 100 sites com maior audiência em Portugal. Achei por isso interessante verificar a tendência de tráfego da rede social profissional. Depois de uma fase de crescimento constante, o LinkedIn parece ter estagnado mas mantido um volume de tráfego constante com algumas oscilações rapidamente corrigidas. Não estando a crescer, também não está a diminuir. Tendo em conta a crescente popularidade das redes sociais em termos profissionais acredito que o LinkedIn irá crescer nos próximos tempos.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-1414 aligncenter" src="http://cdn.diario2.com/uploads/trend_linkedin.png" alt="trend_linkedin" width="421" height="164" /></p>
<p>O que estes dados demonstram &#8211; e chamo a atenção que os dados do Google podem não ser totalmente fidedignos &#8211; é que o Facebook e Twitter estão em plena fase de expansão em Portugal, muito provavelmente às custas de Myspace e hi5. Enquanto que no caso do Twitter ainda é cedo para afirmar que esse crescimento será para manter, até porque o lançamento do Google Wave e a aquisição do FriendFeed pelo Facebook são duas ameças sérias; o crescimento do Facebook em Portugal tem seguido a lógica de longo prazo verificado em outros mercados. O que não dá para negar é que tanto Myspace como hi5 estão em perda de forma constante.</p>
<p>*: não se deve entender &#8216;audiências&#8217; como sinónimo de utilizadores. Para saber mais sobre como o Alexa compila os rankings sigam este <a href="http://alexa.com/help/viewtopic.php?f=6&amp;t=17&amp;sid=9baea811b7c202fae2a471db2e5d8bfa" target="_blank">link</a>.</p>

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