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	<title>Diário2 &#187; análise</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Music Beta by Google &#8211; Testámos o novo serviço da Google</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 10:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>DoMelhor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os cinco artigos que mais interesse despertaram nas últimas horas, conforme a actividade dos leitores do jornal DoMelhor no site e nas redes sociais: fonte tugatech.com.pt [Análise] Music Beta by Google &#8211; Testámos o novo serviço da Google O TugaTech foi convidado para participar no Music Beta da Google e, como tal, trazemos aqui as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os cinco artigos que mais interesse despertaram nas últimas horas, conforme a actividade dos leitores do jornal DoMelhor no site e nas <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>:</p>
<div class='antetitulo'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=tugatech.com.pt'> <span style='color:darkgrey;'>fonte</span> tugatech.com.pt </div>
<h3><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78604'>[Análise] Music Beta by Google &#8211; Testámos o novo serviço da Google</a></h3>
<p> O TugaTech foi convidado para participar no Music Beta da <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a> e, como tal, trazemos aqui as principais funções e novidades deste sistema.</p>
<div align='center'><span style='font-size:95%; '><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78604'>Ler na fonte</a> | <a href='http://domelhor.net/story.php?id=78604'>votar/partilhar o artigo</a></span></div>
<div class='antetitulo'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.inovacaotecnologica.com.br'> <span style='color:darkgrey;'>fonte</span> inovacaotecnologica.com.br </div>
<h3><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78590'>Luz é gerada é partir do nada</a></h3>
<p> <img src='http://domelhor.net/noticias/78590.png' alt='' align='right' />O vácuo quântico é o tecido do próprio Universo e sempre houve curiosidade dos cientistas em saber se seria possível extrair energia dele.</p>
<div align='center'><span style='font-size:95%; '><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78590'>Ler na fonte</a> | <a href='http://domelhor.net/story.php?id=78590'>votar/partilhar o artigo</a></span></div>
<div class='antetitulo'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=meugadget.blogspot.com'> <span style='color:darkgrey;'>fonte</span> meugadget.blogspot.com </div>
<h3><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78611'>Biquini recarrega gadgets com luz solar</a></h3>
<p> <img src='http://domelhor.net/noticias/78611.png' alt='' align='right' />A tecnologia para recarregar gadgets com o uso da luz solar existe. No entanto, nem sempre ela é muito prática. Por isso um designer americano, chamado Andrew Schneider, teve uma boa ideia, e inventou uma maneira prática de recarregar celulares e MP3 players&#8230;</p>
<div align='center'><span style='font-size:95%; '><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78611'>Ler na fonte</a> | <a href='http://domelhor.net/story.php?id=78611'>votar/partilhar o artigo</a></span></div>
<div class='antetitulo'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.bagulho.net'> <span style='color:darkgrey;'>fonte</span> bagulho.net </div>
<h3><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78595'>Notebook Kogan Agora é o primeiro a utilizar o Chromium OS</a></h3>
<p> <img src='http://domelhor.net/noticias/78595.png' alt='' align='right' />O notebook Kogan Agora, é o primeiro notebook no mercado a utilizar o sistema operacional da Google, Chromium OS. Confira aqui mais detalhes e as configurações desse gadgets.</p>
<div align='center'><span style='font-size:95%; '><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78595'>Ler na fonte</a> | <a href='http://domelhor.net/story.php?id=78595'>votar/partilhar o artigo</a></span></div>
<div class='antetitulo'><img src='http://www.google.com/s2/favicons?domain=www.putsgrilo.com'> <span style='color:darkgrey;'>fonte</span> putsgrilo.com </div>
<h3><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78620'>Erupção do vulcão Puyehue nos Andes: Fotos incríveis</a></h3>
<p> <img src='http://domelhor.net/noticias/78620.png' alt='' align='right' />A erupção do vulcão Puyehue, localizado na Cordilheira dos Andes, proporciona um belo espetáculo da natureza, graças às grandes colunas de fumaça e cinzas cortadas por descargas elétricas coloridas. Confira!</p>
<div align='center'><span style='font-size:95%; '><a href='http://domelhor.net/click.php?id=78620'>Ler na fonte</a> | <a href='http://domelhor.net/story.php?id=78620'>votar/partilhar o artigo</a></span></div>

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		<title>Microsoft, Google, Twitter e Amazon: em queda nos gráficos de atenção</title>
		<link>http://diario2.com/microsoft-google-twitter-e-amazon-em-queda-nos-graficos-de-atencao-5956</link>
		<comments>http://diario2.com/microsoft-google-twitter-e-amazon-em-queda-nos-graficos-de-atencao-5956#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 16:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
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		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
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		<description><![CDATA[O DoMelhor é, entre outras coisas, uma boa fonte para avaliar tendências. Esta semana decidimos verificar quais os temas em nítida perda continuada. Microsoft Sem surpresa, verificamos que a Microsoft vai merecendo cada vez menos atenção em cada trimestre que passa. (Siga aqui as notícias sobre a Microsoft, apuradas pela acção dos milhares de utilizadores-editores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://domelhor.net">DoMelhor</a> é, entre outras coisas, uma boa fonte para avaliar tendências. Esta semana decidimos verificar quais os temas em nítida perda continuada.</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/microsoft" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Microsoft">Microsoft</a></h3>
<p>Sem surpresa, verificamos que a <a href="http://domelhor.net/?search=Microsoft">Microsoft</a> vai merecendo cada vez menos atenção em cada trimestre que passa.<br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:147,148,146,106,114,112,84,79,108,137,100,66,54,57,37,37,40,3&#038;chds=0,150&#038;chxr=0,0,150,30&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Siga <a href="http://domelhor.net/?search=Microsoft">aqui as notícias sobre a Microsoft</a>, apuradas pela acção dos milhares de utilizadores-editores do DoMelhor.)</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a></h3>
<p><strong>Já a <a href="http://domelhor.net/?search=Google">Google</a> também quebra, mas com uma curva muito menos acentuada.</strong><br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Google:+Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:143,236,129,162,124,136,163,102,101,136,117,165,140,132,115,103,99,12&#038;chds=0,240&#038;chxr=0,0,240,30&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Siga <a href="http://domelhor.net/?search=Google">aqui as notícias mais relevantes sobre a Google</a>.)</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a></h3>
<p>Abrupta e curiosa é a quebra do <a href="http://domelhor.net/?search=Twitter">Twitter</a>: atingiu o pico do interesse há dois anos, tendo vindo a perder aceleradamente desde então.<br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Twitter:+Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:2,0,1,9,4,10,9,17,39,92,126,95,68,45,45,38,23,6&#038;chds=0,130&#038;chxr=0,0,130,20&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Leia as <a href="http://domelhor.net/?search=Twitter">notícias mais relevantes sobre o Twitter</a>.)</p>
<h3><a href="http://diario2.com/tag/amazon" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Amazon">Amazon</a></h3>
<p>Já a <a href="http://domelhor.net/?search=Amazon">Amazon</a> quase desapareceu do gráfico de interesses há um ano, mas voltou &#8212; ainda que mantendo um perfil baixo.<br />
<img src="http://chart.apis.google.com/chart?cht=bvs&#038;chs=570x120&#038;chco=0E8A11&#038;chxt=y,x&#038;chtt=Amazon:+Ocorr%C3%AAncias+por+trimestre&#038;chd=t:4,4,10,10,7,7,7,4,10,7,6,8,3,0,2,3,5,0&#038;chds=0,10&#038;chxr=0,0,10,10&#038;chm=N,B8B8B8,-1,-1,11&#038;chxl=1:|2007|2T|3T|4T|2008|2T|3T|4T|2009|2T|3T|4T|2010|2T|3T|4T|2011|2T" alt=""><br />
(Leia <a href="http://domelhor.net/?search=Twitter">aqui as notícias mais relevantes sobre a Amazon</a>.)</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/google" title="google" rel="tag">google</a>, <a href="http://diario2.com/tag/amazon" title="Amazon" rel="tag">Amazon</a>, <a href="http://diario2.com/tag/microsoft" title="Microsoft" rel="tag">Microsoft</a>, <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a><br /><br/>

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		<title>Pearltrees: A rede social de favoritos</title>
		<link>http://diario2.com/pearltrees-rede-social-de-favoritos-5541</link>
		<comments>http://diario2.com/pearltrees-rede-social-de-favoritos-5541#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 16:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<category><![CDATA[team up]]></category>

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		<description><![CDATA[O PearlTrees é um sistema de gestão de favoritos baseado na web. Com o lançamento do "team up" este sistema mostra todas as suas potencialidades. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5566" title="fernandofonseca_someops_pearltrees" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/12/fernandofonseca_someops_pearltrees.jpg" alt="" width="250" height="219" /></p>
<p>Nunca fui muito organizado com os meus <a href="http://diario2.com/tag/favoritos" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with favoritos">favoritos</a>: primeiro porque uso diversos browsers e depois porque, apesar de (re)começar sempre com boas intenções e com uma estrutura acabo sempre por me confrontar com uma quantidade de pastas e links que na altura fizeram sentido mas que depois o deixam de fazer. Isto foi assim até que comecei a usar o <a href="http://pearltrees.com/" target="_blank">PearlTrees</a>.</p>
<p>Para instalar o <a href="http://diario2.com/tag/pearltrees" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with pearltrees">PearlTrees</a> basta ir ao website e abrir uma conta. O sistema detecta automaticamente o browser que estamos a usar e instala o widget que permite usar o <a href="http://diario2.com/tag/pearltrees" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with pearltrees">PearlTrees</a>.</p>
<p>O PearlTrees é um sistema de gestão de favoritos baseado na web que permite, com um clique do rato, guardar qualquer página dentro de uma &#8220;pérola&#8221;. Não só grava o favorito como também gera um <em>thumbnail</em> da página para que esta possa ser facilmente identificada e ao qual se se pode aceder ao clicar no botão &#8220;Show Detail&#8221; no lado inferior esquerdo no site.</p>
<p>Os favoritos podem ser organizados como se desejar dentro de uma estrutura de árvore (daí o nome) e, para aqueles que têm preocupações estéticas como eu, podem até personalizar cada uma das &#8220;pérolas&#8221; para que tudo seja, além de útil, graficamente atraente. Sendo que o sistema está baseado na web os favoritos estão disponíveis em qualquer lado, mesmo sem ter o portátil connosco e até num smartphone compatível como qualquer um que corra o sistema operativo Android (Lamento informar quem ainda não percebeu que o iPhone de smart não tem nada). Além disto a qualquer momento podemos exportar os nossos favoritos para um ficheiro local. <strong>Só isto faria do PearlTrees uma ferramenta bastante atraente mais há mais.</strong></p>
<p><strong>Integração com o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a></strong><br />
O PearlTrees permite fazer uma integração completa com o Twitter. Podemos guardar todos os links enviados no Twitter como favoritos &#8211; e até os organizar automaticamente com o uso de hashtags. Para aqueles que enviam muitos tweets diariamente aconselho algum cuidado de planificação prévia pois cada &#8220;pérola&#8221; apenas permite 100 links ligados a ela.</p>
<p>A solução que eu pessoalmente encontrei foi a de criar &#8220;pérolas&#8221; com a designação do mês  dentro de cada &#8220;pérola&#8221; principal.</p>
<p><strong>Favoritos como rede social</strong></p>
<p>Num mundo ligado como o de hoje o &#8220;PearlTrees&#8221; transforma os favoritos numa rede social. O processo é simples: basta escolher a conta ou uma &#8220;pérola&#8221; dentro de uma conta de qualquer utilizador do PearlTrees e incluir a mesma na nossa própria árvore onde desejarmos. Isto significa que, sem qualquer esforço podemos manter-nos informados &#8211; ao nosso próprio ritmo &#8211; do que outros acharam interessante o suficientes para marcar como favorito dentro do sistema. Sempre que existe uma actualização numa &#8220;pérola&#8221; externa a mesma aparece assinalada com um &#8220;New&#8221;. Mas o lado social do PearlTrees não se fica por aqui.</p>
<p>É possível comentar favoritos e &#8220;pérolas&#8221;, iniciando assim um diálogo baseado em conteúdos e pode-se partilhar qualquer favorito de outro utilizador no Twitter ou no <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a> ou mesmo incluir toda uma estrutura num website.</p>
<p><strong>Partilha no PearlTrees</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-5563" title="pearltrees_share" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/12/pearltrees_share.png" alt="" width="404" height="353" /></p>
<p>Como podem observar na imagem acima existem várias maneiras de partilhar o conteúdo de uma pérola. Para fazer esta partilha basta clicar no botão &#8220;Show Detail&#8221; e depois escolher &#8220;Share this pearl&#8221;. Pode-se então partilhar com qualquer utilizador do PearlTrees, publicar no Twitter ou no Facebook, enviar por e-mail ou obter um link permanente para aquela pérola que depois se pode utilizar das mais várias maneiras (Dica: apesar de o PearlTrees ter o seu próprio <em>tiny url </em>- pearl.ly &#8211; aconselha-se o uso do bit.ly que permite fazer um link mais curto e até personalizado).</p>
<p>A outra opção que existe é a gerar o código que permite, tal como está presente aqui, integrar qualquer pérola num blog ou website. Quando se escolhe esta opção &#8211; &#8220;embed this pearltree&#8221; &#8211; aparece um novo menu que nos permite personalizar as dimensões do widget para que o mesmo se integre perfeitamente tal como se mostra aqui:</p>
<p><object id="pt-embed-1837867-616-object" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="400" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://cdn.PearlTrees.com/s/embed/getApp" /><param name="flashvars" value="lang=en_US&amp;embedId=pt-embed-1837867-616&amp;treeId=1837867&amp;pearlId=13120369&amp;treeTitle=someops&amp;site=www.PearlTrees.com%2F" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://cdn.PearlTrees.com/s/embed/getApp" /><embed id="pt-embed-1837867-616-object" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" src="http://cdn.PearlTrees.com/s/embed/getApp" allowscriptaccess="always" wmode="opaque" flashvars="lang=en_US&amp;embedId=pt-embed-1837867-616&amp;treeId=1837867&amp;pearlId=13120369&amp;treeTitle=someops&amp;site=www.PearlTrees.com%2F" data="http://cdn.PearlTrees.com/s/embed/getApp"></embed></object></p>
<p><strong>Pesquisa no PearlTrees</strong></p>
<p>Dentro do PearlTrees é possível realizar 3 tipos de pesquisa:</p>
<p><strong>1. PearlTrees</strong>: a busca apenas devolve 50 &#8220;pérolas&#8221; que correspondam ao termo procurado e mesmo assim ainda apresenta alguns problemas. Uma pesquisa por &#8220;Wired&#8221; &#8211; com e sem aspas &#8211; devolveu resultados que incluíam &#8220;pérolas&#8221; com conteúdos da revista &#8220;Wire&#8221;.</p>
<p><strong>2. My Accoun</strong>t: Tal como o nome indica, esta pesquisa devolve as &#8220;pérolas&#8221; que correspondem ao termo procurado dentro da nossa conta.</p>
<p><strong>3. People</strong>: Esta pesquisa devolve o máximo de 50 utlizadores. Tal como já indicado a pesquisa apresenta ainda alguns problemas devolvendo resultados que não são exactos.</p>
<p><strong>Novo no PearlTrees</strong> <strong>- <a href="http://diario2.com/tag/team-up" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with team up">team up</a></strong><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-5564" title="TeamUp01" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/12/TeamUp01.png" alt="" width="402" height="350" /></p>
<p>A equipa do PearlTrees introduziu este fim de semana uma nova ferramenta no sistema que faz com que o mesmo dê um passe qualitativo gigante no que concerne à parte social do PearlTrees e que parece ser também um piscar-de-olho-com-um-grande-sorriso às empresas e meios académicos. O &#8220;team up&#8221;, que ainda está a ser implementado para todos os utilizadores, permite que se construam equipas que contribuem para os conteúdos de uma determinada pérola.</p>
<p>O processo passa por se escolher, ou criar, uma pérola e depois convidar pessoas para contribuírem para a mesma. Isto pode-se fazer através de mensagens genéricas no Twitter ou no Facebook mas também via e-mail o que permite, por exemplo, uma empresa ter no seu site os conteúdos que os seus colaboradores vão encontrando na web e que acham interessantes.</p>
<p>Ao se receber um convite para participar numa determinado pérola apenas temos que escolher onde a colocar dentro da nosso própria estrutura de pérolas e o sistema notifica automaticamente quem nos convidou. A partir desse momento podemos também começar a convidar outros elementos para que contribuam para aquela pérola.</p>
<p>Na minha opinião, esta nova possibilidade, muda realmente a maneira como gerimos, partilhamos e  construímos os nossos favoritos e transformam essa experiência em algo colaborativo e social.</p>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<p>Para mim a gestão de favoritos nunca mais será a mesma. O PearlTrees permite ter os meus favoritos e os meus tweets todos numa única localização e, ao mesmo tempo, manter-me a par do que outros na minha rede de contactos acham interessante e até encontrar novas fontes de informação. A pesquisa no PearlTrees ainda é limitada mas não afecta muito a utilização do sistema. Também negativa é a possibilidade que se tem de enviar apenas um tweet por hora quando se marca um favorito.</p>
<p>A implementação &#8220;team up&#8221; abre novas possibilidades e muda o paradigma de como empresas, meios académicos ou pequenos grupos de pessoas com os mesmos interesses partilham e guardam a informação que vão encontrando na web ou nas <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a>.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/bookmarks" title="bookmarks" rel="tag">bookmarks</a>, <a href="http://diario2.com/tag/team-up" title="team up" rel="tag">team up</a>, <a href="http://diario2.com/tag/como-usar-o-pearltrees" title="Como usar o Pearltrees" rel="tag">Como usar o Pearltrees</a>, <a href="http://diario2.com/tag/pearltrees" title="pearltrees" rel="tag">pearltrees</a>, <a href="http://diario2.com/tag/favoritos" title="favoritos" rel="tag">favoritos</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Famosos aderem ao &#8220;Digital Life Sacrifice&#8221; por uma boa causa</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 15:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Quiterio</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[famosos]]></category>
		<category><![CDATA[Keep a Child Alive.]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto não se atingir 1 milhão de dólares, muitas das celebridades que conhecemos da panorama mundial das artes, declarará morte ao seu 'eu digital'. A Keep a Child Alive agradece, bem como toda a máquina produtiva do social media. Mas as opiniões dividem-se.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adenda:</strong> este post foi inicialmente publicado no blogue do <a href="http://uploadlisboa.com/pt" target="_self">Upload Lisboa</a>, espaço criado com a intenção de preparar o evento e discutir a temática <a href="http://diario2.com/tag/social-media" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with social media">Social Media</a>. O seguinte texto é da autoria de <a href="http://twitter.com/#!/l_spencer" target="_self">Luís Spencer Freitas</a>, Web Strategist na <a href="http://www.thegrandunion.com/">The Grand Union</a>.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">É engraçado quando tentamos fazer uma comparação do Mundo de hoje com o de à 5 anos atrás. A verdade é que é impossível revermos os nossos hábitos à luz de um Mundo sem Internet e sem <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">Redes Sociais</a>. Isto torna-se ainda mais interessantes quando observamos que esta mudança não veio só no dia de cada pessoa mas sim da Sociedade como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta introdução vai na direcção de uma análise à recente campanha de sensibilização muito recentemente anunciada para o dia Mundial contra a SIDA, pela fundação <a href="http://keepachildalive.org/">Keep a Child Alive</a>. Tendo a Alicia Keys como orientadora, esta acção tem o apoio de várias celebridades como <a href="http://diario2.com/tag/lady-gaga" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Lady Gaga">Lady Gaga</a>, Justin Timberlake, Kim Kardashian e Ryan Seacrest. Até aqui parece um <em>typical fundraiser</em> com vários nomes sonantes, dignos de um festival. No entanto, as celebridades vão fazer algo “radical” para chamar à atenção dos seus fãs – vão deixar de fazer tweets e posts no <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a>, matando o seu “eu “ digital.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://mashable.com/2010/11/28/world-aids-day-digital-deaths/">“Digital Life Sacrifice”</a> irá ter vídeos das celebridades declarando a morte temporária do seu “eu” digital, declarando o seu testamento e dando ênfase ao seu último post com todo o dramatismo necessário – isto enquanto a associação<strong> Keep a Child Alive</strong> não fizer 1 milhão de dólares para ajudar crianças infectadas com o vírus da SIDA. Quando atingirem esse valor, as celebridades irão regressar aos seus perfis digitais.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://keepachildalive.org/"><img class="aligncenter size-large wp-image-5559" title="keepachildalive" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/keepchildalive-600x362.jpg" alt="" width="600" height="362" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Esta campanha provoca <em>mixed feelings</em> a quem o lê. É lógico que surgiram todo o tipo de reacções a esta campanha – desde os que <a href="http://newsfeed.time.com/2010/11/29/silence-for-a-cause-lady-gaga-fellow-stars-quit-facebook-and-twitter-for-charity">agradecem o súbito silêncio</a> das celebridades a quem considera a acção original e digna de um novo Mundo dominado pelas redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, há também aquele sentimento de quem está distanciado do mundo digitalizado que não é uma acção com força digna da seriedade da temática abordada – ou seja, para chamar à atenção das pessoas, as celebridades irão apenas deixar de falar nas redes sociais, como se a importância das suas declarações mundanas fosse tanta que fizesse as pessoas contribuírem com 1 milhão de dólares.</p>
<p style="text-align: justify;">Indiferente das reacções, há sem dúvida uma componente sociológica que deve ser tomada em conta – o facto de haver uma declaração da morte digital e do voto de silêncio digital e a força que esta acção poderá vir ou não a ter. O facto de só surgir no universo de hipóteses de acções para este tipo de campanhas é o suficiente para observarmos a clara evolução das relações e da rotina na Sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">A manifestação do Anima/Animus de Jung surge como uma referência invisível a este acto de suicídio, totalmente desprovido de consequências óbvias, mas repletas de uma carga de empenhamento digna de uma greve de fome ou amarrar a uma árvore para defender uma causa.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdade é que esta acção está a provocar barulho sem ainda ter começado – se calhar o propósito era exactamente este. Provavelmente a acção em si não terá o mesmo impacto que o tease está a ter, mas que poderá ser exactamente o suficiente para chamar à atenção para a causa. E desperta a consciência para o patamar que o mundo digital e as redes sociais começam a ter. Não que todo o caso Kutcher/CNN não tivesse já dado uma luz para a importância que começavam a ter, mas esta acção faz o link de uma forma muito mais directa e com resultados finais efectivos para além de uma guerra <em>“just for the sake of it”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica agora para futura análise o resultado que a campanha terá e o efeito <em>copy-cat</em> que poderá vir de seguida. Se isto foi o destrancar de mais uma forma de criar <em>engagement </em>com os consumidores através das redes sociais, então falta agora ver como irão as marcas aproveitar esta técnicas para as suas próprias marcas.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" title="Redes sociais" rel="tag">Redes sociais</a>, <a href="http://diario2.com/tag/keep-a-child-alive" title="Keep a Child Alive." rel="tag">Keep a Child Alive.</a>, <a href="http://diario2.com/tag/eu-digital" title="eu digital" rel="tag">eu digital</a>, <a href="http://diario2.com/tag/famosos" title="famosos" rel="tag">famosos</a><br /><br/>

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		<title>Pelo twitter, os Novos Velhos Media agitam discussões</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 12:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Quiterio</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<category><![CDATA[novos velhos media]]></category>

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		<description><![CDATA[A discussão que se idealizou num espaço físico, em palco, com três protagonistas e uma plateia no evento Pensar Fora da Caixa, tornou-se, naturalmente, numa interacção via twitter. ‘Os Novos Velhos Media’ foram o assunto que aqueceu a timeline no passado Domingo, 21, em Coimbra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Perdoem-me todos aqueles que estiveram durante dois dias, em <a href="http://diario2.com/tag/coimbra" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with coimbra">Coimbra</a>, no evento Pensar Fora da Caixa, e que assistiram aos inúmeros e interessantes painéis de discussão acerca das industrias criativas, marketing, gestão de marcas e projectos empreendedores em volta destas áreas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>(Adenda: Este artigo está desenvolvido em tom mais pessoal e inteiramente virado para as reacções surtidas a partir da <a href="http://search.twitter.com/search?q=+%23pfc2010" target="_self">hashtag</a> <a href="http://diario2.com/tag/pfc" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with #pfc">#pfc</a>2010)</strong></p>
<div id="attachment_5533" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><strong><strong><a rel="attachment wp-att-5533" href="http://diario2.com/pelo-twitter-os-novos-velhos-media-agitam-discussoes-5532/p1020662"><img class="size-medium wp-image-5533" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/P1020662-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">O Diário2 fez-se presente no #pfc2010O </p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por possibilidades pessoais e um grande defeito de profissão (ou aspiração a ela), estive no evento somente no Domingo, muito por causa do painel intitulado ‘Os <a href="http://diario2.com/tag/novos-velhos-media" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with novos velhos media">Novos Velhos Media</a>’, dirigido pelo jornalista coordenador noticias.sic.pt, <a href="http://twitter.com/#!/rickyrosa" target="_self">Ricardo Rosa</a>, para um diálogo com dois outros grandes nomes da nova comunicação, nas redes, rádio e TV, <a href="http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/bonsrapazes/" target="_self">Álvaro Costa</a> (Antena 3, RTP), e <a href="http://twitter.com/#!/franciscoamaral" target="_self">Francisco Amaral</a> (Íntima Fracção e ESEC TV). Para quem estava de fora, foi possível acompanhar tudo através do streaming da Sic Radical.</p>
<p style="text-align: justify;">O tema, ‘Os Novos Velhos Media’, foi um painel que surpreendeu. Não tanto pelos protagonistas no pequeno palco do Pavilhão Centro de Portugal, mas pela interacção que se gerou via <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">twitter</a>. A discussão teve direito a uma twitterwall e tudo, com projecção para todo o auditório, o que animou as cerca de duas horas de conversa em redor das novas formas de comunicação e os novos protagonistas da esfera que conhecemos como media.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>“Que relação prevale entre os ‘velhos e novos media’. Ou será novo consumo?”</em> (Ricardo Rosa)</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Nós os profissionais deixámos de ser o centro&#8221;</em>, disse Francisco Amaral ao início da discussão. Fácil será começar a explicar que os media tradicionais já não são o foco de difusão de conteúdos informativos. É mais que sabido que estamos numa nova era, chamada de PRO-AM, simplificando, do profissional-amador, em que cada pessoa pode ser fonte de notícia, criar conteúdos, expor conhecimentos e difundir algo com carácter noticioso. Na mesma onda de pensamento, <a href="http://twitter.com/#!/retorta" target="_self">Mário Pires,</a> via twitter, acrescentou:<em> &#8220;Os media eram vistos como &#8220;experts&#8221;, mas há muito mais &#8220;experts&#8221; fora dos media e alguns sabem comunicar muito bem!”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo da discussão levantaram-se questões sobre o valor ético das novas produções de conteúdos pelos novos agentes, os consumidores. <em>“Ser criador é por um lado fácil em termos de ferramentas e técnicas e por outro difícil em termos de conteúdo”</em>, referiu, via twitter, Mário Pires. Entrando pelo termo Nativos Digitais, Francisco Amaral apresentou um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GDiuSOCDCxo" target="_self">vídeo</a> onde o papel da ferramenta mobile será crucial entre anos, na questão da criação e difusão de conteúdos. ‘<em>Anywhere, anytime. Mobile Media’.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda respondendo à questão da ética na área dos media, Mário Pires partilhou que <em>“o comunicador profissional tem o seu treino profissional e a sua ética, algo que não existe em grande parte nos amadores”</em>. Na plateia a interacção só se sentiu no final da exposição pelos três convidados, aquando da habitual ronda de perguntas.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes disso, na interacção online, <a href="http://twitter.com/#!/alexgamela" target="_self">Alexandre Gamela</a> atiçou a discussão dizendo que hoje em dia temos <em>“o fim da ritualização do consumo de informação. O diálogo, a nivelação na criação e distribuição de conteúdos é o que mudou”</em>, referindo-se à questão dos velhos media vs novos media. Completando esta ideia, outra bem informada utilizadora do twitter, <a href="http://twitter.com/#!/ciberesfera" target="_self">Inês Amaral</a>, elucidou a discussão dizendo que (noção) <em>“Prosumers não são profissionais. Os likes, retweets não são sinónimo de informação profissional”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">A passagem do velho para o novo media é algo que sempre aconteceu. Assim o foi no início com o aparecimento da imprensa no século XV e depois com a sua massificação no século XVIII. No entanto esses velhinhos media já quase nada parecem dizer ao modelo de comunicação presente e já de futuro. <em>“Modernidade e pós-modernidade são noções ultrapassadas, não pela velocidade, mas pela permanente evolução. A teoria de que a Internet é gratuita não é verdade. Produto de qualidade gera €. A Internet não é só Web e é mais do que plataforma: é conteúdo”</em>, conclui Inês Amaral.</p>
<p style="text-align: justify;">De imediato entrou em cena outra utilizadora da plataforma twitter, <a href="http://twitter.com/#!/lindamachado" target="_self">Linda Machado</a>, que assistiu à discussão directamente da Madeira e trouxe a público a questão de se ser uma marca e vender uma imagem nesta área dos media. <em>“Não se pode entender essa ideia do cruzamento das fontes com o mesmo conceito do jornalismo do século XIX! Hoje em dia as mudanças acontecem mais depressa do que nós conseguimos adaptar a elas, e quem tem marca, vende. Quem vende é que faz a marca! As pessoas é que fazem a marca!”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Já longa ia a discussão quando se abordou a questão económica dos novos media e na colaboração entre plataformas, dando azo ao termo implantado pelos anglo-saxónicos, transmedia, que deriva de crossmedia.</p>
<p style="text-align: justify;">No ar ficou a questão de os consumidores e os ainda profissionais dos media, intermediadores, estarem a desenvolver uma nova indústria, ao que na timeline, na enorme interação gerada com a hashtag #pfc2010, respondeu: <em>“Os media deviam criar um ecossistema de comissionarem trabalhos a criativos de fora dos media e colaborar. O jornalista é um curador e seleccionador de conteúdos, e também esclarece factos e implicações”</em>, referiu Mário Pires. Alexandre Gamela acrescentou: <em>“o problema da indústria de media é querer ganhar muito dinheiro como intermediário. E isso acabou”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, ainda houve tempo para se discutir a questão da formação académica dos alunos que enveredam por cursos de comunicação. Ficou-me na cabeça a afirmação de Francisco Amaral, referindo que <em>“não há noção do que é ser jornalista e a importância do jornalismo na sociedade”</em>. Pois bem. É real essa preocupação, bem como o uso de estagiários em modo ‘fast-food’. E nisso Alexandre Gamela fechou com chave de ouro a interacção via twitter: <em>“Em vez de se despedir jornalistas deviam-se contratar mais profissionais para as redacções&#8221;.<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<div id="attachment_5535" class="wp-caption aligncenter" style="width: 380px"><em><em><a rel="attachment wp-att-5535" href="http://diario2.com/pelo-twitter-os-novos-velhos-media-agitam-discussoes-5532/foto-de-luis-pereira"><img class="size-medium wp-image-5535" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/foto-de-Luis-Pereira-300x200.jpg" alt="" width="370" height="246" /></a></em></em><p class="wp-caption-text">Francisco Amaral, Álvaro Costa e Ricardo Rosa, no painel &#39;Novos Velhos Media&#39; *</p></div>
<p><em>*foto cedida pelo <a href="facebook.com/pfc2010" target="_self">Pensar Fora da Caixa</a>, da autoria de <a href="http://www.facebook.com/MikeyKnoxville" target="_self">Luís Pereira</a><br />
</em></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/novos-velhos-media" title="novos velhos media" rel="tag">novos velhos media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/coimbra" title="coimbra" rel="tag">coimbra</a>, <a href="http://diario2.com/tag/pfc" title="#pfc" rel="tag">#pfc</a><br /><br/>

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		<title>Até as crianças adoram o pássaro azul</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 12:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Quiterio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que têm em comum o pássaro azul e os meninos e meninas da #sala3? A resposta é fácil: 140 caracteres e a boa disposição dos alunos da educadora Ana Dominguez, do Colégio de Alfragide.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Desenvolver a literacia e estimular a imaginação são o mote para a mais engraçada e divertida interacção via <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">twitter</a>, entre a <a href="http://www.anadominguez.org/blog/" target="_self">#sala3</a> e os seguidores da <a href="http://twitter.com/anadz" target="_self">@anadz</a>. *</p>
<div id="attachment_5504" class="wp-caption alignright" style="width: 302px"><a rel="attachment wp-att-5504" href="http://diario2.com/ate-as-criancas-adoram-o-passaro-azul-5503/imagem0068"><img class="size-medium wp-image-5504 " src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/Imagem0068-300x225.jpg" alt="" width="292" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">a <a href="http://diario2.com/tag/sala3" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with #sala3">#sala3</a> e o twitter - foto da <a href="http://diario2.com/tag/anadz" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with @anadz">@anadz</a></p></div>
<p style="text-align: justify;">O que têm em comum o pássaro azul e os meninos e meninas da #sala3? A resposta é fácil: 140 caracteres e a boa disposição dos alunos da educadora Ana Dominguez, do Colégio de Alfragide.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os dias, no final da manhã e da tarde, os meninos e meninas da #sala3 contam à rede twitter o que fizeram ou vão fazer, o que aconteceu no dia anterior ou até mesmo o que pensam acerca da filosofia. Desde Maio de 2008 que a <a href="http://twitter.com/anadz" target="_self">@anadz </a>aproveita as TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) para desenvolver o seu trabalho como educadora, aproveitando a boleia dos recursos informáticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A introdução de um computador na sala de aula com ligação à internet e a utilização do serviço twitter foram determinantes para esta experiência pedagógica”</em>, refere Ana Dominguez. &#8220;<em>A vontade de escrever cada vez mais histórias, por parte dos alunos, é que tem sustentado esta interacção. Limito-me  a escrever ou a sugerir, mas as ideias são sempre deles”,</em> acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a educadora, dentro da sala de aula, o twitter é utilizado como reconto do dia, como maneira de contar o que foi feito e aconteceu. A própria limitação de caracteres ajuda a que as crianças criem pequenas frases e participem nas interacções com os seguidores da #sala3. <em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Os amigos que iam interagindo connosco no dia-a-dia, dizendo bom dia ou boa tarde, comentando o que eles diziam na hora do reconto do dia, aguçou-lhes a curiosidade e a vontade de responder. Tudo isto aumentou de uma forma exponencial, quando antes do Natal, fizemos postais de Boas-Festas e mandamos pelo correio para os amigos do twitter. E os amigos corresponderam e mandaram postais e outras surpresas. Ou seja, eles começaram a identificar os avatares e a saber que estavam a falar com pessoas a sério.” </em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Outras experiências têm sido feitas através da interacção com os utilizadores da rede do pássaro azul. Por exemplo, as aulas de Filosofia com a <a href="http://twitter.com/JoanaRSSousa" target="_self">@joanarssoura</a> e o seu projecto ‘<a href="http://joanarssousa.blogspot.com/" target="_self">Criatividade &amp; Meia Dúzia de Chapéus às Cores®</a>. No <a href="http://www.anadominguez.org/blog/" target="_self">blogue Sala da Ana</a>, todos os dias, há tweets seleccionados que servem de luz para que os pais e uma avó dedicada que vive longe, colaborem no projecto ‘Caixa das Cores’, enviando ou levado um objecto para cada caixa.</p>
<div id="attachment_5505" class="wp-caption alignleft" style="width: 289px"><a rel="attachment wp-att-5505" href="http://diario2.com/ate-as-criancas-adoram-o-passaro-azul-5503/imagem0070"><img class="size-medium wp-image-5505 " src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/Imagem0070-300x225.jpg" alt="" width="279" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">Meninos e Meninas da #sala3 a interagir com o twitter foto da @anadz</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em>“O twitter também serve para aproximar a família da escola e da nossa sala. Os pais adoram poder espreitar as fotos que tuíto, pois como as crianças ainda são pequenas, nem sempre contam o que fizeram ou se gostaram ou não e assim&#8221;</em>, afirma Ana Dominguez.  <em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Todas estas interacções servem, no fundo, para que as crianças aumentam e desenvolvam a linguagem, o vocabulário, o raciocínio e a imaginação. Vai sendo tudo apreendido de uma forma muito lúdica e colaborativa”</em>, conclui a educadora.</p>
<p style="text-align: justify;">* Este post surgiu após a leitura atenta do <a href="https://docs.google.com/viewer?url=http://ticeduca.ie.ul.pt/wp-content/uploads/2010/11/33Poster.pdf" target="_self">poster </a>de trabalho da @anadz para o <a href="http://ticeduca.ie.ul.pt/" target="_self">I Encontro Internacional TIC e Educação</a>, que acontece nos dias 19 e 20 de Novembro em Lisboa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/sala3" title="#sala3" rel="tag">#sala3</a>, <a href="http://diario2.com/tag/anadz" title="@anadz" rel="tag">@anadz</a><br /><br/>

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		<title>A sociologia da fama de Lady Gaga</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 17:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Quiterio</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<category><![CDATA[course]]></category>
		<category><![CDATA[Lady Gaga]]></category>

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		<description><![CDATA[Podia ser uma espécie de brincadeira académica, a criação de um curso cujo objecto de análise é uma das actuais rainhas da pop mundial, mas não é! Um curso de sociologia focado em Lady Gaga.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gagacourse.net</strong> is primarily designed for students who will be enrolled in the <a href="http://diario2.com/tag/course" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with course">course</a>. However, while the <a href="http://diario2.com/tag/course" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with course">course</a> will not be offered online but in a good old-fashioned physical classroom, this site will provide updates on the lectures and the postings on this site will be open for viewing by anybody who is interested!</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Podia ser uma espécie de brincadeira académica a criação de um curso cujo objecto de análise é uma das actuais rainhas da pop mundial, mas não é! Mesmo as aulas fantasmas da universidade acabam sempre por ser desmanchadas e, ao que parece, esta ideia de um professor de sociologia da University of South Carolina é séria e bastante praticável. O seu início está marcado para o dia 10 de Janeiro de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.gagacourse.net./"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5463" title="ladygagacourse" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/ladygagacourse1-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /></a>O site do curso já está online (<a href="http://www.gagacourse.net/">www.gagacourse.net</a>) e contém a descrição do programa, leituras recomendadas e uma tab dedicada ‘in the news’ sobre a cantora. <em>“Although it should perhaps not have come as a surprise, this course has generated much attention in the media, both in the US and in many other parts of the world. This page collects most of these reports as they are available online. A few sources are recommended because they provide good introductions about the course and its objectives&#8221;, refere a dita tab. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Mathieu Deflem, o professor rendido ao brilhante percurso mediático de <a href="http://diario2.com/tag/lady-gaga" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Lady Gaga">Lady Gaga</a>, avisa logo de início que o objectivo central da formação é desvendar as dimensões sociologicamente destacáveis da estrela da pop mundial, focando a sua actividade artística e as repercussões nos campos do negócio, marketing, media e temas transversais culturalmente como o show, cultura gay, temas religiosos e políticos, sexo e sexualidade e a urban culture.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Please note that this is not a course in musicology or in cultural studies. Although some familiarity with the artistry of Lady Gaga’s work will be useful, this course instead focuses specifically on relevant elements of the societal context of Lady Gaga’s rise to fame”.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para já o curso só está acessível a estudantes da University of South Carolina e com o pré-requisito de serem alunos de cursos de sociologia. &#8220;Lady Gaga and the Sociology of the Fame&#8221; funcionará 3 a 4 horas por semana e apresenta-se com um grau de dificuldade relativamente difícil, refere Mathieu Deflem: <em>“While focused on a popular theme, this course is relatively challenging, especially in terms of the amount of required readings.”</em></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/course" title="course" rel="tag">course</a>, <a href="http://diario2.com/tag/lady-gaga" title="Lady Gaga" rel="tag">Lady Gaga</a><br /><br/>

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		<title>MBA através do Facebook</title>
		<link>http://diario2.com/mba-atraves-do-facebook-5450</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 14:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virginia Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Topo]]></category>

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		<description><![CDATA[As apostas, cada vez mais arrojadas, no Facebook, são uma constante. Desta vez, a London School of Business and Finance, desenhou um MBA que será leccionado através dessa rede social.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É indubitável que a primeira associação que fazemos às <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> é “<a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a>”.</p>
<p>Esta rede social, criada em 2004 é, nos nossos dias, “A rede social”! (O que não deixa de ser preocupante, pelo poder que a mesma tem e a crescente dependência das marcas face a esta rede social – uma grande parte das marcas restringe a sua estratégia online a “estar no Facebook”).</p>
<div id="attachment_5451" class="wp-caption alignleft" style="width: 247px"><a rel="attachment wp-att-5451" href="http://diario2.com/mba-atraves-do-facebook-5450/lsbf"><img class="size-full wp-image-5451" title="lsbf" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/lsbf.jpg" alt="London school of business and finances" width="237" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">Logótipo</p></div>
<p>Não quis deixar passar ao lado, em prol da discussão sempre benéfica aqui no Diário2, mais uma aposta no Facebook que me parece interessante, desta vez  por parte da <strong>London School of Business and Finance</strong> (LSBF). <strong>Esta universidade lançou um MBA que será leccionado através do </strong><a href="http://www.facebook.com/LSBFGlobalMBA"><strong>Facebook</strong></a>, fazendo jus ao seu mote “Education with a Global Perspective”.</p>
<p>“Observámos como é que os nossos estudantes comunicavam entre eles e com a Universidade, e o Facebook era a plataforma de escolha”, refere Kisilevsky, director da LSBF.</p>
<p><strong>Qualquer pessoa pode inscrever-se e assistir às aulas</strong>, sem qualquer custo associado, adquirindo assim conhecimentos e competências na área, mas não o grau académico. O grau académico será apenas concedido aos utilizadores que investirem cerca de 10000 libras (assumiu-se o valor normal de um MBA nesta universidade) e realizarem as provas de avaliação.</p>
<p>Fica aqui mais uma prova de que criatividade, ousadia e sentido de oportunidade são três importantes atributos para qualquer marca que queira estar presente (e ter lugar de destaque) nas redes sociais.</p>

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		<title>Social Media em 2011: uma visão do que acontecerá</title>
		<link>http://diario2.com/social-media-em-2011-uma-visao-do-que-acontecera-5441</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 10:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Quiterio</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
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		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brett Safron]]></category>
		<category><![CDATA[social media]]></category>
		<category><![CDATA[web semântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Brett Safron escreveu, no passado dia 29 de Outubro, no site Public Relations Society of America, um interessante post sobre o que acontecerá (e poderá vir a ser) ao actual conceito de Social Media. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>The <a href="http://diario2.com/tag/social-media" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with social media">social media</a> revolution is creating a new, digital world.  Everyone is a publisher, everyone is responsible for his or her own brand, and communicating a clear and consistent story about an organization is more challenging — and exciting — than ever</em></p>
<p><a href="http://www.linkedin.com/in/brettsafron" target="_self"><em>Brett Safron</em></a>, SVP, Global Product Management at Cision, Inc.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://diario2.com/tag/brett-safron" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Brett Safron">Brett Safron</a> escreveu, no passado dia 29 de Outubro, no site <a href="http://www.prsa.org" target="_self">Public Relations Society of America</a>, um interessante <a href="http://www.prsa.org/Intelligence/Tactics/Articles/view/8896/1022/What_will_drive_the_social_media_revolution_in_201#bio" target="_self">post</a> sobre o que acontecerá (e poderá vir a ser) ao actual conceito<em> de Social Media. </em><a href="http://www.piercemattiepublicrelations.com"><img class="alignright size-medium wp-image-5448" title="social_media" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/social_media_clutter1-300x278.jpg" alt="" width="306" height="284" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesse artigo, ao qual pertence a epígrafe acima,<em> </em>Brett Safron refere que a esfera do jornalismo, analistas media e relações publicas está num limbo mais que favorável: existência de novos meios transmissores de informação, aparecimento de novas plataformas de interação e a inserção de um quarto elemento: o público, dito alvo, e que antes era a outra ponta da recta comunicacional: o receptor.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que estamos fartos de ouvir dizer que plataformas como o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">twitter</a>, <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">facebook</a>, linkdin ou o youtube mudaram a rotina diária daqueles que navegam na internet. Mais que navegar, o utilizador comum da web adoptou um apostura social, já intrínseca à sua humanidade e, mais que isso, promotora de partilha de saberes, conhecimento e informação (no seu conceito puro e duro, de dar a conhecer a realidade à nossa volta).</p>
<blockquote><p><em>Today, consumers determine the news and topics that hold their interest.  They rely primarily on social network conversations — even more than RSS feeds and search engines — to filter news.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ao longo do artigo <em>Brett Safron analisa algumas repercussões trazidas pelos social media conhecidos, não se alargando nas conclusões básicas como o engagment tools, interaction e social media influence. Acrescenta, no entanto, algumas linhas mestras do que acontecerá em 2011 com a integração da já anunciada <a href="http://diario2.com/tag/web-semantica" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with web semântica">web semântica</a>.<br />
</em></p>
<blockquote><p><em> </em><em>Contextual search and natural language queries will enable people to ask relevant questions, get accurate answers in real-time and increase the productivity and intelligence of online discourse.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="font-style: normal;">A resposta em tempo real de questões e uma análise mais profunda  parece, neste ver do SVP da Cision, uma boa aposta na dicotómica relação  &#8216;produtor-consumidor&#8217;, entre os jornalistas e RP&#8217;s com os seus  receptores de conteúdos. E vocês, o que acham?</span><br />
</em></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/social-media" title="social media" rel="tag">social media</a>, <a href="http://diario2.com/tag/brett-safron" title="Brett Safron" rel="tag">Brett Safron</a>, <a href="http://diario2.com/tag/web-semantica" title="web semântica" rel="tag">web semântica</a><br /><br/>

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		<title>Quora: Uma rede social de conhecimento</title>
		<link>http://diario2.com/quora-uma-rede-social-de-conhecimento-5253</link>
		<comments>http://diario2.com/quora-uma-rede-social-de-conhecimento-5253#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 08:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Quora]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social de Conhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diario2.com/?p=5253</guid>
		<description><![CDATA[O Quora é uma base de dados de conhecimento criada pela comunidade sobre qualquer assunto. Ao contrário da Wikipedia, que tem por modelo uma enciclopédia tradicional, os utlizadores do Quora podem colocar qualquer questão e obter a resposta por pessoas também interessadas num determinado tema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente fui convidado a inscrever-me no serviço web <a href="http://quora.com" target="_blank">Quora</a>, uma <a href="http://diario2.com/tag/rede-social-de-conhecimento" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Rede Social de Conhecimento">rede social de conhecimento</a>. Na suas próprias palavras os fundadores do <a href="http://diario2.com/tag/quora" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Quora">Quora</a> descrevem o serviço como &#8220;uma colecção de perguntas e respostas criadas, editadas e organizadas por todos os que usam o serviço.  O mais importante é que cada página com uma pergunta se torne a melhor ferramenta para obter informação sobre um determinado tema.&#8221;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-5256" title="QuoraNetwork" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/09/QuoraNetwork.png" alt="" width="262" height="243" />Por outras palavras, o Quora é uma base de <a href="http://diario2.com/tag/dados" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with dados">dados</a> de conhecimento criada pela sua comunidade e para a comunidade, sobre qualquer assunto. Ao contrário da Wikipedia, que tem por modelo uma enciclopédia tradicional, os utlizadores do Quora podem colocar qualquer questão e obter a resposta por pessoas que também estão interessadas num determinado tema: desde estratégias de negócio a pergunta sobre aliens ou telepatia, todas as questões são aceites e existem sempre pessoas que partilham a sua experiência.</p>
<p>E é na partilha de experiência que o Quora realmente se destaca: Ao se colocar uma questão sobre a  empresa &#8220;y combinator&#8221; provavelmente quem irá responder é um dos Senior Partners da empresa em questão; uma questão sobre o sistema Android obterá respostas de pessoas que trabaham ou que trabalharam no sistema operativo da <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a>, enquanto empregados da <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a>.  Mas os assuntos abordados não se restringem a Silicon Valley, tecnologia ou <a href="http://diario2.com/tag/social-media" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with social media">social media</a>: viagens, cozinha, melhores sugestões para passar um dia de férias num determinado local, sociologia, psicologia, arte são apenas uma ínfima parte dos temas discutidos, todos os  dias no Quora.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-5255" title="QuoraSnapshot01" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/09/QuoraSnapshot01.png" alt="" width="396" height="275" />Como funciona?</strong></p>
<p>Os princípios básicos  Tópicos   Quando se abre uma nova conta no Quora podem-se escolher uma série de tópicos em que estamos interessados. Também se pode colocar hipótese de alguém ter enviado um  convite e nesse caso a pessoa que vos convidou teve a hipótese de sugerir tópicos que acharam que poderiam ter interesse. Assim que se escolhem estes tópicos começamos de imediato a seguir os mesmos e todas as perguntas que neles constam.</p>
<p><strong>Rede Social</strong></p>
<p>O Quora usa o &#8220;<a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a> Connect&#8221; e o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a> para encontrarmos, de uma maneira simples, pessoas com as quais já temos contacto nessas redes e permite-nos seguir essas pessoas dentro do Quora se elas  já estiverem lá, e se assim o desejarmos pois fazer este passo é facultativo.  À medida que se começam a seguir tópicos vão surgindo pessoas que queremos seguir devido às opiniões que expressam permitindo assim que a nossa rede cresça.</p>
<p><strong>Perguntar, Responder, Comentar, Agradecer, Votar</strong></p>
<p>Para fazer uma pergunta tudo o que se tem que fazer é escrevê-la. Depois disso é necessário contextualizar essa pergunta em um ou vários tópicos para que a mesma seja vista por pessoas interessadas no mesmo.   Qualquer utilizador pode responder a qualquer pergunta mesmo que não esteja a seguir esse tópico. No entanto <strong> o Quora apenas permite uma resposta de cada utilizador por pergunta</strong>. Essa resposta pode ser editada sendo possível também deixar um número ilimitado de comentários.</p>
<p>Uma parte importante de todo o sistema é, na minha opinião, a possibilidade de agradecer e votar uma determinada resposta. Por outro lado uma resposta também pode ser classificada como não sendo útil, ou fazer mais sentido  como um comentário à pergunta ou a uma resposta. Este sistema ajuda a ter de imediato uma ideia qual foi a resposta que a comunidade achou ser mais interessante.</p>
<p><strong>Prós e Contras: Um resumo</strong></p>
<p><strong>Prós </strong></p>
<p>1. <strong>Facilidade de utilização</strong>: O interface é limpo e intuitivo e permite uma navegação fácil. A timeline mostra as novas questões que vão sendo feitas nos tópicos que estamos a seguir e a actividade daqueles que seguimos.  Sempre que existe qualquer actividade em que estejamos directamente envolvidos (uma resposta, um comentário ou  um voto a uma pergunta que estejamos a seguir) o sistema mostra uma notificação (que podemos também receber por mail)</p>
<p>2. <strong>Uma comunidade interessante e que gera valor</strong>: É muito melhor como cozinhar um &#8220;Pato à Pequim&#8221; pela mão de alguém que cozinha e vive em Pequim do que através de um livro de receitas escrito por um Francês (nada contra os Franceses). Os responsáveis pelo Quora (alguns vindos do Facebook) conseguiram juntar uma comunidade com uma série de <em>pesos pesados</em> das diversas indústrias que estão activos dentro do Quora (o caso de Johnathan Abrams &#8211; o ex-CEO do rede social Friendster é um exemplo entre muitos)</p>
<p>3. <strong>Uma rede de conhecimento e aconselhamento</strong>: Ao contrário do que acontece no Twitter, o rácio de ruído no Quora é muito pequeno. O facto de, se assim o quisermos, podermos apenas seguir um ou dois tópicos sem sequer seguir ninguém ajudar a manter esse mesmo rátio em valores extremamente aceitáveis. Isto significa que quando se coloca uma pergunta sobre Karaoke, por exemplo, apenas pessoas interessadas no tema irão responder.</p>
<p><strong>Contras</strong></p>
<p>1. <strong>O universo de utilizadores do Quora</strong>: Neste momento este universo é pequeno mas, e há medida que a popularidade do serviço crescer, o já mencionado ratio de ruído vai crescer. Pessoalmente já presenciei algumas questões serem feitas e que uma mera pesquisa no google providenciaria a resposta bem como algumas questões que são colocadas por pessoas que querem ter razão mesmo que desconheçam os temas.</p>
<p>2.<strong> Spam</strong>: À medida que o universo de utilizadores do Quora crescer será de esperar mais spam. Neste momento tópicos mais populares já contam com algumas respostas que nada mais são do que publicidade a um determinado produto.</p>
<p>3. <strong>Viciante</strong>: Este &#8220;contra&#8221; deveria ser também um &#8220;Pró&#8221; mas o que é certo é que o  Quora deveria vir com um aviso de &#8220;Consumir com moderação&#8221;. O Quora é viciante porque, se forem como eu, todas as questões serão de interesse e vão querer seguir mais este e aquele tópico, e editar mais umas perguntas, ajudar na categorização, comentar uma resposta, e, e, e&#8230; Claro que podem considerar, como eu o faço, algum do tempo passado no Quora como trabalho porque o é, mas aconselho desde já a ter em conta este factor.</p>
<p>4. <strong>Utilizadores anónimos</strong>: Mesmo que todos os utlizadores estejam registados é possível responder ou fazer questões de modo anónimo. O uso do anonimato, hoje em dia, é usado por pessoas que querem dizer ou perguntar algo mas não têm a coragem para o fazer usando a sua identidade real. Na minha opinião, ao permitir este tipo de comportamento, os responsáveis do Quora estão a dar o sinal errado. Muito mais porque na sua página &#8220;About&#8221; dizem claramente: &#8220;Tudo no Quora está ligado a uma pessoa real. Cada pergunta,  cada resposta, tem uma história de revisões associada, e cada mudança no relatório está associado à pessoa que a fez. Os utilizadores usam os seus nomes reais e fotos, com uma pequena biografia que descreve quem eles são; isto ajuda a que  qualquer pessoa, que esteja a ler uma resposta dada por um determinado utilizador, acredite no que está escrito e possam ter  em conta a perspectiva da pessoa que escreveu&#8221;.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/rede-social-de-conhecimento" title="Rede Social de Conhecimento" rel="tag">Rede Social de Conhecimento</a>, <a href="http://diario2.com/tag/quora" title="Quora" rel="tag">Quora</a><br /><br/>

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		<title>A importância das redes sociais em 43 intensos minutos (que passam depressa)</title>
		<link>http://diario2.com/a-importancia-das-redes-sociais-em-43-intensos-minutos-que-passam-depressa-5169</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 09:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem está interessado na importância das redes sociais para além das celebs, gurus de marketing e geeks, este video é uma mais valia importante. Roube 43 minutos ao noticiário e invista-os nesta lição de um professor de Harvard.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem está interessado na importância das <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> para além das celebs, gurus de marketing e geeks, este video é uma mais valia importante. Roube 43 minutos ao banho de sangue, incêndios e desastres naturais em locais recônditos a que hoje se chama de noticiário e invista-os neste video, como diz João Pinto e Castro, <a href="http://blogoexisto.blogspot.com/2010/08/33-10-minutos-nao-e-muito-tempo-para.html">em cujo blog primeiro vi</a> a dissertação.</p>
<p>O autor, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nicholas_A._Christakis">Nicholas A. Christakis</a> é professor de Medicina e Sociologia na Universidade de Harvard e a sua autoridade está patente na ficha na Wikipedia.</p>
<p>Ora vejam:</p>
<p><object width="500" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/HwbX4HUOdE8?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0&amp;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube-nocookie.com/v/HwbX4HUOdE8?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="315"></embed></object></p>

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		<title>Facebook Vs Foursquare</title>
		<link>http://diario2.com/facebook-vs-foursquare-5037</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 20:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virginia Coutinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[Foursquare]]></category>
		<category><![CDATA[geolocalização]]></category>

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		<description><![CDATA[Foursquare atinge 100 milhões de check-ins esta semana. Facebook atinge os 500 milhões de utilizadores. Qual o espaço de cada um no panorama português?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5038" href="http://diario2.com/facebook-vs-foursquare-5037/buttons"><img class="alignleft size-full wp-image-5038" title="Facebook vs Foursquare" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/07/Buttons.jpg" alt="" width="493" height="278" /></a></p>
<p>A <a href="http://diario2.com/tag/geolocalizacao" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with geolocalização">geolocalização</a> tem, sem dúvida, um lugar muito confortável no futuro dos <a href="http://diario2.com/tag/social-media" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with social media">social media</a>, mas um lugar muito ingrato no presente (panorama português).</p>
<p>Não me atreveria em falar da substituição de redes como o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>/ <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a>, mas numa integração para acompanhar esta tendência – essa tentativa por parte das principais <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> à escala mundial já se começa a verificar.</p>
<p>No entanto existe ainda uma reticência (portuguesa) ao uso do <a href="http://diario2.com/tag/foursquare" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Foursquare">Foursquare</a> (e outras plataformas de geolocalização). E porquê? Façamos antes a pergunta: quais são as mais valias para quem as utiliza? Há ainda um número muito diminuto de utilizadores (e ainda mais diminuto de utilizadores activos), o que se traduz numa pequena quantidade de recomendações/tips, pouco sentimento de pertença e de partilha. Tão simples quanto: Não há razões suficientemente fortes para estar, não estou!</p>
<p>Para além disso… não há marcas/empresas a apostarem no Foursquare! Temos todos os passatempos e diálogos com marcas no Facebook, ninguém se lembra do que alguma vez foi o hi5, e ainda ninguém houve falar do Foursquare. (atenção: no panorama americano estas afirmações já não fazem tanto sentido, está aqui a ser considerado a realidade portuguesa).</p>
<p>É de realçar o poder do império Facebook e a ascensão (ao seu ritmo) do Foursquare com as notícias desta semana: <strong>empresa de Dennis Crowley atingiu os 100 milhões de check ins</strong> esta semana, na mesma altura em que o <strong>Facebook confirma os 500 milhões de utilizadores</strong>.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/dados" title="dados" rel="tag">dados</a>, <a href="http://diario2.com/tag/foursquare" title="Foursquare" rel="tag">Foursquare</a>, <a href="http://diario2.com/tag/facebook" title="Facebook" rel="tag">Facebook</a>, <a href="http://diario2.com/tag/geolocalizacao" title="geolocalização" rel="tag">geolocalização</a><br /><br/>

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		<title>Redes sociais já são instrumento de comunicação interna</title>
		<link>http://diario2.com/redes-sociais-ja-sao-instrumento-de-comunicacao-interna-4927</link>
		<comments>http://diario2.com/redes-sociais-ja-sao-instrumento-de-comunicacao-interna-4927#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 10:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redaccao</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[noticiário]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 50 profissionais de comunicação, marketing e recursos humanos marcaram presença, em Lisboa, no terceiro Get Together, promovido pelo Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa. Desta vez o mote foi discutir a importância que as redes sociais já têm na comunicação interna das empresas. No questionário que circulou no evento, as conclusões sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Mais de 50 profissionais de comunicação, marketing e recursos humanos marcaram presença, em Lisboa, no terceiro Get Together, promovido pelo Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa.</div>
<div></div>
<div><img class="alignleft size-full wp-image-4929" title="OCI_pq-1" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/07/OCI_pq-1.jpg" alt="" width="250" height="140" />Desta vez o mote foi discutir a importância que as <a href="http://diario2.com/tag/redes-sociais" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Redes sociais">redes sociais</a> já têm na comunicação interna das empresas. No questionário que circulou no evento, as conclusões sobre esta área apontam que os suportes de comunicação interna online mais usados pelas empresas são a intranet, wikis, newsletters, instant messaging, <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">facebook</a> e blogues. A actualização e manutenção destas plataformas é da responsabilidade dos departamentos de comunicação, marketing, sistemas de informação e, por último, dos recursos humanos.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Mas, deve uma empresa utilizar as redes sociais como instrumento de comunicação interna? Como estão as empresas a usar internamente o <a href="http://diario2.com/tag/social-media" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with social media">Social Media</a>? &#8211; estas foram algumas das questões colocadas no evento. “<em>As redes sociais são uma realidade, estão para ficar e não devem ser ignoradas</em>”, afirma Filipa Primo, Account Manager de e-comunicação do Grupo Inforpress.</div>
<div>“<em>Contudo, nenhuma empresa pode encarar esta realidade sem uma profunda mudança cultural, que deve ser assumida pela empresa e pelos colaboradores. É necessário avaliar a importância da web no contexto de trabalho e estarmos mais alerta para as ansiedades e expectativas dos colaboradores</em>”, adiantou.</div>
<div></div>
<div>A este respeito, Ana Bernardes, Recruiting &amp; Professional Development Lead da Accenture Portugal, apresentou as plataformas internas que possibilitam o desenvolvimento das redes sociais da Accenture. A utilização destas plataformas obrigou a algumas mudanças de comportamento interno. “<em>As pessoas estão habituadas a usar as redes sociais do ponto de vista pessoal</em>”, justifica Ana Bernardes. “<em>Encaramos as redes sociais como um novo suporte de comunicação interna que facilita a transferência de conhecimento entre cada colaborador, no sentido de agilizar as funções que implicam o contacto com os 190 mil colaboradores do grupo</em>”, reforça Ana Bernardes.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Para Lara Campos Tropa, da equipa de Marketing, Comunicações e Cidadania da IBM, “<em>as redes sociais, em termos de comunicação externa, são um desafio para as empresas, na medida em que as pessoas já utilizam mais estas plataformas do que os meios tradicionais. A nível interno, permitem aproximar os quadros e desenvolver uma cultura de partilha e colaboração em prol da criatividade e, por conseguinte, de melhores desempenhos.</em>”</div>
<div></div>
<div>Com presença nas redes sociais desde 2003, a IBM conta com inúmeras iniciativas neste âmbito, como o Beehive, ValuesJam ou Innovation Jam, que permitem a partilha de conhecimentos e aquisição de novas competências. Para as empresas que querem agora apostar e marcar posição nas redes sociais, Lara Campos Tropa deixa alguns conselhos: estabelecer directivas, criar um código de conduta e valores que ajudem os colaboradores a melhor se posicionarem nas redes sociais, “começar pequeno” e, antes de mais, estar informado.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Para Patrícia Dias, da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica, “<em>as redes sociais são atractivas para as empresas, com aplicação tanto na comunicação interna como externa, não porque são moda mas porque podem reforçar os objectivos da empresa</em>”. “<em>A entrada nas redes sociais tem que ter reflexos no negócio, tem que ser estratégico</em>”, adianta. Para a docente, o acesso à informação, a percepção da marca, a colaboração e a medição, são algumas das mais-valias inerentes a estas plataformas, que reflectem as características das redes sociais: autenticidade, transparência, imediatismo e participação.</div>
<h3>8 tendências para a comunicação interna</h3>
<div>A concluir o encontro, Filipa Primo, apresentou as oito tendências web para a comunicação interna:</div>
<div id="_mcePaste">
<ol>
<li>Portais sociais com directório de networking corporativo, <a href="http://diario2.com/tag/dados" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with dados">dados</a> pessoais e chat;</li>
<li>Blogging e micro-blogging com comunicação bilateral, em tempo real e reforço do sentimento de pertença e compromisso;</li>
<li>Conteúdos móveis e eventos virtuais através de podcasting, aplicações móveis e vídeo-conferência;</li>
<li>Formação colaborativa através de portais de e-learning internos e ferramentas colaborativas de conhecimento – wikis, <a href="http://diario2.com/tag/bookmarks" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with bookmarks">bookmarks</a>;</li>
<li>Communiting com redes sociais próprias ou comunidades internas em plataformas internas;</li>
<li>Crowdsourcing interno através de blogues de ideias e jogos colaborativos;</li>
<li>Embaixadores 2.0 através de colaboradores bloggers e employer generated content;</li>
<li>Recrutamento através de redes corporativas e criação de dinâmicas mais interactivas.</li>
</ol>
</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div></div>
<div>Nota: O Observatório de Comunicação Interna e Identidade Corporativa é uma iniciativa conjunta do Grupo Inforpress, Universidade Católica e Executive Digest que tem por objectivo investigar, criar e divulgar conhecimento sobre comunicação interna e identidade corporativa das empresas. Os Get Together são iniciativas do Observatório que já reuniram mais de 100 profissionais de Comunicação, Marketing e Recursos Humanos em espaços de debate sobre tendências, inquietações e best practices da área, fomentando o diálogo e a troca de experiências entre profissionais dos mais diversos sectores de actividade.</div>

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		<title>Não desliguem ainda o telefone vermelho!</title>
		<link>http://diario2.com/nao-desliguem-ainda-o-telefone-vermelho-4866</link>
		<comments>http://diario2.com/nao-desliguem-ainda-o-telefone-vermelho-4866#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 08:45:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato do Mundo de Futebol 2010]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Os fundadores do Twitter querem que o serviço de microblogging seja o pulso do planeta no futuro. O Campeonato do Mundo de Futebol veio demonstrar que muito ainda precisa de ser feito em termos de infraestruturas para que isso aconteça. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cache.diario2.com/uploads/2010/06/TelefoneVermelho.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-4868" title="TelefoneVermelho" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/06/TelefoneVermelho.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a><strong>Estará o <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a> a falhar o seu objectivo de ser o &#8220;pulso do planeta&#8221;?</strong></p>
<p>Eu confio no Twitter para as mais variadas coisas: manter-me em contacto com pessoas de todo o mundo, informar- sobre assuntos que me interessam, fazer pesquisa, trocar pontos de vista com desconhecidos sobre os mais variados temas e partilhar conteúdos que acho interessantes com todos aqueles que me seguem. Se é verdade que cada utilizador do serviço de <em>microblogging</em> usa o Twitter como bem entende, e para o que bem entende, penso que será seguro dizer que maioria dos utilizadores o usa com os mesmos objectivos, ou pelo menos alguns dos atrás mencionados.</p>
<p>A ideia que o Twitter é o pulso do planeta, tal como os fundadores do Twitter  <a href="http://techcrunch.com/2009/07/16/twitters-internal-strategy-laid-bare-to-be-the-pulse-of-the-planet/" target="_blank">desejam que seja no futuro</a> é uma ideia a que me habituei e da qual gosto. A imagem do planeta em que vivemos pulsar, com os milhões de tweets que são enviados todos os dias, é uma imagem bastante forte e uma que uso normalmente para explicar o que é o Twitter a todos aqueles que não o usam ainda.</p>
<p>Infelizmente, nas passadas semanas, o &#8220;pulso do planeta&#8221; tornou-se cada vez mais fraco &#8211; tão fraco que talvez não seja de todo de confiança contar com ele.</p>
<p><strong>O Campeonato Mundial de Futebol 2010<br />
</strong></p>
<p>O Twitter já passou por alguns testes à sua eficácia enquanto ferramenta de comunicação na sua, ainda curta, existência: A morte de Michael Jackson, os terramotos no Haiti e no Chile, a situação política no Irão e na Venezuela ou o  temporal na Madeira, vêm de imediato à memória.  Apesar de estes eventos terem tido um impacto mundial, o mesmo não se prolongou por muito tempo e dissolveu-se no fluxo de informação diário existente.</p>
<p>Tudo se modificou com o Campeonato do Mundo de Futebol: goste-se ou não de futebol não se pode negar o cariz verdadeiramente global deste desporto que atrai milhões de pessoas de todos os cantos do globo. Não só atrai como gera paixões como poucos outros desportos são capazes de gerar.</p>
<p>Ao contrário dos eventos anteriormente descritos, desta vez a empresa Twitter envolveu-se no evento criando para o efeito uma <a href="http://twitter.com/worldcup/" target="_blank">página de pesquisa especial</a> bem como um conjunto de #hashtags que se transformam, no interface web, em imagens das bandeiras dos países que participam no Campeonato do Mundo de Futebol.</p>
<p>De imediato os efeitos de um evento verdadeiramente global como o Campeonato do Mundo, e a causar um fluxo acrescido de informação fora do habitual e constante,  fez-se notar ao utilizador comum do Twitter ao impedir uma comunicação eficaz. Os mails a anunciar o estado operacional do Twitter começaram a ser diários, a famosa baleia tornou-se uma presença omnipresente nos monitores e quando a Twitter não estava de todo em baixo, estava demasiado lento e o volume de posts sobre o que fazer quando não se tem Twitter começaram a ser novamente publicados.</p>
<p>No passado sábado escrevi <a href="http://twitter.com/shellykramer/statuses/17114538129" target="_blank">este tweet</a> dizendo que se os Estados Unidos e o Brasil fossem eliminados do Campeonato Mundial de Futebol o Twitter voltaria a funcionar como deve ser. Se pensam que estou a exagerar olhem para o seguinte gráfico baseado no jogo de Segunda-Feira  entre o Brasil e o Chile.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1429 aligncenter" title="Ven_BRACHI" src="http://thezargon.org/wp-content/uploads/2010/06/Ven_BRACHI1.png" alt="" width="550" height="556" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Como podem ver, no momento em que o Brasil marcou o seu primeiro golo, o número de tweets enviados por minuto contendo a #bra era 40 vezes superior ao número enviado 30 minutos antes do jogo começar*.  Isto também significa que os servidores do Twitter estavam a lidar com 40 vezes mais informação do que há 30 minutos atrás e isso reflectiu-se no número de erros e lentidão de todo o sistema.</p>
<p>É interessante notar que estes números já têm em conta a medida implementada pelo Twitter de  <a href="http://status.twitter.com/post/731461313/site-tweaks" target="_blank">reduzir o número de  utilizacões da sua API em 50%</a> (para 175** utilizações/hora) como medida para evitar os erros dos primeiros dias no sistema em geral.</p>
<p><strong>Não desliguem ainda o telefone vermelho!</strong></p>
<p>Não existem dúvidas de que o Twitter é uma ferramenta/rede social que está a transformar a maneira como a informação é obtida e partilhada e não restam dúvidas quanto ao seu potencial. Infelizmente, o que a experiência deste Campeonato do Mundo de Futebol veio demonstrar é que ainda muito tem que ser feito no que diz respeito à sua infraestrutura para que o serviço de <em>microblogging</em> possa na realidade ser o &#8220;pulso do planeta&#8221;</p>
<p>No entretanto não desliguem ainda os vossos telefones vermelhos <a href="http://www.cbsnews.com/8301-503544_162-20008776-503544.html" target="_blank">Sr. Obama</a> e <a href="http://www.cbsnews.com/8301-503544_162-20008776-503544.html" target="_blank">Sr. Medvedev</a>: A experiência do Campeonato do Mundo de Futebol está aí para demonstrar, mais uma vez, que confiar apenas em um único veículo de comunicação é um erro: Enquanto a famigerada baleia for uma presença constante faz todo o sentido manter outros canais de comunicação abertos e operacionais. É que ninguém quer estar dependente do Twitter quando uma mensagem importante, e provavelmente final, tiver que ser enviada.</p>
<p>* Resultados obtidos através da  <a href="http://search.twitter.com" target="_blank">Página de Pesquisa do Twitter</a></p>
<p>** Ontem durante o jogo entre Portugal e Espanha o Twitter viu-se obrigado, durante algum tempo a reduzir para 75 este número.</p>
<p>Imagem: <strong>Ann Douglas</strong> via <a href="http://www.flickr.com/people/anndouglas/" target="_blank">Flickr</a> (Sob uma licença  CC)</p>
<p>Texto publicado originalmente em inglês <a href="http://thezargon.org/2010/06/keep-those-red-phones-connected-please/" target="_blank">aqui</a></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://diario2.com/tag/campeonato-do-mundo-de-futebol-2010" title="Campeonato do Mundo de Futebol 2010" rel="tag">Campeonato do Mundo de Futebol 2010</a><br /><br/>

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		<title>Os 3 golos mais tuítados neste Mundial</title>
		<link>http://diario2.com/os-3-golos-mais-twittados-neste-mundial-4758</link>
		<comments>http://diario2.com/os-3-golos-mais-twittados-neste-mundial-4758#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 08:50:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>António Sousa</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Golos]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial 2010]]></category>
		<category><![CDATA[reacções]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[twitter blog]]></category>

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		<description><![CDATA[O tráfego do Twitter tem estado em alta nos últimos dias. Ontem foram divulgados no blog oficial os 3 golos mais tuítados do Mundial, até à data. O parâmetro de contagem foram os 30 segundos seguintes à marcação dos golos, sendo registados os tweets nesse intervalo de 30 segundos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-4686" title="twitter worldcup" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/06/twitter-worldcup-300x225.png" alt="" width="300" height="225" />O Mundial de Futebol começou a 11 de Junho, na África do Sul e mobiliza diariamente milhões de pessoas a nível mundial. A maioria das pessoas, acompanha os jogos pela televisão e muitas pela internet. Milhões aproveitam para tweetar as suas reacções ao jogo, comentar os <a href="http://diario2.com/tag/golos" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Golos">golos</a>, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">O tráfego do <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a> tem estado em alta nos últimos dias. Ontem foram divulgados no blog oficial os 3 golos mais tuítados da prova, até à data. O parâmetro de contagem, para esta estatística, foram os 30 segundos seguintes à marcação dos golos, sendo registados os tweets nesse intervalo de 30 segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os golos mais twittados foram:</p>
<p style="text-align: justify;">1º Golo do Japão contra os contra os Camarões, no dia 14 de Junho, com 2940 tweets por segundo;</p>
<p style="text-align: justify;">2º Golo de Maicon, no Brasil vs Coreia do Norte, 15 de Junho, com 2,928 tweets por segundo;</p>
<p style="text-align: justify;">3º Empate entre a África do Sul e México, 11 de Junho, com 2,704 tweets por segundo;</p>
<p style="text-align: justify;">No final do mundial, deverão ser anunciadas mais <a href="http://diario2.com/tag/estatisticas" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with estatísticas">estatísticas</a> sobre o desempenho do Twitter durante a prova e os golos mais tuítados.</p>

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