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	<title>Diário2 &#187; mercado</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>&#8220;The future&#8230; goes mobile&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 17:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Virginia Coutinho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resultados de estudo sobre apostas Mobile, por parte das empresas da "Fortune 50"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-5632" href="http://diario2.com/the-future-goes-mobile-5631/mobile"><img class="alignleft size-medium wp-image-5632" title="mobile" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/12/mobile-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Saíram, este mês, os resultados de um <a href="http://diario2.com/tag/estudo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with estudo">estudo</a> sobre a <strong>utilização do mobile por parte das empresas da “<a href="http://diario2.com/tag/fortune-50" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with fortune 50">Fortune 50</a>”. </strong></p>
<p>Nesse estudo está clara a crescente e forte aposta por parte das empresa americanas no <em>mobile</em>. Constatou-se que 38% das empresas da “Fortune 50” têm o seu website adaptado para o formato mobile e <strong>58% das empresas em estudo têm <a href="http://diario2.com/tag/aplicacoes" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Aplicações">aplicações</a> para Mobile</strong>.</p>
<p>As aplicações para <strong><a href="http://diario2.com/tag/android" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with android">Android</a></strong> foram as que registaram maior <strong>crescimento,  533%</strong>, representando 19% das aplicações. Em lugares cimeiros estão as aplicações para <strong><a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">Iphone</a>, com 28% das aplicações</strong>, sendo que 83% das aplicações para Iphones são também compatíveis para <a href="http://diario2.com/tag/ipad" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ipad">Ipad</a> e para <strong>Blackberry, representando 30% das aplicações</strong>.</p>
<p>Curiosamente, apenas 39% das empresas em estudo davam conhecimento da sua aposta e das suas aplicações/outros mobile no seu website. (podem encontrar mais informações <a href="http://www.slideshare.net/BMGlobalNews/burson-marsteller-proof-fortune-50-mobile-study">aqui</a>)</p>
<p>Atendendo que se estima que em 2012 o acesso à internet por dispositivos móveis seja superior ao acesso “tradicional”, nada poderia ser mais exemplificativo da aposta das empresas americanas em acompanharem as tendências e necessidades do mercado.</p>
<p>Fica a questão… e as empresas em Portugal, onde a taxa de penetração de telemóveis é de quase 150 por 100 habitantes (nota: uma grande maioria não é <em>smartphones</em>)?</p>
<p>Quantas empresas conhecem que estão a apostar no mobile? Aliás, quantas ainda se estão a interrogar se devem apostar no online?&#8230;</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/blackberry" title="blackberry" rel="tag">blackberry</a>, <a href="http://diario2.com/tag/iphone" title="iphone" rel="tag">iphone</a>, <a href="http://diario2.com/tag/mobile" title="Mobile" rel="tag">Mobile</a>, <a href="http://diario2.com/tag/fortune-50" title="fortune 50" rel="tag">fortune 50</a>, <a href="http://diario2.com/tag/estudo" title="estudo" rel="tag">estudo</a>, <a href="http://diario2.com/tag/android" title="android" rel="tag">android</a><br /><br/>

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		<title>Android Market já em Portugal para programadores e consumidores</title>
		<link>http://diario2.com/android-market-desde-hoje-tambem-em-portugal-para-programadores-e-consumidores-5342</link>
		<comments>http://diario2.com/android-market-desde-hoje-tambem-em-portugal-para-programadores-e-consumidores-5342#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 13:51:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[ A Google anunciou que o Android Market alargou a novos países o apoio a programadores e o acesso dos utilizadores às aplicações pagas para o Android. Os programadores portugueses e de mais de 19 países podem, já, vender aplicações pagas no Android Market.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a> anunciou hoje que o <a href="http://diario2.com/tag/android" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with android">Android</a> Market alargou a novos países o apoio a programadores e o acesso dos utilizadores às <a href="http://diario2.com/tag/aplicacoes" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Aplicações">aplicações</a> pagas para o Android. Os programadores portugueses e de mais de 19 países podem, a partir de hoje, vender <a href="http://diario2.com/tag/aplicacoes" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Aplicações">aplicações</a> pagas no <a href="http://diario2.com/tag/android-market" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with android market">Android Market</a>. Em simultâneo, os consumidores portugueses e de mais 17 países poderão, em breve, adquirir <a href="http://diario2.com/tag/aplicacoes" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Aplicações">aplicações</a> no <a href="http://www.android.com/market">Android Market</a>.</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/10/androidmarket.jpg" alt="" title="androidmarket" width="300" height="300" class="alignright size-full wp-image-5343" />Esta expansão da oferta vem permitir disponibilizar mais aplicações – incluindo jogos e aplicações sociais e de produtividade – aos consumidores e trazer novas oportunidades de negócio aos programadores.</p>
<p>A partir de hoje, dia 1 de Outubro, os programadores portugueses podem disponibilizar e a vender as suas aplicações no Android Market, promovendo e rentabilizando o seu trabalho. Os programadores poderão escolher vender as suas aplicações num dos 21 países ou em todos eles, de modo a chegarem aos utilizadores de <a href="http://diario2.com/tag/telemovel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with telemóvel">telemóvel</a> de todo o mundo.</p>
<p>Ao longo das próximas duas semanas, o número de países em que os utilizadores do Android podem adquirir aplicações pagas sobe agora para 32, incluindo Portugal. Os consumidores destes novos países têm acesso às mais de 80.000 aplicações gratuitas e às aplicações pagas no Android Market, às quais podem aceder directamente através dos seus dispositivos Android.</p>
<p>O Android Market foi lançado para ajudar os programadores a distribuírem o seu trabalho em condições de igualdade e, ao mesmo tempo, permitir aos utilizadores encontrarem e descarregarem aplicações que potenciam as capacidades únicas da plataforma Android. A expansão da oferta do Android Market a estes novos países hoje anunciada permitirá disponibilizar mais aplicações aos utilizadores e ampliar a fonte de receitas dos programadores.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/android" title="android" rel="tag">android</a>, <a href="http://diario2.com/tag/apps" title="Apps" rel="tag">Apps</a>, <a href="http://diario2.com/tag/mobile" title="Mobile" rel="tag">Mobile</a>, <a href="http://diario2.com/tag/google" title="google" rel="tag">google</a>, <a href="http://diario2.com/tag/android-market" title="android market" rel="tag">android market</a><br /><br/>

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		<title>Site MaisGasolina com versão para mobile</title>
		<link>http://diario2.com/site-maisgasolina-com-versao-para-mobile-4313</link>
		<comments>http://diario2.com/site-maisgasolina-com-versao-para-mobile-4313#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 14:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redaccao</dc:creator>
				<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[noticiário]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Gasolina]]></category>

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		<description><![CDATA[Para ajudar os consumidores a defenderem-se dos actuais aumentos nos preços dos combustíveis o Mais Gasolina lançou um site optimizado para uso nos telemóveis, o Mais Gasolina Mobile. O projecto Mais Gasolina teve início em 2006. Em média, cada utilizador do Mais Gasolina poupa €1.39 por depósito ao abastecer nos postos mais baratos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para ajudar os consumidores a defenderem-se dos actuais aumentos nos preços dos combustíveis o <a href="http://diario2.com/tag/mais-gasolina" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mais Gasolina">Mais Gasolina</a> lançou um site optimizado para uso nos telemóveis, o <a href="http://diario2.com/tag/mais-gasolina" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mais Gasolina">Mais Gasolina</a> <a href="http://diario2.com/tag/mobile" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mobile">Mobile</a>.</p>
<p><a href="http://cache.diario2.com/uploads/2010/04/mobile01.png"><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/04/mobile01.png" alt="" title="mobile01" width="240" height="320" class="alignright size-full wp-image-4314" /></a></p>
<p>Este site, disponível em <a href="http://m.maisgasolina.com">m.maisgasolina.com</a>, permite aceder a toda a informação já disponível no site <a href="http://www.maisgasolina.com">www.maisgasolina.com</a>.</p>
<p>Optimizado para ligações móveis, este é um site de fácil utilização quer em telemóveis com <a href="http://diario2.com/tag/ecra-tactil" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ecrã táctil">ecrã táctil</a> ou de ecrã fisico. E o seu tamanho é bastante reduzido para evitar gastos desnecessários de tráfego móvel.</p>
<p>Para aceder basta ter um <a href="http://diario2.com/tag/telemovel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with telemóvel">telemóvel</a> com ligação à Internet. Segundo os promotores, o site vê-se melhor com o browser Opera Mini.</p>
<h3>Média de poupança: € 1,39</h3>
<p>O projecto Mais Gasolina teve início em 2006 e conta agora com mais de 11000 utilizadores registados.</p>
<p>Em média, cada utilizador do Mais Gasolina poupa €1.39 por depósito ao abastecer nos postos mais baratos.</p>
<p>Esta informação esteve sempre limitada a quem tinha acesso a um computador, pois apesar do Mais Gasolina já disponibilizar pontos de interesse com a localização dos postos de abastecimento para GPS, os preços não se encontram indicados nesses dados.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/mais-gasolina" title="Mais Gasolina" rel="tag">Mais Gasolina</a><br /><br/>

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		<title>ActivoBank: a banca ubíqua, para as gerações 2.0</title>
		<link>http://diario2.com/activobank-a-banca-ubiqua-para-as-geracoes-2-0-4227</link>
		<comments>http://diario2.com/activobank-a-banca-ubiqua-para-as-geracoes-2-0-4227#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentado hoje em Lisboa, o Activobank é a aposta do grupo Millennium para colocar um produto bancário inequivocamente junto das gerações 2.0. Diário2 teve acesso ao pré-lançamento e adianta os traços gerais do novo banco ubíquo e com transações em tempo real.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está a ser apresentado à Imprensa e blogs neste momento o <a href="http://diario2.com/tag/activobank" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with activobank">Activobank</a> &#8212; a aposta do grupo <a href="http://diario2.com/tag/millennium" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Millennium">Millennium</a> para colocar um produto bancário inequivocamente junto das gerações 2.0. Diário2 teve acesso ao pré-lançamento e adianta os traços gerais do novo banco ubíquo.</p>
<p>O ActivoBank apresenta refrescamentos e novidades a 3 níveis e revoluciona noutro. As novidades estão nas lojas físicas, no site online (<a href="http://www.activobank.pt">activobank.pt</a> estará operacional nas próximas horas) e na angariação de clientes. A revolução&#8230; não sei como lhe vão chamar, só me ocorre a expressão &#8220;banca ubíqua&#8221;: em qualquer lado onde eu esteja, e haja conectividade e um telefone ou aparelho com ligação, tenho acesso não apenas às consultas, mas a todos os serviços associados à minha conta. Transacções em tempo real.</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/activobank1.jpg" alt="" title="activobank1" width="600" height="450" class="aligncenter size-full wp-image-4232" /></p>
<h3>iPhone app</h3>
<p>Comecemos pela revolução. O ActivoBank tem já uma iPhone app no iTunes e vão ser lançadas <a href="http://diario2.com/tag/aplicacoes" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Aplicações">aplicações</a> para a maioria dos hoje chamados <a href="http://diario2.com/tag/smartphones" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with smartphones">smartphones</a>. Vi a iPhone app em acção e&#8230; como explicar? Tirando a parte de não saírem notas do telefone, é melhor que o Multibanco.</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/activobank2.jpg" alt="" title="activobank2" width="450" height="600" class="alignleft size-full wp-image-4233" /></p>
<p>Quem tenha a aplicação MB Phone vai ficar roído de inveja. Eu tenho, eu fiquei. As limitações desta são pulverizadas pela aplicação do ActivoBank. Usando a frase que Miguel Carvalho, o COO do ActivoBank, empregou para me descrever o potencial da mudança: &#8220;<em>passámos da fase dos alertas para a banca em tempo real</em>&#8220;. E exemplificou com uma  transferência para a conta de solidariedade com a Madeira, feita em menos de 30 segundos.</p>
<p>No MB Phone faço consultas lentas. No ActivoBank poderei fazer transacções rápidas.</p>
<p>Claro que não é só o iPhone. Este é o começo, um apelativo começo. Toda a informática, nas lojas físicas, é <a href="http://diario2.com/tag/apple" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Apple">Apple</a> e, mercê de um acordo com a Vodafone, na campanha de lançamento do ActivoBank há condições especiais para a aquisição de iPods ou iPhones a partir de 49 euro (contrato de 24 meses e 30 euro mensais, se retive bem a informação somente oral do pré-lançamento). Mas a banca ubíqua estende-se a outros aparelhos telefónicos com acesso à Internet, seja com aplicações próprias, seja via browser ao site, preparado para a segurança que esse tipo de acesso implica, e mantendo o mesmo nível de serviço: total, não apenas de consulta.</p>
<h3>Simplificação 2.0</h3>
<p>O site é um mimo. Se é cliente do MillenniumBCP ou de outro banco online, compreenderá isto: imagine que lhe fizeram um lifting e modernização à luz do que vulgarmente chamamos de conceitos 2.0, como a simplicidade, limpeza, racionalidade. A &#8220;navegação&#8221; é reduzida ao mínimo. O uso das janelas de sobreposicionamento resulta muito bem, como já sabemos da prática dos modernos webservices.</p>
<p>O Activobank cortou com a gordura do MillenniumBCP. Não há 42.000 informações de que eu não necessito a ocupar o espaço do ecrã. Tem todas as funcionalidades, algumas delas usando a mesma tecnologia &#8220;por detrás&#8221; &#8212; o front-office é que sofreu as melhorias.</p>
<p>É claro que nem todos os clientes do MillenniumBCP ficarão, como eu, desejosos de mudar. Imagino que muitos gostem do site actual. Mas o site actual não é apelativo para as gerações instantâneas nem se enquadra na web líquida. Este ActivoBank é pensado precisamente para ir ao encontro das pessoas que não estão para perder muito tempo com os serviços bancários, estão habituadas a consumir a informação em pequenas doses e têm prática de serviços web: se precisam consultar o precário, ou as condições, sabem que há um botão discreto algures que os leva lá, dispensam bem os menus de funcionalidade sobrecarregados com tais acessórios.</p>
<p>É bem claro o posicionamento em busca dos clientes habituados aos tempos leves e rápidos, que não têm (não tinham) nenhum banco adaptado à sua cultura: acesso instantâneo, ubíquo, independente de plataformas, high-tech, com contacto humano reduzido ao mínimo indispensável.</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/activobank3.jpg" alt="" title="activobank3" width="450" height="600" class="alignright size-full wp-image-4234" /></p>
<h3>Lojas modernas</h3>
<p>As lojas que o ActivoBank abre hoje em centros comerciais &#8212; Amoreiras, Saldanha e Lagoas, na Grande Lisboa, e Península, no Porto &#8212; são modernas na apresentação e nas funcionalidades. Não se parecem lá muito com <a href="http://diario2.com/tag/bancos" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with bancos">bancos</a>, é verdade. Parecem mais lojas de roupa. Tem um balcão transacional ao fundo, &#8220;gabinetes de prova&#8221; laterais e mostruários de novidades/promoções (a campanha iPhone/iPod, de início).</p>
<p>Os computadores e monitores têm a maçã da Apple. Não que haja algum acordo. Apenas para bom marketing <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  De facto, e isto digo eu, como é que demorou tanto tempo até um banco perceber o óbvio, que a maçã vale mais, comunicacionalmente falando, que qualquer outro logotipo de hardware?</p>
<h3>A lição do Facebook</h3>
<p>As lojas dispõem ainda de espaços menos expostos destinados à rede de angariadores. Funcionará mais ou menos assim (hoje o banco apresentará mais informação do que a prestada na pré-exibição, naturalmente): qualquer pessoa pode tornar-se parte da rede, e não apenas os agentes tradicionais, e não dispondo de instalações, pode recorrer às lojas para fazer apresentações aos potenciais clientes, ou resolver problemas. Tudo, dizem-me, com grande simplificação de processos &#8212; o que inclui, por exemplo, acesso wireless automático dentro das lojas e nas suas proximidades, para os clientes do Activobank.</p>
<p>Esta rede foi mais ou menos inspirada na observação das novas relações sociais, nomeadamente visíveis no Facebook. O endosso de serviços por parte das pessoas em quem confiamos sempre existiu, a diferença é que a rede de pessoas em quem confiamos tem vindo a mudar &#8212; e a alargar. Pelo que entendi (dou pouca atenção à banca propriamente dita), o ActivoBank pretende estar mais perto de um determinado público alvo que é mais sensível aos endossos da sua rede do que à publicidade e aos endossos &#8220;profissionais&#8221;.</p>
<p>Termino dizendo que há outros aspectos do serviço bancário propriamente dito que também foram simplificados e facilitados à medida das gerações 2.0, info-ricas e impacientes. Ao invés de escolher os produtos pré-formatados que o banco apresenta, o cliente tem o poder de definir coisas como o prazo do depósito ou investimento. Mas de tais pormenores saberão informar jornalistas e bloggers mais atentos. Eu fico-me pela apresentação genérica.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/activobank" title="activobank" rel="tag">activobank</a>, <a href="http://diario2.com/tag/banca-online" title="banca online" rel="tag">banca online</a>, <a href="http://diario2.com/tag/bancos" title="bancos" rel="tag">bancos</a>, <a href="http://diario2.com/tag/millennium" title="Millennium" rel="tag">Millennium</a>, <a href="http://diario2.com/tag/apps" title="Apps" rel="tag">Apps</a><br /><br/>

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		<title>Centro Atlântico publica e-books no Kindle da Amazon</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 19:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A editora Centro Atlântico acaba de difundir em nota de imprensa que já estão e-books seus disponíveis na Kindle Store -- uma semana depois da Amazon ter passado a admitir carregamento de livros em português na sua loja. Já estão disponíveis dezenas de livros em português, obras do domínio público na grande maioria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/centroatlg.jpg" alt="" title="centroatlg" width="272" height="351" class="alignright size-full wp-image-4174" />A editora <a href="http://diario2.com/tag/centro-atlantico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with centro atlântico">Centro Atlântico</a> acaba de difundir em nota de imprensa que já estão e-books seus disponíveis na <a href="http://diario2.com/tag/kindle" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Kindle">Kindle</a> Store &#8212; uma semana depois da Amazon ter passado a admitir carregamento de livros em português na sua loja.</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/dp/B0039IT5E2">&#8220;Salomão &#8211; O Elefante Diplomata&#8221;</a> (http://www.amazon.com/dp/B0039IT5E2), escrito por Jorge Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas (também autores de &#8220;Portugal &#8211; O Pioneiro da Globalização&#8221; e &#8220;1509 &#8211; A Batalha que Mudou o Domínio do Comércio Global&#8221;), é o primeiro livro a estar disponível na Kindle Store, ao preço de $11.50 (8,4 euro, câmbio de hoje).</p>
<p>A obra relata a incrível história da última jóia do Império &#8211; Salomão, o elefante-diplomata oferecido por D. João III ao <a href="http://diario2.com/tag/futuro" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with futuro">futuro</a> imperador da Casa de Áustria, que viajou da Índia a Viena de Áustria.</p>
<p>O Centro Atlântico é a editora líder em Portugal no mercado (não-escolar) de e-books. Iniciou a <a href="http://www.centroatl.pt/internet.99/i99-expo.html">comercialização de e-books em 16 de Março de 1999</a> e assinou o <a href="http://books.google.pt/books?lr=lang_pt&#038;num=30&#038;as_brr=3&#038;as_pt=BOOKS&#038;q=centroatlantico.pt&#038;btnG=Pesquisar+livros">acordo com o serviço Google Books em Dezembro de 2004</a>.</p>
<p>Fica o registo, sem ilusões. Tenho a certeza absoluta que dentro de alguns meses/anos alguma editora ou grupo de media português vai fazer um grande banzé promovendo-se como a primeira editora portuguesa no Kindle e blá blá. Aconteceu antes.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/kindle" title="Kindle" rel="tag">Kindle</a>, <a href="http://diario2.com/tag/centro-atlantico" title="centro atlântico" rel="tag">centro atlântico</a><br /><br/>

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		<title>Guia (in)completo do iPad</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 09:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Salvador dos media, aparelho do ano, ou mesmo da década, desilusão geek - o iPad marca a actualidade. Por quanto tempo, é uma incógnita, em aberto, como tudo ficou após o tão esperado anúncio da Apple. Fechado, digo-lhe isto: o aparelho é a evolução natural e esperada, espécie de <em>missing link</em> entre os portáteis da Apple (iPhone e iPod) e os seus computadores (MacBook, Air). O melhor dos dois mundos foi melhorado, com consequências fáceis de perceber, e um preço anormalmente baixo para um produto Apple.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-4077" title="ipad" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/ipad.jpg" alt="" width="600" height="327" /></p>
<p>Salvador dos media, aparelho do ano, ou mesmo da década, desilusão <em>geek</em> &#8212; o <a href="http://diario2.com/tag/ipad" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ipad">iPad</a> marca a actualidade. Por quanto tempo, é uma incógnita. Este guia (in)completo do <a href="http://diario2.com/tag/ipad" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ipad">iPad</a> não responde a essa questão e deixa outras em aberto. Em aberto, é como tudo ficou depois do tão esperado anúncio da <a href="http://diario2.com/tag/apple" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Apple">Apple</a>. Fechado, fechado, digo-lhe isto: o aparelho é a evolução natural e esperada, espécie de <em>missing link</em> entre os aparelhos de portabilidade da Apple (<a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a> e iPod) e os seus computadores (MacBook, Air). O melhor dos dois mundos foi melhorado. Com algumas consequências fáceis de perceber.</p>
<h3>A Terceira Coisa</h3>
<p><a href="http://diario2.com/tag/steve-jobs" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Steve Jobs">Steve Jobs</a> situa o <a href="http://apple.com/ipad">iPad</a> num terceiro sector, a meio caminho entre os telefones espertos (<em>smartphones</em>)  e os computadores portáteis. Nada  novo, na verdade: nessa &#8220;terceira coisa&#8221; cabem também os outros aparelhos que de alguma forma competem com o iPad, sejam leitores de livros como o <a href="http://diario2.com/tag/kindle" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Kindle">Kindle</a>, sejam mais directamente os TabletPC &#8212; e a Microsoft está nessa jogada. Sejam, ainda, os protótipos e experiências que conhecemos dos dois lados, do lado da publicação, com os &#8220;papéis de plástico&#8221; que poderão substituir o papel, e do lado da informática com os  usáveis (wearables, que ligam o digital ao físico, vejam o que quero dizer <a href="http://www.ted.com/talks/pranav_mistry_the_thrilling_potential_of_sixthsense_technology.html">assistindo a isto</a>).</p>
<p>Na verdade essa prateleira intermédia existe, inclusivé no grande comércio de informática. A meio caminho entre smartphones e os portáteis e laptops temos, hoje, os <a href="http://diario2.com/tag/netpc" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with netpc">netpc</a>. Compreende-se que a Apple não queira ver o iPad misturado no segmento conhecido pelas marcas brancas, sub-produtos, híbridos, low cost, funções pobres, microprocessadores ultrapassados. Mas não há como escamotear que o iPad encaixa muito bem nas características do segmento (ler mais abaixo). Que deverá subdividir-se.</p>
<h3>Cegueira</h3>
<p>Um dia conheceremos os meandros da psique dos industriais dos media. O que os levou (leva) a acreditar que um aparelho que refinou a experiência de leitura na Internet constitui a salvação das suas receitas? Vão ter de inventar muito, ainda. E inventar o que já devia estar há muito na lista de prioridades: conteúdos de valor acrescentado em vez da indiferenciada pastilha de agência, multimedia com experiência de utilizador que deixe este de boca aberta em vez de um site arrumadinho, isto para começar.</p>
<h3>Expectativa</h3>
<p>Steve Jobs e a Apple fizeram o espectáculo do costume a criar expectativa em torno de um lançamento. O iPad foi chamado de aparelho do ano, quiçá da década &#8212; ANTES MESMO de estar lançado ou ser sequer conhecido rudimentarmente. Não é preciso gastar um cêntimo em publicidade. A trupe 2.0, de língua de fora, trata de enfiar o novo aparelho em tudo o que seja jornal, rádio, televisão, prime-time, sessões contínuas, trends do Twitter, especiais nos sites &#8220;da especialidade&#8221;, sms, telefone, batuque, sinais de fumo. A Apple consegue patamares de ubiquidade instantânea sem comparação nem com os piores registos das empresas mais odiadas, como foram nos seus tempos áureos a IBM ou a Microsoft (nestas coisas geek, como em tantas outras, o ódio move mais montanhas que o amor).</p>
<h3>Leitor de media</h3>
<p>O iPad é um bom leitor de media, versátil, com ecran a cores e tamanho ajustado. Dizem os analistas que o Kindle é um pouco melhor para a função de ler livros. O iPad será um pouco inferior para a experiência da leitura continuada e repetida (mais de um livro por mês é a charneira), mas a versatilidade é muito superior e justifica a diferença de preço. A menos que a ambição do comprador seja <strong>exclusiva e peremptoriamente</strong>, ler livros.</p>
<h3>Máquina</h3>
<p>O iPad não é uma máquina por aí além em desempenho e está longe dos sonhos <em>geek</em>: não tem <em>multitasking</em>, isto é, não corre mais do que um processo de cada vez. Ouvir rádio enquanto lê? Mweew, esqueça. O processador foi optimizado para a experiência de leitura. A bateria dizem que se aguenta 10 horas (eu desconfio, as baterias são os consumos dos automóveis, os anúncios do fabricante nada têm a ver com a realidade de 99% dos clientes, mas temos de acreditar na certificação e nas condições ótimas, invejar o raio dos 1% que delas desfrutam e calar). É uma máquina eficiente para as tarefas a que se propõe &#8212; e isso é suficiente para mim.</p>
<h3>Netpc</h3>
<p>Convém não esquecer que o iPad também concorre no segmento dos netpc, webpc, tabletpc &#8212; aquelas coisas um pouco menores que um portátil ou laptop, que servem para ler o correio, tuitar, fazer uns posts, escrever uns uourdes e emendar uns equeséis. Tipo Magalhães, topam? A Apple não tinha produto para esse segmento e passou a ter. É mais caro que os concorrentes? Sim, e também é estupidamente melhor e mais versátil que os concorrentes, mantendo as características essenciais do segmento: transportabilidade (peso + dimensões), facilidade de uso, simplicidade.</p>
<p>A entrada da Apple virá modernizar o segmento dos aparelhos intermédios, provavelmente dividindo-o em dois tipos: os <em>low cost</em> puros, máquinas sem outras pretensões que as de computador pessoal alternativo, e os multifunções, um pouco mais caros, mas com as características do início do segmento, da transportabilidade à alternativa à informática de grande porte.</p>
<h3>Preço!</h3>
<p>Sejamos francos e directos: a maior inovação, também porque a mais inesperada, do último produto da Apple é o preço! Uma máquina destas por 499 dólares (16 GB, sem 3G) a 829 dólares (com 64 GB e 3G)  é um preço insanamente barato. O iPhone é mais caro (comprado livre de contrato).</p>
<p>Esta inflexão na política da Apple tem uma razão estratégica. Cria dificuldades acrescidas à concorrência. Evita que se distancie do Kindle (259 dólares) sem retorno. Facilita a velocidade de implantação (o iPod demorou 2 anos, um desperdício com custos nas indecisões). Torna-o hipótese no mercado dos netpc e alternativa natural nos portáteis de entrada. Sobrecarrega menos os fãs da marca, que hesitarão na compra de um aparelho que considerarão supérfluo mais depressa que as pessoas ainda sem <em>Apple experience</em>.</p>
<h3>Portátil de viagem</h3>
<p>O MacBook pesa um bom bocado, quando em viagem. Mas o iPhone é escasso para trabalhar um par de horas entre reuniões ou passeios. Serve para as urgências do correio e das redes sociais, serve para ler as gordas. O iPad é o sonho do viajante conectado &#8212; acreditem-me. Passar os olhos nos jornais e blogs no aeroporto, jogar ou ver um filme na viagem, bater uma carta e dar dois dedos de trela no Twitter, ler um romance antes de dormir e tomar notas durante a reunião do dia seguinte, com um aparelho que pesa uma fracção do portátil, custa menos de metade e se opera com os dedos naquele maravilhoso ecran que é ainda melhor que os do iPod/iPhone. Só por isto, estou comprador.</p>
<h3>Salvação</h3>
<p>A indústria dos media salivava há umas boas semanas; o iQualquerCoisa viria tirar os lucros dela da espiral negativa, terminar com o pesadelo da Internet e fazer-nos regressar magicamente aos &#8220;bons, velhos tempos&#8221; em que se vendia o mesmo papel duas vezes, a montante e a jusante. Como disse ao Diário Económico, este estado de ansiedade diz mais sobre a indústria do que sobre o iPad &#8212; qualquer iPad. Uma indústria que se tem sistematicamente retirado do caminho do progresso dos seus dois mercados clientes (anunciantes e consumidores), deposita as esperanças de sobrevivência num aparelho improvável e desconhecido, fabricado por uma empresa que antes lhe roubou, calmamente, a maior fatia dos fiéis <em>e ninguém acha isto irreal</em>.</p>
<h3>Torniquete</h3>
<p>Uma das razões que levou os media a esperarem pela iSalvação foi o torniquete da Apple: a loja iTunes. Os torniquetes são meios eficazes, e raros, para cobrar em ambientes de abundância. Mas não há torniquetes grátis e, a menos que nós próprios os construamos, são caros, às vezes muito caros. A política da Apple para os produtores de conteúdos vai condicionar fortemente (foi a palavra mais macia que encontrei) a disposição dos jornais e televisões para terem &#8220;edições iPad&#8221;.</p>
<p>Dito isto: mesmo que se torne num sucesso, o que está longe por enquanto de suceder, o iPad não conseguirá criará uma barreira suficientemente grande para recriar um ambiente de escassez ou muros suficientemente altos para reter as audiências. Até porque o aparelho se esforça por garantir o consumo da web como a conhecemos: páginas HTML, hipertexto, multimedia, gratuitidade &#8212; e intensa liberdade. Pelo que a indústria dos media fará melhor abandonar a ideia da iSalvação e concentrar-se em procurar a escassez através da qualidade ou da experiência irrepetível.</p>
<p>O Pedro Doria faz, no Estadão, <a href="http://blogs.estadao.com.br/pedro-doria/2010/01/27/o-tablet-da-apple-a-horas-de-ser-lancado/">uma interessante análise</a> e compara a relação iPod/música versus iPad/jornais. Mas esquece duas diferenças fundamentais, talvez porque falou antes de conhecer as características do aparelho.</p>
<p>A primeira é que, ao contrário da música, a informação não é pirateada na web: é disponibilizada gratuitamente, ou a baixíssimo custo, e distribuída de uma forma imbatível, pelos nossos próprios amigos ou próximos, poara não falar das sofisticadíssimas tecnologias de pesquisa e de distribuição. Baixar uma música ilegal tem de facto algum custo em tempo e esforço, além de risco e de qualidade insuficiente ao nível das capas (exemplo do Pedro), mas ler uma informação na web não tem nada disso: ela até já vem ter connosco, separada, seleccionada e formatada ao nosso perfil, além de que não comporta risco legal.</p>
<p>A segunda é que, ao contrário do iPod e mesmo do Kindle, o iPad não separa o utilizador da Internet. O iPad continua a ser um computador ligado à Internet.</p>
<h3>Versatilidade</h3>
<p>. O iPad até de moldura digital serve! A Apple tacteia diversas funcionalidades do ambiente doméstico, na expectativa de encaixar o aparelho, que é realmente versátil. A versatilidade pode ser um trunfo. Ou não. É como os melões.</p>
<h3>Video de apresentação da Apple</h3>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/w68DDKD-YaU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/w68DDKD-YaU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/ipad" title="ipad" rel="tag">ipad</a>, <a href="http://diario2.com/tag/netpc" title="netpc" rel="tag">netpc</a>, <a href="http://diario2.com/tag/steve-jobs" title="Steve Jobs" rel="tag">Steve Jobs</a>, <a href="http://diario2.com/tag/apple" title="Apple" rel="tag">Apple</a><br /><br/>

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		<title>Tony Fish: perceber as aplicações mobile</title>
		<link>http://diario2.com/tony-fish-perceber-as-aplicacoes-mobile-3204</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Landeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O telemóvel está connosco o dia inteiro, “sabe” por onde andamos, quanto tempo estamos em cada lugar e, mais importante, com quem lidamos e quem conhecemos. Para percebermos o futuro das aplicações mobile e saber para que servirão, é necessário perceber a plataforma onde elas se edificam e as potencialidades que ela fornece aos criadores e consumidores de conteúdos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-3253" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/MobileApps.jpg" alt="MobileApps" width="200" height="295" />Profundamente ligado ao ambiente <em><a href="http://diario2.com/tag/mobile" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mobile">mobile</a>,</em> <a href="http://www.tonyfish.com/">Tony Fish</a> faz uma interessante análise sobre os elementos que rodeiam este tipo de plataformas. Aqui ficam alguns pontos  (e a palestra em vídeo) que poderão ser importantes para perceber o sucesso e/ou o insucesso de algumas <a href="http://diario2.com/tag/aplicacoes" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Aplicações">aplicações</a> <em>mobile</em> com o intuito de compreender qual a  direcção a seguir no <a href="http://diario2.com/tag/futuro" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with futuro">futuro</a>.</p>
<h3>Consumo <em>versus</em> Criação</h3>
<p>Um dado relevante é o facto das operadoras e marcas de telemóveis terem tentado (e algumas ainda poderão ter a tentação de) equipar os telemóveis pensando que iríamos ser consumidores e que iríamos fazer <em>download</em> de aplicações, música e  vídeo. Segundo Tony Fish, em regra geral, os utilizadores de telemóveis não são consumidores mas criadores. Tiramos fotos na rua e queremos que apareçam no nosso blogue ou damos conta de um acontecimento e queremos divulgá-lo imediatamente. O facto de termos connosco o <a href="http://diario2.com/tag/telemovel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with telemóvel">telemóvel</a> em qualquer situação faz com que a maneira como se criam conteúdos na <em>web</em> e noutros circuitos de fornecimento de informação esteja a mudar significativamente.</p>
<p>A utilização do telemóvel para navegação na <em>internet</em> é um eterno problema e é preciso ter em conta que desde sempre houve uma simbiose perfeita na utilização do telemóvel no que respeita ao produzir-consumir ( nós telefonamos e alguém escuta, mandamos uma mensagem e alguém lê). Na <em>web</em>, não existe este balanceamento perfeito, por isso, de acordo com Tony Fish, as aplicações com características de  puro consumo não irão resultar.</p>
<h3>A importância e o valor dos dados</h3>
<p>Ainda outros conceitos bastante interessantes de que fala Tony são relacionados com os dados. Assim, existem três tipos de dados:</p>
<p>•    “click data” &#8211; Basicamente aquilo em que a <em>internet</em> é baseada.<br />
•    “content data” &#8211; Dados criativos, coisas que criamos.<br />
•    “my data” -  A nossa localização, por exemplo, coisas pessoais que estamos dispostos a partilhar.</p>
<p>O foco deverá ir para o último ponto &#8211; “my data”. As potencialidades desde tipo de dados ainda não estão totalmente exploradas, mas há empresas que têm vindo a criar algum ganho e a tentar perceber quais os dados que partilhamos e até onde vamos nessa partilha. A <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a> é o principal exemplo desta abordagem. Para chegarmos a essa conclusão temos que perceber os seguintes factos:</p>
<p>•    Os dados andam dispersos em várias plataformas telemóvel, <em>internet</em>, televisão;<br />
•    Os dados são analisados e interpretados e é criado valor a partir dessa análise;<br />
•    Se tivermos os dados e a análise teremos igualmente o valor;<br />
•    Para possuirmos os dados precisamos de controlar as plataformas.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-3251" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/Screen-shot-2009-11-16-at-10.07.09-PM.png" alt="Screen shot 2009-11-16 at 10.07.09 PM" width="300" height="251" />O esforço da Google está amplamente descrito nestes pontos e o exemplo do <a href="https://www.google.com/dashboard/">dashboard</a> é um pequeno vislumbre do que a Google conhece sobre nós e de como esse conhecimento poderá ser utilizado, criando-se valor tendo-o como base. O facto de a Google apostar em plataformas (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Android_%28operating_system%29">Android</a>, <a href="http://www.google.com/mobile">Google Mobile</a>, <a href="https://www.google.com/voice">Google Voice</a>, <a href="http://news.cnet.com/8301-30684_3-10393271-265.html">AdMob</a> ) para os aparelhos móveis faz todo o sentido neste contexto.</p>
<p>Como refere Fish, a prática comercial a nível mundial baseia-se neste tipo de informação, para gerar confiança entre quem consume e quem fornece. Qualquer tipo de serviço desde o gás em casa à televisão por cabo precisa que provemos quem somos e para isso necessitamos de facultar “my data” a quem nos pedir.</p>
<h3>Potencial estagnado</h3>
<p>A tecnologia <em>mobile</em> tem estado estagnada por inúmeras razões. Um dos motivos de que fala Tony Fish é o facto de os principais intervenientes no mercado <em>mobile</em> estarem focados no controlo, contrariamente ao que acontece com a <em>internet</em>, em que praticamente toda a infra-estrutura se baseia em <em>standards</em> e formatos abertos estando o foco maioritariamente na disponibilização de informação.</p>
<p>Muito mais há a extrair da palestra dada por Tony Fish, cujo visionamento se aconselha vivamente. Bastam cerca de 20 minutos de atenção e disponibilidade.</p>
<p><object id="viddler" style="width: 600px; height: 395px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="395" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="viddler" /><param name="src" value="http://www.viddler.com/player/2388bc0/" /><embed id="viddler" style="width: 600px; height: 395px;" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="395" src="http://www.viddler.com/player/2388bc0/" name="viddler"></embed></object></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/telemovel" title="telemóvel" rel="tag">telemóvel</a>, <a href="http://diario2.com/tag/aplicacoes" title="Aplicações" rel="tag">Aplicações</a>, <a href="http://diario2.com/tag/futuro" title="futuro" rel="tag">futuro</a><br /><br/>

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		<title>Um anúncio de águas que encantou o mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:24:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redaccao</dc:creator>
				<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[O anúncio televisivo da marca de águas francesa Evian encantou o mundo. No YouTube o anúncio conta, neste momento, mais de 12,7 milhões de visualizações. A campanha criada pela Euro RSCG de França chegou a ser reconhecida pelo Guinness Book of Records, isto porque o sucesso do anúncio fez com que a marca esgotasse em determinados estabelecimentos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://diario2.com/tag/anuncio" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with anúncio">anúncio</a> televisivo da marca de águas francesa <a href="http://www.evian.com/">Evian</a> encantou o mundo. No <a href="http://diario2.com/tag/youtube" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Youtube">YouTube</a> o anúncio conta, neste momento, mais de 12,7 milhões de <a href="http://diario2.com/tag/visualizacoes" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with visualizações">visualizações</a>. A campanha criada pela Euro RSCG de França chegou a ser reconhecida pelo Guinness Book of Records, isto porque o sucesso do anúncio fez com que a marca esgotasse em determinados estabelecimentos.</p>
<p>Quem é que não quer uma água que põe os bebés a dançar e a saltar?</p>
<p>O elevado número de visualizações que os pequenos patinadores obtiveram fez com que os anúncios posteriores seguissem a mesma ideia.</p>
<p>Vale a pena ver e, sobretudo, divertir-se&#8230; </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XQcVllWpwGs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/XQcVllWpwGs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/evian" title="Evian" rel="tag">Evian</a>, <a href="http://diario2.com/tag/visualizacoes" title="visualizações" rel="tag">visualizações</a>, <a href="http://diario2.com/tag/anuncio" title="anúncio" rel="tag">anúncio</a>, <a href="http://diario2.com/tag/youtube" title="Youtube" rel="tag">Youtube</a><br /><br/>

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		<title>Smartphones: recorde no trimestre com ajuda do Android</title>
		<link>http://diario2.com/smartphones-recorde-no-trimestre-com-ajuda-do-android-2800</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
				<category><![CDATA[equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[android]]></category>
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		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
		<category><![CDATA[smartphones]]></category>

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		<description><![CDATA[A distribuição de smartphones no mundo aumentou 4,2% entre Julho e Setembro de 2009, recorde trimestral, apesar do mau momento da economia global. Android impulsiona, mas Nokia é quem lidera.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/smartphones.jpg" alt="smartphones" title="smartphones" width="300" height="231" class="alignright size-full wp-image-2801" />A distribuição de <a href="http://diario2.com/tag/smartphones" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with smartphones">smartphones</a> no mundo aumentou 4,2% entre Julho e Setembro de 2009, um recorde trimestral, apesar do mau momento da economia global. Existirão agora algo como 43,3 milhões destes aparelhos. Os dados são da consultora IDC, referem-se às transações entre fabricantes e lojistas, e não às vendas para o consumidor, e corroboram o que já esta semana <em>d2</em> tinha noticiado (ler <a href="http://diario2.com/mercado-de-telemoveis-com-tela-sensivel-cresce-159-2548">categoria de smartphones também está a ganhar embalagem</a>).<br />
Ramon Llamas, analista da IDC, referiu que a procura no terceiro trimestre foi forte e destacou como razão o facto de os smartphones oferecem entretenimento e variedade de funções que não estão disponíveis em telemóveis tradicionais.<br />
“<em>Com os consumidores em busca de melhores funcionalidades nos aparelhos, acreditamos que o mercado de smartphones vai continuar a crescer mais depressa que o sector de telemóveis tradicionais</em>”, disse Llamas no comunicado.</p>
<h3>O &#8220;empurrão&#8221; do Android</h3>
<p>Outro analista da IDC, Will Stofega, acredita que o Android (sistema desenvolvido pelo <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a> que equipa aparelhos de diversos fabricantes) contribuiu para aumentar o interesse nos smartphones. O Android veio aumentar a competitividade entre marcas e conceitos de dispositivos móveis como iPhones, Blackberries e Windows <a href="http://diario2.com/tag/mobile" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mobile">Mobile</a>.</p>
<p>Outro dado do estudo da IDC: apesar do bruá em torno do <a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a>, sobretudo nos EUA, a <a href="http://diario2.com/tag/nokia" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Nokia">Nokia</a> permanece líder global no mercado dos celulares &#8220;inteligentes&#8221;. A jóia da coroa do fabricante finlandês é o N97, mas está para breve o N900, que estreará  o <a href="http://diario2.com/tag/maemo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Maemo">Maemo</a>, sistema operativo móvel baseado no Linux.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/smartphones" title="smartphones" rel="tag">smartphones</a>, <a href="http://diario2.com/tag/android" title="android" rel="tag">android</a>, <a href="http://diario2.com/tag/idc" title="IDC" rel="tag">IDC</a>, <a href="http://diario2.com/tag/nokia" title="Nokia" rel="tag">Nokia</a>, <a href="http://diario2.com/tag/maemo" title="Maemo" rel="tag">Maemo</a><br /><br/>

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		<title>Mercado de telemóveis com tela sensível cresce 159%</title>
		<link>http://diario2.com/mercado-de-telemoveis-com-tela-sensivel-cresce-159-2548</link>
		<comments>http://diario2.com/mercado-de-telemoveis-com-tela-sensivel-cresce-159-2548#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redaccao</dc:creator>
				<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[comscore]]></category>
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		<category><![CDATA[smartphone]]></category>
		<category><![CDATA[tela sensível]]></category>

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		<description><![CDATA[A utilização de telemóveis com ecrã táctil deixou de ser uma simples tendência e está a crescer em ritmo acelerado. No período de 1 ano entre os meses de Agosto de 2008 e 2009, e sobretudo graças às vendas do iPhone, este mercado cresceu 159% nos EUA -- e ainda mais na Austrália.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A utilização de telemóveis com <a href="http://diario2.com/tag/ecra-tactil" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with ecrã táctil">ecrã táctil</a> deixou de ser uma simples tendência e está a crescer em ritmo acelerado. No período de 1 ano entre os meses de Agosto de 2008 e 2009, e sobretudo graças às vendas do <a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a>, este mercado cresceu 159%.</p>
<div id="attachment_2570" class="wp-caption alignright" style="width: 175px"><img class="size-full wp-image-2570" title="intro-iphone-find-20090608" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/intro-iphone-find-20090608.jpg" alt="intro-iphone-find-20090608" width="165" height="355" /><p class="wp-caption-text">iPhone é, sem surpresa, o responsável pelo disparo no consumo de <a href="http://diario2.com/tag/smartphones" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with smartphones">smartphones</a></p></div>
<p>Quem o diz é a empresa de pesquisa de mercado <a href="http://diario2.com/tag/comscore" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with comscore">ComScore</a>. Segundo o <a href="http://www.comscore.com/Press_Events/Press_Releases/2009/11/Touchscreen_Mobile_Phone_Adoption_Grows_at_Blistering_Pace_in_U.S._During_Past_Year">relatório recém-publicado</a>, no final de Agosto deste ano existiam, só nos Estados Unidos, 23,8 milhões de pessoas com um <a href="http://diario2.com/tag/telemovel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with telemóvel">telemóvel</a> de ecrã táctil.</p>
<p>Mas o <a href="http://diario2.com/tag/estudo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with estudo">estudo</a> dá conta de que não é só o mercado dos aparelhos com tela sensível ao toque que está a disparar: a categoria de <em>smartphones</em> está a ganhar embalagem nos Estados Unidos, seguindo aliás o que já se verificara em mercados asiáticos, como o Japão. A ComScore fala num crescimento de 63% para o mesmo período, isto ainda nos EUA.</p>
<p>O telemóvel da Apple é o agente principal deste crescimento. Ainda segundo a ComScore, 32,9% do mercado dos touch-screen pertencem ao iPhone. O segundo aparelho da lista é o Dare, da LG, com 8,7%. Seguem-se LG Voyager (7,8%), BlackBerry Storm (7%) e Palm Treo (6,5%).</p>
<h3>Austrália cresce ainda mais</h3>
<p>Confirma-se que o crescimento dos telemóveis com tela sensível é geral. Há alguns dias já a IDC revelara dados do mercado australiano. Nos últimos 12 meses, aparelhos com ecrã táctil e teclados QWERTY &#8220;conheceram um crescimento fenomenal&#8221;, nas palavras do analista de mercado da IDC, Mark Novosel.</p>
<p>O último Quarterly <a href="http://diario2.com/tag/mobile" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mobile">Mobile</a> Phone Tracker da IDC aponta para um aumento de 29% ns primeiros seis meses deste ano, isto para os <em>smartphones</em> em geral, e de 235% no mercado dos equipamentos com tela sensível ao toque.</p>
<p>Pela primeira vez na Austrália, os aparelhos centrados nos dados excederam os aparelhos focados na voz: 51% das encomendas no primeiro trimestre de 2009 foram de aparelhos data-centric, subindo a quota para 65% no segundo trimestre.</p>
<h3>Mais novos aderem mais</h3>
<p>Outra tendência (esperada&#8230;) que a ComScore detectou: a média de idade do utilizador de telemóveis com ecrã táctil é mais baixa que a dos utilizadores de telemóveis &#8220;normais&#8221;. 57,7% dos utilizadores de aparelhos touch-screen tem menos de 35 anos; 20,6% está na faixa 18-24. Com 65 anos ou mais, a percentagem desce abaixo dos 5%.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/ecra-tactil" title="ecrã táctil" rel="tag">ecrã táctil</a>, <a href="http://diario2.com/tag/comscore" title="comscore" rel="tag">comscore</a>, <a href="http://diario2.com/tag/iphone" title="iphone" rel="tag">iphone</a>, <a href="http://diario2.com/tag/smartphone" title="smartphone" rel="tag">smartphone</a>, <a href="http://diario2.com/tag/tela-sensivel" title="tela sensível" rel="tag">tela sensível</a><br /><br/>

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