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	<title>Diário2 &#187; jornalismo</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>New challenges of journalism por Steve Doig</title>
		<link>http://diario2.com/new-challenges-of-journalism-por-steve-doig-5487</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 14:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Quiterio</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[New challenges]]></category>
		<category><![CDATA[steve doig]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos tempos que correm, e na área de comunicação e jornalismo, o clamar que mais se houve é sobre os novos desafios com que se deparam os profissionais e, mais que eles, aqueles que estudam e almejam um lugar ao sol da prática de reportar a realidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nos tempos que correm, e na área de comunicação e <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo">jornalismo</a>, o clamar que mais se houve é sobre os novos desafios com que se deparam os profissionais e, mais que eles, aqueles que estudam e almejam um lugar ao sol da prática de reportar a realidade.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No passado dia 29 de Setembro tive o prazer de assistir à pequena conferência do ilustre <a href="http://diario2.com/tag/steve-doig" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with steve doig">Steve Doig</a>, conceituado professor de Computer-Assisted Reporting na Arizona State University, e Pulitzer Prize for Public Service em 1993. (bio completa <a href="http://cronkite.asu.edu/faculty/doigbio.php " target="_self">aqui</a>)</p>
<p style="text-align: justify;">Mais que tentar absorver toda a experiência daquele profissional, tentei perceber o que leva uma pessoa como o Steve Doig a lutar por uma prática como o jornalismo, mais nos tempos que correm. Facilmente percebi que ele é uma pessoa apaixonada. Apaixonou-se sempre pela prática de contar e encontrar a verdade; pela busca de razão para o leitor e depois nas aulas, na formação de novos historiadores do instante.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei contentíssima de não ter escolhido outro afazer naquele dia, em Lisboa. Porque quem me conhece sabe que não prescindo de aprender com os profissionais, de ouvir as boas estórias de quem ainda tem pó nos sapatos e, neste caso concreto, caminhou pelo advento da computação e chega aos dias de hoje com a prática desde o início. Steve Doig é um mestre no computer assisted reporting. Atentem nisso!</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5488" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/11/warning-7-300x163.jpg" alt="" width="300" height="163" /></p>
<p style="text-align: justify;">Deixo aqui algumas dicas que o próprio deixou na conferência na FCSH-UNL. Retirem ilações e acima de tudo, olhem para o jornalismo com paixão e suor. As lágrimas também fazem parte deste árduo caminho. Mas sem elas não valorizamos a prática nobre que é lidar com a informação:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Journalism is a great profession: important for democracy and society. You (we) can make a difference;</li>
<li>Journalism can impact; is fun and exciting. Journalism is walking in the morning and make a lot of different things every day,</li>
<li>Multimedia skills are necessary and useful in many areas;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Journalism assists many challenges today:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Delivery is changing;</li>
<li>New business model is installed;</li>
<li>Investigative reporting is endangered (watch dog democracy);</li>
<li>24/7 news cycle:</li>
<li>Every moment is deadline!</li>
<li>Ethical questions are important (very);</li>
<li>Proliferation of information sources</li>
<li>What audience wants vs needs</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">*imagem retirada do blogue de<a href="http://www.tomscott.com/warnings/" target="_self"> Tom Scott</a></p>
<p style="text-align: justify;">
<p>(Publicado inicialmente no blog do Correio da Manhã, <a href="http://s3g.me/ondas">Ondas na Rede</a>.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/steve-doig" title="steve doig" rel="tag">steve doig</a>, <a href="http://diario2.com/tag/new-challenges" title="New challenges" rel="tag">New challenges</a>, <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" title="jornalismo" rel="tag">jornalismo</a><br /><br/>

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		<title>Jornalismo móvel: as redes sociais estão mais preparadas que os jornais</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 14:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Simão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo móvel]]></category>
		<category><![CDATA[mojo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com os dispositivos móveis surge um novo conceito de jornalista, o mobile journalist (jornalista móvel) também conhecido pelo acrónimo MOJO. A portabilidade dos meios digitais permite a recolha e tratamento de texto, audio e video no próprio local. A internet móvel permite o envio e mesmo a directa publicação da informação a partir dos dispositivos digitais móveis onde a informação foi tratada. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" title="htc facebook" src="http://www.comunicamos.org/wp-content/uploads/2010/04/htc_face-225x300.jpg" alt="" />Um dos grandes paradigmas do <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo">jornalismo</a> assenta na necessidade de informar com a maior brevidade possível. Se entendermos o <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo">jornalismo</a> como a actualidade, teremos de ter em conta que a actualidade é o agora, o imediato, o instantâneo. A demora entre o acontecimento e a publicação da informação está nos vários processos de mediação. Entre a periodicidade do meio ou a necessidade da edição.</p>
<p style="text-align: justify;">Até surgir a internet a rádio era o meio que se apresentava como o mais imediato. A internet oferece na mesma essa possibilidade mas não a limita apenas ao áudio. Se os meios permitem que a informação seja divulgada quase instantaneamente, resta a edição e a publicação como limitadores. Esse limite tem sido gradualmente reduzido pela redução dos dispositivos de recolha, edição e publicação de informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os dispositivos móveis surge um novo conceito de jornalista, o <em><a href="http://diario2.com/tag/mobile" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mobile">mobile</a> journalist</em> (jornalista móvel) também conhecido pelo acrónimo <a href="http://diario2.com/tag/mojo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with mojo">MOJO</a>. A portabilidade dos meios digitais permite a recolha e tratamento de texto, audio e video no próprio local. A internet móvel permite o envio e mesmo a directa publicação da informação a partir dos dispositivos digitais móveis onde a informação foi tratada. Esta revolução técnologica equipa os jornalistas de modo a que apenas um jornalista recolhe trata e publica a informação no local de recolha diminuindo os processos de mediação e tornando quase instantanea a informação.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se os jornalistas têm acesso a smartphones e PDAs com capacidades de portabilidade de tratamento e publicação da informação os leitores também. Isto vem reforçar o fim do webjornalismo (mesmo antes de se ter afirmado na sua totalidade) e vem destacar o “jornalismo digital”. Por jornalismo digital considero o jornalismo que é feito com recurso a meios digitais e que é difundido pelos meis digitais. Assim o conceito engloga o webjornalismo e todos o jornalismo de acesso móvel e digital.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o jornalismo e os jornais não têm sido os principais impulsionadores da portabilidade, do acesso móvel a informação nem os principais impulsionadores de mecanismo de recolha e tratamento de informação digital móvel. Ao contrário do que seria de esperar diga-se. É nas redes sociais, sobretudo as de microblogging ou de “status” que encontramos o fervilhar de aplicações, serviços e complementos sobretudo móveis. Se olharmos para o Twitter vemos que o seu grande sucesso se deve a um conjunto de aplicações móveis que surgiam e surgem usando a API livre do serviço. Para todos os dispositivos e plataformas há variadas aplicações para aceder e publicar, texto, fotos, video, links directamente do dispositivo móvel.</p>
<p style="text-align: justify;">As experiências a que temos assistido de <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo-movel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo móvel">jornalismo móvel</a> (MOJO) recorrem a aplicações criadas para as redes sociais e que são adpatadas num sistema de blog ao jornal. É de estranhar mas é verdade que o <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo-movel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo móvel">jornalismo móvel</a> pertence aos cidadãos e não aos jornais.</p>
<p style="text-align: justify;">São notórias as potencialidades e capacidades de aplicação ao jornalismo. Foram já vários os exemplos incluindo em <a href="http://diario2.com/tag/portugal" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with portugal">Portugal</a> que foram bem sucedidos com algumas reservas fáceis de resolver. Reparemos na possibilidade de recolha de informação e publicação instantanea que se consegue com apenas uma PDA numa rede social. Tomemos como exemplo o Facebook como rede social e plataforma receptora e um HTC HD2 como dispositivo móvel. Recorrendo ao software HTC SENSE instantaneamente se tira uma fotografia e se publica no perfil do facebook. A legenda dessa mesma fotografia poderá ser imediatamente colocada usando o software FACEBOOK criado pela microsoft para os dispositivos móveis que correm windows mobile ou pelo software FIM criado pela mosko, entre outros, ambos gratuitos. Qualquer um dos dois programas anteriores (novamente para nomear apenas alguns) podem actualizar o perfil com texto. No caso do vídeo o software gráfico do HTC HD2, o HTC SENSE automáticamente publica qualquer video directamente no youtube, serviço esque que pode ser programado para colocar um link e o respectivo video no perfil do Facebook mal seja feito o upload. Se pertendermos enviar imagens (video) em directo também o podemos fazer recorrendo por exemplo ao serviço Bambuser que nos oferece uma aplicação gratuita para a PDA que irá transmitir em live streaming e reproduzir não só na página do serviço mas coloca um link e o video em directo no Facebook.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas estas funcionalidades são vitais para o jornalismo e sem dúvida que iriam enriquecer a informação e a velocidade com que a informação pode ser transmitida. Estamos a falar de um tratamento de informação simples, imediato e que envolve apenas uma simples PDA. Poderemos juntar outros dispositivos como um computador portátil para edição de video ou uma câmara ou máquina fotográfica. No entanto a qualidade de recolha de imagem dos dispositivos móveis é cada vez maior. No caso do HTC HD2 as fotos e mesmo os videos têm qualidade suficiente para tratamento jornalistico impresso e televisivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Resta criar aplicações e serviços ou criar aplicações que usem os serviços já existentes mas que integrem e interajam com os jornais e que permitam uma publicação com mediação reduzida directamente do local onde a notícia acontece.<br />
As redes socais estão a indicar o futuro da informação e do jornalismo em vários niveis a publicação móvel é apenas mais um. Em breve falaremos de outros exemplos que o jornalismo deve adoptar…</p>
<h6><a href="http://www.comunicamos.org/jornalismo/jornalismo-movel-as-redes-sociais-estao-mais-preparadas-que-os-jornais" target="_blank">Publicado originalmente no COMUNICAMOS</a></h6>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo-movel" title="jornalismo móvel" rel="tag">jornalismo móvel</a>, <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" title="jornalismo" rel="tag">jornalismo</a>, <a href="http://diario2.com/tag/mojo" title="mojo" rel="tag">mojo</a><br /><br/>

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		<title>Fazer 1.0 e pensar que é 2.0 – Que desafios se colocam para criar a diferença?</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 11:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Quiterio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto foi originalmente publicado no site www.quioske.info, no qual colaboro com uma crónica semanal, às sextas, na coluna de Comunicação e Marketing. “Isto está tão 1.0! #cradio”. É com uma expressão d0 Paulo Querido &#8211; consultor de new media e jornalista e personagem bastante conhecida nas andanças web &#8211; que inicio a crónica desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Este texto foi originalmente publicado no site </em><a href="http://www.quioske.info/" target="_self"><em>www.quioske.info</em></a><em>, no qual colaboro com uma crónica semanal, às sextas, na coluna de Comunicação e Marketing.</em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Isto está  tão 1.0! #cradio”. É com uma expressão d0 Paulo Querido &#8211; consultor de new media e jornalista e personagem bastante conhecida nas andanças  web &#8211; que inicio a crónica desta semana aqui no espaço Comunicação  e Marketing do quioske.info.</p>
<p style="text-align: justify;">Este começo  tem uma lógica. Pego na ainda fresca análise ao que foi  discutido  no Congresso &#8216;Pós-Rádio: R@adio como media social?&#8217;, na passada  quinta-feira no ISCSP e onde estudantes, académicos e profissionais  se reuniram para debater o futuro da rádio.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudança.  Transformação.  Futuro. Identidade. Foram estas as palavras de ordem no dia dedicado  ao media que, segundo a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=laZw3Y3JCJ8" target="_self">música</a> eternizada pela banda de pop rock inglesa   The Buggles, foi morta pelo aparecimento do vídeo. Mas parece que isso  não aconteceu. A rádio está viva e recomenda-se! A actual encruzilhada  em que os media tradicionais se encontram é algo que pode ser contornado   e a rádio ainda é um meio privilegiado na difusão de informação.  Foram estas algumas das constatações partilhadas pelo vasto grupo de  oradores no evento no ISCSP.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação  de conteúdos para a web para consumo dos seus utilizadores é  a chamada prática 1.0. Agora, no actual tempo em que a aldeia global  é cada vez mais irreversível, viral e apelidada de 2.0, a própria  rádio e os meios ditos online precisam de mudar. A presença na internet  está a desligar-se do passivo modelo de difusor informativo e, na  berlinda,  aparece a questão da interacção com o ouvinte.</p>
<p style="text-align: justify;">Desculpem-me  tender o rumo deste texto para o meio previligiador do som. Viremos  a esfera e olhemos para qualquer meio onde a troca de informação e  o seu consumo são elementos essenciais para a dita interacção (só)  agora preconizada por muitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A viragem já  não é nova e a necessidade de apostar nos meios multimédia  uma ideia de rastilho de pólvora. Que desafios se colocam agora, no  momento em que o <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">público</a> começa a ter o estatuto de &#8216;user generated  content&#8217;? Haverá a necessidade de criar conteúdos massivos, em modo  multimédia para acompanhar a carruagem da dita mudança?</p>
<p style="text-align: justify;">“Que cena!&#8230;  Já ninguém fala de conteúdos!” &#8211; volto ao Paulo Querido e às suas  observações, na passada quinta-feira. O novo utilizador, da web 2.0,  interactiva e activa, não está para voltar a ser ‘o consumidor’.  Já não basta ter uma panóplia de conteúdos direccionais; é necessário  neste momento passar para o lado da decisão e ser motivo de auscultação  para a dita criação de conteúdos. Estes são um género de extra,  no acesso à web e onde o ouvinte e o leitor procura uma relação per  to per.</p>
<p style="text-align: justify;">Mudança e  Transformação. Futuro e identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Os termos  continuam  na ordem do dia. Mas de nada servirão se não passarem do papel e  mentalizarem-se  na cabeça de quem pode fazer da comunicação uma verdadeiro meio poderoso   para interagir com as massas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a próxima  semana falarei sobre o meio e a mensagem. Calma. Pegarei na tese de  Marshall McLuhan mas tentarei dar-lhe um toque de now! Right now!</p>

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		<title>Público lança primeira aplicação iPhone dos media portugueses</title>
		<link>http://diario2.com/publico-lanca-primeira-aplicacao-iphone-dos-media-portugueses-4204</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 18:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Público lança esta 2ª a sua aplicação iPhone. Diário2 revela-lhe tudo sobre a primeira "iPhone app" dos media portugueses. Já a testámos e concluimos: está ao melhor nível e, como a grande maioria, tem ainda margem de progressão. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-0.jpg" alt="" title="publico-app-0" width="600" height="370" class="aligncenter size-full wp-image-4205" /></p>
<p>O diário <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">Público</a> lança oficialmente nesta segunda-feira a sua aplicação para <a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a>. Diário2 revela-lhe tudo sobre a primeira &#8220;<a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a> app&#8221; dos media portugueses. Já a testámos e concluimos: está ao melhor nível mundial e, como a grande maioria, tem ainda muita margem de progressão. </p>
<p>A iPhone app do Público foi primeiro falada na anterior direção do jornal e prometida para breve. José Manuel Fernandes não chegou a vê-la como diretor, mas já a está a testar desde dia 11, dia quando partilhou no Twitter, pela primeira vez, uma notícia do jornal usando o envio para o Twitter embutido na aplicação (<a href="http://twitter.com/JMF1957/status/10346164140">link</a>).</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-1.jpg" alt="" title="publico-app-1" width="320" height="480" class="alignright size-full wp-image-4206" /></p>
<p>Como a generalidade das aplicações congéneres dos jornais e media de todo o mundo, a app do Público é gratuita. Está disponível na loja iTunes desde dia 9 de Março, mas só é oficialmente lançada na próxima segunda-feira. O link para a loja é, como de costume, irreproduzível. Abençoados tinyurls, eis um fácil de fixar: <a href="http://s3g.me/publicoapp">s3g.me/publicoapp</a>. Dentro da web do jornal, o sumário da aplicação está <a href="http://static.publico.clix.pt/iphone/">aqui</a>.</p>
<h3>Boas soluções de arrumação</h3>
<p>A &#8220;capa&#8221; da aplicação é do género semi-gráfico: tem a notícia principal (a manchete do momento) em destaque com imagem de fundo, seguindo-se uma lista de 9 notícias, todas no formato convencional com uma pequena fotografia, o título e duas linhas de entrada.</p>
<p>O menu padrão, em baixo, apresenta: Destaques (a primeira página, ou capa, da aplicação), Ultimas (as últimas notícias por ordem cronológica), Fotos (uma fotogaleria), Favoritos (a lista das notícias que guardámos localmente) e Mais (acesso a um menu para mais secções, para o &#8220;Sobre&#8221; e ainda para a configurar a aplicação).</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-2.jpg" alt="" title="publico-app-2" width="320" height="480" class="alignleft size-full wp-image-4207" /></p>
<p>Dois aspectos a destacar desde logo. Primeiro, a utilização de um menu de topo em slide, que é a solução mais moderna e, penso eu, melhor para os aparelhos portáteis, devendo fazer escola também nas aplicações para o futuro iPad e outros hardwares. No caso do Público, e como também tenho visto noutras aplicações de jornais, esse menu corresponde grosso modo às secções do jornal.</p>
<p>Segundo, menos vista mas bastante boa solução, a possibilidade de alternar o modo de visualização entre manchete+lista vertical ou slideshow com navegação horizontal, tanto por clique em setas como por arrasto intuitivo, tirando partido dessa característica do iPhone. Esta funcionalidade está disponível nos Destaques, incluindo as secções do topo.</p>
<p>Estas soluções permitem acesso fácil e intuitivo a um grande número de conteúdos. À primeira vista parece que temos pouco Público na aplicação mas mal começamos a navegar percebermos que está lá tudo, organizado de forma racional. Bom trabalho, rapazes! (Ver ficha no final do artigo.)</p>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-3.jpg" alt="" title="publico-app-3" width="320" height="480" class="alignright size-full wp-image-4208" /></p>
<h3>Partilha: bom, mas queremos melhor <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </h3>
<p>Da apresentação dos artigos individualmente, nada a dizer, tudo correto. Antetítulo, título, data/hora e autoria, imagem, e nota de direitos, por esta ordem, em fundo branco. Certo. Um botão de aumento do tamanho texto e fica cinco estrelas.</p>
<p>Capítulo seguinte, a partilha &#8212; um dos pequenos segredos do sucesso das aplicações de media para iPhone. Talvez eu a sobrevalorize&#8230;  ou talvez não: as características ambientais da leitura das notícias no iPhone são adequadas, para não dizem que compelem, à partilha.</p>
<ul><strong>Positivo</strong></p>
<li>a aplicação do Público permite a partilha pelos canais clássicos: email, Facebook e Twitter</li>
<li>o envio por qualquer das vias não obriga à saída da aplicação, como é corrente &#8212; e muito mau &#8212; em aplicações de primeira geração ou feitas sem cuidado</li>
<li>o Público usa endereços curtos desde logo, o que é uma benção para toda a gente, do jornal aos leitores aos programadores de mashups e NJs (newsjays)</li>
</ul>
<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/publico-app-4.jpg" alt="" title="publico-app-4" width="320" height="480" class="alignleft size-full wp-image-4209" /></p>
<ul><strong>Para melhorar</strong></p>
<li>guardar as credenciais dos serviços é bom, mas ainda obriga a um clique intermédio. Quero que ela se lembre das minhas credenciais e não me faça passar pelo processo sempre que uso a aplicação.</li>
<li>adicionar o envio por mensagem (SMS)</li>
<li>este é capaz de ser um pedido minoritário, mas adicionar o <em>sharing</em> pelo Delicious tornar-me-ia um completo entusiasta do uso da aplicação <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </li>
</ul>
<h3>Ficha</h3>
<p>A aplicação do Público para iPhone está neste endereço fácil de fixar: <a href="http://s3g.me/publicoapp">s3g.me/publicoapp</a>. Dentro da web do jornal, o sumário da aplicação está <a href="http://static.publico.clix.pt/iphone/">aqui</a>. É gratuita.</p>
<p>Os autores: Paulo Almeida (desenvolvimento e design), Victor Ferreira e José Gonçalves (desenvolvimento servidor). Penso que teve ainda o apoio de Matt <a href="http://mattgemmell.com/">Gemmell</a>, mas não confirmei. Nota para eles: melhor tagging na loja, precisa-se; uma pesquisa nas Apps por &#8220;notícias&#8221; devia devolver o Público, o que não está a acontecer.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/portugal" title="portugal" rel="tag">portugal</a>, <a href="http://diario2.com/tag/publico" title="Público" rel="tag">Público</a>, <a href="http://diario2.com/tag/iphone" title="iphone" rel="tag">iphone</a><br /><br/>

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		</item>
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		<title>Jornal Público já disponível no Kindle (10,25 euro)</title>
		<link>http://diario2.com/jornal-publico-ja-disponivel-no-kindle-1025-euro-4107</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redaccao</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-readers]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[noticiário]]></category>
		<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Kindle]]></category>
		<category><![CDATA[Público]]></category>

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		<description><![CDATA[A Kindle edition do Público é a primeira em Portugal e por isso inaugura o escaparate português na banca de jornais do Kindle. O Público entra para a lista dos primeiros 100 jornais com edição para o leitor da Amazon, elevando para 5 o número de jornais em português. O brasileiro O Globo foi o pioneiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/publicokindle.jpg" alt="" title="publico no kindle" width="600" height="225" class="alignleft size-full wp-image-4108" /></p>
<p>A banca de jornais do <a href="http://diario2.com/tag/kindle" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Kindle">Kindle</a> passou a ter o escaparate com o nome de <a href="http://diario2.com/tag/portugal" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with portugal">Portugal</a>, para já com um único título. Quem o inaugura é o jornal <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">Público</a>, sendo o primeiro órgão de comunicação social português com uma edição específica para leitores portáteis.</p>
<p>A mensalidade do <a href="http://www.amazon.com/P-xDA-BLICO/dp/B002WGJWSQ/ref=sr_1_1?ie=UTF8&#038;m=A32ONHETYYJPI3&#038;s=digital-text&#038;qid=1265672065&#038;sr=1-1">Público para o Kindle</a> custa 13,99 dólares &#8212; 10,25 euro ao câmbio de ontem.  O jornal é entregue diariamente no Kindle, via wireless, a partir das 06:30, hora de Lisboa.</p>
<p>Segundo o descritivo na página de subscrição, &#8220;<em>a edição do Público no Kindle contém a maioria dos artigos encontrados na edição impressa, mas não inclui imagens, tabelas e suplementos especiais. A funcionalidade Text-to-Speech destina-se a conteúdo em língua inglesa pelo que o seu uso com textos noutras línguas poderá produzir erros de pronúncia</em>&#8220;.</p>
<h3>Público ponderou Kindle desde logo</h3>
<p>Pouco antes de sair a versão 2 do leitor a <a href="http://diario2.com/tag/amazon" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Amazon">Amazon</a>, que estreou a secção de jornais, o ex-director do Público, José Manuel Fernandes, disse que <em>“o Público já colocou a hipótese e começou a estudar a disponibilização de uma versão para os utilizadores do Kindle</em>“. José Manuel Fernandes justificou: “sempre fomos inovadores na net, tivemos a primeira página em português adaptada ao <a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a>, lideramos no Twitter, seguramente que também quereremos liderar nos <a href="http://diario2.com/tag/e-readers" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with e-readers">e-readers</a>“ (ler: <a href="http://diario2.com/kindle-dos-ocs-portugueses-so-publico-estudou-hipotese-de-o-usar-2364">Kindle: dos OCS portugueses, só Público estudou hipótese de o usar</a>).</p>
<h3>5 jornais em português nos 100 primeiros</h3>
<p>O Público entra, assim, para a galeria dos primeiros 100 jornais do mundo com <em>Kindle edition</em>, sendo o 98º a entrar e o 5º de língua portuguesa: junta-se aos brasileiros Globo (o único jornal em português presente no arranque mundial, em 19 de Outubro do ano passado), Zero Hora, Pioneiro e Diário Catarinense.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/e-readers" title="e-readers" rel="tag">e-readers</a>, <a href="http://diario2.com/tag/publico" title="Público" rel="tag">Público</a>, <a href="http://diario2.com/tag/amazon" title="Amazon" rel="tag">Amazon</a>, <a href="http://diario2.com/tag/kindle" title="Kindle" rel="tag">Kindle</a><br /><br/>

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		<title>A possível quebra global do sistema GSM</title>
		<link>http://diario2.com/a-possivel-quebra-global-do-sistema-gsm-3815</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 13:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[noticiário]]></category>
		<category><![CDATA[Topo]]></category>

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		<description><![CDATA[Você conhece plenamente a tecnologia usada em seu celular? Pois saiba que tudo o que disser pode ter um caminho diferente do desejado, e que muitas informações confidenciais podem tornar-se públicas.
É o que alerta Karsten Nohl, que planeja quebrar de o sistema GSM de forma ainda não vista na história da comunicação.
Leia o artigo aqui no Diário 2, e saiba como isso acontecerá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-3817" title="cell" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/12/cell3.png" alt="cell" width="298" height="205" />Você é usuário do sistema &#8220;clássico&#8221; de transmissão de dados? Então é melhor atentar ao que acontece com ele, e claro, no mundo digital. A tecnologia de criptografia usada para evitar a espionagem em GSM (Global System for <a href="http://diario2.com/tag/mobile" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mobile">Mobile</a> Communications) possui muitas falhas, o que torna extremamente fácil a sua quebra. Cada telefone possui uma chave/senha secreta, conhecida pela rede. Quando uma chamada é realizada, uma nova chave, derivada, é gerada e usada para criptografar a chamada. E o êxito da quebra, se faz através da chave de sessão.<br />
O engenheiro e pesquisador Karsten Nohl, responsável pelo estudo sobre o sistema usado por bilhões de pssoas no planeta, já realizou a quebra desse outrora, mas manteve os resultados em sigilo. O cientista e sua equipe são conhecidos e respeitados pelos trabalhos desenvolvidos na área da comunicação.<br />
Dessa vez, ele pretende disponibilizar os esquemas de códigos através do sistema P2P (peer-to-peer). Isso significa que os dados obtidos não ficariam em apenas um computador, mas em vários, espalhados pelo mundo.<br />
Segundo Nohl, tal feito seria para alertar os utilizadores do sistema sobre as falhas que este possui, e que apesar de já conhecidas, muitas vezes são omitidas pelas prestadoras ou nem são levadas em consideração. O alerta forçaria uma maior atenção à segurança do sistema, que segundo muitos especializados, &#8220;tem mais buracos que um queijo suíço&#8221;.</p>

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		<title>Segredo do Kindle: a tinta electrónica</title>
		<link>http://diario2.com/segredo-do-kindle-a-tinta-electronica-2698</link>
		<comments>http://diario2.com/segredo-do-kindle-a-tinta-electronica-2698#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-readers]]></category>
		<category><![CDATA[equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[e-ink]]></category>
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		<category><![CDATA[tinta electrónica]]></category>

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		<description><![CDATA[A Amazon lançou o Kindle 2, equipamento electrónico de leitura de E-Book's (já falado no <em>d2</em>). Porém, a grande novidade neste dispositivo é a tecnologia inovadora nele aplicada, no que toca ao método de leitura. Ao contrário dos equipamentos convencionais, o Kindle 2 usa a E-Ink, tinta electrónica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><em>A <a href="http://diario2.com/tag/amazon" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Amazon">Amazon</a> lançou o <a href="http://diario2.com/tag/kindle" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Kindle">Kindle</a> 2, equipamento electrónico de leitura de E-Book&#8217;s <strong>(já falado <a href="http://diario2.com/kindle-dos-ocs-portugueses-so-publico-estudou-hipotese-de-o-usar-2364">aqui</a>)</strong>. Porém, a grande <a href="http://diario2.com/tag/novidade" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with novidade">novidade</a> neste dispositivo é a tecnologia inovadora nele aplicada, no que toca ao método de leitura. Ao contrário dos equipamentos convencionais, o Kindle 2 usa a <a href="http://diario2.com/tag/e-ink" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with e-ink">E-Ink</a>, <a href="http://diario2.com/tag/tinta-electronica" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with tinta electrónica">tinta electrónica</a>.</em></p>
<p><strong>A Grande Diferença &#8211; E-Ink</strong></p>
<p>Ao contrário do seu antecessor, o Kindle 2 usa uma tecnologia especial que imita a tipografia no papel, em vez de Cristais ou LED. Apesar de ser um grande avanço tecnológico, o seu funcionamento é bastante simples: os milhares de micro cápsulas, mais finas que um cabelo humano, que constituem o leitor são constituídas por partículas brancas, de carga eléctrica positiva, e partículas negras, estas de carga negativa, ambas suspensas num determinado líquido condutor, assentes numa fina folha de plástico, que imita uma folha de papel regular.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img src="http://www.eink.com/technology/images/technology_inkballs3.jpg" alt="Ilustração do processo criado pela tinta electrónica" width="350" height="153" /><p class="wp-caption-text">Ilustração do processo criado pela tinta electrónica</p></div>
<p>Conforme o que deve aparecer no ecrã, o leitor envia pequenas cargas eléctricas com &#8220;instruções&#8221; às partículas, para se moverem para cima ou para baixo, criando assim as imagens no leitor, permitindo visualizar os conteúdos.</p>
<p>Outra vantagem deste tipo de equipamento é o seu baixo consumo de energia. Porém, esta vantagem de consumo de energia pode-se revelar uma desvantagem. Este baixo consumo só é possível pois o ecrã não é iluminado por nenhum LED ou equipamento similar, sendo apenas possível ler E-Books com a luz natural, demonstrando mais uma vez as similaridades entre um livro normal e o Kindle 2.</p>
<p><strong>E-Ink &#8211; De onde vem e para onde vai?</strong></p>
<p>A companhia que inventou esta tecnologia foi fundada em 1997, baseada na pesquisa feita no <strong>MIT Media Lab</strong>, em Cambridge, sendo hoje a principal constructora de papel electrónico, ou em inglês <strong><em>electronic paper display (EPD)</em></strong>. Numa combinação de Química, Física e Electrónica, a <strong>E-Ink Corporation</strong> cria há mais de dez anos várias aplicações EPD, para as grandes companhias a que estamos habituados, como a <em>Amazon, Sony e a Motorola</em>.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/kindle" title="Kindle" rel="tag">Kindle</a>, <a href="http://diario2.com/tag/tinta-electronica" title="tinta electrónica" rel="tag">tinta electrónica</a>, <a href="http://diario2.com/tag/e-ink" title="e-ink" rel="tag">e-ink</a><br /><br/>

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		</item>
		<item>
		<title>Jornalismo e Redes Móveis: blog dedicado ao jornalismo móvel</title>
		<link>http://diario2.com/jornalismo-e-redes-moveis-blog-dedicado-ao-jornalismo-movel-2695</link>
		<comments>http://diario2.com/jornalismo-e-redes-moveis-blog-dedicado-ao-jornalismo-movel-2695#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>JL Andrade</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo móvel]]></category>
		<category><![CDATA[novidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No seguimento do primeiro encontro de Jornalismo Móvel em Portugal foi lançado, no final de Outubro, um novo blog dedicado ao assunto: Jornalismo para dispositivos móveis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/JRMóveis.jpg" alt="JRMóveis" title="JRMóveis" width="200" height="200" class="aligncenter size-full wp-image-2721" />No seguimento do primeiro encontro de <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo-movel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo móvel">Jornalismo Móvel</a> em <a href="http://diario2.com/tag/portugal" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with portugal">Portugal</a> (<a href="http://diario2.com/primeiro-encontro-mojo-em-portugal-2159">devidamente documentado aqui, no Diário 2</a>) foi lançado, no final de Outubro, um novo blog dedicado ao assunto: <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo">Jornalismo</a> para dispositivos móveis.</p>
<p>O novo espaço, pertença do LabCom, Laboratório de Comunicação Online da Universidade da Beira Interior pretende seguir as novas tendências da área e promover a discussão dos temas relacionados com Jornalismo e Redes Móveis, dando continuidade aos conteúdos relacionados com o referido encontro, a que foi dado o nome de 1º Encontro da Montanha.</p>
<p>Curiosamente, o blog <a href="http://jornalismo-e-redes-moveis.ubi.pt" target="_blank">Jornalismo e Redes Móveis</a>, não é <em><a href="http://diario2.com/tag/mobile" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Mobile">mobile</a></em>.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/mobile" title="Mobile" rel="tag">Mobile</a>, <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo-movel" title="jornalismo móvel" rel="tag">jornalismo móvel</a>, <a href="http://diario2.com/tag/novidade" title="novidade" rel="tag">novidade</a><br /><br/>

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		<item>
		<title>Kindle: dos OCS portugueses, só Público estudou hipótese de o usar</title>
		<link>http://diario2.com/kindle-dos-ocs-portugueses-so-publico-estudou-hipotese-de-o-usar-2364</link>
		<comments>http://diario2.com/kindle-dos-ocs-portugueses-so-publico-estudou-hipotese-de-o-usar-2364#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 14:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Roque dos Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[e-readers]]></category>
		<category><![CDATA[equipamento]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[Kindle]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o alargamento da facilidade de acesso à Internet em Portugal, bem como crescentes hábitos de &#8220;info-inclusão&#8221;, os Meios de Comunicação Social tiveram que se adaptar a esta realidade para não perder competitividade no mercado. Quer seja através de actualizações hora-a-hora nos respectivos websites ou pelo Twitter, quer seja ter um perfil no Facebook, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Com o alargamento da facilidade de acesso à Internet em <a href="http://diario2.com/tag/portugal" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with portugal">Portugal</a>, bem como crescentes hábitos de &#8220;info-inclusão&#8221;, os Meios de Comunicação Social tiveram que se adaptar a esta realidade para não perder competitividade no mercado. Quer seja através de actualizações hora-a-hora nos respectivos websites ou pelo <a href="http://diario2.com/tag/twitter">Twitter</a>, quer seja ter um perfil no <a href="http://diario2.com/tag/facebook">Facebook</a>, a Imprensa portuguesa está a mudar.</p>
<p style="text-align: justify">
<div id="attachment_2375" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-2375" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/kindle2.jpg" alt="O Kindle 2: Wireless Reading Device (6&quot; Display, U.S. &amp; International Wireless, Latest Generation)" width="300" height="235" /><p class="wp-caption-text">O <a href="http://diario2.com/tag/kindle" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Kindle">Kindle</a> 2: Wireless Reading Device (6&quot; Display, U.S. &amp; International Wireless, Latest Generation)</p></div>
<p>Uma das mais recentes mudanças é a possibilidade de existirem jornais para os <strong><a href="http://diario2.com/tag/e-readers" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with e-readers">e-readers</a></strong>, projecto que já está a ser analisado pelo <a href="http://publico.pt/">jornal Público</a> de forma mais realista e consistente, ao contrário de outros diários e semanários, que ainda não se debruçaram sobre esta hipótese.</p>
<p style="text-align: justify">José Manuel Fernandes, ex-director do <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">Público</a>, deixou claro pouco antes de deixar o cargo, em declaraçõas à Lusa, que &#8220;<em>o Público já colocou a hipótese e começou a estudar a disponibilização de uma versão para os utilizadores do Kindle</em>&#8220;. E explicou: &#8220;<em>sempre fomos inovadores na net, tivemos a primeira página em português adaptada ao <a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a>, lideramos no <a href="http://diario2.com/tag/twitter">Twitter</a>, seguramente que também quereremos liderar nos e-readers</em>&#8220;.</p>
<h3 style="text-align: justify">Português no Kindle, só em jornais brasileiros</h3>
<p style="text-align: justify">Embora o aparelho se possa comprar em Portugal e no Brasil, há uma diferença entre os dois países. Menhum jornal português estará disponível no Kindle, o leitor electrónico que a <a href="http://diario2.com/tag/amazon" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Amazon">Amazon</a> se prepara para lançar ao mundo, depois de anos comercializado exclusivamente nos Estados Unidos. Mas o português fará parte do aparelho: o jornal brasileiro Globo integra a selecta lista de apenas 55 jornais que se podem descarregar para a primeira versão internacionalizada do Kindle, que teve lançamento simultâneo numa centena de países, no dia 19 de Outubro (ver <a href="http://www.amazon.com/O-Globo/dp/B002IT5JMK">aqui a edição do Globo</a>, cuja assinatura custa 15,99 dólares).</p>
<p style="text-align: justify">Em contraste, o Kindle vem com 3 jornais espanhóis — a Espanha é o segundo país da Europa, depois do Reino Unido, com 4, e à frente de França e Alemanha (2) e Irlanda (1). São eles o Diariocritico (um diário de Valência), o AS (da Prisa, grupo presente em Portugal) e o El País.</p>
<p style="text-align: justify">Além dos 52 jornais e de newsmagazines americanos e internacionais (em inglês), a Amazon tem mais de 200.000 livros já formatados para o seu leitor.</p>
<h3 style="text-align: justify">Kindle 2 a 259 dólares</h3>
<p style="text-align: justify">Lançado em 2007, o Kindle tem como função principal ler E-books, publicações digitais, tendo o primeiro modelo da plataforma sido lançado a 19 de Novembro desse ano para o público americano. Agora, a Amazon apresenta-se com a nova versão deste equipamento, o <a id="aptureLink_VrxFdMapNB" href="http://www.youtube.com/watch?v=7T6GusR0BrU">Kindle 2</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Por 259 dólares, sensivelmente 175,35 euros, a Amazon disponibiliza o<a href="http://www.amazon.com/gp/product/B0015T963C/ref=sv_kinc_0"> Kindle 2</a>, sendo apresentado com o leitor mais compacto e leve, com o processador que permite descarregar livros directamente sem ligação ao computador em apenas 60 segundos, através do sistema Wireless integrado (Wi-Fi). Uma das vantagens para os leitores mais conservadores que gostam da tradicional imprensa em papel é que este leitor impede o reflexo, mesmo com luz do sol directa, criando uma sensação semelhante ao tradicional jornal na mão, sendo possível &#8220;desfolhar&#8221; através do E-book à medida que o lê.</p>
<p style="text-align: justify">Outras principais vantagens é a compatibilidade, capacidade e durabilidade do Kindle 2. Este equipamento, por ter sido dos mais difundidos graças ao seu baixo custo, é compatível na grande maioria de jornais internacionais, bem como tem à sua disposição uma Biblioteca com milhares de títulos na Amazon, a preços económicos (em média 7 euros por título completo), bem como na recentemente criada Biblioteca da <a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a>, o que mete à disposição dos leitores um leque infindável de opções. Para além disso, o Kindle consegue armazenar mais de 1500 publicações na sua memória interna e a sua bateria consegue, numa utilização média comum, aguentar 5 dias sem ser recarregada.</p>
<p style="text-align: justify">Também a pensar nas maneiras para inovar a experiência dos leitores, a Amazon criou a Read-to-Me, uma versão experimental do software Text-to-Speech, que torna possível para o Kindle &#8220;ler-nos&#8221; as publicações, convertendo-as para formato áudio em tempo real.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/amazon" title="Amazon" rel="tag">Amazon</a>, <a href="http://diario2.com/tag/kindle" title="Kindle" rel="tag">Kindle</a>, <a href="http://diario2.com/tag/e-readers" title="e-readers" rel="tag">e-readers</a><br /><br/>

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		<title>Primeiro encontro MoJo em Portugal</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 13:51:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Jerónimo</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo móvel]]></category>
		<category><![CDATA[mojo]]></category>

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		<description><![CDATA[Investigadores, jornalistas e operadoras reuniram-se, no passado fim-de-semana, na Covilhã, para debaterem um dos mais recentes paradigmas comunicacionais: jornalismo móvel (MoJo). O debate do 1.º Encontro da Montanha foi acompanhado, em directo, no blog do encontro, pelos estudantes da Universidade da Beira Interior, a organizadora (LabCom). Vale a pena ver/ouvir o que por lá se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Investigadores, jornalistas e operadoras reuniram-se, no passado fim-de-semana, na Covilhã, para debaterem um dos mais recentes paradigmas comunicacionais: <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo-movel" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with jornalismo móvel">jornalismo móvel</a> (<a href="http://diario2.com/tag/mojo" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with mojo">MoJo</a>). </p>
<p>O debate do <a href="http://www.encontros.ubi.pt/">1.º Encontro da Montanha</a> foi acompanhado, em directo, no <a href="http://encontrosdamontanha.blogspot.com/">blog</a> do encontro, pelos estudantes da <a href="http://www.ubi.pt/">Universidade da Beira Interior</a>, a organizadora (<a href="http://www.labcom.ubi.pt/">LabCom</a>).</p>
<p>Vale a pena ver/ouvir o que por lá se passou, nas reportagens da <a href="http://encontrosdamontanha.blogspot.com/2009/10/ecos-do-encontro.html">RTP</a> ou numa versão <a href="http://www.jornalices.com/?p=546"><em>mobile</em></a>.</p>
<p><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://tv1.rtp.pt/noticias/player.swf?image=http://img.rtp.pt/icm/noticias/images/a0/a08d7ce27a24fc7570bccfcb2c4feeed_N.jpg&amp;streamer=rtmp://video2.rtp.pt/flv/RTPFiles&amp;file=/informacao/novastecnologias_43367.flv" bgcolor="#ffffff" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" flashvars="image=http://img.rtp.pt/icm/noticias/images/a0/a08d7ce27a24fc7570bccfcb2c4feeed_N.jpg&amp;streamer=rtmp://video2.rtp.pt/flv/RTPFiles&amp;file=/informacao/novastecnologias_43367.flv" height="321" width="393"></embed></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/mojo" title="mojo" rel="tag">mojo</a>, <a href="http://diario2.com/tag/jornalismo-movel" title="jornalismo móvel" rel="tag">jornalismo móvel</a><br /><br/>

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		<title>Android e HTC Magic já estão entre nós</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 12:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[equipamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Na segunda-feira da semana passada a TMN e Vodafone lançaram em Portugal o HTC Magic, uma peça mais que vem alterar a forma como nos relacionamos na “auto-estrada da informação”. Hoje em dia, não nos distanciamos facilmente da Internet e começa a ser tão indispensável como a electricidade. Tal como há semanas dizia Jack Dorsey, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira da semana passada a <strong>TMN </strong>e <strong>Vodafone</strong> lançaram em <a href="http://diario2.com/tag/portugal" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with portugal">Portugal</a> o <strong>HTC Magic</strong>, uma peça mais que vem alterar a forma como nos relacionamos na “auto-estrada da informação”. Hoje em dia, não nos distanciamos facilmente da Internet e começa a ser tão indispensável como a electricidade. Tal como <a href="http://news.cnet.com/8301-13577_3-10256113-36.html?tag=mncol;txt">há semanas dizia Jack Dorsey</a>, um dos criadores do <strong>Twitter</strong>, uma ferramenta tem impacto fundamental no mercado quando ocupa o lugar comercial ao qual <strong>Nikola Tesla</strong> elevou a energia eléctrica.<br />
<span id="more-1178"></span><br />
A mobilidade na ponta dos dedos nasceu nos anos <strong>90</strong> e já neste século tornou-se importante com o trabalho de marcas como a <strong>Blackberry</strong>, <strong>Palm</strong>, <strong>Nokia</strong>, <strong>Apple </strong>e outras mas foi com o <strong><a href="http://diario2.com/tag/iphone" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with iphone">iPhone</a></strong> que se vulgarizou. &#8220;Vamos usar o melhor dispositivo apontador do mundo. Um dispositivo com que todos nascemos. Os nossos dedos.&#8221;, disse <strong>Steve Jobs</strong> na apresentação do produto. Mas não são só os dedos que fazem dos smartphones um produto quase obrigatório.</p>
<p><strong>É mágico?</strong></p>
<p>O <strong>HTC Magic</strong> é o primeiro telemóvel de nova geração a chegar ao mercado português com o <strong><a href="http://diario2.com/tag/android" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with android">Android</a></strong>, o sistema operativo da <strong><a href="http://diario2.com/tag/google" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google">Google</a></strong>. As suas especificidades <em>hardware</em>, <a href="http://www.htc.com/www/product/magic/specification.html">consultáveis aqui</a>, colocam ao nosso dispor o essencial para comunicarmos tanto em multimédia (texto, imagem e vídeo) como de “viva voz”. O design, ergonomia e software foram tangidos de forma a qualquer pessoa se familiarizar rapidamente com os processos básicos.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3594/3287037807_f5efd96e12.jpg?v=0" alt="" width="310" height="268" /></p>
<p>Entre outros atractivos, a câmara tem a capacidade de tirar fotografias e gravar vídeos a <strong>3.2 megapixel</strong>, ficheiros que são partilháveis no <strong>Youtube</strong>, <strong>Gmail </strong>ou mesmo em aplicações que se descarreguem posteriormente. A resolução de <strong>HVGA 320 x 480 </strong>permite um que bom uso das capacidades visuais do <strong>HTC Magic</strong>.</p>
<p><strong>Olha o Android!</strong></p>
<p>O sistema operativo <strong>Android </strong>coadjuva o uso prático das aplicações importantes da <strong>Google</strong>: <strong>Gmail</strong>, <strong>GTalk</strong>, <strong>Search</strong>, <strong>Maps </strong>e <strong>Youtube</strong>. Por exemplo, os contactos que temos no <strong>HTC Magic</strong> podem ser configurados na conta de <strong>Gmail </strong>em múltiplas categorias, dispensando a longas jornadas ao teclado virtual do aparelho. O <strong>Android </strong>permite também a configuração de contas da Microsoft ou que tenham <strong>Pop3 </strong>e <strong>IMAP</strong>. Por outro lado, o sistema de mensagens funciona como se tivéssemos aberta uma caixa no <strong>Gtalk</strong>.</p>
<p>Como o sistema operativo tem por base o <strong>Linux </strong>e o software aberto, qualquer programador pode realizar aplicações java e disponibilizá-las ao serviço de qualquer utilizador através da opção <a href="http://www.android.com/market/">Android Market</a> presente no aparelho.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://www.android.com/media/android_vector.jpg" alt="" width="276" height="206" /></p>
<p>O ambiente de trabalho está dividido em três dimensões, permitindo a organização de pastas, ligações e atalhos para programas da forma que mais nos convém. O ambiente reconhece os movimentos verticais e horizontais e tem uma boa sensibilidade ao toque das nossas “impressões digitais”.</p>
<p>A bateria é o &#8220;calcanhar de Aquiles&#8221; do <strong>HTC Magic</strong>. Embora esteja designado que possa durar 660 horas sem uso, ainda não se passou dia e meio sem que o tivesse ligar á electricidade. O aparelho também é recarregável via USB. Além do cabo que lhe permite interagir com o computador, traz um auricular estéreo, um cartão microSD de 2 GB, uma bolsa e o adaptador para ligar à corrente eléctrica.</p>
<p><strong>Software livre, uma variedade de aplicações</strong></p>
<p>Dada a abertura do <strong>Android</strong>, o sistema é o que nós desejamos que seja. Assim, é aconselhada a visita do <a href="http://www.android.com/market/">Android Market</a> ou de fóruns como o <a href="http://forum.portalandroid.org/">Portal Android</a> para descobrir aplicações interessantes. Por exemplo, se não dispensam o Twitter no transporte <a href="http://diario2.com/tag/publico" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Público">público</a>, no snack-bar ou na praia aconselho-vos a aplicação <a href="http://twidroid.com/">Twidroid</a>.<!--more--></p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/google" title="google" rel="tag">google</a>, <a href="http://diario2.com/tag/android" title="android" rel="tag">android</a><br /><br/>

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</ul>

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