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	<title>Diário2 &#187; Sergio Bastos</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>OK Go vs EMI: quando o video é viral demais</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 15:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os OK Go, banda americana conhecida pelos seus vídeos virais, anunciou a saída da EMI e criação da sua própria editora. A mudança terá sido espoletada por um diferendo quanto à estratégia de promoção da banda... no Youtube.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/ok-go-vs-emi-quando-o-video-e-viral-demais-4195&title=OK Go vs EMI: quando o video é viral demais' onclick='readpage(this.href, 4195); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4195'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>Os <strong>OK Go</strong>, banda americana conhecida pelos seus vídeos virais, anunciou a saída da <strong>EMI</strong> e criação da sua própria editora. A mudança terá sido espoletada por um diferendo quanto à estratégia de promoção da banda&#8230; no <a href="http://www.youtube.com">Youtube</a>.</p>
<p>Em <strong>2006</strong>, o quarteto de Los Angeles tornava-se um fenómeno mediático devido à internet. O vídeo <strong>&#8220;Here It Goes Again&#8221;</strong> tem já mais de <strong>50 milhões</strong> de visualizações e foi amplamente divulgado na blogoesfera e posteriormente nos medias tradicionais. Os <strong>OK Go</strong> são um dos primeiros exemplos de artistas a saber usar o Youtube para promoção global e estratégica.</p>
<p><a rel="attachment  wp-att-4196" href="http://diario2.com/ok-go-vs-emi-quando-o-video-e-viral-demais-4195/youtube-ok-go"><img title="youtube ok go" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/youtube-ok-go.jpg" alt="" width="295" height="166" /></a></p>
<p>Entretanto, a editora desactivou a opção de partilha de vídeo (&#8220;embedding&#8221;) de <strong>&#8220;Here It Goes Again&#8221;</strong> e de outros trabalhos dos <strong>OK Go</strong>. Uma questão de direitos de autor e&#8230; de fonte de rendimento da <strong>EMI</strong>. Resultado, a banda teve menos projecção na web e há vídeos que não ultrapassam a 10 milhões de visualizações.</p>
<p>O vocalista guitarrista, <strong>Damian Kulash</strong>, discutiu a situação na imprensa. Na sua tese, é um confronto entre novo versus velho modelo de negócio. Segundo ele, este último representa um tiro no pé da indústria discográfica.</p>
<p>O último single, &#8220;<strong>This Too Shall Pass&#8221;</strong> tem permissão de partilha. Resultado, numa semana tem mais de <strong>7 milhões</strong> de visualizações.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="497" height="301" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qybUFnY7Y8w&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="497" height="301" src="http://www.youtube.com/v/qybUFnY7Y8w&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <!-- RSPEAK_STOP -->]]></content:encoded>
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		<title>Penguin (re)inventa o ebook para o iPad</title>
		<link>http://diario2.com/penguin-reinventa-o-ebook-para-o-ipad-4185</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[A Penguin Books, fundada em 1935, tornou público vários protótipos que espera serem lidos no iPad. Livros infantis, manuais de viagem, enciclopédias de biologia, e outros exemplos agora conhecidos, aumentam a experiência de sonhar para além das letras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/penguin-reinventa-o-ebook-para-o-ipad-4185&title=Penguin (re)inventa o ebook para o iPad' onclick='readpage(this.href, 4185); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4185'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p><a rel="attachment wp-att-4187" href="http://diario2.com/4188-4188/ipad-penguin"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4187" title="ipad penguin" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/03/ipad-penguin-200x200.jpg" alt="" width="179" height="179" /></a>Com o <a href="http://www.apple.com/ipad/" target="_blank">iPad</a>, o livro digital ganha  dimensão multimédia e interactividade. Agora, as letras são vida, som, audio, video e streaming. Várias editoras vão ter o seu catálogo na tablet da Apple. Algumas estão adiantadas em produtos e serviços a propor.</p>
<p>A <a href="http://www.penguinbooksindia.com/" target="_blank">Penguin Books</a>, editora fundada em <strong>1935</strong>, tornou público vários protótipos que espera serem lidos no <a href="http://www.apple.com/ipad/" target="_blank">iPad</a>. São coloridos, interactivos e estão sempre na ponta do dedo. Livros para crianças, manuais de viagem, enciclopédias de biologia, e os restantes exemplos agora conhecidos, aumentam a experiência de sonhar para além das letras.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jdExukJVUGI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jdExukJVUGI&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Com o iPod, <strong>Steve Jobs</strong> quis optimizar a experiência humana de telemóvel. O mesmo poderá acontecer entre o <a href="http://www.apple.com/ipad/" target="_blank">iPad</a> e relação que se tem com a leitura de conteúdos em revistas ou livros.</p>
<p>Por parte da industria livreira, ouvem-se vozes optimistas.“O <a href="http://www.apple.com/ipad/" target="_blank">iPad</a> representa a primeira oportunidade real de criar um modelo que pague a distribuição de conteúdos. A psicologia de pagamento das tablets  difere da dos PC&#8221;, afirma o CEO da Penguin Books, <strong>John Makinson</strong>.</p>
<p><strong>Post publicado em simultâneo com o <a href="http://ebookportugal.net">eBookPortugal</a>.</strong></p>
 <!-- RSPEAK_STOP -->]]></content:encoded>
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		<title>Lembra-se do hi5? Agora é uma rede de jogo online</title>
		<link>http://diario2.com/lembra-se-do-hi5-agora-e-uma-rede-de-jogo-online-4167</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 14:45:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Na era de implementação do Facebook e Twitter, como é que a rede fundada em 2003 reage? Transformando-se num site de jogo online. No Outono criou um meio de pagamento virtual, redesenhou o site e criou um novo sistema de avatares. Ontem, 24 de Fevereiro, anunciou a compra da Big Six.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/lembra-se-do-hi5-agora-e-uma-rede-de-jogo-online-4167&title=Lembra-se do hi5? Agora é uma rede de jogo online' onclick='readpage(this.href, 4167); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4167'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>Segundo as últimas estatísticas, o <a href="http://www.hi5.com">hi5</a> continua a ser a rede social mais visitada pelos portugueses. Em <strong>2009</strong>, registou mais de <strong>3 milhões</strong> de utilizadores únicos mais<strong> 800 mil</strong> do que o <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a>.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4169" href="http://diario2.com/lembra-se-do-hi5-agora-e-uma-rede-de-jogo-online-4167/hi5-different"><img class="alignnone size-full wp-image-4169" title="hi5 different" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/hi5-different.jpg" alt="" width="376" height="181" /></a></p>
<p>Na era de implementação do <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> e <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a>, como é que a rede fundada em <strong>2003</strong> reage? Transformando-se num site de jogo online. No Outono criou um meio de pagamento virtual, redesenhou o site e criou um novo sistema de avatares. Ontem, 24 de Fevereiro, anunciou a compra da <strong>Big Six</strong>, empresa que desenvolve jogos para o mercado Social Media.</p>
<p><a rel="attachment  wp-att-4168" href="http://diario2.com/lembra-se-do-hi5-agora-e-uma-rede-de-jogo-online-4167/new_orange_logo1"><img class="alignright size-full wp-image-4168" style="margin: 5px;" title="hi5 logo" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/new_orange_logo1.png" alt="" width="94" height="46" /></a>A secção de jogos da <a href="http://www.hi5.com">hi5</a> gera, actualmente, um terço do tráfego total. Segundo os dados mais recentes, tem <strong>60 milhões</strong> de utilizadores registados contra os <strong>400 milhões</strong> do Facebook. Será a estratégia correcta para responder ao domínio da rede de <strong>Mark Zuckerberg</strong>?</p>
 <!-- RSPEAK_STOP -->]]></content:encoded>
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		<title>BytePR, a rede de comunicação e RP 2.0</title>
		<link>http://diario2.com/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0-4147</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 15:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A BytePR é uma agência de comunicação e marketing em Social Media. Nasceu numa rede Ning e em poucos meses, criou laços sérios entre especialistas espanhóis da área. Envolveu, uniu e constituiu-se como empresa. Qual o segredo para converter uma rede de nicho num projecto profissionalizante?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0-4147&title=BytePR, a rede de comunicação e RP 2.0' onclick='readpage(this.href, 4147); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4147'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p><strong><a rel="attachment wp-att-4148" href="http://diario2.com/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0-4147/claudio_bravo1"><img class="alignleft size-full wp-image-4148" style="margin: 6px;" title="Claudio Bravo - BytePR" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/claudio_bravo1.jpg" alt="" width="124" height="161" /></a>Cláudio Bravo</strong> dirige a <a href="http://www.bytepr.com/" target="_blank">BytePR</a>, agência de comunicação e marketing de Social Media. O projecto nasceu numa rede Ning sendo um hobby que, em poucos meses, criou laços sérios entre especialistas espanhóis da área. Envolveu, uniu e constituiu-se como empresa para a prestação de serviços nos media sociais. Qual o segredo para converter uma rede de nicho num projecto profissionalizante? Esta questão foi o mote da entrevista que se pode ler de em seguida.</p>
<p><strong>O que é a BytePR?</strong><br />
A BytePR é uma rede social para profissionais de comunicação e marketing. É um sítio para partilhar experiências e manter-se a par das últimas tendências.</p>
<p><strong>No tempo do domínio do Facebook ou LinkedIn, há quem ache uma loucura criar uma rede social e convocar pessoas. </strong><strong>Como se faz essa &#8220;sedução&#8221;?</strong><br />
<strong><a rel="attachment wp-att-4150" href="http://diario2.com/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0-4147/bytepr"><img class="alignright size-medium wp-image-4150" style="margin: 5px;" title="BytePR" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/BytePR-300x208.jpg" alt="" width="278" height="190" /></a></strong>Na BytePR diferenciamo-nos oferecendo qualidade nas relações entre os membros. É uma rede fechada. Incentivamos os novos utilizadores a colocar uma foto e a participar. Como comunicadores, devemos dar o exemplo e não são permitidos os perfis anónimos. As pessoas sentem-se identificadas e confiantes na rede e isso reflecte-se na excelente qualidade dos tópicos abordados. Isto não se encontra em redes generalistas como o Facebook ou o LinkedIn.</p>
<p><strong>A BytePR</strong><strong> era um hobby mas tornou-se a tua empresa, o que é o sonho de muitas pessoas activas em Social Media. </strong><strong>Como se consegue?</strong><br />
A BytePR começou como um hobby que cresceu ao ponto de se tornar um negócio. Acho que com envolvimento e paixão pelo que realmente gostamos, tudo se consegue. No meu caso, é a comunicação. A BytePR tem sido capaz de crescer graças a muitas horas de esforço, mas também porque desfruto o que faço. A chave do sucesso é oferecer um serviço útil para que se envolvam e regressem ao site.</p>
<p><strong>Enquanto agência de comunicação, a BytePR trabalha só no mercado online?</strong><br />
Somos uma agência híbrida, os nossos consultores têm experiência de trabalho com médias tradicionais e estão capacitados para fazer relações públicas em Social Media. Também oferecemos serviços em gestão de eventos e comunicação, comunicação interna, web design corporativo, blogues, etc.</p>
<p><strong>O meio online, não sendo o contexto em que as RP nasceram, tem inevitavelmente de ser abordado por estas. Existem RP para a internet 2.0?</strong><br />
Claro que existem relações públicas 2.0. Efectuam-se na gestão das relações entre empresas e seus públicos, na construção de comunidades em torno de produtos e serviços. As relações públicas online focam-se no consumidor de bens e serviços e não jornalistas, objecto das tradicionais RP.</p>
<p><strong>As agências de RP espanholas estão preparadas para a cada vez maior digitalização das relações de comunicação?</strong><br />
Gradualmente, as agências espanholas estão a criar divisões de comunicação online. Estão a cumprir uma necessidade do mercado, mas penso que estão a dar um ou dois passos atrás. Ao abrir áreas específicas de comunicação online, oferecem serviços adicionais na sua oferta (e com as taxas em separado). Agências como a nossa, integram RP 2.0 num serviço abrangente que inclui também os meios de comunicação tradicionais. Acreditamos que as agências do futuro têm de ser capazes de fornecer visibilidade online e offline, para que as suas estratégias sejam globais.</p>
<p><strong>As RP 2.0 são gerais em Espanha? Que áreas e empresas poderiam beneficiar com estas?</strong><br />
Há muitas empresas deviam começar a usar ferramentas de Social Media, inclusive as instituições públicas. Ainda há muito a fazer. É raro ver um serviço público a responder às preocupações dos cidadãos através do online. Por exemplo, gostaria de ser esclarecido de certas dúvidas de finanças através do Twitter. Quem sabe através de um grupo Facebook, com perguntas frequentes colocadas por cidadãos que teriam a sua pela acção de funcionários públicos ou por pessoas que já tenham realizado certo procedimento.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4149" href="http://diario2.com/bytepr-a-rede-de-comunicacao-e-rp-2-0-4147/byte02_horizontal"><img title="bytepr logo" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/byte02_horizontal.jpg" alt="" width="444" height="130" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>Quais as metas da BytePR para 2010?</strong><br />
Queremos materializar a nossa presença online nas principais cidades espanholas,  passar a organizar eventos mensais em torno da rede e oferecer uma formação sobre questões de comunicação para as pessoas que se iniciam no sector.</p>
<p>Esperamos consolidar-nos como uma agência de comunicação 2,0. de especialistas em Relações Públicas e marketing em social media do mercado espanhol.</p>
 <!-- RSPEAK_STOP -->]]></content:encoded>
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		<title>Como desligar o Google Buzz?</title>
		<link>http://diario2.com/como-desligar-o-google-buzz-4136</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 15:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[orkut]]></category>
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		<description><![CDATA[Praticamente uma semana depois da apresentação desta aplicação de Gmail, as duas perguntas feitas frequentemente pelos seus utilizadores: para que serve como se desliga?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/como-desligar-o-google-buzz-4136&title=Como desligar o Google Buzz?' onclick='readpage(this.href, 4136); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4136'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>Muito já se escreveu sobre o Buzz, a investida tardia com que a <a href="http://www.google.com">Google </a>procura “surfar” a onda de sucesso do <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> e <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>. O <a href="http://www.orkut.com/" target="_blank">Orkut</a> e <a href="http://www.google.com/friendconnect" target="_blank">Friend Connect</a> tinham o mesmo desígnio, mas foram plataformas que ficaram aquém do que era esperado.</p>
<p>Praticamente uma semana depois da apresentação desta aplicação de <a href="http://www.gmail.com" target="_blank">Gmail</a>, as duas perguntas feitas frequentemente pelos seus utilizadores. Serão:</p>
<p><strong>1. Para que serve?</strong></p>
<p><strong>2. Como se desliga?</strong></p>
<p>Como a imprensa tem respondido com variada informação à primeira, foquemo-nos na segunda. Para desligar o Google Buzz, terá de ir ao <strong>rodapé</strong> do <a href="http://www.gmail.com/" target="_blank">Gmail</a> e premir <strong>&#8220;turn off buzz&#8221;</strong>. Simples e eficaz.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4139" href="http://diario2.com/como-desligar-o-google-buzz-4136/googlebuzztornof"></a><a rel="attachment wp-att-4140" href="http://diario2.com/como-desligar-o-google-buzz-4136/buzz-turn-off"><img class="alignnone size-full wp-image-4140" title="buzz turn off" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/buzz-turn-off.jpg" alt="" width="450" height="76" /></a></p>
 <!-- RSPEAK_STOP -->]]></content:encoded>
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		<title>Conheça o anúncio que a Google passou no Super Bowl</title>
		<link>http://diario2.com/conheca-o-anuncio-que-a-google-passou-no-super-bowl-4105</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 16:22:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Google anunciou num dos intervalos mais rentáveis para marcas e emissoras de televisão: o Super Bowl. Na final do campeonato de futebol americano de 2010, cada espaço de publicidade não teve mais de 60 segundos e custou entre 2,5 a 3 milhões de dólares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/conheca-o-anuncio-que-a-google-passou-no-super-bowl-4105&title=Conheça o anúncio que a Google passou no Super Bowl' onclick='readpage(this.href, 4105); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4105'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>A <a href="http://www.google.com">Google</a> anunciou num dos intervalos mais rentáveis para marcas e emissoras de televisão: o <strong>Super Bowl</strong>. Na final do campeonato de futebol americano de <strong>2010</strong>, cada espaço de publicidade não teve mais de 60 segundos e custou entre<strong> 2,5</strong> a <strong>3 milhões</strong> de dólares.</p>
<p><strong>&#8220;Parisian Love&#8221;</strong>, o anúncio, foca-se no poder de informação do motor de busca e adapta-se à época festiva de S. Valentim. O vídeo está no <a href="http://www.youtube.com">Youtube</a> desde <strong>19 de Novembro de 2009</strong>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nnsSUqgkDwU&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/nnsSUqgkDwU&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Antena 1 guarda redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 12:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Há um ano vivia-se o boom das redes sociais em Portugal. Políticos, jornalistas, bloggers, humoristas adoptavam o Twitter. Em 2010, as redes sociais não desapareceram do dia-a-dia noticioso. Foram assimiladas e, por exemplo, fazem parte da nova grelha de programas da Antena 1.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/antena-1-guarda-redes-sociais-4093&title=Antena 1 guarda redes sociais' onclick='readpage(this.href, 4093); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4093'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>Há um ano vivia-se o boom das redes sociais em <strong>Portugal</strong>. <a href="http://sergiobastos.net/2009/01/19/turbilhao-no-twitter/" target="_blank">Políticos, jornalistas, bloggers, humoristas adoptavam o Twitter</a> e tornavam mais volumosa, e mediática, a comunidade portuguesa que se expressava em 140 caracteres. Jornais, televisões e outros média descreviam o fenómeno em vários artigos.</p>
<p>Em pleno <strong>2010</strong>, as redes sociais não desapareceram do dia-a-dia noticioso. Foram assimiladas e, por exemplo, fazem parte da nova grelha de programas da <a href="http://www.rtp.pt/antena1/" target="_blank">Antena 1</a>.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4095" href="http://diario2.com/antena-1-guarda-redes-sociais-4093/antena1"><img class="size-full wp-image-4095 alignnone" title="antena1" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/antena1.jpg" alt="" width="450" height="105" /></a></p>
<p>O canal público de rádio tem, a partir desta semana, dois novos espaços de informação sobre comportamentos na internet. O programa <a href="http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=3985&amp;e_id=&amp;c_id=1&amp;dif=radio&amp;hora=07:12&amp;dia=05-02-2010" target="_blank">Guarda Redes</a>, é apresentado como &#8220;um olhar sobre as redes sociais e as novas formas de comunicação&#8221;. Decorre de segunda a sexta-feira às 8h26 e é apresentado por <strong>Ricardo Alexandre</strong>. O mesmo jornalista é autor do <a href="http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=3984&amp;e_id=&amp;c_id=1&amp;dif=radio&amp;hora=07:12&amp;dia=05-02-2010" target="_blank">Este Tempo</a> onde todas as segundas feiras fala sobre o&#8221;mundo cibernético&#8221; com <a href="http://www.twitter.com/agranado/" target="_blank">António Granado</a> (Público, <a href="http://ciberjornalismo.com/pontomedia/" target="_blank">Ponto Média</a>).</p>
<p>As novas rubricas juntam-se a espaços da <a href="http://www.rtp.pt/antena1/" target="_blank">Antena 1</a> que visam o domínio da internet. É o caso do <a href="http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=3980&amp;e_id=&amp;c_id=1&amp;dif=radio&amp;hora=03:12&amp;dia=05-02-2010" target="_blank">www</a> e dos programas de <strong>Pedro Rolo Duarte</strong> sobre a blogosfera. O jornalista aborda o tema no <a href="http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=2361&amp;e_id=&amp;c_id=1&amp;dif=radio&amp;hora=16:12&amp;dia=05-02-2010" target="_blank">Janela Indiscreta</a> e no <a href="http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=3476&amp;e_id=&amp;c_id=1&amp;dif=radio&amp;hora=10:07&amp;dia=06-02-2010" target="_blank">Hotel Babilónia</a>.</p>
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		<title>José Manuel Fernandes reforça Blasfémias</title>
		<link>http://diario2.com/jose-manuel-fernandes-reforca-blasfemias-4091</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 14:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[blasfémias]]></category>
		<category><![CDATA[jmf]]></category>
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		<description><![CDATA[José Manuel Fernandes, ex-director do Público, entra no plantel do Blasfémias. O jornalista é um utilizador frequente do twitter e facebook e com a entrada no blogue expande a sua opinião para lá dos 140 ou pouco mais caracteres.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/jose-manuel-fernandes-reforca-blasfemias-4091&title=José Manuel Fernandes reforça Blasfémias' onclick='readpage(this.href, 4091); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4091'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p><a rel="attachment wp-att-4092" href="http://diario2.com/jose-manuel-fernandes-reforca-blasfemias-4091/jmf"><img class="alignright size-full wp-image-4092" title="jmf" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/02/jmf.jpg" alt="" width="122" height="82" /></a><strong>José Manuel Fernandes</strong>, ex-director do <a href="http://www.publico.pt">Público</a>, entra no plantel do <a href="http://blasfemias.net/" target="_blank">Blasfémias</a>. O jornalista é um utilizador frequente do <a href="http://twitter.com/JMF1957" target="_blank">twitter</a> e <a href="http://www.facebook.com/pages/Jose-Manuel-Fernandes/246899992587" target="_blank">facebook</a> e com a entrada no blogue expande a sua opinião para lá dos <strong>140</strong> ou pouco mais caracteres.</p>
<p><strong>Luís Rocha</strong>, <a href="http://blasfemias.net/2010/02/01/contratacao-de-inverno/" target="_blank">apresentou o novo elemento</a> no primeiro dia do mês com este e outros mimos &#8220;transmitido o convite a após quase um trimestre de reflexão (que isto de ser Blasfemo é profissão de alto risco), <strong>José Manuel Fernandes</strong> é, desde há uma semana (o tempo que me levou a completar esta posta introdutória, n vezes retomada, face à necessidade de inúmeras pesquisas nas profundezas da memória &#8211; debilitada, vá lá saber-se porquê &#8211; para a elaboração de uma Acta rigorosa), a nossa contratação de Inverno.&#8221;</p>
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		<title>Vem aí o centenário da República!</title>
		<link>http://diario2.com/vem-ai-o-centenario-da-republica-4080</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 15:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Com um mercado editorial onde se publicam em média 13 mil livros por ano, o período de exposição de obras nas lojas é cada vez mais curto. Se não for um “best seller”, ou uma edição de um selo forte, o conteúdo terá poucas semanas para se afirmar. Nesse sentido, há que procurar "novas oportunidades" de promoção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/vem-ai-o-centenario-da-republica-4080&title=Vem aí o centenário da República!' onclick='readpage(this.href, 4080); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4080'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>Com um mercado editorial onde se publicam em média <strong>13 mil livros</strong> por ano, o período de exposição de obras nas lojas é cada vez mais curto. Se não for um “best seller”, ou uma edição de um selo forte, o conteúdo terá poucas semanas para se afirmar. Nesse sentido, há que procurar &#8220;novas oportunidades&#8221; de promoção.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4081" href="http://diario2.com/vem-ai-o-centenario-da-republica-4080/12846_215226982082_215115852082_3287900_7079227_n"><img class="alignright size-full wp-image-4081" title="vem ai a República" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/12846_215226982082_215115852082_3287900_7079227_n.jpg" alt="" width="66" height="96" /></a><a href="http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=8950" target="_blank">&#8220;Vem aí a República! 1906-1910&#8243; </a>de <strong>Joaquim Romero Magalhães</strong>, chegou às lojas em <strong>Outubro de 2009</strong>. Em Janeiro, a editora do livro (<a href="http://www.almedina.net/" target="_blank">Almedina</a>) encetou uma estratégia em redes sociais que visa não deixar cair no esquecimento tanto a obra como o acontecimento histórico.</p>
<p>Activo desde <strong>13 de Janeiro</strong>, o <a href="http://republica.almedina.net/" target="_blank">republica.almedina.net</a> é muito mais do que um espaço de corte e costura de pedaços da obra. Informações que a complementem ou que se relacionem com a implantação da República, serão divulgados ao longo de <strong>2010</strong>.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4082" href="http://diario2.com/vem-ai-o-centenario-da-republica-4080/vemai"><img class="alignleft size-full wp-image-4082" style="margin: 5px;" title="vemai" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/vemai.jpg" alt="" width="147" height="99" /></a>No <a href="http://twitter.com/5deOutubro1910" target="_blank">Twitter</a>, o <strong>“Vem aí a República”</strong> segue uma técnica utilizada com sucesso <a href="http://twitter.com/25Abril1974" target="_blank">outras vezes</a>: o acompanhamento cronológico. As mensagens reportam a acontecimentos que se realizaram no mesmo dia e mês de há século e que viriam a desencadear a instauração da República.</p>
<p>Na página <a href="http://www.facebook.com/pages/Vem-ai-a-Republica/215115852082" target="_blank">Facebook</a> do livro, a <a href="http://www.almedina.net/" target="_blank">Almedina</a> soma a acção desenvolvida no <a href="http://twitter.com/5deOutubro1910" target="_blank">Twitter</a> e<a href="http://republica.almedina.net/" target="_blank"> site/blogue</a>. Utiliza-lo também para destacar o impacto que o livro está a ter nos media.</p>
<p>Em suma, uma estratégia simples e clara para fazer reviver o livro fora das bancas e, ao mesmo tempo, associar-se à celebração do <a href="http://www.centenariorepublica.pt/" target="_blank">centenário da implantação da República</a>.</p>
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		<title>Ryanair: amor e ódio no Facebook</title>
		<link>http://diario2.com/ryanair-amor-e-odio-no-facebook-4058</link>
		<comments>http://diario2.com/ryanair-amor-e-odio-no-facebook-4058#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 14:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[investigação]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[ryanair]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ryanair, com 65 milhões de passageiros transportados em 2009, suscita todo o tipo de sentimentos no Facebook. Sem oficializar a presença em qualquer extensão da Web Social, mobiliza milhares de pessoas em páginas e, sobretudo, grupos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/ryanair-amor-e-odio-no-facebook-4058&title=Ryanair: amor e ódio no Facebook' onclick='readpage(this.href, 4058); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4058'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>As &#8220;baixo custo&#8221; são das companhias aéreas que mais emoções despertam. Paixão e clubismo de um lado, ódio e raiva de outro.</p>
<p>A <a href="http://www.ryanair.pt">Ryanair</a>, com <strong>65 milhões</strong> de passageiros transportados em <strong>2009</strong>, suscita todo o tipo de sentimentos no <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a>. Sem oficializar a presença em qualquer extensão da Web Social, mobiliza milhares de pessoas em páginas e, sobretudo, grupos.</p>
<p>Depois das bases criadas em <strong>Porto </strong>e <strong>Faro </strong>os holofotes da <a href="http://www.ryanair.pt/">Ryanair</a> apontam para <strong>Lisboa</strong>, destino sem operações da companhia. No <a href="http://www.facebook.com">Facebook</a> o <strong>“prós e contras&#8221;</strong> já começou com a criação dos grupos <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=233408327790&amp;ref=search&amp;sid=727917895.2469671720..1" target="_blank">We Want Ryanair in Lisbon</a> e do <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=245240581295&amp;ref=search&amp;sid=727917895.2469671720..1" target="_blank">We Don&#8217;t Want Ryanair in Lisbon</a>. O primeiro tem mais de <strong>10 mil</strong> participantes e o segundo menos de <strong>50</strong>.</p>
<p><img class="size-full" title="ryanair love hate" src="http://www.lowcostportugal.net/wp-content/uploads/ryanair-low-hate.jpg" alt="ryanair love hate" width="474" height="137" /></p>
<p>Outros campos de batalha estão abertos em toda a linha do <a href="http://www.ryanair.pt">Facebook</a>, mas de forma isolada. Os conhecidos sites de ódio da <a href="http://www.ryanair.pt">Ryanair</a> têm equivalentes na rede social mais conhecida do mundo ocidental: <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=80328981952&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">We hate RYANAIR</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=53756201040&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">RyanAir boycott</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=43631014991&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Odio Ryanair</a>, etc. Outros mostram simpatia pela companhia:<a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=51314056867&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank"> Forza RyanAir</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=221848738036&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Ryanair Fanclub</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=221848738036&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Fans de los billetes de Ryanair a 1euro ó 1 centimo</a>.</p>
<p>Entre os mais concorridos, estão os grupos de pedidos à <a href="http://www.ryanair.pt" target="_blank">Ryanair</a> para a criação de ligações a determinados destinos, como comprovam <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=233408327790&amp;ref=search&amp;sid=727917895.2469671720..1" target="_blank">Lisboa</a>, <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=39419884113&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Istanbul</a> e <a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=93324667062&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">Badajoz</a>. Outras pressões, como a realizada por italianos <a href="http://www.facebook.com/search/?flt=1&amp;q=Ryanair&amp;o=69&amp;sid=727917895.964805837..1&amp;s=0#/group.php?gid=217790768550&amp;ref=search&amp;sid=727917895.964805837..1" target="_blank">pela companhia aérea &#8220;contra&#8221; a ENAC</a>,  instância aeroportuária do país.</p>
<p>A publicidade da <a href="http://www.ryanair,pt" target="_blank">Ryanair</a> tem residido no anúncio de causas que parecem excêntricas como, por exemplo, a criação de uma <a href="http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/taxa-wc-avanca-diz-michael-oleary/2009/06/" target="_blank">taxa de utilização de WC</a>. As emoções que geram  geram burburinho negativo em sites, blogues, livros e redes sociais. A companhia agradece. <strong>Daniel de Carvalho</strong>, director de comunicação da empresa, <a href="http://www.lowcostportugal.net/companhias-aereas/%E2%80%9Cem-2010-queremos-transportar-3-3-milhoes-de-passageiros-em-portugal%E2%80%9D-afirma-daniel-carvalho-ryanair/2009/12/" target="_blank">afirmava recentemente</a>, &#8220;com 5 milhões de euros transportamos 66 milhões de passageiros, enquanto o nosso competidor mais próximo transporta 8 milhões de passageiros gastando 10 vezes mais do que nós em marketing&#8221;.</p>
<p><strong>[Este artigo foi publicado em simultâneo no <a href="http://lowcostportugal.net" target="_blank">LowCost Portugal</a>]</strong></p>
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		<title>Libório Manuel Silva: “2010 será decisivo quanto à edição de ebooks em Portugal”</title>
		<link>http://diario2.com/liborio-manuel-silva-%e2%80%9c2010-sera-decisivo-quanto-a-edicao-de-ebooks-em-portugal%e2%80%9d-4052</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 14:30:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[_Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[centro atlântico]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[A Centro Atlântico comercializa ebooks desde 1999 e foi a primeira editora portuguesa a estar presente no o Google Books. Em entrevista, Libório Manuel Silva, o seu editor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/liborio-manuel-silva-%e2%80%9c2010-sera-decisivo-quanto-a-edicao-de-ebooks-em-portugal%e2%80%9d-4052&title=Libório Manuel Silva: “2010 será decisivo quanto à edição de ebooks em Portugal”' onclick='readpage(this.href, 4052); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4052'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p><a rel="attachment wp-att-4054" href="http://diario2.com/liborio-manuel-silva-%e2%80%9c2010-sera-decisivo-quanto-a-edicao-de-ebooks-em-portugal%e2%80%9d-4052/centro-atlantico1"><img class="size-full wp-image-4054 alignright" title="centro-atlantico[1]" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/centro-atlantico1.jpg" alt="" width="239" height="177" /></a>A <a href="http://www.centroatl.pt/" target="_blank">Centro Atlântico</a>, editora de livros de áreas técnicas, distingue-se das demais no mercado nacional. Desde <strong>Março </strong>de <strong>1999 </strong>que <a href="http://www.centroatl.pt/titulos/livrosdigitais/index.php3" target="_blank">lança ebooks</a>, complementando o formato impresso. Não só acompanha o desenvolvimento do “digital”, como se envolve directamente. Disso é prova a relação que tem com o <strong>Google Books</strong>, plataforma em que foram o <a href="http://books.google.pt/books?lr=lang_pt&amp;num=30&amp;as_brr=3&amp;as_pt=BOOKS&amp;q=centroatlantico.pt&amp;btnG=Pesquisar+livros" target="_blank">primeiro parceiro português</a>.</p>
<p>Questionámos <strong>Libório Manuel Silva</strong>, editor da <a href="http://www.centroatl.pt/" target="_blank">Centro Atlântico</a>, sobre o passado, presente e futuro da edição digital em Portugal</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><br />
A editora Centro Atlântico lança livros digitais desde 1999. É um investimento que gera retorno?</strong><br />
Os e-books que editamos dizem respeito a livros que publicamos também em<br />
papel &#8211; anteriormente ou em simultâneo -, e são algumas dezenas. O investimento é recuperado.</p>
<p><strong>Foi a primeira editora portuguesa a colaborar com o Google Books.<br />
Como vê as batalhas judiciais a que a plataforma tem estado envolvida?</strong><br />
São batalhas naturais e salutares de quem desenvolve projectos globais, tentando divulgar e comercializar conteúdos de forma inovadora e não prevista na legislação actual.</p>
<p><strong>Alguns consultores da área de edição/tecnologia, são de opinião que o formato papel continuará vivo na ficção mas no livro técnico tenderá a ser substituído pelo ebook. Concorda?</strong><br />
As principais enciclopédias (Britannica, Encarta, outras) e, por exemplo, as<br />
revistas de informática (Byte, Datamation, PC Magazine, &#8230;) a nível mundial deixaram de existir em papel/CD, migraram depois para a Web e, nalguns desses casos, deixaram até de existir online. No entanto, existem ainda, em papel, enciclopédias e revistas de TIC um pouco por todo o mundo.</p>
<p>O mesmo acontecerá com os livros. Em primeiro lugar, e como é óbvio, com os técnicos (os normalmente classificados como temas de não-ficção). Na ficção, o livro ainda tem muitas décadas pela frente, e muitas centenas de milhões de leitores que o irão continuar a privilegiar &#8211; excepto se surgirem<br />
alterações radicais na produção de pasta de papel, motivadas por factores<br />
ecológicos.</p>
<p><strong>Não é conhecida (grande) adesão das editoras nacionais ao livro<br />
digital. Aguardam a massificação da tendência ou não vêem proveito no investimento do formato?</strong><br />
Estão todas atentas e muitas a desenvolver estratégias e projectos internos (estratégia correcta até 2009). O ano de 2010 é que será decisivo &#8211; o ano de dar resposta adequada ao mercado (já) real e não apenas a projecções pouco<br />
sustentadas.</p>
<p><strong>Em países como os EUA, o ebook e o mercado livreiro são temas na<br />
ordem do dia. O que esperar deste assunto em Portugal e em 2010?</strong><br />
Também o são em Portugal, salvaguardando as diferenças de escala e o facto<br />
de não termos qualquer produção tecnológica neste sector (quer no hardware quer no software). A este nível, a I&amp;D em Portugal é que adormeceu completamente.</p>
<p><strong>[artigo publicado em simultâneo no <a href="http://www.ebookportugal.net/">eBookPortugal</a>]</strong></p>
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		<title>Sobre a censura na internet</title>
		<link>http://diario2.com/sobre-a-censura-na-internet-4049</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 11:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[noticiário]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
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 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/sobre-a-censura-na-internet-4049&title=Sobre a censura na internet' onclick='readpage(this.href, 4049); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4049'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XPAvg6CU6sI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/XPAvg6CU6sI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>As petições são como as cerejas</title>
		<link>http://diario2.com/as-peticoes-sao-como-as-cerejas-4038</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 14:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Topo]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[petição]]></category>

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		<description><![CDATA[O Petição Pública, é um site onde se alojam gratuitamente as mais variadas manifestações de interesses e que "pretende constituir um serviço público de qualidade a todos os cidadãos portugueses."]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/as-peticoes-sao-como-as-cerejas-4038&title=As petições são como as cerejas' onclick='readpage(this.href, 4038); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4038'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>Nas últimas semanas, o termo petição tem estado em voga. O mais mediático foi promovido pela <strong>Plataforma Cidadania e Casamento</strong>, que recolheu <strong>92 mil</strong> assinaturas com o objectivo de levar a referendo a questão do casamento de pessoas do mesmo sexo. Outras, no entanto, desenvolvem-se na Internet.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4039" href="http://diario2.com/as-peticoes-sao-como-as-cerejas-4038/peticaopublicalogo1"><img class="size-full wp-image-4039" title="PeticaoPublica" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/PeticaoPublicaLogo1.gif" alt="" width="367" height="99" /></a></p>
<p>A resposta nacional ao <a href="http://www.petitiononline.com" target="_blank">Petition Online</a>, chama-se <a href="http://www.peticaopublica.com/" target="_blank">Petição Pública</a>. Trata-se de um site onde se alojam gratuitamente as mais variadas manifestações de interesses e que &#8220;pretende constituir um serviço público de qualidade a todos os cidadãos portugueses.&#8221;</p>
<p>O <a href="http://www.peticaopublica.com/" target="_blank">Petição Pública</a> ganhou mediatismo com a intervenção do jornalista desportivo Rui Santos. Durante várias semanas promoveu no seu espaço da <strong>SIC Notícias</strong>, a <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=RS062009" target="_blank">&#8220;Petição Pela Verdade Desportiva&#8221;</a>, entregue há dias na Assembleia da República. Recentemente <a href="http://www.lowcostportugal.net/aeroportos/peticao-por-voos-low-cost-nos-acores/2010/01/" target="_blank">outra proposta</a> chegou à agência Lusa e aos demais meios da comunicação social: a <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N976" target="_blank">&#8220;Petição por Voos Low Cost nos Açores&#8221;</a>. Em pouco mais de uma semana, supera as oito mil assinaturas.</p>
<p>As petições são como as cerejas, existem para todos os gostos e são uma boa sondagem das preocupações dos cidadãos. São exemplos, temas como a <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N829" target="_blank">&#8220;Redbull Air Race</a>&#8220;, a <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=CE2009" target="_blank">&#8220;Carreira de Enfermagem&#8221;</a>, ou a <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N51" target="_blank">menina russa Alexandra</a>. Existem, contudo, propostas que vencem pela curiosidade e humor:  <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N1020" target="_blank">&#8220;Petição Segunda-feira deve fazer parte do fim-de-semana&#8221;</a>, <a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N851" target="_blank">&#8220;Petição Contra o Regresso dos DZRT&#8221;</a> e <a href="http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=FIZZ" target="_blank">&#8220;Petição Retorno do Gelado Fizz Limão da Olá&#8221;</a>.</p>
 <!-- RSPEAK_STOP -->]]></content:encoded>
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		<title>CES 2010 estreia 5 leitores de ebooks</title>
		<link>http://diario2.com/ces-2010-estreia-5-leitores-de-ebooks-4019</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 09:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ebook]]></category>
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		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[De hoje a 10 de Janeiro, Las Vegas assiste à realização do International Consumer Electronics Show (CES). Na reputada feira de tecnologia de consumo, os leitores de livros digitais (ebooks) serão um dos produtos mais procurados e comentados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/ces-2010-estreia-5-leitores-de-ebooks-4019&title=CES 2010 estreia 5 leitores de ebooks' onclick='readpage(this.href, 4019); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_4019'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p>De hoje a 10 de Janeiro, <strong>Las Vegas</strong> assiste à realização do <a href="http://www.cesweb.org/">International Consumer Electronics Show (CES)</a>. Na reputada feira de tecnologia de consumo, os leitores de livros digitais (ebooks) serão um dos produtos mais procurados e comentados.</p>
<p>Entre os <strong>2700 </strong>expositores serão apresentados, pelo menos, <strong>cinco novos e-readers</strong>:</p>
<p><strong>1. </strong>O <strong><a href="http://www.iriver.com/">Iriver Story</a></strong> tem a sua estreia oficial na <strong>CES 2010</strong> para jornalista ver. O modelo a comercializar no segundo trimestre do ano, é o primeiro e-reader da marca de <strong>Hong Kong</strong> a merecer distribuição mundial. Tal como os seus semelhantes, tem Wi Fi e capacidades várias como a leitura não só de ebooks mas também de mp3.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ilGyPtYfi3Q&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ilGyPtYfi3Q&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>2. </strong>É quase certo que o <a href="http://www.skiff.com/skiff-reader.html">Skiff Reader</a> vai bater a concorrência… em dimensão (<strong>11.5’’</strong>, “touch screen” e com resolução <strong>1600 x 1200</strong>). O tamanho do ecrã deste e-reader consegue ser superior ao de alguns computadores portáteis.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4018" href="http://diario2.com/ces-2010-estreia-5-leitores-de-ebooks-4019/shot021"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4018" title="Skiff Reader" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/shot021-300x249.jpg" alt="" width="300" height="249" /></a></p>
<p><strong>3. </strong>No CES 2010 será desvendado o <strong>MSI Dual Display Touch Screen</strong>, um leitor de 10’’, com ecrã “dual touch” de que se conhece pouca informação e nenhuma imagem.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>4. </strong>A <strong>DMC Worldwide </strong>vai apresentar o <strong>COPIA</strong>, um e-reader que faz do seu comprador, um utilizador de conteúdos, e-commerce, redes sociais, etc. Este “hardware” chega às lojas em Junho, mas pode ser adquirido online a partir de Abril deste ano.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-4020" href="http://diario2.com/ces-2010-estreia-5-leitores-de-ebooks-4019/dms-copia"><img class="size-full wp-image-4020 aligncenter" title="DMS COPIA" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/DMS-COPIA.jpg" alt="" width="390" height="219" /></a></p>
<p><strong>5. </strong>Outro “dual screen reader” a conhecer melhor na <strong>CES 2010</strong> será o <a href="http://www.entourageedge.com" target="_blank">enTourage eDGe</a>. Combina um e-paper de <strong>9.7’’</strong> e um LCD de <strong>10’’</strong>. Ambos são ecrãs “touch” e a propriedade “dual” permite tirar-se notas sobre o ebook que se esteja a ler ou a consulta de páginas na internet.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8VsL2tor5YY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/8VsL2tor5YY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Em suma, a <strong>CES</strong> será a primeira batalha campal de 2010 no que concerne a “hardware” de leitura de livros (<strong>e-readers</strong>, n<strong>otebooks, netbooks </strong>e <strong>tablets</strong>). Certo é que a tecnologia está a aproximar-se das expectativas dos consumidores: cor, usabilidade e mobilidade.</p>
<p><strong>[artigo publicado em simultâneo no <a href="http://www.ebookportugal.net">eBookPortugal</a>]</strong></p>
 <!-- RSPEAK_STOP -->]]></content:encoded>
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		<title>Leonel Vicente: &#8220;As notícias da morte da blogosfera foram claramente exageradas&#8221;</title>
		<link>http://diario2.com/%e2%80%9cas-noticias-morte-da-blogosfera-foram-claramente-exageradas%e2%80%9d-3970</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Bastos</dc:creator>
				<category><![CDATA[_sub-destaque]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[leonel vicente]]></category>
		<category><![CDATA[memória virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Se D. Duarte tinha Fernão Lopes como cronista, a blogosfera nacional tem Leonel Vicente. O autor do Memória Virtual, Tomar, Carreira da Índia e de outros espaços, resume a cada fim de ano, os factos mais relevantes da comunidade “virtual”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- RSPEAK_STOP --> <a href='http://wr.readspeaker.com/webreader/webreader.php?cid=d435ff961bc1f808e436687b9bab6dca&t=wordpress_free&url=http://diario2.com/%e2%80%9cas-noticias-morte-da-blogosfera-foram-claramente-exageradas%e2%80%9d-3970&title=Leonel Vicente: &#8220;As notícias da morte da blogosfera foram claramente exageradas&#8221;' onclick='readpage(this.href, 3970); return false;'> <img src='http://graphics.readspeaker.com/images/wr/listen_pt_pt.gif' style='border-style: none;' alt='Ouvir com webReader'></a><div id='WR_3970'></div> <!-- RSPEAK_START --> <p><a rel="attachment wp-att-3971" href="http://diario2.com/%e2%80%9cas-noticias-morte-da-blogosfera-foram-claramente-exageradas%e2%80%9d-3970/memoriavirtual-1281"><img class="alignleft size-full wp-image-3971" style="margin: 5px;" title="Leonel Vicente - Memoria Virtual" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/memoriavirtual-1281.jpg" alt="" width="138" height="138" /></a>Se D. Duarte tinha Fernão Lopes como cronista, a blogosfera nacional tem <a href="http://memoriavirtual.net/autor-2/">Leonel Vicente</a>. O autor do <a href="http://memoriavirtual.net/">Memória Virtual</a>, <a href="http://tomar-actual.net/">Tomar</a>, <a href="http://carreiradaindia.net/">Carreira da Índia</a> e de outros espaços (é também colaborador aqui no Diário2), resume a cada fim de ano, os factos mais relevantes da comunidade “virtual”. Desde <a href="http://memoriavirtual.net/seccao/2003-ano-dos-blogues/">2003</a> que assim é. Com <a href="http://memoriavirtual.net/2009/12/blogosfera-em-2009/blogosfera-em-2009-agradecimentos/">a tarefa de 2009 concluída há breves dias</a>, entrevistámos o “cronista” tendo por mote a actualidade da blogosfera portuguesa.</p>
<p><strong>Um ano depois de decretado o fim da blogosfera como comunidade, o cenário português mantém vitalidade. Como analisas o anúncio do “apocalipse” à luz de 2009?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Recordando a famosa máxima de Mark Twain, as notícias da sua morte foram claramente exageradas.</p>
<p>A blogosfera vem revelando, já ao longo de quase uma década, uma sistemática capacidade de renovação e de regeneração, sem prejuízo de registar naturais evoluções, com tendências que se vão afirmando, como a dos blogues colectivos – numa incessante busca de massa crítica… e de audiências – e o surgimento em força, desde o início de 2009, de novas plataformas da “Web social”, primeiro com um autêntico turbilhão no Twitter, mais recentemente com o Facebook, mas que não deixam de apresentar alguns traços de complementaridade com a “blogosfera tradicional”, operando em muitos casos como mais um canal de comunicação e encaminhando leitores para os blogues associados.</p>
<p><strong>Se tivesses de eleger três grandes momentos da blogosfera no ano que finda, quais seriam?</strong></p>
<p>O encerramento de alguns projectos de referência, como os casos dos blogues “Atlântico” – com contraponto quase directo no reforço dos quadros do “31 da Armada” e do “Cachimbo de Magritte” – e “Avenida Central”.</p>
<p>Dentro da lógica de renovação, o surgimento do “Delito de Opinião”, uma primeira sangria no “Corta-Fitas”, que sofreria nova debandada já próximo do final do ano.</p>
<p>Num ano particularmente marcado pelas três eleições realizadas em Portugal, com o país em campanha durante largos meses, a inevitável referência à criação – numa parceria do jornal “Público” e de um grupo plural de autores – de um blogue colectivo para acompanhamento desses actos eleitorais, a par de uma sucessão de “blogues de campanha”, de apoio às diferentes áreas políticas em disputa, com a relevância da blogosfera a ser compreendida e a ficar bem patente em iniciativas como a visita de <em>bloggers</em> às instituições da União Europeia, a convite do eurodeputado Carlos Coelho, ou na conferência de blogues com José Sócrates e na tertúlia promovida por Paulo Rangel.</p>
<p>Extra esses eventos que incluiria entre os mais marcantes, um momento particularmente infeliz, que não poderia deixar de assinalar, de tal forma ele marcou – de forma transversal – a comunidade: o prematuro desaparecimento de Jorge Ferreira, um dos mais activos e entusiastas <em>bloggers</em> em Portugal.</p>
<p><strong>Papa MyZena, SIMplex, Jamais, Rua Direita, blogues de apoio a áreas políticas foram e vieram, assim como blogues de campanha. Não faria sentido uma acção prolongada no tempo por parte dos seus autores? Ou será que esse espaço já é preenchido por blogues como o 31 da Armada e Jugular?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Ao longo dos anos, a blogosfera vem ditando algumas regras ou “leis” implícitas: para se fazer parte integrante e activa da comunidade é pressuposto que haja intercâmbio e debate de ideias, que haja abertura a comentários (não obstante algumas excepções…), sobretudo que haja uma presença (minimamente) perene.<strong> </strong></p>
<p>Os referidos blogues são um epifenómeno na medida em que agregam temporariamente – tendo por motivação uma acção de campanha com duração limitada e previamente definida (até ao dia das eleições…) –, um conjunto de diversos autores de outros blogues, que têm como factor de unidade a referida campanha, finda a qual se esgota o objectivo e conteúdo do blogue, regressando naturalmente “às suas origens”.</p>
<p>O debate continuado, de forma mais estrutural, com carácter de permanência ao longo do tempo, vem sendo mantido por outro tipo de blogues –  essencialmente também blogues colectivos – posicionados nos vários segmentos do espectro político-partidário português. Para além dos citados 31 da Armada e Jugular, mencionaria também os casos d’O Insurgente, Cachimbo de Magritte, Portugal dos Pequeninos, Blasfémias, Mar Salgado, Câmara dos Comuns, Aspirina B, Da Literatura, A Regra do Jogo e Ladrões de Bicicletas.</p>
<p><strong>Vivemos tempos de cruzamento entre a &#8220;publicação instantânea&#8221; (blogues) e a opinião em &#8220;tempo real&#8221; (Twitter / Facebook). Pelo teu relato, a blogosfera não definhou em 2009. É de esperar o contrário em 2010?</strong></p>
<p><strong> </strong><a rel="attachment wp-att-3972" href="http://diario2.com/%e2%80%9cas-noticias-morte-da-blogosfera-foram-claramente-exageradas%e2%80%9d-3970/memoria-virtual-2009"><img class="alignright size-full wp-image-3972" title="Memória Virtual 2009" src="http://cache.diario2.com/uploads/2010/01/memoria-virtual-2009.jpg" alt="" width="228" height="205" /></a>Como referi anteriormente, estas novas ferramentas de publicação instantânea assumem uma dupla vertente: por um lado, o papel de mensagens com carácter mais imediatista, potenciando o diálogo – dentro das condicionantes do limitado número de caracteres –, por outro, um canal complementar de difusão dos artigos publicados em blogues, em paralelo com a função de encaminhamento de leitores para esses blogues.</p>
<p>Sendo natural que haja algumas opiniões mais imediatistas, que são orientadas de forma privilegiada e natural para o <em>Twitter</em> – tem um código de linguagem específico, que se proporciona a frases curtas, como que “aforismos”, com contraponto na limitação de conteúdo que obriga a remeter discursos mais articulados para o blogue –, não antevejo alterações significativas neste padrão de comportamento, pese embora alguma eventual diminuição de frequência de publicação nos blogues, mas que não deverá colocar em causa a sua posição de charneira como ferramenta de publicação.</p>
<p><strong>Público, Expresso, Sábado têm redes de blogues. O que esperar do futuro desta confluência entre media e bloggers?</strong></p>
<p>Esta tendência de complementaridade e interpenetração entre blogues e a “mediaesfera” vem já de trás – desde logo com a captação de novos colunistas e “opinion makers” revelados na blogosfera e, num momento seguinte, com o progressivo afluir de jornalistas aos blogues  –, tendo-se acentuado nos anos mais recentes, quer com a consolidação de sistemas de blogues “afiliados”, a par de blogues mantidos por colunistas da própria publicação, como no <em>Expresso</em>, <em>Público</em>, SIC, <em>Sol</em> ou <em>Visão</em>.</p>
<p>Por outro lado, a versão <em>online</em> do <em>Público</em> permite ligações directas aos “posts” de blogues que fazem referência aos seus artigos, enquanto o <em>Expresso</em> passou a enviar previamente a determinados autores de blogues algumas das “matérias” a publicar na edição seguinte, a par do comentário sobre assuntos em destaque na blogosfera, como faz também o <em>Jornal de Notícias</em>.</p>
<p>As redes de blogues de jornais não deixam de defrontar uma limitação, a de não estarem à partida integradas na “comunidade geral” da blogosfera, o que implica – a par de um posicionamento que pode ser de alguma forma apercebido como sendo mais institucional – esforços adicionais no sentido de partilha e integração dessa comunidade.</p>
<p>Em 2009, a iniciativa do <em>Público</em>, lançando um blogue para acompanhamento dos actos eleitorais, participado por uma quarentena de <em>bloggers</em>, veio dar mais um claro sinal dessa interpenetração e do crescente papel do “jornalismo de cidadão”, que será de prever se venham a reforçar e intensificar no futuro, beneficiando também das potencialidades tecnológicas, de captação e retransmissão de imagem (foto e vídeo).</p>
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