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	<title>Diário2 &#187; Flávia Paluello</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>ISLA de Lisboa lança rede social exclusiva</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Paluello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<description><![CDATA[O ISLA-Lisboa é das primeiras faculdades do país a desenvolver um projecto de comunicação interna e externa baseado na Web Social. A instituição anuncia a criação de uma rede social própria e exclusiva para os alunos e professores - a rede social ISLA-Lisboa, no Ning.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://diario2.com/tag/isla" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Isla">ISLA</a>-Lisboa é das primeiras faculdades do país a desenvolver um projecto de comunicação interna e externa baseado na Web Social. Neste momento a instituição anuncia a criação de uma rede social própria e exclusiva para os alunos e professores &#8211; a rede social <a href="http://diario2.com/tag/isla" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Isla">ISLA</a>-Lisboa no Ning (<a href="http://islalx.ning.com">http://islalx.ning.com</a>).</p>
<p><img class="size-full wp-image-2538  alignright" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/11/ISLA-logoavatar.jpg" alt="ISLA Lisboa" width="186" height="209" /></p>
<p>O lançamento desta ferramenta dá seguimento ao novo plano de comunicação para a Web social &#8211; “<em>o objectivo é continuar a estratégia de comunicação interna e externa de forma a possibilitar cada vez mais um diálogo directo e transparente da Instituição com a sociedade</em>”, afirma Miguel Gonçalves Rodrigues, Presidente do ISLA-Lisboa.</p>
<p>A rede social ISLA-Lisboa está em fase de implementação, mas, já recebe inscrições de qualquer aluno e professor que queira ingressar na nova plataforma de comunicação. Estão já disponibilizados grupos para cada um dos cursos de licenciatura do ISLA, onde é possível partilhar vídeos, fotos e comentários.</p>
<p>O Instituto Superior já oferece aos seus alunos, desde Julho de 2009, a possibilidade de interagirem e comentarem, directamente na sua página oficial do <a href="http://diario2.com/tag/facebook" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with Facebook">Facebook</a>, sobre eventos, actualidades e notícias.</p>
<p>O <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a> também constitui uma das ferramentas mais importantes nesta estratégia de comunicação e por isto foi pensado para informar e partilhar notícias institucionais no perfil geral (http://<a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">twitter</a>.com/islalx). Foram também criados 9 utilizadores para cada um dos cursos de licenciatura, para que os alunos fiquem a conhecer as notícias que lhe interessam de acordo com a área onde estão inseridos.</p>
<p><strong>Visite o ISLA-Lisboa nas diversas redes sociais:</strong></p>
<p><a href="http://islalx.ning.com" target="_blank"> Rede Social ISLA-Lisboa</a> - <a id="aptureLink_elkYoPkCbH" href="http://islalx.ning.com">http://islalx.ning.com</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Lisboa-Portugal/ISLA-Lisboa/90132033505" target="_blank">Facebook</a><a href="http://www.facebook.com/pages/Lisboa-Portugal/ISLA-Lisboa/90132033505">http://www.facebook.com/pages/Lisboa-Portugal/ISLA-Lisboa/90132033505</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/islalx" target="_blank">Twitter</a><a href="http://twitter.com/islalx">http://twitter.com/islalx</a> (geral/institucional).</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/facebook" title="Facebook" rel="tag">Facebook</a>, <a href="http://diario2.com/tag/educacao" title="educação" rel="tag">educação</a>, <a href="http://diario2.com/tag/twitter" title="twitter" rel="tag">twitter</a>, <a href="http://diario2.com/tag/marketing" title="marketing" rel="tag">marketing</a>, <a href="http://diario2.com/tag/isla" title="Isla" rel="tag">Isla</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Tweets viram livro</title>
		<link>http://diario2.com/tweets-viram-livro-581</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 14:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Paluello</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Lulu.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro são, diz um ditado popular, as coisas que é preciso fazer durante a vida. O que seria mais complicado -  escrever um livro &#8211; pode agora tornar-se muito mais fácil com a possibilidade de transformar os tweets em livro.  E foi exactamente isto que fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um <a href="http://diario2.com/tag/livro" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with livro">livro</a> são, diz um ditado popular, as coisas que é preciso fazer durante a vida.<img class="aligncenter size-full wp-image-596" title="My life in Tweets" src="http://cdn.diario2.com/uploads/3359627194_cf9edf586b_o.jpg" alt="My life in Tweets" width="394" height="294" /></p>
<p>O que seria mais complicado -  escrever um livro &#8211; pode agora tornar-se muito mais fácil com a possibilidade de transformar os <em>tweets</em> em livro.  E foi exactamente isto que fez James Bridle (<a href="http://twitter.com/stml">@STML</a>), editor do blog <a href="http://booktwo.org/notebook/vanity-press-plus-the-tweetbook/" target="_blank">Book Two</a>, fez. Segundo o autor, que gosta de experimentar as possibilidades da internet, a ideia era testar as capacidades do site de publicações  <a href="http://lulu.com/">Lulu</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-598" title="My Life inTweets (capitulo)" src="http://cdn.diario2.com/uploads/3359627692_e34f375b31_o.jpg" alt="My Life inTweets (capitulo)" width="393" height="294" /></p>
<p>Tal como se publicaram os blogs em livro, agora podemos fazê-lo com os <em>twitters</em>. Para isto basta utilizarmos um pequeno <em>script</em>, que o próprio Bridle disponibiliza no seu <a href="http://booktwo.org/notebook/vanity-press-plus-the-tweetbook/" target="_blank">blog</a>, e solicitar depois a impressão no site <a href="http://www.lulu.com/" target="_blank">Lulu.com</a>.</p>
<p>O autor considera que o livro não interessa a ninguém, a não se ele próprio, e que provavelmente a maioria das pessoas nem entenderia metade das afirmações em 140 caracteres. No que diz respeito a partilha de <em>links</em> interessantes, acho que se conseguíssemos separar e ordenar os <em>links</em> que recebemos via <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>, poderíamos conseguir um documento de interesse. Imagine, por exemplo, se conseguíssemos separar por assunto os <em>links</em> todos que aparecem na <em>timeline</em>. Poderíamos ter vários livretos com <em>sites</em> interessantes, dividos por assuntos, áreas, etc. Mas isto sou eu a dar ideias de negócios a alguém que por aqui passe.</p>
<p style="text-align: justify;">E depois dizem que as mensagens de apenas 140 caracteres não tem profundidade. A meu ver basta apenas conseguir utilizá-las de modo prático e útil.</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/lulu-com" title="Lulu.com" rel="tag">Lulu.com</a>, <a href="http://diario2.com/tag/livro" title="livro" rel="tag">livro</a><br /><br/>

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</ul>

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		<title>Propriedade privada</title>
		<link>http://diario2.com/propriedade-privada-325</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 10:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Paluello</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[flickr]]></category>

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		<description><![CDATA[A partilha e troca de informações, fotografias, artigos, etc. é das principais vantagens das redes sociais. Podemos saber o que é interessante, belo, polémico, curioso e muito mais, na visão de todos os nossos contactos adicionados nas redes sociais. É natural, portanto, que a propriedade privada seja descartada do mundo online. Por isto mesmo, aparecem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A partilha e troca de informações, fotografias, artigos, etc. é das principais vantagens das redes sociais. Podemos saber o que é interessante, belo, polémico, curioso e muito mais, na visão de todos os nossos contactos adicionados nas redes sociais. É natural, portanto, que a propriedade privada seja descartada do mundo online. Por isto mesmo, aparecem os &#8220;piratas&#8221; e as brigas sobre direitos de autor, acusações de plágio e muitos processos legais são recorrentes desde que a internet tranformou-se em um ambiente de conteúdos gerados pelo utilizador.</p>
<div id="attachment_367" class="wp-caption alignright" style="width: 240px"><a href="http://www.flickr.com/photos/uncommondepth/3204094812/"><img class="size-full wp-image-367" title="copyright" src="http://cdn.diario2.com/uploads/copyright.jpg" alt="copyright" width="230" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Uncommon Depth sob licença <a href="http://diario2.com/tag/creative-commons" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with creative commons">creative commons</a> Attribution 2.0 Generic</p></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo é natural do ser humano a necessidade de possuir algo. É natural o instinto de propriedade privada, sim somos egoístas por natureza! Senão seriamos símios a viver em sociedade, e mesmo os símios tem alguma noção instintiva de propriedade. Por isto não estranho o <a href="http://creativecommons.org/weblog/entry/13588" target="_blank">estudo</a> divulgado, recentemente,  pela Creative Commons* no seu <a href="http://creativecommons.org/weblog/entry/13588" target="_blank">blog</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O estudo mostra que a maioria dos utilizadores (33%) registados no <a href="http://www.flickr.com/creativecommons/by-nc-nd-2.0/" target="_blank">Flickr</a> (rede social de partilha de fotografias) mantém os seus ficheiros sob a licença mais restritiva de todas: a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/deed.pt" target="_blank">CC</a> -(Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.0 Genérica) e que apenas 12% dos utilizadores permitem copiar, distribuir, exibir e executar a obra além de também permitirem a criação de obras derivadas (<a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/deed.pt" target="_blank">Atribuição 3.0 Unported</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Entendo tal diferença nos números. Eu utilizo duas contas no <a href="http://diario2.com/tag/flickr" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with flickr">Flickr</a> e lá coloco as minhas fotos pessoais, além de fotos de paisagens e lugares. Todas as fotos pessoais e particulares estão sob a licença mais restritiva além de estarem disponíveis apenas para aqueles registados como amigos ou familiares. Já as fotos de lugares e paisagens vou altera-las para uma licença de partilha. Não estavam até hoje, porque nunca tinha-me preocupado com isto :-0</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A última observação importante é que o mesmo estudo aponta a diminuição de novos registos de fotografias com licença restritiva no Flickr: houve uma desaceleração de 13% em Abril  de 2006, para 4% em Novembro de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">*<a href="http://creativecommons.pt/" target="_blank">CreativeCommons</a> &#8211; As <strong>Licenças Creative Commons </strong>situam-se entre os direitos de autor (todos os direitos reservados) e o domínio público (nenhum direito reservado). Têm âmbito mundial, são perpétuas e gratuitas. Através das <strong>Licenças Creative Commons, </strong>o autor de uma obra define as condições sob as quais essa obra é partilhada, de forma proactiva e construtiva, com terceiros, sendo que todas as licenças requerem que seja dado crédito ao autor da obra, da forma por ele especificada.</p>
<p align="justify">
<p align="justify">

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/creative-commons" title="creative commons" rel="tag">creative commons</a>, <a href="http://diario2.com/tag/flickr" title="flickr" rel="tag">flickr</a><br /><br/>

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		<title>Pagar ou não pagar?</title>
		<link>http://diario2.com/pagar-ou-nao-pagar-345</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 10:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Paluello</dc:creator>
				<category><![CDATA[análise]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana passada a versão digital do New York Times publicou um artigo muito interessante em que analisa a necessidade das celebridades contratarem equipas de &#8220;profissionais do Twitter&#8221;, para actualizar suas contas. Ao mesmo tempo teve muita repercussão a reportagem publicada, online, no site do Wall Street Journal sobre a contratação de um &#8220;twitter&#8221; brasileiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-354 alignleft" title="twitter-cash" src="http://cdn.diario2.com/uploads/twitter-cash.jpg" alt="twitter-cash" width="271" height="265" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na semana passada a versão digital do New York Times publicou um <a href="http://www.nytimes.com/2009/03/27/technology/internet/27twitter.html?_r=3&amp;partner=rss&amp;emc=rss" target="_blank">artigo</a> muito interessante em que analisa a necessidade das <a href="http://diario2.com/tag/celebridades" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with celebridades">celebridades</a> contratarem equipas de &#8220;profissionais do <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>&#8221;, para actualizar suas contas. Ao mesmo tempo teve muita repercussão a <a href="http://online.wsj.com/article/SB123741800551177861.html" target="_blank">reportagem</a> publicada, online, no site do Wall Street Journal sobre a contratação de um &#8220;twitter&#8221; brasileiro, <a href="http://twitter.com/marcelotas" target="_blank">Marcelo Tas</a>, pela Telefónica para fazer publicidade ao novo serviço oferecido pela empresa no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">No artigo do New York Times o autor defende que instituições, empresas e marcas podem e devem utilizar-se de equipas de &#8220;profissionais do Twitter&#8221; para actualizar as mensagens, até por saberem e conhecerem melhor como funciona a comunicação institucional. Eu completaria ainda com a utilização sim, não sem antes terem o cuidado de conhecer e saber utilizar correctamente a nova ferramenta. Ou seja, o importante é não cair no erro de fazer spam, não se pode simplesmente fazer publicidade, tem-se de transmitir mensagens que são do interesse dos seguidores e ainda agreguem algum valor à discussão da comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas as celebridades contratarem profissionais para fazer a actualização, como diz o artigo, não faz sentido  pelo simples motivo de que não é transparente e nem honesto. Quando escolhemos alguém para seguir no Twitter queremos saber o que a pessoa pensa, quais as ideias que defendem, quais os sites de que mais gosta, e o que acha interessante. É este o objectivo das redes sociais e de toda a partilha que o conteúdo gerado pelo utilizador nos pode proporcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanho a <a href="http://twitter.com/presidencia">Presidência da República</a> e a <a href="http://twitter.com/RTPN/">RTPN</a>, dois dos exemplos de contas do twitter &#8220;alimentadas&#8221; por equipas de profissionais. O primeiro conta com profissionais de comunicação que enviam links para press releases sobre os acontecimentos importantes protagonizados pelo Presidente da República. O segundo é &#8220;alimentado&#8221; pela equipa de jornalistas que faz e apresenta o &#8220;À noite as notícias&#8221; e são assinados por quem manda a mensagem do Twitter &#8211; João Adelino Faria, Carlos Daniel, Alexandre Brito ou Daniel Catalão.</p>
<p style="text-align: justify;">O envio de mensagens não incomoda e pode até revelar-se muito útil nestes dois casos. Já para as celebridades acompanho, entre outros, <a href="http://twitter.com/anabacalhau" target="_blank">Ana Bacalhau</a> (vocalista dos Deolinda) e <a href="http://twitter.com/davidfonseca">David Fonseca</a> dois músicos que actualizam pessoalmente as respectivas contas de Twitter. O mesmo vale para <a href="http://twitter.com/havidaemmarkl" target="_blank">Nuno Markl</a>, utilizador do Twitter com mais seguidores no pais (segundo dados do <a href="../../../../../../top/" target="_blank">Twitter Portugal</a>). Acho que não faz sentido  que contratarem equipas para actualizar as mensagens, soa a falso e não é tão transparente simplesmente porque o objectivo do Twitter é a interacção entre os participantes de modo muito mais directo que em qualquer outra rede social.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas este é um tema que não fica por aqui, há muito ainda para ser discutido e aprendido em relação  a como gerir e actualizar contas com potencial &#8220;comercial&#8221; enquanto o Twitter ainda não decide qual vai ser o seu plano de negócios. Por enquanto ficamos com a discussão do Pagar ou não pagar?</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/modelo-de-negocio" title="modelo de negócio" rel="tag">modelo de negócio</a>, <a href="http://diario2.com/tag/wsj" title="WSJ" rel="tag">WSJ</a>, <a href="http://diario2.com/tag/tweets-pagos" title="tweets pagos" rel="tag">tweets pagos</a>, <a href="http://diario2.com/tag/celebridades" title="celebridades" rel="tag">celebridades</a>, <a href="http://diario2.com/tag/cultura" title="cultura" rel="tag">cultura</a>, <a href="http://diario2.com/tag/nyt" title="NYT" rel="tag">NYT</a><br /><br/>

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		<item>
		<title>O Twitter também tem desvantagens</title>
		<link>http://diario2.com/twitter-tbm-tem-desvantagens-308</link>
		<comments>http://diario2.com/twitter-tbm-tem-desvantagens-308#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 21:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávia Paluello</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[desvantagens]]></category>

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		<description><![CDATA[A grande verdade é que não há só vantagens no Twitter. Há também algumas desvantagens e uma delas é justamente o risco que se corre ao publicar tudo o que vem à mente. Isto pode prejudicar-te mais tarde. É preciso pensar e repensar o que vais escrever naqueles 140 caracteres pelo simples motivo de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 	 	 --></p>
<p align="justify">A grande verdade é que não há só vantagens no <a href="http://diario2.com/tag/twitter" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with twitter">Twitter</a>. Há também algumas <a href="http://diario2.com/tag/desvantagens" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with desvantagens">desvantagens</a> e uma delas é justamente o risco que se corre ao publicar tudo o que vem à mente.  Isto pode prejudicar-te  mais tarde. É preciso pensar e repensar o que vais escrever naqueles 140 caracteres pelo simples motivo de que a internet tem uma memória de elefante (Google e motores de busca).</p>
<p align="justify">Aqui está um caso que mostra como pode ser muito prejudicial uma mensagem mal pensada. Um candidato a uma vaga de emprego escreveu:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>&#8220;A Cisco acaba de me oferecer um emprego! Agora tenho que pesar ter um salário gordo contra ir todo dia para San Jose e odiar o trabalho&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p align="justify">O tweet chamou a atenção de Tim Levad, da Cisco, que respondeu:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><em>&#8220;Quem é o gerente de contratação? Estou certo que ele adoraria saber que você odiará seu trabalho. Nós aqui na Cisco somos versados na internet&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p align="justify">Este é apenas um caso. Muitos são os exemplos que podem ser aqui apresentados, inclusive, alguns portugueses. Ainda mais agora que os tweets podem começar a aparecer mais facilmente nas <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/twitter_topics_show_up_in_google_search_results.php">pesquisas </a>do Google.</p>
<p align="justify">Temos de lembrar que a internet é pública e aberta e que tudo o que é publicado fica guardado pelos caches dos motores de busca durante muito tempo. A partir do momento que publicamos o que quer que seja, desde um post no blog, um tweet, e escrevemos nos &#8220;murais&#8221; das redes sociais, está gravado para sempre (sempre em tempo de internet <img src='http://cdn.diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p align="justify">Para falar a verdade, mesmo quando não somos nós que publicamos, corremos algum risco. O caso extremo é <a href="http://www.foxnews.com/story/0,2933,444186,00.html">este</a>, do Bono (vocalista do U2) ao lado de &#8220;colegas adolescentes&#8221; no verão passado na França.</p>
<p align="justify">Até mesmo quando nos arrependemos de uma mensagem, há sempre a possibilidade de resgata-la. Uma das ferramentas que consegue resgatar as mensagens apagadas acidentalmente ou não, é o <a href="http://tweleted.com/" target="_blank">Tweleted.</a> Ainda é muito superficial mas pode ser um dos primeiros a ter em conta.</p>
<p align="justify">Por isto lembre-se sempre de que precisa ponderar o que irá escrever.</p>
<div align="center"><img src="http://cdn.diario2.com/uploads/icdeadtweeters.jpg" alt="icdeadtweeters" title="icdeadtweeters" width="400" height="262" class="aligncenter size-full wp-image-319" /></div>

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