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	<title>Diário2 &#187; Catarina Campos</title>
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	<description>A vida em tempo real</description>
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		<title>Google Wave: primeiras impressões</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 14:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[google wave]]></category>

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		<description><![CDATA[Costuma dizer-se que as primeiras impressões são sempre muito importantes, quase fundamentais até. Pois é atirar o conceito fora, porque com o Google Wave não há primeiras impressões, no sentido que existam segundas: é sempre primeiras impressões. Ao mesmo tempo que escrevo isto (numa janela de Firefox), tenho ali o Google Wave aberto numa janela de Google Chrome. Porquê? Porque com o firefox crasha. Ou crashava há dois dias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-2127" title="gwaveps1" src="http://cache.diario2.com/uploads/2009/10/gwaveps1-600x231.jpg" alt="gwaveps1" width="600" height="231" /></p>
<p>Costuma dizer-se que as primeiras impressões são sempre muito importantes, quase fundamentais até. Pois é atirar o conceito fora, porque com o <a href="http://diario2.com/tag/google-wave" class="st_tag internal_tag" rel="tag" title="Posts tagged with google wave">Google Wave</a> não há primeiras impressões, no sentido que existam segundas: é sempre primeiras impressões.</p>
<p>Ao mesmo tempo que escrevo isto (numa janela de Firefox), tenho ali o Google Wave aberto numa janela de Google Chrome. Porquê? Porque com o firefox crasha. Ou crashava há dois dias. Agora não sei, que ainda não testei. É que aquilo está em beta, ou seja, está em fase de testes. E é mesmo sempre a testar. Coisas que funcionavam deixam de funcionar, coisas novas aparecem, enfim, parece uma animação. E é. Ao mesmo tempo que escrevo, caem dezenas de waves públicas numa da janela do meu Gwave. Sim, o meu Gwave, que eu agora sou Gwaver (para se irem habituando aos termos).<span id="more-2038"></span></p>
<p>Mas antes de ir a detalhes e impressões, primeiras e outras primeiras, afinal que raio é esta coisa do Google Wave, perguntam os meus caríssimos leitores e perguntam muito bem. Perguntam é à pessoa errada, que eu também não sei. O que sei é que é o geek clube mais selecto do mundo, já que apenas se entra por convite e os convites são escassos. Eu sei que o mundo é muito injusto e não há direito que tantos informáticos informados e interessados estejam à espera de convite há meses e eu, esta mera tonteca nessas áreas, tenha dito no twitter que também queria um convite, desde que houvesse Google Wave em lilás e tenha recebido um do <a href="http://twitter.com/t3mujin">@t3mujin</a>: grande bem haja, <a href="http://t3mujin.tumblr.com/post/42588456/more">João Almeida</a>! (embora não tenha a certeza que o facto de ter recebido convite dele em vez o ter gasto noutra pessoa mais merecedora, lhe granjeie grandes amigos&#8230;)</p>
<p>Realmente não havia em lilás mas isso só descobri depois de entrar. E também não havia mais convites, coisa de também descobri depois de entrar. O que havia era mesmo uma carrada de amigos novos no twitter, quando anunciei que tinha um Gwave, amigos esses que nunca tinha visto em lado nenhum, nunca me tinham dirigido a palavra, mas já agora queriam um convitezinho. Tá-se mesmo a ver que, mesmo havendo, iria haver para esses, quando amigos meus continuavam à espera e muitos ainda continuam. Já sem falar nas minhas amigas, que fazem lá muita falta para se finalmente criar a wave tuga sapatos. A seu tempo. O que havia de convites era para os primeiros users, que foram convidados por gente do google e que, por sua vez, tiveram direito a convidar 8 pessoas cada. Agora pararam os convites, lamento (info encontrada na timeline da wave <em>Portugal</em>, cujo link deixo <a href="https://wave.google.com/wave/#restored:wave:googlewave.com!w%252BhIHWAnsyA.1">aqui </a>embora não sirva senão para quem tem Gwave, e mesmo assim não tenho a certeza).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="315" src="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Já estou a ouvir os meus leitores (os que ainda aqui estão a ler) a berrarem <em>&#8220;não percebo nada do que estás a dizer! estás a falar em código! Mas afinal o que é essa porra?!&#8221;</em> e posso sempre deixar um videozinho bastante útil (mesmo aqui acima), que aposto que não vão ver, mas onde aparece uma frase gira que é mais ou menos isto:</p>
<p><strong>&#8220;- Se em vez de se ter inventado o email há uns 40 anos, o inventássemos agora, como é que seria?&#8221; </strong></p>
<p>e o resultado foi o Google Wave, onde foram incorporadas as novas tecnologias.</p>
<p>Na prática é um IRC moderno, um coiso, uma aplicação ou um coiso, ok, sei lá como se chama aquilo, que tem tudo em um. É email porque tem contactos, mas é IRC porque fala tudo ao mesmo tempo em waves que parecem mesmo mesmo mesmo salas de chat de IRC mas sem moderadores, ou melhor, com todos moderadores, porque toda a gente pode alterar &#8211; acho&#8230; &#8211; e é google docs porque se pode fazer uma wave com um documento e depois todos os participantes daquela wave podem ir alterando, e quem diz docs, diz pics e videos e mapas, hum</p>
<p>vou dar o exemplo clássico que eles dão. Imagine-se que um grupo de amigos quer fazer uma viagem. Abrem uma wave. Um mete um google map do sítio. Outro mete as horas das saídas. Outro linka os hotéis e manda fotos. Toda a gente vai discutindo na wave e alterando e acrescentando e combinando. Depois voltam do fim de semana. Metem pics. Contam histórias. Metem links do site onde estão mais fotos. E por aí fora.</p>
<p>Isto depois serve para tudo, incluindo discutir temas a sério, claro, como o anúncio do Pingo Doce, perdão, a ionização dos átomos do carbono 453 ou o choque das particulas de Alpha Centauri no século 400 biliões A.C. ou coisas em caracteres japoneses entre users (<em>gwavers</em>!) com avatares anime, que serão provavelmente interessantíssimas ou ainda que botas se vão usar este inverno. Dá para tudo. Dá para tudo, menos para os utilizadores utilizarem, já que só lá estão meia dúzia, que é como quem diz, uns cem mil ou isso. A nível mundial isso não é nada (e mesmo assim crasha e é lento e não funciona: só pra verem&#8230;).</p>
<p>Mesmo assim e voltando às primeiras impressões e às segundas primeiras impressões e às terceiras primeiras impressões. Cada vez que ligo aquilo tenho a sensação que é coisa nova. Que se está a passar imensa coisa ali mesmo ao lado nas waves públicas que vão caindo na pesquisa a uma velocidade estonteante. Mas se calhar, não está. Se calhar é só mais gente a perguntar &#8220;afinal o que é isto?&#8221; .</p>
<p>Claro que eu não perceberia nada disto &#8211; o pouco que não percebo &#8211; nem escreveria este post não fosse o meu guru da onda geral portuguesa: o <a href="http://twitter.com/koshdukai">@koshdukai</a>. Quando lá chegarem, é um bom contacto a adicionar. <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Glossário:</p>
<p>Google Wave: Gwave<br />
Google Wave User: Gwaiver<br />
Uma wave é &#8230;er&#8230;uma wave, constituída por entradas, updates que se chamam blips.<br />
O resto googlem!</p>

	Tags: <a href="http://diario2.com/tag/google-wave" title="google wave" rel="tag">google wave</a><br /><br/>

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		<title>Twitter is currently down for unscheduled maintenance.</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 01:25:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Campos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Oh meu Deus. Depois de andar completamente às avessas, com avisos de manutenção àquela hora certa, depois de desaparecerem metade dos avatares, dos tweets, das respostas, do desespero total de não se conseguir voltar a meter a foto, eis que o Twitter se desliga de repente para uma hora de manutenção sem aviso prévio. Os diálogos todos cortados a meio de uma frase, literalmente. A esta hora, o desespero é global e aposto que mais do que uma pessoa está a clicar continuamente no refresh a ver se já passou a hora. Se os contactos ainda lá estão à espera. Se foram dormir. Se se fartaram de tal forma que nunca mais na vida irão voltar e nunca mais se saberá a resposta àquela pergunta importantíssima. Uma verdadeira tragédia. O desastre, a miséria, o vazio. Uma pessoa até se esquece que existe o resto da net, que há blogs, emails. Já não se lembra sequer que nem ali estava, só tinha o Twitter ligado para ir dando uma vista de olhos. Mas, quando se desliga, é ficar sem água e luz ao mesmo tempo. E gás. E chocolates.<br />
Refresh refresh refresh refresh.</p>
<p>Já voltou. Uff. esqueçam este post, vou para o twitter, até já. <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>O mistério dos tweets desaparecidos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 11:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vai por aí um grande sururu sobre o desaparecimento de dezenas, centenas, milhares até, de tweets que, de repente, desapareceram das timelines, das replies, dos DM&#8217;s e de todo o lado, para enorme consternação dos autores e/ ou destinatários dos ditos. O desaparecimento de um tweet é um caso grave: repare-se, é uma coisa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://diario2.com/uploads/twitter-down-300x187.jpg" alt="twitter-down" title="twitter-down" width="300" height="187" class="alignnone size-medium wp-image-192" /></p>
<p>Vai por aí um grande sururu sobre o desaparecimento de dezenas, centenas, milhares até, de tweets que, de repente, desapareceram das timelines, das replies, dos DM&#8217;s e de todo o lado, para enorme consternação dos autores e/ ou destinatários dos ditos. O desaparecimento de um tweet é um caso grave: repare-se, é uma coisa que demorou imenso tempo a pensar, a reflectir, a escrever, que isto de resumir em 140 caracteres é muito difícil. Não é coisa que se consiga repetir assim, sem mais nem quê. E depois, ainda há aquela maçada de não se ter recebido resposta. Ou não se ter respondido. Muito complicado, pode até acabar amizades, contribuir para um mau ambiente, oh, sabe-se lá o que pode acontecer por ter desaparecido um tweet! E as DM&#8217;s então! Nunca tinha percebido, até agora, a importância crucial das DM&#8217;s no tuíta mas, a avaliar pelo volume de queixas, é parte integrante e importante da coisa. O drama! Meu Deus, como é possível agora comunicar em privado com aquela pessoa? Sim, porque não há email, nem msn, nem coisa nenhuma, não é?! É o fim do mundo as we know it. Tudo a queixar-se, tudo a perguntar pelos seus tweets, tudo a dizer &#8220;vou dormir! não consigo twittar!&#8221; como se antes do Twitter não se conseguisse comunicar ou fazer outra coisa qualquer <strong>até fora da net</strong> (eu sei, é uma ideia alucinada, esta minha).<br />
<br />
E afinal para onde foram todos estes tweets desaparecidos?! bom, há quem pense (@andrefrazao, mas não encontro o tweet onde diz isso&#8230;) que terão ido parar ao universo paralelo para onde vão todos os pares de peúgas que misteriosamente se teleportam entre a máquina e a corda da roupa, deixando-nos desemparelhados, exactamente como aos tweets que perderam o par, teoria que me parece perfeitamente plausível. Se existe um universo real onde estão todas estas meias (e uma data de camisolas que os miúdos deixam na escola), haverá na net, de certeza absoluta, um depósito de tweets perdidos. .<br />
<br />
O único conselho que se pode dar, numa crise destas, é: <strong>Don&#8217;t panic</strong>! Há <a href="http://help.twitter.com/forums/10713/entries/15352">mais gente que está a sofrer do mesmo mal</a>! E, de acordo com o Twitter, <a href="http://status.twitter.com/post/88044976/update-on-service-issues">todos esses tweets, um dia vão aparecer</a>. É só uma questão de paciência. E, nessa altura, podemos todos retomar essas conversas imprescindíveis. <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>What are you eating?</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 15:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(imagem daqui) Podia perfeitamente ser a outra pergunta do Twitter, já que é um dos temas mais recorrentes. No Twitter, há sempre alguém a comer ou a beber qualquer coisa e a informar alegremente os seguidores. É uma coisa impressionante, que se pega, como se fosse um vírus: espalhar a fome pelo Twitter fora. Trocam-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.designswan.com/wp-content/uploads/2009/icon/chococons/twitter.png" alt="" /><br />
(imagem <a href="http://www.designswan.com/archives/chocolate-social-icons.html">daqui</a>)<br />
<br />
Podia perfeitamente ser a outra pergunta do Twitter, já que é um dos temas mais recorrentes. No Twitter, há sempre alguém a comer ou a beber qualquer coisa e a informar alegremente os seguidores. É uma coisa impressionante, que se pega, como se fosse um vírus: espalhar a fome pelo Twitter fora. Trocam-se dicas sobre restaurantes. Pergunta-se por receitas. E twitta-se o que se come. Só nos últimos dias, li lampreia, pargo, salmão, sardinhas, cozido, bitoques (sempre!) e montanhas de variedades de cafés, chás e gelados. De todo o lado, aparecem tweets sobre o que se está a almoçar, a jantar, o que se está a cozinhar, o que se vai comer daqui a umas horas ou uns dias. E esta rapaziada não se contenta com aguçar o apetite dos outros, contando o que tem na mesa. Nada disso. Além de escrever, tira fotografias e usa o <a href="http://twitpic.com/">TwitPic</a> para as mostrar a toda a gente. Está uma pessoa muito descansada às quatro da tarde a pensar que devia ir almoçar ou, pelo menos, ir comer umas torradinhas e pimba, leva ali em cima com a fotografia do prato do vizinho de Twitter, o bife e as batatas e o molho a escorrer para o pão ao lado. Uma crueldade. Acho que fazem de propósito, já que, pelo que se vai vendo, metade do Twitter está a pensar em ir comer qualquer coisa há várias horas (não sei porque é que não vão!) e a outra metade está a zurzi-los com cardápios variados em 140 caracteres e fotografias a condizer. É só para nos (eu disse &#8220;nos&#8221;?! &#8220;lhes&#8221;, eu queria dizer &#8220;lhes&#8221;!) azucrinar a molécula, só pode! Fazer inveja, obrigar-nos (los) a ir a correr assar um peixinho e umas batatinhas, uns bróculos, comer uns gelados, em suma: o Twitter contribui para o aumento de peso dos seus utilizadores, é um produto pouco saudável que causa obesidade.<br />
<br />
Tenho feito algumas experiências, para comprovar a minha teoria que o se twitta é contagioso (agora vou ser crucificada). De vez em quando, a meio do dia, quando o almoço ainda não chegou ou a meio da tarde, atiro com tweet-chocolates nos meus updates. Que me apetece chocolates. Que estão ali ao lado. Ou não estão e é o desespero. Choro por eles, arranco cabelos, vou ali ao lado comprá-los a correr. E aposto! aposto que, ao ler aquilo, fica uma data de gente a roer-se por um também. Provavelmente até os comem. Eu &#8211; confesso aqui publicamente &#8211; nem sequer gosto muito. Now, shoot me.</p>

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		<title>Manter o Twitter com recurso a ajuda externa ;)</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 18:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Campos</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando não temos tempo para actualizar o Twitter (ou o Facebook), podemos sempre recorrer a ajuda externa, metendo a miudagem a trabalhar por nós. [via @fjfonseca] Artigos relacionados No related posts.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando não temos tempo para actualizar o Twitter (ou o Facebook), podemos sempre recorrer a ajuda externa, metendo a miudagem a trabalhar por nós. <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/u33F472IYLg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/u33F472IYLg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>[via @fjfonseca]</p>

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		<title>Há vida para além do Twitter?</title>
		<link>http://diario2.com/ha-vida-para-alem-do-twitter-122</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 19:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Campos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Eu digo que há se o pudermos levar para todo o lado&#8221; responde-me o @alexgamela, na brincadeira. Mas a frase é lapidar e é exactamente esta a ideia que se deve fazer (ou, pelo menos, que eu faço) do Twitter. Para mim, faz tanto sentido perguntar se há vida para além do Twitter, como perguntar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-132 aligncenter" title="Kepler encontra Twitter" src="http://diario2.com/uploads/keplertwitter.jpg" alt="Kepler encontra Twitter" width="500" height="387" /></p>
<p>
&#8220;<em>Eu digo que há se o pudermos levar para todo o lado</em>&#8221; responde-me o @alexgamela, na brincadeira. Mas a frase é lapidar e é exactamente esta a ideia que se deve fazer (ou, pelo menos, que eu faço) do Twitter. Para mim, faz tanto sentido perguntar se há vida para além do Twitter, como perguntar se há vida para além do telefone. O telefone, o email, as redes sociais, os blogs, os mundos virtuais, é tudo a mesma coisa, nessa perspectiva: são apenas ferramentas de comunicação. Evidentemente que têm velocidades, ritmos e formas de transmissão/recepção diferentes, mas servem todas para comunicar, para &#8220;falar&#8221; e &#8220;ouvir&#8221;.<br />
<br />
Ninguém estranha que se leve o telemóvel para todo o lado. Que se passe a vida a falar e a mandar sms&#8217;s, até nas alturas menos apropriadas. Nunca ouvi ninguém dizer &#8220;aquele tá viciado em conversas ao telemóvel&#8221;; no entanto, quando se trata de comunicação via net, há sempre uma voz lá ao fundo a dizer &#8220;vê lá se arranjas uma vida, pá, larga isso&#8221;, &#8220;eu cá tenho uma vida para além da net (sou melhor que tu)&#8221; e &#8220;sim, sim, isso são tudo desculpas, nota-se bem que estás é agarrado, são todos assim&#8221;. E, normalmente, essas pessoas não fazem a mais pálida ideia das razões que levam as outras a comunicar via net. Razões que podem ser tão diversas como uma pessoa trabalhar ao computador e ter ali umas janelas abertas para ir dizendo umas coisas, gostar de escrever, ou estar fechada em casa por motivos vários (um exemplo clássico que pouca gente sabe ou se lembra é o caso de deficientes e/ou pessoas que sofrem de doenças como o síndroma de Asperger e que usam essas ferramentas para combater a inevitável solidão/dificuldades de sociabilização).<br />
<br />
E aqui chegamos a esse terrível palavrão, esse quase &#8220;defeito&#8221; tão criticado: a <em>solidão</em>. Como se a solidão fosse alguma doença que, com umas vitaminas e uns sumos naturais, pudesse ser ultrapassada. Não, claro que não é assim. As pessoas estão sozinhas e isoladas porque isso faz parte da vida normal, tudo a correr de um lado para o outro, pouco tempo disponível para estar com família e amigos, distância, enfim, tudo isso é absolutamente normal nos dias de hoje. E, se as pessoas recorrem a todas as ferramentas de comunicação disponíveis, parece-me esse um factor positivo para combater esse silêncio. Parece-me (na minha humilde opinião de total leiga) muito mais saudável que uma pessoa recorra ao telefone e à net para comunicar com outras pessoas, do que fechar-se entre casa e trabalho e algum zapping de novelas, coisa essa sim, para mim, realmente alienante da realidade (mas isso ninguém estranha, porque ainda se aplica à maioria das vidas das pessoas).<br />
<br />
No caso do Twitter, a ferramenta é excelente porque a escolha é vasta e, ao mesmo tempo, pode ser completamente controlada pelo utilizador. Não existe um único Twitter, existe um para cada pessoa. O leque pode ir desde a utilização apenas para &#8220;ouvir&#8221; ou &#8220;debitar&#8221; informação, seguindo os sites de notícias, os gurus do momento, os grupos específicos temáticos, até &#8220;conversar&#8221; com aquele grupo restrito de pessoas amigas. Entre os dois extremos situa-se o resto das pessoas. No meu caso, tanto uso para ouvir notícias, como sigo alguns twitters que informam sobre temas que me interessam, como para conversar com as minhas amigas e combinar almoços. Ou, pura e simplesmente, se me apetece naquele momento, ir ver do que é que se fala e entrar na conversa se me interessar.<br />
<br />
É evidente que há vida para além do Twitter, mas a vida está também dentro do Twitter. Riquíssima, aliás. E, de qualquer forma, tudo isto daqui a mais um tempo, será considerado totalmente normal. Quando, voltando ao @alexgamela, &#8220;se se puder levar para todo o lado&#8221;. Quando toda a gente usar o seu telefone para twittar em vez de mandar um sms, aquela rapaziada que vive agarrada ao bicho, já não estranha o vizinho do lado também a carregar nas teclas. Como em tudo na vida, na sociedade, o que parece é que conta. <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>Afinal há limite diário para twittar?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 09:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Campos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[limite twitter]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma pergunta que me fazem muitas vezes já que, não só sou uma das muitas pessoas que esgota os limites todos das Api&#8217;s dos clientes de Twitter, mas sou ainda das poucas que consegue esgotar o limite diário do Twitter via web. E, quando este acaba, nada a fazer. Nem boa noite, nem um adeus, nada. Deixamos as conversas a meio e os nossos interlocutores pendurados, o que é, digamos, aborrecido. Não é que aconteça sempre, mas há que gerir o limite com algum cuidado no caso dos twitters mais faladores.<br />
<br />
O limite do Twitter é de <a href="http://twitter.zendesk.com/forums/10711/entries/15364">1000 updates por dia</a> e, a partir daqui, não há tweets para ninguém. Daqui para a frente, é tudo um pouco nebuloso. Os DM&#8217;s (Direct Messages) também limitados a 1000/dia, umas vezes funcionam, outras vezes não. O Twitter informa que, quando se atinge o limite, é preciso esperar pela renovação do mesmo, mas não se espera 24 horas. Atingido o limite mesmo depois da meia noite de um dia, de manhã o Twitter funciona outra vez, o que pode ser explicado pelo facto de estar sediado em S. Francisco e o fuso horário permitir que a meia noite deles caia a meio da nossa noite em Portugal.<br />
<br />
De qualquer forma, mesmo sendo difícil atingir este limite, aqui ficam algumas dicas sobre como evitar que isso aconteça (baseadas na minha imensa experiência no envio de tweets inúteis):<br />
<br />
- Não enviar tweets de resposta com LOL e outros smileys; podemos não passar por tão simpáticos, mas são completamente irrelevantes)<br />
- não responder a tweets e depois RTwitá-los: com alguma edição, pode responder-se e fazer o RT num mesmo tweet e faz bastante mais sentido ao leitor<br />
- Não voltar a responder bom dia individualmente em resposta aos 100 tweets de resposta ao nosso primeiro bom dia<br />
- O mesmo para a boa noite, bom almoço, bom lanche, boa pausa, etc., etc.<br />
- Não é necessário informar os leitores sempre que se tira a mão do teclado por cinco minutos (&#8220;vou só ali ver o email e já volto&#8221;)<br />
- Em 140 caracteres cabe muita informação: pode ser agregada num só tweet, não vale a pena gastar cinco a dizer:<br />
     <br />
                 &#8220;voltei agora mesmo do almoço&#8221;<br />
                 &#8220;comi um bitoque cinco estrelas&#8221;<br />
                 &#8220;esperem lá, tirei uma foto!&#8221;<code></code><code></code><br />
                 &#8220;agora não consigo colocá-la&#8221;<br />
                 &#8220;ah aqui está ela&#8221;<br />
<br />
- E, finalmente, não é preciso passar o dia inteiro no Twitter&#8230;custa reconhecê-lo, é verdade, mas há mais vida para além do Twitter. <img src='http://diario2.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
<br />
Catarina Campos (@catmagellan)</p>

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